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O Tribunal de Justiça de Santa Catarina arquivou a investigação sobre a morte do cão Orelha, ocorrida em janeiro na Praia Brava, em Florianópolis. A decisão seguiu o parecer do Ministério Público, que apontou falta de provas e inconsistências no relatório da Polícia Civil contra os adolescentes suspeitos. Os laudos periciais indicaram que o animal não sofreu agressões ou fraturas, mas faleceu em decorrência de uma infecção óssea grave e crônica na mandíbula. Com o arquivamento, as restrições de viagem dos jovens foram revogadas.

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Transcrição
00:00O Tribunal de Justiça de Santa Catarina decidiu pelo arquivamento das investigações relacionadas à morte do cão comunitário Orelha.
00:08A repórter Júlia Firmino vai trazer os detalhes ao vivo, direto aqui da capital paulista.
00:13Oi Júlia, bom dia. Que decisão, né? Imagina a família, né? As pessoas ali envolvidas, a comunidade.
00:21Foi um caso de tanta repercussão pra agora a justiça, enfim, dizer que tudo foi em vão?
00:30Pois é, Márcia, bom dia pra você, pro Aros também, quem tá aqui com a gente no Jornal da Manhã.
00:36De fato, agora essa nova decisão da Justiça de Santa Catarina, que analisou um pedido do Ministério Público
00:43e agora arquivou as investigações do caso Orelha, que aconteceu ainda no início desse ano.
00:49O que a juíza entendeu com essa decisão? Que não há provas suficientes pra realmente responsabilizar os adolescentes que são
00:56investigados nesse caso.
00:58O MP analisou um documento, um relatório de 170 páginas, entendeu que havia contradições na investigação, também faltava provas concretas
01:09e a linha do tempo apresentava algumas inconsistências, ou seja, aquilo que talvez os relatos que foram colhidos ali nas
01:18investigações
01:19não combinavam com as imagens que também foram colhidas.
01:22O Ministério Público afirmou ainda que a Polícia Civil se baseou em boatos, publicações nas redes sociais, além de comentários
01:30de terceiros.
01:32Em relação ao adolescente, né, que é investigado nesse caso, o MP concluiu que ele não estava com o cão
01:39no momento em que teria acontecido a suposta agressão.
01:43E as imagens que foram analisadas mostram também que o cachorro estava longe do local onde o jovem estava nesse
01:50momento.
01:50E aí, portanto, o que a justiça decidiu é que retirou as restrições de viagem, ele não podia viajar, agora
01:57vai poder viajar,
01:58e também devolveu, já expediu um mandado aí pra devolver o passaporte desse adolescente.
02:05O pedido de internação provisória que estava colocado também foi negado.
02:10E aí, o que nós temos é que os laudos periciais, de acordo com o Ministério Público,
02:15mostram que o cão não tinha fraturas e também não apresentava sinais de maus tratos.
02:21Mas tinha, sim, uma infecção óssea grave na mandíbula, uma infecção óssea grave e crônica,
02:28que poderia ter levado, então, a essa morte do cão orelha.
02:32Os vídeos que foram analisados, a gente até tem essas imagens, mostram também o orelha caminhando tranquilamente,
02:38depois, ali pela região, depois, momentos depois dessa possível agressão que ele teria sofrido.
02:45Isso mostra aí uma inconsistência nessas investigações.
02:49Esse caso que aconteceu ainda em 4 de janeiro desse ano, ali na Praia Brava, em Florianópolis.
02:56Volto com vocês.
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