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O presidente Lula (PT) se reuniu com o presidente Donald Trump (Republicanos) na Casa Branca, em Washington, em um encontro que durou cerca de três horas. A reunião teve como principais temas o comércio entre Brasil e Estados Unidos, tarifas e minerais críticos, incluindo terras raras. Assuntos como PCC, Comando Vermelho e a investigação americana envolvendo o Pix ficaram fora da pauta oficial das conversas entre os dois presidentes. Alan Ghani explicou.

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Transcrição
00:00Quais são essas principais, digamos, discussões envolvendo o presidente Lula, Donald Trump?
00:06Naquela coletiva que o presidente Lula concedeu aos jornalistas depois, Alan Ghani,
00:09ele menciona que, em relação às tarifas, o Brasil e os Estados Unidos têm uma discordância,
00:15porque Donald Trump disse que o Brasil está cobrando tarifa demais, imposto demais,
00:19e o presidente Lula disse que não, que a tarifa é de pouco mais de 2%.
00:23E Trump disse, não, não é não.
00:26E agora eles vão estabelecer um contato aí nos próximos 30 dias para tentar chegar a um acordo relacionado a
00:33isso.
00:34O que você destaca, meu amigo, dessa conversa que a gente precisa observar, inclusive, nas próximas semanas?
00:38Olha, foi um primeiro passo para destravar essas tarifas protecionistas.
00:43De fato, o Brasil é bastante protecionista, tem uma economia bastante fechada, tem que abrir mais agora.
00:49É claro que também o Trump tem se mostrado um presidente que não é muito a favor do livre comércio.
00:56Mas, pelo menos, houve ali uma sinergia entre os dois.
01:00Agora, vamos ver como é que isso vai se desenrolar na prática, Evandro.
01:04Porque, nas tarifas aqui, o Brasil tenta reduzir as tensões comerciais.
01:11Acho que há espaço para isso.
01:13Vamos lembrar que, inicialmente, lá no Liberation Day, no dia 2 de abril, o Brasil, 2 de abril do ano
01:20passado, o Brasil, ele não foi fortemente taxado.
01:24Inicialmente, as tarifas para o Brasil foram de 10%.
01:27Então, eu vejo que há como avançar nisso daí.
01:29Minerais críticos, claro, outro tema do momento.
01:34Os Estados Unidos querem ampliar acesso a tal das terras raras brasileiras, aqueles minerais que são utilizados na inteligência artificial,
01:43na indústria bélica.
01:44E aí, o Brasil, com a segunda reserva de terras raras do mundo, tem muito a que oferecer.
01:50Também vejo que aqui pode avançar as negociações.
01:54Foi bastante positivo.
01:55Em relação ao crime organizado, aquele tema mais sensível, que seria classificar o PCC e o Comando Vermelho como organizações
02:04terroristas, acabaram não entrando.
02:06Mas, houve uma intenção de cooperação, que eu acho que é o correto.
02:10Como houve com os Estados Unidos, lá com a Colômbia, na década de 90.
02:15Um acordo entre polícias, entre exércitos, enfim.
02:18Irã em cenário global, é claro que o Lula gosta muito de entrar em temas geopolíticos, falou do Brasil ter
02:25uma presença maior lá no Conselho de Segurança da ONU, enfim.
02:29Mas, trataram ali de como que essa guerra tem afetado a economia mundial.
02:38Foi assim, no conjunto da obra, um encontro amistoso, sem grandes tensões, o que é favorável para o Brasil.
02:45Exatamente, Alan Gani. Agora, nessa questão das tensões comerciais, Gani, você vê um caminho, digamos, bastante florido para tentar fazer
02:55com que essa tensão diminua e que os acordos possam ser feitos para reduzir cada vez mais as tarifas?
03:01Ou é difícil a gente sair do grau em que chegamos aqui depois das negociações passadas?
03:05É, Evandro, eu vejo assim, um caminho bastante florido, eu acho mais complicado.
03:10Eu vejo que, talvez, em relação a outros países, o Brasil consiga algum tipo de redução tarifária.
03:18Mas não muito pelo mérito do Brasil, mas muito por conta de efeitos na inflação dos Estados Unidos.
03:25Então, a inflação de alimentos é algo que preocupa bastante.
03:28Então, quando, lembrando que a gasolina já está cara nos Estados Unidos, e aí, café mais caro, carne mais cara,
03:36suco de laranja mais caro,
03:37que são itens que o americano médio toma ali no seu café da manhã, no seu almoço, no dia a
03:43dia,
03:44então, isso traz um impacto inflacionário.
03:48Então, por conta desse impacto inflacionário, eu vejo que o Brasil, talvez, consiga alguma redução tarifária, Evandro.
03:56Gani, obrigado por enquanto. Até já, meu amigo.
03:58Ainda sobre esse assunto, logo depois da reunião com o presidente norte-americano, Donald Trump,
04:04o presidente do Brasil, Lula, destacou a soberania nacional em relação aos minerais críticos.
04:10Vamos ouvir.
04:12Eu dito ao presidente Trump que nós não só fizemos um acordo extraordinário,
04:16aprovando na Câmara, ontem, sabe, a lei sobre a questão dos minerais críticos,
04:22com a aprovação de um conselho sobre a coordenação da presidência da República,
04:27tratando a questão do minerais críticos como uma questão de soberania nacional.
04:33Vamos trazer para análise.
04:34Henrique Kriegner está aqui ao vivo com a gente na segunda edição.
04:37Bem-vindo, Henrique.
04:38Também Lucas Merreiro conosco no estúdio.
04:41Sempre bom tê-lo aqui, Merreiro.
04:42Para a gente já, então, começar a desdobrar, né,
04:45a principal expectativa da imprensa internacional era para uma fala logo após o encontro dos dois
04:50e o encontro foi cancelado, aliás, essa coletiva de imprensa, ela foi cancelada.
04:55Mas, na sequência, Lula, sozinho, falou e respondeu aí as principais questões.
05:01Essa primeira fala que a gente trouxe aqui envolve os minerais críticos,
05:04que se tornaram aí peça-chave nesse cenário geopolítico.
05:08A gente sabe que hoje a China é quem detém a maior produção
05:11e quem deveria, portanto, ou costumava comercializar para os Estados Unidos.
05:16Mas, diante de um cenário de conflito em que a China se posiciona de uma maneira ali
05:21adversária, entre muitas aspas, a Donald Trump,
05:24fica complicado.
05:26Aí que o Brasil ganha interesse na jogada.
05:28Exatamente, Bia.
05:29Bom, primeiramente, bom dia, Bia, Evandro, bom dia, Krieger
05:31e bom dia a todos que nos acompanham nessa segunda edição do Jornal da Manhã.
05:34É sempre um prazer estar aqui com todos vocês.
05:37Vejam só, essa é a grande solução que o Lula tem
05:40para a questão dos minerais críticos.
05:42Ah, vamos vender para a China.
05:43Ah, não deu.
05:44Agora vamos tentar vender para os Estados Unidos.
05:45Isso é o efeito da falta de imaginação por parte do governo brasileiro.
05:50E isso não é apenas culpa do Lula, ele também é um efeito disso, claro,
05:54mas culpa de algo que vem muito mais de Estado do que de governo.
05:59O Brasil, ao longo das últimas décadas, não conseguiu se industrializar.
06:03E por que eu estou dizendo isso?
06:04Porque se o Brasil fosse um país industrializado, produtivo,
06:08que produzisse tecnologias, e imaginem só isso num período
06:11em que o mundo desenvolve mais e mais tecnologias novas,
06:14afinal estamos na era da inteligência artificial.
06:17Então se o Brasil tivesse feito esse dever de casa lá atrás,
06:21a gente não estaria discutindo aqui apenas para quem vender esses minerais críticos.
06:25Ah, vou encontrar com o Trump aqui, vou vender para ele.
06:27Dá um ganho de curto, médio prazo, claro,
06:29mas não desenvolve o Brasil verdadeiramente.
06:32Se o Brasil fosse industrializado, se o Brasil fosse uma potência nesse sentido,
06:36e nós temos ainda potencial para isso, aí certamente a gente ganharia muito mais.
06:42O Brasil deveria estar entrando agora, nesse momento do mundo, com competitividade,
06:46desenvolvendo tecnologia, utilizando essas terras raras, esses minerais críticos,
06:51para desenvolver chips, desenvolver os microprocessadores ou superprocessadores,
06:55enfim, desenvolver essas tecnologias.
06:57E não apenas ficar decidindo para quem é melhor vender.
07:00É lamentável que isso não foi feito no passado,
07:02e aparentemente num futuro próximo talvez também não seja feito.
07:05Porque quando a gente olha as propostas, se é que há propostas,
07:08dos dois principais candidatos que estão liderando nas pesquisas,
07:11Lula e Flávio Bolsonaro, não há nenhum plano para industrializar o Brasil.
07:15Fala, seu Henrique Krigner, como é que você avalia o que temos até agora
07:19e as propostas, ou falta de proposta que vem do governo federal
07:24quando olhamos para as terras raras e para a possibilidade
07:26de investimento também do próprio país em beneficiamento dessas regiões?
07:32Bom dia, Evandro. Bom dia, Bia. Também, Lucas.
07:35Bom dia a todos que nos acompanham aqui na segunda edição do Jornal da Manhã.
07:39Feliz demais de estar aqui. Boa sexta-feira a todos.
07:42Eu concordo com o que trouxe o Lucas.
07:44Nós temos um gargalo gigantesco no nosso país,
07:47que é a capacidade de aproveitar, de uma forma estruturada,
07:53aqueles que são potenciais naturais.
07:55Todo mundo cresce falando quão grande o Brasil é,
07:59quão abençoado é o nosso país, quantos recursos naturais nós temos,
08:04as riquezas que nós temos e a ausência de grandes problemas naturais
08:08como outros países têm também.
08:10E nesse sentido, parece que a gente permanece deitado em berço esplêndido.
08:15Nosso berço é, de fato, esplêndido,
08:17mas a gente não aprende a construir e a desenvolver.
08:20E quando eu falo a gente, eu não quero dizer o povo, não,
08:22porque o povo brasileiro consegue fazer isso
08:25à medida que tem aí liberdade.
08:28É o que tem faltado mesmo nas pautas eleitorais,
08:31é o que tem faltado também nos planos de governo.
08:34E essas parcerias com os Estados Unidos, a parceria com a China,
08:38no primeiro momento, elas continuam muito protocolares,
08:43se talvez esse é o melhor termo,
08:44porque não tem, de fato, um plano de trabalho mais concreto.
08:49É o que o presidente Lula diz que vai trabalhar em 30 dias.
08:52Enfim, mas um plano de trabalho, de fato, concreto,
08:55com ações práticas e muito bem estabelecidas
08:58para este desenvolvimento.
09:00Até agora, não foram dados grandes passos.
09:03A pergunta é, será que da noite para o dia,
09:06depois de uma reunião, vão conseguir ser dados
09:09a devida prioridade?
09:11A minha impressão, não querendo ser pessimista,
09:14é que não.
09:15Nós não vamos conseguir nos posicionar à frente
09:19como poderíamos diante do nosso potencial, Evandro.
09:22Agora, eu quero também trazer que o presidente Lula
09:24não acredita em influência do presidente norte-americano
09:28Donald Trump nas eleições deste ano aqui no Brasil.
09:30Acompanhe.
09:30Se ele tentou interferir nas eleições brasileiras,
09:36ele perdeu.
09:38Porque eu ganhei as eleições.
09:40Eu acho que não é uma boa política
09:43um presidente de outro país
09:46ficar interferindo nas eleições de outro país.
09:49É um princípio básico
09:51para que a gente não permita
09:54a ocupação cultural,
09:58política
09:59e a soberania de um outro país.
10:01Eu não acredito que ele vá ter qualquer influência
10:04nas eleições brasileiras.
10:06Até porque quem vota é o povo brasileiro, sabe?
10:10E eu acho que ele vai se comportar
10:12como presidente dos Estados Unidos,
10:15deixando que o povo brasileiro
10:16deixe do seu destino.
10:18Lucas Merreiro,
10:19o presidente Lula critica
10:20a possibilidade de um presidente
10:22de outro país influenciar nas eleições.
10:24E aí a gente está falando das eleições brasileiras.
10:27Mas lá atrás,
10:28durante as eleições norte-americanas,
10:29o presidente Lula declarou
10:31o seu apoio à Kamala Harris.
10:33Não é um pouco de hipocrisia
10:36trazer esse tipo de crítica agora?
10:37Talvez.
10:38É que ele não está falando diretamente
10:40de um apoio, né?
10:42Ele está induzindo as pessoas
10:43a acreditarem que o Trump
10:45interviu nas eleições americanas
10:46de uma forma mais escusa,
10:48o que é uma acusação até grave, né?
10:49De se fazer.
10:50O fato é que o Lula,
10:52ele está meio ousado
10:53nas declarações dele,
10:54muito porque o próprio Trump
10:56está numa situação política
10:57mais complicada, né?
10:58Tem a questão da guerra do Irã,
11:00que nós comentamos aqui
11:01diariamente, praticamente, né?
11:03Que o Trump,
11:03ele não está naquela situação política
11:05em que ele pode sair arrumando brigas,
11:06em que ele pode chamar o presidente
11:08para a Casa Branca
11:08e aí fazer uma comitiva ali
11:11até meio humilhante
11:12para aquele presidente,
11:13como o Trump já fez outras vezes, né?
11:14Fez com o Zelensky e tudo mais.
11:16Então, o Lula se aproveita
11:19desse momento de fragilidade
11:20um pouco do Trump
11:21e faz uns ataquezinhos aí
11:23em público
11:24de uma forma até um pouco baixa, né?
11:26Porque a gente sabe
11:27que entre ali as quatro paredes
11:29não foi bem assim
11:30o tom da conversa.
11:31Isso é fato.
11:32Agora, o Lula vai tentar
11:34acenar para a base dele, né?
11:36Mostrar que ele ainda,
11:37apesar dele estar disposto
11:38a conversar com o Trump,
11:40a negociar com o Trump,
11:41ele ainda vai se colocar
11:43como um líder duro, né?
11:45Como alguém que vai apontar
11:46o dedo na cara
11:47do presidente dos Estados Unidos
11:48e falar que aqui no Brasil
11:50nós somos soberanos.
11:51Afinal, esse é o discurso
11:52da esquerda hoje, né?
11:53Uma coisa que eles falam muito
11:55é em soberania.
11:56Seja lá o que isso quer dizer.
11:58Adoraria entender
11:58o que significa soberania
12:00para o Lula
12:00porque eles ficam repetindo
12:02essa palavra
12:02como se quisesse dizer alguma coisa
12:04na intenção de que isso
12:06possa trazer algum voto.
12:07A gente sabe que essas declarações
12:08elas têm um cunho eleitoreiro.
12:10O Lula está tentando
12:11demonstrar força.
12:12Mas a gente sabe que aqui
12:13na terra dele, no Brasil,
12:15ele não está tão forte assim.
12:16Os índices de reprovação
12:17do governo nunca estiveram
12:19tão altos
12:19numa presidência do Lula.
12:20É curioso agora, Merreiro,
12:22porque me veio aqui a mente
12:23que os dois candidatos
12:24que a gente tem nos polos hoje
12:25eles falam
12:27ou pelo menos tentam ali
12:28explicitar o mesmo sentimento
12:31só que com palavras
12:31ou frases diferentes.
12:33Enquanto a esquerda se apropria
12:34do termo aí
12:36do termo da soberania
12:37a família Bolsonaro
12:39usou muito o Brasil
12:40acima de tudo,
12:41Deus acima de todos.
12:42E são dois pontos aqui,
12:43duas frases diferentes
12:44que querem dizer a mesma coisa
12:46mas que de modo geral
12:48não repercutiram,
12:49não trouxeram mudanças
12:50muito significativas
12:51no posicionamento do Brasil
12:53frente aí
12:54a outras nações.
12:56Henrique Kriegner,
12:57para você também somar
12:58nessa análise
12:59da fala de Lula
13:00aqui conosco,
13:01como que você pondera
13:03em torno dessa influência
13:04de Donald Trump
13:05sobre as eleições brasileiras?
13:07Não levando em consideração
13:08qualquer tipo de interferência
13:10criminosa,
13:11mas sobre a influência política
13:13que o presidente norte-americano
13:14pode ter por aqui
13:15no nosso território.
13:16É, o presidente Lula
13:18está em estado completo
13:19de negação, né?
13:20Ele está dizendo
13:21para ver se ele acredita
13:22naquilo e tenta
13:24minimizar a influência
13:25que o presidente americano
13:26seja qual for,
13:27não só o Trump,
13:28mas qualquer presidente americano
13:30possa ter numa eleição
13:32brasileira, Bia,
13:32que é o que você colocou.
13:35Exceto atividades criminosas
13:36ou aquilo que não é previsto
13:37pela lei,
13:38é óbvio que um presidente
13:39americano tem uma influência
13:42no cenário eleitoral
13:44e é por essa razão,
13:45inclusive,
13:46que o Lula está nos Estados Unidos,
13:47não está fazendo agenda,
13:48comício,
13:50inaugurando faixa de PDS
13:51como ele está acostumado
13:52a fazer.
13:53É uma questão lógica,
13:55é o presidente da maior nação,
13:57da nação mais poderosa do mundo,
13:58ele vai ter uma influência direta.
14:00Agora,
14:00ele se equivoca
14:01quando ele diz
14:02e faz aí essa provocação
14:04dizendo que o Trump
14:06não teve interferência
14:08na eleição de 2022
14:09porque ele foi o vitorioso,
14:10mas ele esquece
14:11de um fato óbvio,
14:12o Trump não era presidente
14:14em 2022,
14:15o presidente dos Estados Unidos
14:16em 2022
14:17era Joe Biden,
14:18Trump saiu ali
14:20depois em 24,
14:22só que ele foi,
14:23voltou depois das eleições,
14:25então nesse período
14:2520 a 24
14:26foi Joe Biden
14:27que presidiu
14:28os Estados Unidos.
14:29O presidente americano
14:30vai ter influência sim.
14:32Quando ele diz
14:33que o presidente
14:34quer trabalhar
14:35com um determinado
14:36candidato
14:37mais do que com outro,
14:38isso influencia
14:39no mercado,
14:40isso influencia
14:40em todas as outras
14:41expectativas.
14:42E eu repito,
14:43não tem a ver
14:43com direita ou esquerda,
14:44tem a ver com
14:46proximidade
14:46das duas maiores
14:47democracias das Américas
14:48e também das duas
14:49maiores potências
14:51econômicas
14:51que nós temos.
14:52Então,
14:52isso vai ter influência
14:54e agora é claro,
14:55o Lula está tentando
14:55minimizar essa influência
14:56porque ele sabe
14:57que a influência,
14:58por mais que ele tenha
14:59feito essa reunião,
15:00não vai cair
15:00para o lado dele não.
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