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O senador Carlos Portinho (PL-RJ) falou, em entrevista à Jovem Pan nesta terça-feira (14), sobre a CPI do Crime Organizado e indiciamento de ministros na comissão. Além disso, ele reforçou a decisão do PL de derrubar vetos do governo federal. “Atende o pedido de várias famílias”, disse Portinho.
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00:00A gente volta a falar sobre o Congresso Nacional porque a legenda de Valdemar Costa Neto, de Jair Bolsonaro, dentro
00:06do Partido Liberal no Senado Federal, foi anunciado o seu posicionamento em duas votações consideradas centrais neste mês.
00:15A indicação ao Supremo Tribunal Federal e a derrubada do veto sobre a dosimetria. Em nota que nós tivemos acesso,
00:22a legenda afirma que o momento não é adequado para uma nova indicação ao STF, citando a instabilidade institucional e
00:29defendendo a independência da Corte.
00:31Já sobre a dosimetria, a legenda também apoia a derrubada do veto, dizendo que a medida pode contribuir para a
00:39pacificação e o equilíbrio entre os poderes. A legenda também reforma que a decisão também tenta garantir unidade interna e
00:48dar respostas claras à sociedade.
00:50Para falarmos sobre isso, a gente recebe aqui ao vivo, em tempo real, o senador Carlos Portinho, do Rio de
00:57Janeiro, que chega ao vivo, em tempo real, com essas informações.
01:00Que bom receber o senhor aqui na Jovem Pan, o senhor aí em São Paulo. Quero ouvir do senhor, o
01:04senhor nessa liderança, se eu não estou enganado, é a primeira vez que o senhor consegue fechar uma questão, uma
01:11unidade dentro da legenda sobre essas duas situações.
01:14Uma em favor da derrubada do veto e uma fechando questão contra a indicação de ministro do Supremo Tribunal Federal.
01:22O que representa isso de fato na articulação do Congresso, senador?
01:26É muito importante, porque realmente nesses seis anos eu sempre hesitei muito em tratar esses assuntos do parlamento com esse
01:35instrumento, que é um instrumento formal de fechamento de questão, como é chamado.
01:40O fechamento de questão, ele vincula os parlamentares ao posicionamento, no caso, da nossa bancada no Senado.
01:47É lógico que isso não é uma decisão individual, isso foi fruto de uma reunião entre as lideranças do PL,
01:53tanto da Câmara quanto do próprio Senado Federal, onde a matéria estará em pauta,
01:59e da conversa que tive com cada um dos nossos senadores do PL.
02:03Somente assim foi possível alcançar esse consenso pelo fechamento de questão, ou seja, orientando o voto fechado dos nossos, hoje,
02:1516 senadores no Senado,
02:17a favor da derrubada do veto da dosimetria e contra a indicação, nesse momento, ao STF,
02:24o momento em que o STF vive uma crise gravíssima institucional, uma crise, um distanciamento da sociedade, né,
02:32e que a indicação, nesse momento, não é, de forma alguma, oportuna, além de questões de mérito, inclusive,
02:40que muitos senadores colocaram a respeito de posicionamentos do indicado sobre aborto,
02:46sobre as prisões de 8 de janeiro, os excessos das penas aplicadas a cidadãos comuns,
02:53como mais recentemente, 14 anos por uma pessoa que mandou um pix, a Débora do Barton, que já é um
02:59ícone desse movimento, né,
03:01é o primeiro passo pro grande salto que a gente vai ter pra pacificação do país, né,
03:07derrubar o veto da dosimetria e a questão do STF, que nessa semana, última semana de abril, estará em pauta
03:15e o PL mostra com isso o quê? Mostra união e sinaliza para as nossas outras bancadas de oposição
03:22o nosso posicionamento e no que nós vamos trabalhar no Senado Federal.
03:27Agora, senador, tivemos hoje a divulgação do relatório final da CPI do crime organizado
03:34com o indiciamento de três ministros do STF.
03:38O Senado é que vai avaliar esse relatório.
03:41O senhor acredita que Davi Alcolumbre vai levar à frente esse relatório
03:45e, de repente, pedir o impeachment de algum dos ministros?
03:47Ou essa possibilidade é muito remota, na sua opinião?
03:51A posição do relator é muito clara.
03:55Ele indica crimes de responsabilidade,
03:59condutas que a sociedade vê com espanto
04:02praticadas por ministros da mais alta corte do país, né,
04:06contratos de honorários, eu como advogado,
04:08nunca antes visto na história desse país
04:11e talvez muitos outros também não,
04:14situações de envolvimento de ministros
04:16com um crime organizado que financiou, né,
04:20através de fundos, a compra e venda de resort,
04:24atividades completamente estranhas à atividade do magistrado, né,
04:30ao que ele está comprometido.
04:32E isso é refletido nesse relatório.
04:34A gente está vendo agora.
04:35O governo começou a entrar em campo
04:38para tirar senadores que votariam a favor.
04:42O senador Sérgio Moro, que estava no União Brasil,
04:45foi substituído, veio para o PL, poderia ter votado.
04:48Isso é comum nesse momento de transição pós-janela, né,
04:52mas imediatamente, se o governo entra em campo,
04:54também no Podemos e em outros partidos,
04:57substituindo senadores para que possa ter,
05:00no voto político, né, derrubar o parecer do relator.
05:05Mas cada vez fica mais feio para o governo
05:08trabalhar contra a CPI do crime organizado
05:10e tudo que ela revela e que alcançou
05:13através de investigações que estão no relatório final.
05:17Isso é mais uma razão que mostra
05:19o porquê o momento da indicação de um membro para o STF
05:23é absolutamente inoportuno,
05:25que é um momento em que o próprio STF
05:28sinaliza, né, um distanciamento do legislativo,
05:32um distanciamento da própria sociedade
05:35e, digo mais, um distanciamento da magistratura,
05:38porque só tem um ministro de carreira hoje no STF.
05:42O resto é uma banca de advogados.
05:45Agora é inevitável entrevistar o senhor
05:48e não falar sobre a eleição no Rio de Janeiro.
05:50O senhor é do estado do Rio de Janeiro.
05:52Como o senhor tem acompanhado as decisões
05:54do Supremo Tribunal Federal,
05:55eleição direta, indireta,
05:57em outubro já vamos ter novas eleições,
06:00até agora não foi resolvido quem será o governo
06:02ou quem é o governador do Rio de Janeiro.
06:05Como o senhor vê essa situação
06:06que vem se arrastando há alguns meses
06:08de uma eleição oficial que é em outubro?
06:10Um assunto que estava restrito ao Tribunal Superior Eleitoral
06:14e antes mesmo da publicação do acordo,
06:17o STF avança também nesse assunto, né,
06:21inclusive materializando o que muitos já chamam
06:24do Estado Judiciário,
06:26porque agora tem um desembargador
06:29à frente do governo do Rio,
06:31materializado esse Estado Judiciário.
06:33O desembargador Ricardo Couto, presidente do TJ,
06:35eu conheço que fui advogado de tribuna
06:37desde o Juizado de Pequenas Causas,
06:39acompanha a sua ascensão até a presidência
06:41do Tribunal de Justiça das pessoas
06:43mais íntricas, corretas, honestas,
06:46uma pessoa que está acostumada à gestão do tribunal,
06:49a decisões judiciais, sempre técnicas perfeitas,
06:52mas ele tem esse desafio que ele mesmo disse
06:55que não está preparado.
06:56E é lógico, ele é o último da cadeira sucessória,
06:59dessa confusão que foi formada
07:02a partir da indicação do vice-governador
07:05ao Tribunal de Contas do Estado,
07:07a prisão do presidente da Assembleia Legislativa
07:10do Rio de Janeiro e a cassação do governador
07:13Cláudio Castro, né?
07:14E também o seu interesse em ir ao Senado,
07:16que acabou movimentando essas peças
07:18para deixar o Rio de Janeiro desgovernado.
07:22O Rio de Janeiro hoje,
07:23porque o próprio desembargador,
07:25presidente do TJ,
07:26diz que ele não está preparado para isso.
07:29Muitos estão querendo empurrar com a barriga
07:31isso até as eleições,
07:32porque é lógico que é difícil ter uma eleição direta
07:35em apenas quatro meses,
07:37a gente ter praticamente quatro turnos de eleição, né?
07:40Primeiro e segundo turno do tampão
07:42e primeiro e segundo turno das eleições
07:44que são para valer em outubro.
07:46Isso é uma antecipação do processo eleitoral
07:48muito ruim para a sociedade fluminense, né?
07:52Para o cidadão do Estado do Rio de Janeiro,
07:54que também não foi consultado disso tudo.
07:57Mas o que eles querem,
07:59prorrogando também, por outro lado,
08:00se não for a eleição direta,
08:02que não tem a menor previsibilidade legal,
08:05não está escrito em lugar nenhum,
08:06a eleição é indireta nesse caso,
08:08está na Constituição Federal,
08:10tanto na Constituição do Estado,
08:12é a LERJ que deve, por seus pares,
08:14indicar o governador para esse mandato tampão, né?
08:18Eleger o governador para o presidente da LERJ assume
08:21e depois convoca a eleição como governador
08:24e a LERJ elege para terminar esse mandato.
08:27A eleição direta não é a previsibilidade para ela,
08:30é uma construção, mais uma construção do STF.
08:34Que se não for assim, o que diz é que
08:36o desembargador Ricardo Couto ficará
08:38em exercício, como governador em exercício,
08:41até as eleições.
08:43Muitos podem dizer,
08:44tudo bem, hoje o mar está calmo,
08:45mas imagina se acontece uma revolta
08:48numa penitenciária,
08:49como já aconteceu em São Paulo,
08:51num governo tampão,
08:52e a população sofreu muito.
08:54imagina se acontece do crime organizado
08:57descer para a rua e ter que ter uma resposta,
09:00que muitas vezes é das Forças de Segurança,
09:02mas também é uma resposta política,
09:04que precisa de pulso, né?
09:06Na questão da segurança.
09:07O Rio de Janeiro já tem hoje greve
09:09de professor estadual e municipal.
09:12Imagina amanhã uma greve de outros servidores,
09:14profissionais da saúde.
09:16Não é possível a gente achar
09:18que numa situação que pode se agravar,
09:21a solução é um governador provisório, né?
09:26Por melhor que seja a pessoa,
09:27eu repito aqui,
09:28o desembargador Ricardo Couto
09:29é uma pessoa íntegra, fantástica,
09:31mas não é talhado para isso,
09:33não tem o voto popular,
09:35porque eu quero lembrar,
09:36nas eleições indiretas que são devidas
09:39pela LERJ,
09:41quem está votando são os deputados,
09:42que foram eleitos por quem?
09:44Pelo eleitor, pela população,
09:47inclusive numa contingência dessa.
09:49E não, mais uma vez,
09:51o STF botando a sua colher nessa fogueira.
09:56Senador, eu queria voltar um pouquinho
09:58para a questão da derrubada do voto presidencial
10:01que o PL está se mobilizando.
10:03O senhor acredita que existe, ainda hoje,
10:06um ambiente político suficiente no Congresso
10:09para essa derrubada,
10:11mesmo depois de todas as...
10:13que a Justiça já deu todas as condenações
10:17pelos atos do 8 de janeiro.
10:19O que que, na prática, significaria
10:21a derrubada desse voto nesse momento, senador?
10:24A derrubada desse veto do presidente Lula,
10:27que foi um veto contra a liberdade,
10:29ela atende a milhares de famílias
10:31que já cumpriram penas exageradas,
10:35abusivas,
10:36dadas pelo STF,
10:37num julgamento que vem do fígado
10:39do próprio ministro relator,
10:41e que condena famílias inteiras.
10:45A derrubada do veto da dosimetria,
10:47ela vai atender muitas famílias
10:48que poderão cumprir a sua pena em casa,
10:51ou que terão, pela redução dessa dosimetria,
10:54dado o exagero das penas,
10:56completamente fora da jurisprudência,
11:00do que era esperado
11:01para situações de uma revolta popular como essa,
11:04elas vão poder, algumas poucas,
11:06ainda terão a sua liberdade, inclusive,
11:08porque já cumpriram.
11:10Essa é a prioridade número um.
11:12Sempre que há um caso de restrição de liberdade,
11:15ele prevalece sobre qualquer outro.
11:18E nós, quero lembrar, no Senado Federal,
11:20nós aprovamos a dosimetria por 48 votos.
11:24É bom dizer, a oposição, a base dela,
11:27são 32 votos.
11:28Tanto na eleição pedida pelo senador Rogério Marinho,
11:32fizemos 32 votos, em outras votações,
11:35mais recentemente, inclusive,
11:36nas assinaturas justamente recolhidas
11:38pelo senador Jorge Seif,
11:40para que fosse pautado
11:42a derrubada do veto da dosimetria no Congresso,
11:4532 assinaturas,
11:47mas, quando votada a dosimetria,
11:49nós alcançamos 48 assinaturas.
11:52Como alcançamos 41 assinaturas
11:55no pedido de impeachment
11:56do ministro Alexandre de Moraes.
11:58Então, embora seja um trabalho difícil,
12:02seja para derrubar a indicação agora para o STF,
12:06seja para derrubar o veto do presidente Lula à liberdade,
12:11nós já mostramos que podemos alcançar,
12:15dependendo do tema.
12:16É um trabalho difícil.
12:18Mas, no caso da dosimetria,
12:19tivemos 48 votos,
12:21quase 300 votos, se eu não me engano,
12:23na Câmara dos Deputados,
12:2448 no Senado,
12:25e que devem se repetir.
12:27Então, a derrubada do veto
12:28está muito bem encaminhada,
12:31porque já mostramos que temos o voto
12:33para derrubar e a vontade política
12:35manifestada pelo próprio presidente Davi Alcolumbre.
12:38O senhor é do Bloco Vanguarda.
12:40A gente vê um esforço da oposição
12:42em assuntos que são sensíveis
12:44e importantes para a oposição,
12:46mas a gente vê que,
12:47quando chega na presidência do Congresso,
12:50o único local que vai é uma gaveta
12:52e quase tudo é arquivado.
12:54Como o senhor tem acompanhado,
12:56tem visto o silêncio de Alcolumbre
12:58em assuntos que são considerados
12:59importantes para a República
13:01e que decisões não são tomadas?
13:04É, quero até registrar o agradecimento
13:06ao Partido Novo,
13:07que assina a nota em conjunto,
13:09o senador Eduardo Girão,
13:10fechando questão sobre os dois temas,
13:12sobre o voto contra a indicação
13:15ao STF e a derrubada
13:17do veto da dosimetria.
13:19Esses temas, eles tiveram a dosimetria,
13:22o apoio do presidente Davi Alcolumbre.
13:24É bom que se diga, né?
13:26Porque isso ajudou antes,
13:28tanto nos 48 votos no Senado,
13:30quanto agora ao marcar a sessão
13:32do Congresso Nacional,
13:34cumprindo, inclusive,
13:35com o senador Seif o que tratou.
13:39Com relação à questão da indicação do STF,
13:42o presidente do Senado,
13:43ele não deve se meter nisso, né?
13:46Isso é a CCJ e o plenário devem votar.
13:49E muitos perguntam
13:51a questão da CPMI do Banco Master,
13:53com toda a razão,
13:54essa sim parada,
13:56assim como o pedido de impeachment
13:57do ministro Alexandre de Moraes.
13:59Muitas vezes,
14:00a gente tem que esperar
14:01um ambiente político para isso.
14:03Com relação à CPMI do Banco Master,
14:05a prioridade, e eu digo,
14:07se há um caso de restrição de liberdade,
14:10essa é a prioridade.
14:11E a próxima sessão do Congresso,
14:13nós vamos cobrar, sim,
14:15a abertura da CPMI do Banco Master,
14:17depois de derrubado o veto da dosimetria,
14:20um compromisso nosso,
14:21com a nossa bancada,
14:22com o Brasil, inclusive.
14:24Mas é bom lembrar
14:25que o Banco Master,
14:27ele vem sendo investigado,
14:29e com muita diligência,
14:31pelo ministro André Mendonça.
14:32O caso está andando,
14:34a Polícia Federal está atuando,
14:36há delações aí no forno para saírem.
14:39Então, a CPMI é importante,
14:41sem dúvida,
14:42mas o Poder Judiciário,
14:44a Polícia Federal,
14:45está trabalhando,
14:46e em breve, inclusive,
14:47vai haver novidade,
14:49certamente,
14:49com base nessas delações
14:51que vão sair.
14:52A CPMI, muitas vezes,
14:53tem alguns instrumentos
14:55menores ou poucos,
14:57perto, comparado com o que tem
14:58o Poder Judiciário,
14:59e a gente viu,
15:00e na CPMI do INSS,
15:02o trabalho do governo
15:04e do próprio STF
15:05para blindar personagens,
15:07assim como na CPMI,
15:08na CPI do crime organizado.
15:11Mas,
15:11é,
15:12continua sendo uma prioridade,
15:14talvez não a maior,
15:15diante da restrição da liberdade,
15:17da necessidade derrubada do veto,
15:19né,
15:19e nós vamos continuar brigando
15:21pela abertura da CPMI,
15:23do Banco Master.
15:24E, com relação ao impeachment,
15:26é bom a gente observar
15:27como é que o STF
15:29vai se portar
15:30no caso da derrubada do veto,
15:32da dosimetria,
15:33porque acirrar
15:35esse conflito institucional
15:37não é bom para o país.
15:39Uma hora,
15:40isso tem que arrefecer
15:41e respeitar,
15:43principalmente,
15:44a vontade das urnas
15:45que estão logo ali,
15:47logo próximo.
15:47A CIDADE NO BRASIL
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