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A Guarda Revolucionária do Irã emitiu um ultimato global nesta terça-feira (31), declarando 18 gigantes de tecnologia dos EUA como "alvos legítimos". O regime de Teerã acusa as Big Techs de usarem Inteligência Artificial e rastreamento para facilitar o assassinato de líderes iranianos, como o comandante Alireza Tangsiri.

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Transcrição
00:00A gente volta para assuntos internacionais, porque a Guarda Revolucionária do Irã
00:04diz que vai atacar as empresas de tecnologia americanas
00:08se mais líderes forem mortos, assassinados, em meio a esse conflito
00:13que já dura um pouco mais de um mês.
00:15Assunto para o Luga Bassani, que tem a informação como esse ataque deve acontecer
00:20e por qual motivo seria exclusivamente as empresas de tecnologias americanas.
00:27Luca.
00:28Pois é, Bruno, os iranianos têm visto que o aspecto econômico dessa guerra
00:33tem pressionado fortemente o presidente Donald Trump a repensar as suas estratégias de guerra.
00:38E de acordo com aquilo que disse a Guarda Revolucionária Islâmica,
00:42caso mais lideranças sejam mortas ao longo das próximas semanas,
00:46empresas norte-americanas de tecnologia como a Apple, a Google, Meta, HP,
00:52entre outras gigantes deste ramo, que estão na região do Oriente Médio,
00:56poderão ser consideradas alvos legítimos dos ataques de mísseis e drones do país.
01:02Isso, obviamente, que mexe com os mercados, a reação da resposta de todas as empresas
01:09que têm as suas ações cotadas em várias localidades do mundo
01:13e também faz o presidente repensar.
01:15Apesar dos iranianos no passado já terem blefado em relação a ameaças como essas,
01:21nós vemos que uma tendência dessa guerra desde o primeiro dia foi a morte de lideranças importantes,
01:26destacando aqui a morte do líder supremo, antigo líder supremo Ali Khamenei,
01:30no primeiro dia de guerra, depois de vários outros comandantes,
01:33governantes generais da Guarda Revolucionária, o chefe da Segurança Nacional, Ali Larinjani,
01:38entre outras figuras que acabam deixando o Estado sem um comando claro,
01:43mas não conseguindo fazer com que o Estado iraniano, a República Islâmica, caia de forma definitiva.
01:51Por conta desse impasse, eles veem que pressionando as empresas de tecnologia,
01:56pressionando essas pessoas que trabalham por lá, com certeza terão algum tipo de influência
02:02dentro da escolha norte-americana sobre prosseguir ou não com essa guerra.
02:06Lembrando que são várias as possibilidades nas mãos do presidente Donald Trump neste momento.
02:11Alguns falam que há conversas acontecendo pelo intermédio do Paquistão
02:15para se discutir um cessar-fogo através de algumas concessões e a reabertura do estreito de Hormuz.
02:21Há também quem fala que há um deslocamento substantivo de militares norte-americanos,
02:26sobretudo fuzileiros, navais, para a região, para quem sabe fazer uma incursão terrestre na ilha de Khark
02:32ou até mesmo na região costeira iraniana, o que escalaria essa guerra,
02:37aumentaria ainda mais a intensidade das respostas.
02:39Não sabemos aquilo que Donald Trump decidirá.
02:42Fato é que economicamente o mundo todo já tem visto o efeito dessa guerra,
02:46seja nas bombas de combustíveis, seja também na queda das ações de várias empresas,
02:51pelo mundo, em detrimento dessa queda da confiabilidade das empresas norte-americanas
02:57e o cenário incerto geopolítico.
03:00Luca Bassani, ainda sobre esse assunto, o secretário de Estado americano,
03:05o Marco Rubio, também voltou a detalhar os planos dos Estados Unidos para o Irã.
03:11O que ele contou que você destaca como relevante nessa fala?
03:19O que é uma das figuras mais envolvidas diretamente no aspecto diplomático a essa guerra
03:24e em outras intervenções norte-americanas, ele falou sobre medidas diplomáticas e militares,
03:30deixando claro que há um espaço para negociação,
03:33assim como já havia ressaltado o próprio presidente Donald Trump,
03:37mas que os Estados Unidos continuarão com o seu programa de destruir as capacidades militares iranianas
03:44caso um meio termo, pelo menos as suas concessões, não sejam alcançadas.
03:49Ele ressaltou novamente que é muito importante para os norte-americanos
03:52que qualquer uma das capacidades nucleares do Irã não continuem a se desenvolver,
03:58sobretudo o plano de alcançar uma bomba atômica,
04:01também que o programa de mísseis seja limitado e que o Estreito de Hormuz seja reaberto,
04:06além do financiamento a grupos terroristas na região, seja finalizado de uma vez por todas,
04:11deixando clara que essa é a posição dos Estados Unidos para parar o conflito
04:15ou encontrar uma saída diplomática que mantenha o regime em pé.
04:19Caso contrário, ressaltou que as medidas militares serão implementadas,
04:23a guerra continuará e quem sabe até com maior intensidade,
04:28é exemplo daquilo que tem se observado durante as últimas semanas.
04:31Marco Rubio, que, como falamos aqui em outros capítulos desta novela geopolítica,
04:37também está muito engajado nas questões da América Latina,
04:41tanto com a Venezuela quanto Cuba,
04:43que, na visão de muitos analistas da geopolítica,
04:45pode ser o próximo alvo de operações norte-americanas,
04:48o que estremece já também as estruturas de poder em Havana.
04:53Rapidamente aqui, Lucas, sobre a situação de Cuba,
04:56o governo americano, que aparentemente foi arrastado pelo governo israelense
05:01para esse conflito com o Irã, eu acredito, e quero ouvir a sua análise,
05:05se ele vai repensar muito, vai fazer os cálculos exatos
05:09numa eventual invasão a Cuba, porque a situação do Irã complicou a situação global, né?
05:15Ou seja, atacou até mesmo a economia.
05:17Não tem como atacar do dia para noite a Cuba
05:19se não for uma ação muito bem calculada. O que você acha?
05:23Exatamente. É uma ação que tem um peso geopolítico imenso,
05:26considerando que desde o final da década de 50 da Revolução Cubana
05:30as relações com os Estados Unidos são muito ruins,
05:33mas no aspecto econômico e até mesmo militar,
05:36Cuba é muito menor e muito menos influente do que o Irã,
05:40que é um país de 1 milhão e 600 mil quilômetros quadrados,
05:42um grande produtor de petróleo,
05:44quem controla o estreito de Hormuz e importantes rotas marítimas.
05:47No caso de Cuba, uma ilha de 10 milhões de pessoas
05:50que não produz nada de grande valor agregado para a economia global,
05:54a operação teria um sucesso maior, pelo menos na visão de muitos analistas.
05:59Todavia, o peso geopolítico e também interno poderia ser muito grande,
06:04considerando que as eleições de meio de mandato se aproximam.
06:07Tudo depende do desfecho dessa guerra no Irã,
06:10se o presidente Donald Trump terá sucesso ou não
06:12e se arriscará mais uma invasão ou pelo menos mais uma ação
06:16que poderá acarretar um derretimento da sua popularidade internamente,
06:22algo que já vem sendo observado desde o começo do mês de março.
06:26Luca Bassani, ao vivo com as principais informações.
06:29Muito obrigado.
06:30Ficaremos em contato.
06:32Aqui seguimos.
06:33Márcia Dantas, era só isso.
06:35A gente se encontra amanhã.
06:37Você sabe que dia é amanhã, dona Márcia?
06:40Sei, primeiro de abril, dia da mentira.
06:44Nosso compromisso é com a verdade, estaremos aqui, então, de serviço, né?
06:48Eu ia falar que muitos políticos fazem desse dia todo dia, né, Bruno?
06:55Muita gente usa muito.
06:56O advogado está de férias, não vou poder responder, Márcia.
07:01Beijo, Bruno. Bom trabalho por aí, viu?
07:03Um abraço.
07:03Não se tem nomes, falei muitos políticos.
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