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A comentarista Denise Campos de Toledo analisou os impactos da guerra no cenário econômico global, destacando que a alta nos preços do petróleo pode pressionar a inflação e afetar diretamente o desempenho da economia. Mesmo com a redução da taxa básica de juros pelo Banco Central do Brasil, o ambiente ainda é considerado de risco, com incertezas externas influenciando decisões e expectativas do mercado.

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Transcrição
00:00E a Denise Campos de Toledo analisa que a guerra no Oriente Médio pode manter juros e inflação altos no
00:06Brasil.
00:07Acompanhe.
00:07O acirramento da guerra no Oriente Médio, com novos ataques à unidade de produção de petróleo e gás,
00:14além dos reflexos diretos sobre os preços das commodities e o comportamento do mercado,
00:18reforça as preocupações quanto aos impactos econômicos.
00:22Até na hipótese de uma pausa que ajudou a acomodar os preços do petróleo no fechamento desta quinta-feira,
00:27a normalização da oferta não seria muito rápida.
00:31A produção das refinarias deve ficar comprometida por um bom tempo, podendo sustentar os preços em patamar ainda alto.
00:37Situação que, como vimos, já impôs maior cautela nas decisões do FED e do COPOM em relação aos juros.
00:43No Brasil, isso gera o receio de um cenário mais adverso para a atividade econômica, por uma conjunção de fatores.
00:49O aumento dos custos decorrente do cenário externo e do repasse para preços domésticos, como de combustíveis, do frete,
00:56e pela possibilidade de manutenção dos juros mais elevados por mais tempo.
01:01O Comitê do Banco Central deixou em aberto os futuros passos da política monetária.
01:06Até destacou os reflexos que os juros em patamar contracionista já vinham tendo sobre a atividade,
01:11mas se mostrou bem cauteloso, de fato, quanto às implicações da guerra.
01:16Uma eventual melhora do contexto externo pode até dar margem para futuros cortes maiores da Selic,
01:22de meio ponto, por exemplo, como se previa, antes de toda essa turbulência.
01:25Mas ainda não dá para contar com essa perspectiva, justamente pela situação internacional ainda bem definida.
01:31Se trata agora de um problema global, o que pode provocar envolvimento de mais países na busca de uma solução.
01:38Mas a normalização mesmo ainda não parece fácil.
01:41E fico receio de o Brasil ter de conviver com a inflação mais alta e juros elevados, freando a atividade,
01:47além do que já era previsto, até pelo efeito ainda represado, do longo ciclo de aperto monetário.
01:53Esse corte agora da Selic foi o primeiro em quase dois anos.
01:57Não alivia a situação.
01:58A curva de juros do mercado está até se ajustando em função desse novo cenário.
02:03É ver agora a evolução da guerra e se a ata do Copom na próxima terça traz alguma expectativa mais
02:09favorável.
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