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  • há 9 horas
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00:18A CIDADE NO BRASIL
00:31A CIDADE NO BRASIL
01:15A CIDADE NO BRASIL
01:22A CIDADE NO BRASIL
01:26A CIDADE NO BRASIL
01:32A CIDADE NO BRASIL
01:39A CIDADE NO BRASIL
01:53A CIDADE NO BRASIL
02:02A CIDADE NO BRASIL
02:05A CIDADE NO BRASIL
02:14A CIDADE NO BRASIL
02:15A CIDADE NO BRASIL
02:48A CIDADE NO BRASIL
02:50A CIDADE NO BRASIL
02:55A CIDADE NO BRASIL
03:02A CIDADE NO BRASIL
03:21A CIDADE NO BRASIL
03:23A CIDADE NO BRASIL
03:26A CIDADE NO BRASIL
03:51A CIDADE NO BRASIL
04:01A CIDADE NO BRASIL
04:10A CIDADE NO BRASIL
04:14A CIDADE NO BRASIL
04:16A CIDADE NO BRASIL
04:17A CIDADE NO BRASIL
04:20NO, LO IMPORTANTE
04:21ES QUE USTED ENCUENTRE
04:22UN HOMBRE QUE LA Haga FELIZ
04:23Usted LO QUE TIENE
04:24ES ENVIDIA
04:26ENVIDIA
04:26A SU HERMARA
04:26QUE SI SE VA A CASAR BIEN
04:29Usted
04:29CON ESA MANERA DE SER
04:31NO SE VA A CASAR NUNCA
04:32NUNCA
04:33NUNCA SE VA A CASAR
04:41́TESA PEROCO QUE YO NO BUSCÓ MARIÓ
04:48TE SE QUIETO TE HERMOSITO
04:51Y TE SE DEL LADO MÍO
04:55NO ME ANMES DE SA PEROCO
04:58QUE YO NO BUSCÓ MARIÓ
05:04A Polônia, quantas vezes lhe disse que não cante.
05:08Para os homens, uma mulher que canta não é uma boa mulher.
05:12E se por aqui não há homem que me possa ouvir.
05:15Ai, bom, se não cantasse tanto, já teria terminado de lavar.
05:18Não, já teria terminado se Catarina vinha a ajudar.
05:21Catarina é de casa amanhã, quer que o marido a veja com as mãos maltratadas.
05:25Mas ela nunca vem a ajudar, mísa Gertrudis.
05:27Você não entende?
05:29Mire, de ela depende nosso sustento.
05:31Por isso ela temos que cuidar.
05:33Eu que culpa tenho que a você não se lhe tenha podido levantar um bom marido.
05:37Mas eu se lhe adverti há muito tempo, você lembra?
05:40Eu se lhe adverti.
05:45Senhor alcalde.
05:52Ai, quem fora água para deslizarse por esse cair.
05:57Quem fora cuchillo para deslizarse por esse cair.
06:02Eu pensava que se sentiria halagada.
06:05Muitos moririam por um piropo assim.
06:07Pois bem, pode, busque-la, se me deixe em paz a mim.
06:09Eu por passar uma noite com você seria capaz de qualquer coisa.
06:13Uma proposta tão cochina.
06:14Me imagino que suas intenções comigo não são as que dizemos, precisamente, serias.
06:19Maria.
06:23Boa noite, senhora alcalde.
06:26Então, olha, eu não poderia oferecer ser minha esposa, mas, o resto, o que quiser.
06:33Umas tierras com animais, até uma casa bem bonita.
06:38E os que vêm de por lá, de la España, eu não sei quem lhes fez creer que são nossos
06:41dueños e que podem fazer com nós o que lhes venha em gana.
06:45Mas isso a mim não me passa.
06:46A mim, nem sua roupa, nem sua forma de falar, nem esse posto imerecido que lhe dieron me deslumbram.
06:50Olha, você precisa muito mais que isso para ter o que você quer de mim.
06:55E sabe o que?
06:58Mejor que a Missa Gertrudis não me vea falando solas com você, porque depois lhe obriga a casar com você.
07:09O que lhe disse o alcalde?
07:13Olha, lhe juro a Missa Gertrudis que eu não tive a culpa.
07:16Ele apareceu de lá nada, não me deixava passar.
07:18Tranquila, niña, que eu não a vou castigar.
07:21Só quero saber o que lhe disse, mas a verdade.
07:25Pois ele me oferece uma casa com terra.
07:27Mas o que queres que eu seja sua meretriz, pode creer?
07:31Pois sim, claro que eu posso creer.
07:34Don Andrés é o alcalde da vila de Guaduas.
07:37É español enviado por Su Majestade do Rei.
07:40Jamais se vai casar com uma mulher de aqui, e menos com uma impura.
07:45Bom, pois que se busque outra tonta que lhes diga o juícito, então.
07:49Não sei, Polita.
07:51Pense o melhor.
07:53Como assim?
07:55Assim?
07:56Mire, você é mestiza.
07:57Don Andrés Blanco.
07:59Mestizo e blanco dan hijos castizos.
08:02Isso lhe serviria para blanquear a raça.
08:04E uma casita, e uma tierrita.
08:07Quantas não têm nem onde viver.
08:11Perdão, eu não entendo a missa Jertrudis.
08:13Você me tem praticamente encerrada todos estes anos.
08:16Porque me tenho que guardar para ser uma esposa decente.
08:19E agora quer que me convierta na meretriz de ese senhor?
08:22Eu não estou dizendo que é por seu bem.
08:25Mire, todos os pretendentes que lhe han salido
08:27são campesinos pobres que não têm onde caerse mortos.
08:31E os poucos bons.
08:32Você os espantou com essa maneira de ser.
08:36Mas é que quem disse que eu tenho que casar?
08:39É que eu não posso ser feliz estando só com você.
08:44E é que você acha que eu sou muito feliz?
08:48Se me quedo sola não foi porque me gostara.
08:52Mire, Paula, pense o melhor.
08:55Eu me vou ir a viver com Domingo
08:57e você não vai ficar com nada.
08:59Não vai ter onde viver.
09:01É muito melhor ser
09:03a companheira, don Andrés,
09:05que andar por aí solita
09:07sem ter onde dormir.
09:10Pense.
09:35Ai, tenha cuidado, Paula.
09:39Perdone, a dona.
09:43E se está bonito?
09:45Pois a mí me gusta.
09:47Como não lhe vai gostar se o fez a usted.
09:50Agora só me fazem falta os sapatos.
09:54O que custan uns sapatos?
09:56Mas eu posso pedir a Domingo que me compre um par.
09:58Pois ele ainda não é seu marido.
10:00Mas ele vai ser.
10:03Me vai ter que comprar tudo o que eu quero.
10:06E aí, cara, que ele vai sair.
10:15Você está chorando, Catarina.
10:17E eu, que lhe disse?
10:19Catarina, que lhe passa?
10:22Pô, é que eu não me quero casar.
10:23Que?
10:24Mas eu pensei que estava contenta.
10:26E como eu vou estar contenta de casarme com um homem como Domingo?
10:31E ele é viejo e feo.
10:34Então, para que ele disse que se casava com ele?
10:36Pois porque neste povo não tem nada mais.
10:38O único que é ser o alcalde e nunca se afigou em mim.
10:41Só ele tem ojo para você.
10:42Sim, mas não precisamente para ser sua esposa.
10:45Então, para que?
10:46Você sabe para que, Catarina.
10:48Não sei.
10:49Ai, mire, não importa.
10:51Igual a mim esse bobo nem sequer me gusta.
10:52Não lhe gusta?
10:54Ui.
10:55Olha, como não lhe vai gostar um homem tão guapo como o alcalde.
10:59Tão guapo?
11:00Sim.
11:00É um engredido.
11:01Mas é o alcalde.
11:02É o peor que temos tido.
11:04Solamente lhe dieron esse posto porque é um espanhol europeu.
11:07Precisamente.
11:09Porque é um espanhol europeu.
11:12É um grande coisa.
11:14Por quantos anos lhe quedo seguro?
11:18Se é tão brusca, mola.
11:21Ui.
11:31Domingo.
11:32Domingo, venga cá.
11:33Senyor alcalde.
11:36Buenos dias.
11:37Buenos dias.
11:38Mire, no he estado pensando y cambié de opinión.
11:41De que me hablas, señor alcalde?
11:43Le doi permiso para que se toque música durante su matrimonio.
11:46De verdad, señor alcalde?
11:49Muchísimas gracias.
11:50De verdad, se lo agradezco muchísimo.
11:52Mire, eu lhe prometo que vai ser uma reunião de lo mais sano.
11:54Não vamos perturbar a ninguém.
11:56E lhe prometo que vamos a respeitar as sanas costumbres da villa.
11:59Não se preocupe.
12:00Eu estaré ali para constatarlo.
12:02Como por isso quer dizer que...
12:03Que acepte sua invitación.
12:05Vou ir a esse matrimonio.
12:07Dirgem Santíssima, Su Excelência.
12:09Não sabe o honra que me faz.
12:11Catarina se vai poner feliz.
12:12Espero que não só ela.
12:14Como disse?
12:15Digo que espero que todos os invitados se sientan alegres com a minha presença.
12:19Mas por suposto que sim.
12:21Imagínese se não.
12:22De verdad, muchísimas gracias.
12:24Que tenha um bom dia, amigo.
12:26Igual para você.
12:27Vaya com Deus.
12:30Pois Domingo não será o alcalde.
12:32Mas tem muitas riquezas.
12:34Tem tierras.
12:36Esclavos.
12:38E, ademais, vai comprar o título para convertirnos...
12:42em don Domingo e doña Catarina.
12:45Pois por a forma que o disse, não parece que nada disso vai ser feliz.
12:48Ai, já, Paula.
12:49Não me atormente mais com isso.
12:50Não ve que me toca casarme com esse senhor.
12:52Não, não lhe toca.
12:53Sim.
12:53Estar lá corriendo, escápese.
12:55Está louca.
12:55Como se lhe ocorre, como se fosse assim de fácil.
12:57Pois é isso.
12:58Ou ser infeliz é ser infeliz a esse senhor por o resto de sua vida.
13:03Mire, se queres, eu lhe posso ajudar.
13:04Eu lhe posso acompanhar.
13:05Total, a partir de amanhã não tenho onde viver.
13:10E a onde nos iríamos?
13:12Pois a Tena ou a Santa Fe.
13:14Nossos irmãos nos tendrão que ajudar.
13:16Ai, não, Paula.
13:16Eu não sou capaz.
13:17Isto, você não tem que fazer nada.
13:18Eu me encargo de tudo.
13:21Porque me ajuda.
13:23Eu me sigo muito bom com você.
13:25Não sequer me pedi ao meu irmão que ela deixasse viver com nós.
13:28Porque você é a única irmã que eu tenho.
13:31Além disso, eu um dia a você prometi que eu ia ajudar a conseguir alguém que ela deixasse feliz.
13:35Você acuerda?
13:36Então, se é assim, por que não me ajuda com o alcance?
13:38Ai, não, que pereza esse senhor.
13:39Não.
13:40Olha, eu vou ver que algum dia vai conseguir um homem que...
13:43Que ela vai teñar.
13:51O que não faz isso?
13:52Aonde vem esse lote?
13:53De uma mina que descerram por lá, por Chocó, mi amor.
13:57Todos estão boas.
14:00Para que classe de trabalho o queres, mi amor?
14:03Para regálar a minha esposa.
14:05Para que lhe sirva em casa.
14:07Qualquer de todos lhe sirve para o trabalho duro, meu amor.
14:13Juliano, ajude-me a escolher uma.
14:16Eu?
14:17Uma que esteja sana, que me sirva para o trabalho.
14:22Não, meu amor.
14:23Para mim não me põe a escolher de meus amigos como se fossem animais.
14:27Não estou pedindo o favor, escolha.
14:31Todas se veem muito...
14:35muito alentadas.
14:37Como assim que alentadas.
14:40Foi a que gostou alguma?
14:53Esta foi a que gostou?
14:55Tinha um bom ojo, meu amor.
14:57Esta negra lhe aguanta trabalho duro.
15:01Quanto vale esta?
15:02É a mais cara, meu amor. Estão pedindo 400 pesos por ela.
15:06Isso é muito.
15:07Mas mire, meu amor.
15:09A esta negra lhe podemos sacar a boa cría, ou eu?
15:11Eu se la puedo ajudar a conseguir 350.
15:21No, Pola.
15:23Eu já me di por vencida.
15:25Eu vejo que se eu não me caso com Domingo, eu vou estar muito vieja para que outro homem me
15:29pide matrimonio.
15:30Para mim, não é de dizer bobadas, sim.
15:32Não são bobadas, é a verdade.
15:33Se vamos escapar, tem que ser esta noite.
15:39Eu vejo que o alcalde me disse que vai ver música no matrimonio.
15:42Isso porque ele me pone tan contento, Vivianito.
15:44Pois, não sei.
15:46Mas é que todo o almoço está feliz por isso.
15:49Que felicidade.
15:51E também porque o alcalde vai vir.
15:54Vai vir a minha matrimonio?
15:55Sim, o alcalde.
15:57Sim.
15:57Está vindo, Pola.
15:58O alcalde vai estar em minha matrimonio.
16:01Ah, mas seguramente vai vir a ver ela a você.
16:03Pois, como disse você, que felicidade.
16:07Eu não entendo, Pola.
16:08Definitivamente não entendo.
16:10Até tem bons pretendentes.
16:12Mas ninguém o entusiasma.
16:13Eu não sei o que ele passa.
16:22Eu não sei o que ele passa.
16:34Outra vez em América, Alfredo Sabaraín.
16:37Outra vez, Penílte Sabaraín.
16:47Sabe o que, Pola?
16:49O que?
16:50A mí se me pone feliz que o senhor alcalde venga a minha matrimonio.
16:53Ah, se não sei a ver a mim?
16:54Mas é que não vai haver matrimonio.
16:56Ah, não?
16:57Ah, e o que a Catarina quer que ela ajude a escaparse esta noite ou não?
17:00Quem deve escapar?
17:01Nadie, Benito, Nadie.
17:03Mas, Pola, como vamos a herir ao senhor alcalde para nada?
17:07E é que você prefere quedar mal com o alcalde um dia e ser infeliz toda a vida?
17:10Ai, se me me deu olvidado.
17:12Eu vim e fui a dizer-les que tem dois senhores que vêm para cá.
17:15Dois senhores?
17:16Quem é?
17:16Não sei.
17:17Se eles têm como sacerdotes.
17:20Sacerdotes?
17:21Me vou cambiar.
17:22Vá, vá, vá.
17:24O senhor?
17:28Odio tener que regresar a estas tierras.
17:31En cambio, a mí me encanta estar de novo en América.
17:34Não me irá a dizer que prefere esta España.
17:35Isto também é a España, mi teniente.
17:38Se nós não o temos claro,
17:40acho que a nossa missão aqui vai fracasar.
17:42Bueno,
17:44vocês são os que conhecem como funcionam as coisas aqui.
17:47Teniente,
17:48necessito que antes da noite a dia me tenha negociados,
17:51os caballos, as mulas,
17:52tudo o necessário para o viaje a Santa Fe,
17:54amanhã à primeira hora.
17:55Entendido?
17:56Sim, meu capitão.
17:57Como podemos fazer para falar com o recaudador desta villa?
18:00Não tem problema, capitão.
18:02O recaudador é o nosso pai,
18:03o Francisco Javier Sabaraín e San Vicente.
18:05Ah,
18:06é que feliz coincidencia.
18:07Por favor,
18:08envíenle saludos de mi parte
18:09e explíquenle de la gravedad do assunto.
18:12Díganle que de salida de novo para a España
18:13esperamos uma generosa contribuição desta villa.
18:16Villa de Ondas,
18:17que se chama,
18:17não é verdade?
18:18É seu nome, capitão.
18:20Alférez,
18:20mi capitão.
18:22Quanto tempo a Santa Fe?
18:23Tres dias,
18:23mi capitão.
18:24O primeiro dia,
18:25pernoctaremos em Guaduas
18:26e o segundo em Facatáxima.
18:27Guaduas.
18:28E não é possível chegar a Santa Fe
18:30no sombra jornada.
18:31Não é possível, meu teniente.
18:33Bom,
18:34então podemos pernoctar em outro lugar.
18:36Não há mais lugares.
18:37Lígota já queda demasiado lejos.
18:39O mais recomendável
18:40parece ser villa de Guaduas.
18:42Espero ter que passar
18:43nesta terra
18:43o menor tempo que sirve.
18:48Por que não quer ter lutado em Guaduas?
18:50Não é que não quer.
18:51Pensé que poderíamos avançar um pouco mais,
18:53mas,
18:53enfim,
18:54você conhece os mapas.
18:55E, ademais,
18:55quero perguntar
18:56se alguém da villa
18:56conhece de onde está enterrado
18:57o corpo da bola.
18:59Quisera visitar a sua tumba.
19:00Para quê?
19:01Pois para fazer uma oração.
19:04É que nem morta
19:05se olvida a você
19:06daquela mochacha.
19:13Mas se são nossos irmãos.
19:16Vigianito!
19:17Vigianito!
19:18Vigianito!
19:20Nossos irmãos!
19:22Conceito!
19:24Como está de grande
19:26se esteja é meu nome.
19:27Pola.
19:28A Pola não cambia, né?
19:30O que é essa forma de saludar?
19:32Pois é que praticamente
19:33não nos veíamos
19:33desde que éramos meninos.
19:35Mas assim não saluda
19:36uma mulher decente.
19:37Está bem.
19:38De todas maneras,
19:39estou muito feliz
19:39de volver a verlos.
19:41E já é cura?
19:42Pola,
19:43não se diz cura,
19:44se diz sacerdote.
19:45E não,
19:46ainda não o sou.
19:48Mas já me falta muito pouco.
19:50Quem é?
19:52Catarina.
19:53José.
19:55José.
19:58E você tem que ser Josecito.
20:00Ai, como está de grande.
20:02Há muitos anos que não os veia.
20:05E você por que está falando assim?
20:06Assim como?
20:07Pois assim como está falando,
20:09como...
20:09uma campesina.
20:12Não,
20:13eu não falo como campesina.
20:15Certo que não, Josecito?
20:17Pois...
20:18um pouco assim.
20:21E vocês que estão fazendo aqui?
20:23Pois domingo nos fez chegar uma carta.
20:25E vinimos acompanhando a seu matrimônio.
20:27É que já não vai haver matrimônio.
20:29E vocês que estão fazendo aqui,
20:50Para servirles.
20:52Vocês são...
20:53Como? Não nos reconhece.
20:55Somos Leandro e Alejo Zavaraim.
20:57Ah, Don Alejo.
20:58Que tal?
20:58Don Leandro. Finalmente regresaram.
21:01Sim, mas não vamos ficar muito tempo.
21:03Só queremos falar com nosso padre.
21:04Su padre?
21:05Sim, nosso padre.
21:06Su padre já não vive aqui em Onda.
21:09Como que não vive aqui em Onda?
21:11Não, ele foi há alguns meses.
21:13Agora há outro recaudador de imposto.
21:15E nosso padre?
21:17Onde foi?
21:17Vários quisieran saberlo.
21:20Existem pessoas que dizem que voltaram para a España.
21:22Outros que talvez ao sul, a pasto.
21:25Um momento.
21:25Como que há vários que quisieran saber onde está?
21:27Veo que vocês não estão enterados.
21:30Se dizem que Don Francisco se foi...
21:33...llevando-se grande quantidade do dinheiro recaudado.
21:36Que? Como?
21:39Como se lhe ocorre?
21:40Não estou acusando de nada.
21:43É o que se rumora por aí.
21:58Como assim que não vai haver matrimônio?
22:01A que se refere Viviana?
22:04Ah...
22:04Ana?
22:06Ana?
22:06Não, claro que sim.
22:08Miren, irmãos, chegaram justo a tempo.
22:10Necesitamos que nos ajudem.
22:12Catarina não se quer casar com Domingo.
22:13Que?
22:14E por que não?
22:15Como?
22:16Que...
22:17Que...
22:17Que...
22:18Que...
22:19Que...
22:21Que é muito viejo.
22:22E feo.
22:23E... e não é español.
22:24É mais bem como meio...
22:26Mezcladito.
22:27Mas que razões são essas?
22:30É um homem trabalhador?
22:31Sim.
22:32Pois sim.
22:32É um homem decente?
22:34Ele vai dar um plato de comida?
22:35Um techo?
22:36Eu acho que sim.
22:37Então?
22:38Que Felipe não sente nem parecido ao que sentiu por o bose que deixou plantar na Santa Fe?
22:42Sente?
22:44Que é isso de sente?
22:47Uno não se casa para sentir nada.
22:49Uno se casa para concebir hijos que le sirvan ao Senhor.
22:52E a Su Majestade, o Rei.
22:56Catarina se casa com Domingo García, e ponto.
22:58E você com que direito vem a dar-nos ordens a nosotras?
23:01Com o direito de que me vá a ser o varol maior da família.
23:03E é que acaso todo este tempo você se preocupou por nosotras?
23:06Olha, essa senhora, a Missa Gertrudis, nos ha mantenido encerradas praticamente todo este tempo.
23:11Dándonos fuete.
23:12Alimentándonos a punta de mazamorra.
23:13E que é isso a você lhe importou?
23:15E você acha que nós estamos rascando a barriga?
23:18Você acha que a vida do seminário é muito fácil?
23:20A nós também nos tocou muito duro.
23:23Por isso para mim é um alivio saber que uma de minhas irmãs se vai casar com um homem que
23:27vai dar uma vida digna.
23:29Então você não vamos escapar esta noite?
23:34Ai, meu Deus.
23:38Perdóname, por culpa se la trajeron a usted para cá.
23:42Não é sua culpa.
23:44Eles querem que eu este aqui.
23:46Eles?
23:47Os espíritos de meus antepasados.
23:50Debe ser que meu destino este aqui.
23:53É melhor que não fale disso.
23:54De que?
23:55De nossos antepasados e essas coisas.
23:57Se não quer ter problemas é melhor que fale de Deus,
24:00de Jesus Cristo e a Maria Maria.
24:02No tendré en cuenta.
24:05E é que o amo é muito estricto.
24:08O senhor Domingo é um bom amo.
24:10Bom, desde que ele trabalha em duro.
24:12Até ele dá um permissão para comprar sua liberdade.
24:16E como é isso?
24:18Pois em dia de descanso vou e trabalho em uma hacienda cercana.
24:22E aí vou ahorrando para comprar minha liberdade.
24:24E quanto tempo tendría eu que trabalhar para cobrar minha liberdade?
24:28Pois uns 18 ou 20 anos.
24:32Tanto?
24:33Mas de que há esperança, aí me faltan como 9 anos.
24:37Em 9 anos podem passar tantas coisas.
24:41Porque o amo esperou tanto para casarse.
24:44Não é a segunda vez que se casa.
24:46Su primeira esposa morreu hace uns anos.
24:50E é boa.
24:51Quem?
24:52A mulher com a que se casa.
24:54É a ama a que vou servirle.
24:56A niña Catarina?
24:58Que le digo mentira.
25:00Eu pude haverle tocado un ama peor.
25:07Agora sim nos vamos a meter en un lío terrible.
25:10Mas vocês não me disseram que não se podia contar.
25:12Não se preocupe, Catarina, que em todo caso vamos escapar.
25:15Se acorda de nós, minha irmã Truiz.
25:17José e José.
25:18Claro, padre.
25:19Siga.
25:20Há alguma habitación a que se le pode echar tranca, minha irmã Truiz.
25:23Sim, claro.
25:24A quem quer encerrar?
25:25A minhas irmãs.
25:27Ah.
25:29Não se preocupe, elas estão acostumbradas.
25:31E por que querem encerrarlas?
25:33É só uma medida de precaução.
25:36Igual, se nós vamos a dormir aqui, podemos vigilar que não se acalca.
25:41Minha irmã Truiz, por que dizem que minhas irmãs estão acostumbradas a estar encerradas?
25:45Ah.
25:46É que buscar a esas niñas no ha sido nada fácil.
25:49Sobre todo a Polonia.
25:51Que meu Deus me perdone.
25:52Pero a veces creo que tiene el demonio adentro.
25:54Pero ya no nos podemos ir a Santa Fe, Pola.
25:56Porque José e Josecito no nos van a ayudar.
25:58E nos vamos a tener que es más cerca.
26:00Eu sei que Ramón e Antonio se nos ayudan.
26:03E se o senhor não importa deixar Guaduas.
26:05Que me vai importar.
26:06Não há nada de que me date a este lugar.
26:08Entra aí, José.
26:09O senhor me dijo que já pronto le veio a buscar.
26:12Vea.
26:13Isto é porque tem que comprar todo, Vivianito.
26:15Não se deve.
26:16Não, não se deve.
26:17A veces não.
26:20Já passaram muitos anos e não sei nada, Alejo.
26:24E ademais ele crê que eu estou morta.
26:27De pronto até volveu e terminou casándose com a tarambana esa de Maria Ignacia.
26:39De pronto até aqui.
26:39Mire, Clímaco.
26:40Vamos a recorrer toda la Nova Granada.
26:42Seguramente daremos con nuestro padre.
26:43E tan pronto lo encontremos, le vamos a pedir que regrese
26:45e aclare todo este malentendido.
26:47Claro, sí.
26:48Bueno, con permiso.
26:50No, disculpe.
26:50De todas formas, queremos hablar con el nuevo recaudador de impuestos.
26:54Ele lo puede conseguir en la casa donde ustedes vivían antes.
26:56Mas para que querem conversar com ele?
27:00Traem alguma notícia de Espanha, não é verdade?
27:02Sim, e é muito delicado.
27:04Espanha está em guerra com França.
27:05Não.
27:06O rei está preso.
27:09Seria em mãos de Napoleão Bonaparte.
27:12Me alegra ver a você, Tino.
27:14Para servirle a Don Arejo.
27:19É a notícia que estávamos esperando.
27:22O disse você como se lhe alegrasse a guerra contra França.
27:25Ou, pior ainda, de a prisão de nosso soberano, Don Camilo Torres.
27:30Por suposto que não, Sabio Caldas.
27:33Deus quiera que sua majestade recupere sua liberdade o mais pronto.
27:37Mas, enquanto, é nosso dever procurar que seus dominos
27:40sigam sendo seus e não pasem a mãos dos franceses.
27:44É dizer que...
27:45É dizer que é o momento de armar nossa própria junta de governo.
27:50Sin europeos.
27:53Conformada só por americanos.
27:55Por nós.
27:57Então, amanhã mesmo, vamos pedirle uma audiência ao Virrey.
28:00O Virrey não vai estar de acordo com essa proposta.
28:03Incluso poderia tomar represálias contra nós.
28:06E então, senhores,
28:08se o caminho não é a política, qual é?
28:11É de as armas.
28:13Eu já estive planteando o terreno.
28:16Os militares nunca nos vão apoiar
28:18se chegam a ter a mais mínima sospecha
28:19de que nossas intenciones ofenden de alguma maneira a España.
28:22Então, só queda uma opção.
28:25Qual, Sabio Caldas?
28:26Conseguir o apoio do povo.
28:28Essa causa estava perdida.
28:29Por quê?
28:31O povo está descontento
28:33com seus governantes
28:34como na época dos comuneros.
28:36Já não aguantam mais humilhões
28:38nem mais imposto.
28:39Por quê estaria o povo de nosso lado?
28:42Nesta relação com eles
28:43é praticamente nula.
28:45En isso tem você razão,
28:46don Jorge Tadeu.
28:48Por isso é muito importante
28:51buscar
28:51a uma pessoa
28:53a que o povo lhe crea.
28:55A que confie.
28:58Lariño.
29:03O que é?
29:04O padrão,
29:05parece que a Rua se trago com algo.
29:07Podemos levar a carga.
29:08Vamos.
29:12Tinha Isa Palanca.
29:14Antonio.
29:17Antonio,
29:18chegou carta de Francisco.
29:22¿No quieres saber
29:23qué dice?
29:25Antonio,
29:25tú sabes que
29:26sin tu autorización
29:26no puedo abrirla.
29:30Yo sí quiero saber.
29:33Gracias, Tomito.
29:39Sé que
29:41quiere que sepan
29:42que está bien.
29:43Se está esforzando
29:44mucho en el estudio.
29:45Que se alegra mucho
29:47saber que por fin
29:48le retiraron la guardia
29:49a nuestro padre.
29:50Y dice que les envió
29:51un abrazo muy fuerte.
29:53¿No dice cuándo
29:54va a regresar?
29:55No, señora.
30:15No, pero con la misma
30:17hacia arriba.
30:18Padre,
30:19ya han pasado
30:19varios años.
30:22¿De verdad
30:22no piensas
30:23volver a dirigirle
30:24la palabra?
30:26Tú ya sabes
30:27que de ese tema
30:28no se habla.
30:29Sí, señor.
30:31Pero yo creo
30:32que cualquier deuda
30:33que ella tenga contigo
30:34ya la ha pagado
30:36con creces.
30:37Francisco y Gregorio
30:38ya se marcharon.
30:41Además,
30:42ese señor
30:42que venía
30:43y nos traía
30:44regalos y comida
30:45no regresó.
30:46¡Ese tema
30:48no se habla!
30:52¿Estás bien?
30:55Sí.
30:56Estoy bien.
31:13Entonces el hombre
31:14que necesitamos
31:15es Nariño.
31:16Qué brillante
31:17ocurrencia, capitán.
31:18No me parece
31:19tan descabellada.
31:21Nariño
31:22es una persona
31:23hacia la que las gente
31:24sienten
31:25cierta simpatía.
31:28lo ven como una víctima
31:29de la tiranía.
31:30Porque es una víctima
31:31de la tiranía.
31:32Si Antonio Nariño
31:33va a ser parte
31:34de esta causa,
31:36no cuenten conmigo.
31:45Por favor,
31:46no me rügen tanto.
31:48Ustedes saben
31:49que yo tengo problemas
31:50de índole
31:51personal
31:52con don Antonio.
31:53Es que este
31:53no es un asunto
31:54personal.
31:56Es político,
31:57don Jorge Tadeo.
31:58Y la verdad
31:58es que la persona
31:59de Nariño
31:59le daría una fuerza
32:00definitiva
32:01a esta causa.
32:01¿Y quién le va
32:02a poner la cara
32:03después de todos
32:03estos años
32:04para que se una
32:05a nuestra causa?
32:06Baraya,
32:06su amigo personal.
32:09Pero yo nunca
32:10apoya a Nariño
32:10en su causa.
32:11Todo lo contrario.
32:13Siempre lo condené
32:14por sus ideas liberales.
32:15Ahora no tengo cara
32:16para pedirle
32:17que nos ayude.
32:18Yo me negué
32:19a defenderlo,
32:20así que menos aún.
32:25ya estarán
32:26pensando en mí.
32:27Lo mejor
32:28es que vayamos
32:29todos
32:29y pidamos ayuda.
32:30Sí,
32:31es más,
32:32solicitemos
32:33la presencia
32:33de don José María
32:34Carbonell.
32:35¿Ese pillón?
32:36Es muy cercano
32:37a don Antonio
32:37Nariño
32:38y a las gentes.
32:40Estoy seguro
32:41que su presencia
32:41generaría confianza
32:42en don Antonio.
32:43No se hable más.
32:45Invitemos
32:46a Carbonell.
32:46Sí.
32:48Encontrémonos
32:48entonces mañana
32:49aquí mismo
32:49al amanecer
32:50para partir juntos.
32:55Aquí es donde dormimos.
33:02¿Y yo dónde voy a dormir?
33:04Más tarde le preguntamos
33:05a la moda
33:06de dónde la acomodamos.
33:08De cualquier forma
33:09y en cualquier parte
33:10voy a estar bien.
33:12¿Cómo se llama?
33:14Voy a llamarme Nicolasa.
33:17Preferiría llamarla
33:18por su verdadero nombre.
33:21Si no se puede hablar
33:22de mis antepasados,
33:23tampoco debería hablar
33:24de mi verdadero nombre
33:25ni el nombre
33:26de mi tribu.
33:27¿Y usted sabe
33:28de qué tribu proviene?
33:29Después de tantos años,
33:31ningún negro sabe eso.
33:33Es más,
33:34algunos ni siquiera saben
33:35que sus antepasados
33:36nacieron en África.
33:37Mi abuela
33:38pertenecía a la tribu Fanti
33:39antes de que la encadenaran
33:41y la trajeran aquí.
33:42Fanti Ashanti
33:43de la región de Acán.
33:44¿Y si nadie sabe de eso,
33:45porque a usted sí?
33:47A mi mamá no le gusta
33:48que hable de esto,
33:49pero hace muchos años
33:50conocí a una mujer anciana
33:51que hablaba
33:52de nuestros antepasados africanos,
33:54de nuestras tribus,
33:56de nuestros dioses.
33:58me acuerdo de los Fanti
33:59porque tenían una reina,
34:01la reina Salik.
34:03¿Voy a hablar
34:04de la reina Salik?
34:05Ella dio su vida
34:06luchando para que
34:07no esclavizaran a su gente.
34:08La reina Salik
34:09era la abuela
34:10de mi abuela.
34:12Mi verdadero nombre
34:13es Salik.
34:14O sea,
34:15que usted es una princesa.
34:16Claro que no.
34:18Eso pasó
34:18hace mucho tiempo.
34:20Yo ahora simplemente
34:21soy Nicolasa,
34:22una esclava más
34:23como usted.
34:27Oiga, José.
34:29José,
34:30¿por qué no se encierra?
34:31Oiga.
34:32Esa es la forma
34:33de tratarnos
34:33después de no vernos
34:34tanto tiempo.
34:35José.
34:40Creo que se nos dañó
34:41la fuga.
34:43¡Dejen de Salik!
34:45Tiene razón.
34:46Hace tiempo
34:47no las vemos
34:47y no las ayudamos.
34:49Claro que las estamos ayudando.
34:50Lo mejor que le puede pasar
34:52a Katarina
34:52es casarse con ese señor.
34:54Ya, mi hermanito.
34:56Esto que José está haciendo
34:57es por el bien de ellas.
34:59A nadie le gusta
35:00que lo encierren.
35:01No le hagan caso.
35:02El niño no es
35:03sino defender a Polonia.
35:05No ve sino
35:05por los ojos de ella.
35:07A ver si ahora
35:08que no van a estar juntos
35:09le quitamos
35:10esa mala influencia.
35:11¿Ya no van a estar juntos?
35:13No.
35:13Todos nos vamos
35:14a vivir con Domingo
35:15excepto La Pola.
35:16¿Y por qué La Pola no?
35:18¿Por qué va a ser?
35:19Porque Domingo
35:20no quiere a alguien
35:21como La Pola
35:21al lado de su esposa.
35:23¿Y entonces La Pola
35:24dónde va a vivir?
35:25Yo los estaba esperando
35:26a ustedes
35:26para entregárselo.
35:28Ya la eduqué.
35:29Le enseñé a coser.
35:31Hice el esfuerzo
35:32de volverla
35:32una señorita decente.
35:34Traté de buscarle
35:35un buen marido
35:35pero a todos los espantó.
35:37Y yo
35:38ya no me puedo
35:38hacer más cargo de ella.
35:40Pero nosotros tampoco.
35:42Eso sí no es problema mío.
35:44Además
35:45ahí les dejo
35:46ese problemita.
35:55¿Ya han hablado
35:56con su padre?
35:57Nuestro padre
35:57ya no vive en Onda,
35:58mi capitán.
35:58¿Y en dónde vive ahora?
35:59En Popayán.
36:01Vive en Popayán.
36:02Bueno,
36:03¿y entonces
36:03cuál es el problema?
36:05Ninguno,
36:05mi capitán.
36:06Hemos hablado
36:07con el nuevo recaudador
36:07para que se haga cargo
36:08de la colecta.
36:09La verdad,
36:10mi capitán,
36:10es que nuestro padre
36:11quedó debiendo unos dineros
36:12al ayuntamiento de Onda.
36:13¿Qué?
36:13Pero algo muy grave
36:14debió ocurrirle
36:14para hacer algo así.
36:15Nosotros dejamos empeñada
36:17nuestra palabra
36:17de que nuestro padre
36:18va a volver a cubrir
36:19sus deudas.
36:19Y si no,
36:20lo haremos nosotros mismos.
36:21Desde que no piensen
36:22hacerlo con el dinero
36:23que recaudamos para la guerra.
36:24Por Dios,
36:25mi capitán,
36:26antes prefiero cortarme
36:27la mano que robar a su majestad.
36:28Es una broma.
36:45¿Debe ser que el horno
36:46está muy caliente?
36:47No soy yo
36:47que ya no sé hacer nada bien.
36:51¿Has vuelto a saber
36:52algo de Jorge Tadeo?
36:59Todavía tienes
36:59sentimientos hacia él.
37:01Los únicos sentimientos
37:02que me quedan
37:03son hacia mis hijos.
37:04Pero ¿y entonces?
37:05¿Por qué estás tan afligida?
37:09Te voy a entregar
37:09a las niñas
37:10en un convento.
37:11No hagas eso,
37:12Magdalena.
37:13Habla con Antonio.
37:14Pídele que te conceder.
37:16¿Cuántas veces
37:16he tratado de hablar con él
37:17y él no me contesta?
37:20¿Me vas a pedir perdón?
37:23Tú serías un hijo
37:23y yo tengo la culpa.
37:25Es que tú tienes
37:26la culpa, Magdalena.
37:28Él me engañó
37:29y luego me abandonó.
37:31Magdalena, por Dios.
37:33Tú viste
37:33y no sigas
37:33con otro hombre.
37:34¿Y fue porque quise?
37:39¿Cómo hace uno
37:39para evitar los hijos?
38:01Esa herida está muy fea,
38:02don Antonio.
38:03No se preocupe, Lucía.
38:04Estas heridas
38:05son de las que sanan.
38:07Voy a ver
38:08si encuentro
38:08algún remedio.
38:27¿Qué te pasó, papá?
38:28Nada.
38:30¿Pero quién te hizo esto?
38:31Yo mismo
38:32me lo hice trabajando,
38:33pero no te preocupes
38:34que voy a estar bien.
38:35Vete a jugar.
38:48Papá,
38:49¿tú por qué no me quieres?
38:51No digas eso,
38:52yo sí te quiero.
38:53No es cierto.
38:54No me mires igual
38:55como me mira mi mamá.
38:57No me haces regalos.
39:02Yo te quiero mucho,
39:04pero quiero que me digas
39:06qué fue lo malo
39:07que yo te hice.
39:11No has dicho nada malo
39:12y yo sí te quiero.
39:14¿Me lo juras?
39:15Te lo juro.
39:32No.
39:35Pola.
39:37José,
39:38¿de verdad le parece
39:39que yo hablo
39:40como campesina?
39:43No sé.
39:45No sé.
39:45¿Sí ve?
39:47Eso me pasa
39:47por andar con usted
39:48y por quedarme
39:49en este
39:50bendito pueblo.
39:51¿Por qué no me va a decir
39:52bobadas
39:52y más bien me ayuda
39:53a pensar
39:53cómo es que nos vamos
39:54a escapar?
39:56Usted no se puede montar
39:57en una bestia sola,
39:58seguro,
39:59por lo menos
39:59hasta la salida
40:00de guaguas.
40:00Que ya le dije
40:01que no, Pola,
40:02que no.
40:02Pero es que a pie
40:03no se va a poder
40:03escapar.
40:04Ay, Pola,
40:05ya olvídese
40:06de la promesa
40:06esa que me hizo
40:07de conseguirme
40:07a alguien.
40:09Ningún muchacho
40:10de buena familia
40:10se va a querer
40:11casar con una
40:12campesina como yo.
40:14Catalina no se rinda.
40:16¿A usted no le gustaría
40:17volver a sentir
40:19a sentir eso tan bonito
40:20que sintió
40:20por el muchacho
40:21ese de Santa Fe?
40:22¿Y usted cómo sabe
40:23que lo que yo sentí
40:24fue tan bonito?
40:26Pues porque yo
40:27también lo sentí.
40:28Claro.
40:30Alejo.
40:31Oiga,
40:32¿y es que usted
40:33está pensando
40:33conseguirse otra persona
40:34que le haga sentir
40:34lo mismo que ese muchacho?
40:36Pues claro.
40:37¿Sí?
40:38Pues tratar, sí.
40:40Porque no sé
40:41si lo voy a lograr.
40:44¿Por qué tenía
40:44que contarle
40:45a San Llorente
40:45lo de nuestro padre?
40:47¿A ti qué prefería?
40:48¿Que se enterara
40:49por otra persona?
40:51Siempre es mejor
40:52hablar con la verdad,
40:52Leandro.
40:53La verdad es que
40:54nuestro padre
40:54sí que me había escrito
40:55contándome que tenía
40:56la intención
40:56de viajar a Popayán.
40:57¿Y usted por qué
40:58no me dijo nada?
40:59Porque no dijo nada
40:59de trasladarse definitivamente
41:01y tampoco mencionó
41:02problemas económicos.
41:03Simplemente iba a hacer
41:04los arreglos
41:04de su matrimonio.
41:05¿De mi matrimonio?
41:07Alejo,
41:08usted le prometió
41:09a María Ignacia de Valencia
41:09que en cuanto volviese
41:10a España
41:11se casaba con ella.
41:12Leandro,
41:12nosotros no vinimos a eso.
41:14Vinimos a recoger
41:15recursos para la guerra.
41:16Ya lo sé.
41:16Y en cuanto los tengamos
41:17tenemos que volver
41:18a España a pelear.
41:18Ya lo sé, Alejo.
41:19Ni siquiera estaban
41:20nuestros planes
41:21pasar por Popayán.
41:21¿Por qué se pone así?
41:22Bueno, bueno,
41:23a ver si dejan dormir.
41:26¿O es que usted
41:26le escribió a nuestro padre
41:27contándole que veníamos?
41:28Bueno, pues yo le conté
41:29que tenía la intención
41:30de volver pronto,
41:31pero no le dije cuándo.
41:34Es mejor que nos enteren
41:35que estuvimos en América.
41:37porque si lo saben
41:38jamás nos van a perdonar
41:39que no hayamos ido
41:40a visitarnos.
41:47Dios,
41:49te pido que algún día
41:51el que tú dispongas
41:54le traigas la paz
41:56a mi alma
41:58y el perdón
41:59a mi corazón.
42:05¡Gracias!
42:07¡Gracias!
42:13¡Gracias!
42:16¡Gracias!
42:25¡Gracias!
42:27¡Gracias!
42:43¡Gracias!
42:49Aquí hay algunas cosas
42:50empacadas para los tres.
42:51Apenas salgamos,
42:52aprovecho el alboroto,
42:53me devuelvo,
42:54cargo una mula,
42:54me voy en rebelde
42:55y la espero a la salida
42:56de Santa Fe.
42:57Pola, ¿usted me va a poner
42:58a montar en una mula?
42:59No, la mula se va
43:00a Vivianito y las cosas.
43:01Usted y yo no vamos
43:01en rebelde.
43:02No, no, Pola,
43:04si yo me monto
43:04en esa yegua,
43:06pierdo mi virtud.
43:08Eso es lo que dice
43:09la gente.
43:10¿Ah, sí?
43:10Sí.
43:11¿Usted qué prefiere?
43:12¿Perder su virtud
43:13en rebelde
43:13o que Domingo
43:13se la quite?
43:17Hola, pero es que...
43:18No le va a pasar nada,
43:18yo no la voy a dejar caer.
43:20No se preocupe.
43:22Bueno,
43:23¿y entonces
43:24cómo voy a hacer
43:25para llegar sola
43:25hasta la salida
43:26de Santa Fe?
43:27Bueno, esa es la parte
43:28que me falta,
43:29pero no se preocupe
43:30que algo se me va a ocurrir.
43:32¿Qué están hablando?
43:33Nada, mi señor Arturis,
43:34estábamos dando
43:35nuestras oraciones.
43:37Seguramente yo la creí.
43:40¿Qué es eso?
43:41¿Qué?
43:42¿Qué?
43:45Esto.
43:46¿Qué es?
43:46Mi ropa.
43:47Usted no dijo, pues,
43:48que yo a partir de hoy
43:49ya no podía vivir
43:50en esta casa.
43:51Me tenía que buscar
43:52camino en otro lado.
43:53¿Y para dónde
43:54se va a ir?
43:55Pues, pues,
43:56yo lo voy a hacer
43:56a mis hermanos
43:56que me lleven
43:57a Santa Fe.
43:58Ahí hay una señora
43:59que me puede recibir.
44:01Procure cuidar
44:01la virtud
44:02como yo se la he cuidado,
44:04porque si no,
44:04nadie se va a casar
44:05con usted.
44:08Afuera están preguntando
44:09por usted.
44:10Sí, vamos, Catalina.
44:20¿Qué pasa, madriña?
44:26¿Y usted es el que me busca?
44:27Sí, niña.
44:29Vengo de parte de mi amo
44:30y quiere que yo
44:31la acompañe a la iglesia.
44:32No, como si me fuera
44:33a escapar.
44:33También vine a traerle
44:35su regalo de bodas.
44:36Ah, sí, ¿dónde está?
44:40El regalo soy yo,
44:41mi ama.
44:42Me llamo Nicolasa.
44:48Eso quiere decir
44:49que estoy para lo que ordene,
44:51desde que hasta que me muera.
44:54¿Qué tal ese marido
44:55tan malo que se consiguió
44:56que de entrada
44:56le regala una esclava?
44:58Mi esclava.
45:01Mi propia esclava.
45:06¿Cuántos años tiene, negra?
45:09No sé, mi ama.
45:10No lo sabe.
45:12Yo no puedo hacer eso,
45:13niña Pola.
45:14El amo me mata.
45:15Pero usted echa
45:16la culpa a mí.
45:17Usted dice que yo llegué
45:18con unos hombres
45:18que lo agarramos a palo
45:19y le quitamos a Catarina.
45:21Aún así, el amo me mata.
45:22Y yo no sé si valga la pena
45:24morir por alguien
45:24como su hermana.
45:25Pero sí,
45:26ella es medio insoportable.
45:27Pero no es una mala persona,
45:29Juliano.
45:32¿Y por qué quiere hacer
45:32una cosa tan espantosa?
45:34El amo.
45:34Es que no es por el amo,
45:35es por ella.
45:36Las mujeres somos
45:37como los esclavos, Juliano.
45:38Nos obligan a hacer cosas
45:39que no queremos.
45:40Por ejemplo,
45:42a Catarina la van a obligar
45:43a pasar el resto de su vida
45:44al lado de alguien
45:44a quien repudia.
45:45Yo creo que la niña Catarina
45:46repudia a todos los hombres.
45:47Ella juzga tan duro.
45:49Catarina,
45:49casarse con Domingos
45:50es como si le robaran
45:51su libertad.
45:53Juliano,
45:54usted no quiere ayudar
45:54a alguien que está a punto
45:55de perder su libertad.
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