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O governo de Javier Milei concedeu status de refugiado ao caminhoneiro Joel Correa, condenado no Brasil pelos atos de 8 de Janeiro. Segundo o parecer argentino, não foram identificadas provas diretas que justificassem a condenação por crimes graves. A decisão também cita temor de perseguição política caso ele retornasse ao Brasil.
Assista na íntegra: https://youtube.com/live/a2LE0G5eT4o
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NotíciasTranscrição
00:00O governo de Javier Milley reconheceu como refugiado o caminhoneiro Joel Correa.
00:06Ele participou dos atos do dia 8 de janeiro.
00:09Ele fugiu para o país depois de ser condenado a 13 anos de prisão por suposta abolição violenta do Estado
00:16Democrático de Direito,
00:18tentativa de golpe, entre outros crimes.
00:20Conforme o parecer do governo da Argentina, não foram identificadas provas diretas que vinculassem um caminhoneiro
00:27e que justificam sua condenação em crimes tão graves.
00:31Ainda de acordo com o documento, Correa manifestou temor, fundado de perseguição, caso retornasse ao Brasil.
00:38E segundo a gestão Milley, sua condenação está ligada à atribuição de opinião política.
00:44Começar essa com o Bruno Musa.
00:46Você, Musa, Argentina, reconhecendo o manifestante de 8 de janeiro como refugiado.
00:54Talvez porque tenha se tornado óbvio que todos aqueles que estão envolvidos,
00:58há indícios importantes de envolvimento no que estamos vendo agora aqui no Brasil,
01:02tenham sido os mesmos que condenaram.
01:05Com todo aquele problema de falta de provas, os advogados não tendo acesso aos autos,
01:10inclusive não saber de fato tudo que os seus clientes estavam sendo condenados,
01:15não terem acesso ao devido processo legal, à ampla defesa.
01:20Enfim, então uma parte técnica de um governo de outro país precisa começar a mostrar,
01:27talvez, que aqui os excessos foram praticados e muito longe daquilo que deveria ser o mínimo.
01:34Veja, a Argentina vem dando exemplos em que nós temos muito a importar dessas ideias.
01:39A começar por quem apoiou realmente a transição, depois de anos e anos,
01:44de uma destruição econômica que levou o país à hiperinflação,
01:47assim como aconteceu no Brasil nos anos 80 e nos anos 90.
01:50Foram jovens, os jovens que trouxeram a oportunidade de humilhar e passar.
01:55Eu estava lá no primeiro e no segundo turno, inclusive tive o prazer de estar com ele.
01:58Realmente foi um momento bastante emocionante.
02:02Que o próprio FMI e a The Economist, revistas, digamos, sociais democratas,
02:06já vem assumindo que não há paralelo na história da recuperação da Argentina
02:10e se sentem impressionados com o que está passando por lá.
02:13Talvez devamos olhar com mais carinho o que está acontecendo à nossa volta,
02:17importar ideias realmente que têm trazido resultado e não acreditarmos em narrativas sem fundamentos.
02:25Narrativas que, por exemplo, parecem bonita, mas que, no fundo, a prática traz consequências muito piores no médio e no
02:32longo prazo.
02:33Como, por exemplo, a discussão da jornada, de diminuição da jornada dos seis em um,
02:38que isso não incrementa a produtividade,
02:40ou que simplesmente distribuir dinheiro gerando déficit leva o bem-estar da população,
02:46quando isso deteriora o poder de compra no médio e no longo prazo.
02:50Talvez tenhamos que olhar não apenas a parte econômica da transformação que a Argentina está passando,
02:55mas talvez tenhamos que olhar também a parte jurídica,
02:58trazermos a parte técnica novamente para o Brasil,
03:01que foi completamente abandonada nas mãos de pessoas que estamos lendo.
03:06Infelizmente, a cada dia no jornal, que nos impressionam cada dia mais.
03:09Mas é um exercício interessante, né, Beraldo?
03:11Quando a gente observa que autoridades de um outro país,
03:15que, em tese, não tem interesse nenhum em ajudar A, B ou C aqui dentro,
03:21fora do processo, avalia a situação e acaba endossando a reivindicação daquela pessoa,
03:28tanto que concede abrigo àquela pessoa.
03:32No caso, esse caminhoneiro.
03:33A Argentina reconhecendo ele como refugiado.
03:37Pois é, Caniato.
03:38E eu vejo isso como uma tendência,
03:41porque, quando você observa tudo o que aconteceu a partir do 8 de janeiro,
03:47a gente é confrontado com a realidade que muitas daquelas pessoas
03:52que foram presas, que tiveram ali,
03:56às vezes presas nos dias que seguiram o 8 de janeiro,
04:00e como o processo transcorreu,
04:03a forma como o direito de defesa foi oferecido a essas pessoas ao longo do tempo,
04:09e aí algumas dessas pessoas resolveram, então, fugir desesperançosas
04:14de qualquer possibilidade de encontrar a justiça com J maiúsculo,
04:19aquela que é retratada com aquela figura, com uma venda nos olhos,
04:24porque ela é cega, ela não distingue o nome do réu, o nome do acusador,
04:29mas ela simplesmente se atém à aplicação da lei,
04:32ela tem a balança nas mãos, porque ela é equilibrada,
04:36ela não é punitivista ou garantista, ela é equilibrada na aplicação da lei,
04:41e uma sociedade que olha para a sua justiça e enxerga essa figura,
04:46bem desenhada, bem consolidada,
04:49é uma sociedade que confia, que terá garantido os seus direitos.
04:54E esse tempo no Brasil já passou faz tempo.
04:58Veja só, às vezes uma pessoa simples,
05:00que, diante de uma situação dessa, tem que abandonar sua família.
05:05A pessoa que levava o sustento da família para casa,
05:08de repente está sem emprego,
05:10tem que gastar um dinheiro que não tem com advogados,
05:13atravessa a fronteira,
05:14vai se abrigar ali num país vizinho,
05:17às vezes não fala o idioma, não conhece ninguém,
05:20vai procurando o ambiente que possam lhe dar um apoio,
05:23para que, então, em outro país,
05:26veja a justiça ser feita,
05:30aquela justiça que ele não encontrou no seu próprio país.
05:33E nós não estamos falando da Coreia do Norte,
05:37nós estamos falando do Brasil,
05:40esse país gigantesco,
05:42num continente importantíssimo,
05:45um país que deveria desempenhar um papel estratégico no mundo,
05:49mas que se atém a mesquinharias,
05:54como, por exemplo, a gente assistiu nesse episódio,
05:58em que as pessoas, muitas delas,
06:01cometeram crime sim,
06:03mas nem de perto esses crimes bárbaros
06:06que foram atribuídos a elas,
06:09e pior, Caniato,
06:10crimes que nós já vimos ser cometidos
06:12na Praça dos Três Poderes,
06:15inúmeras vezes,
06:16na história recente,
06:17não estou falando de outro século, não,
06:18estou falando da história recente do Brasil,
06:20portanto,
06:20é um alento para todos aqueles
06:22que estão numa situação semelhante
06:24a desse rapaz.
06:26Notícia em destaque,
06:27o governo da Argentina,
06:28a gestão de Javier Millet,
06:30não identifica provas
06:32de que esse caminhoneiro,
06:34esse brasileiro,
06:34teria cometido golpe de Estado,
06:37ou tentativa de golpe.
06:38Você, Mota,
06:39a autoridade argentina
06:42entende que a condenação
06:43está muito mais ligada
06:45à opinião política
06:47ou ao posicionamento político
06:49dessa figura.
06:50Enfim,
06:51asilo concedido a ele.
06:53É o mesmo entendimento
06:55de dezenas de milhões de brasileiros.
07:00O governo de Javier Millet
07:01está sendo uma bênção
07:03para a América Latina.
07:04É um dos momentos mais sombrios
07:07da história do Brasil,
07:10uma luz começou a brilhar na Argentina.
07:13Nunca menosprezem a importância
07:16de acender uma luz na escuridão.
07:19Eu tenho certeza que um dia
07:21essa luz também vai ser acesa
07:23aqui no Brasil.
07:25Todas as violações e absurdos
07:27que foram cometidos aqui
07:29em nome do Estado Democrático de Direito,
07:33todos esses absurdos e violações
07:36um dia vão ser corrigidos.
07:38Eu não tenho dúvida nenhuma
07:40de que um dia isso acontecerá.
07:42A única dúvida
07:43é quanto tempo
07:45ainda precisaremos esperar.
07:47Pois é,
07:48algumas manifestações
07:49de pessoas que entendem
07:50que esse tipo de posicionamento
07:52ajudaria
07:55análises futuras
07:56a respeito desse caso.
07:57Você, Dávila,
07:58quais exercícios
08:00devemos fazer
08:00a partir desse entendimento
08:02da Argentina
08:03e a permissão
08:05para que esse brasileiro
08:06fique por lá?
08:07Bom, primeiramente,
08:09é bom lembrar
08:10que não foi só a Argentina.
08:12Vários países
08:13já negaram
08:14essa tradição
08:15de brasileiros
08:16que foram perseguidos
08:17politicamente no Brasil.
08:18A Espanha fez isso,
08:20os Estados Unidos
08:21fez isso
08:21e a Argentina
08:22está fazendo isso.
08:24Então,
08:24isso deveria ser
08:26pelo menos
08:27um sinal de alerta
08:28por que países
08:29onde há democracia
08:30avançada,
08:31onde há um Estado
08:33de direito consolidado,
08:34dão asilo
08:35a brasileiros
08:36e a gente
08:37continua perseguindo
08:38gente aqui.
08:39Isso poderia ser
08:39uma boa reflexão
08:40a ser feita
08:41pelo que está acontecendo.
08:44Segundo ponto
08:45é que Milley
08:46deveria servir
08:47não só de inspiração
08:49pelos seus atos
08:50agora,
08:51mas pela forma
08:52como conduziu
08:54a transformação
08:56da Argentina.
08:56era um presidente
08:58que desde o início
08:59sabia o que fazer,
09:02sabia como fazer,
09:04que armas
09:04e instrumentos
09:05da política
09:06tinha que fazer
09:06para fazer
09:07a grande mudança
09:08na Argentina
09:09e conseguiu fazer,
09:11ele teve êxito
09:12para fazer.
09:13Eu entendo
09:15que esta coragem,
09:17determinação
09:18de Milley
09:20e não só
09:21suas convicções
09:22pessoais
09:23deveriam inspirar
09:25e estimular
09:26as pessoas
09:28de bem
09:29na política
09:29brasileira
09:30a entender
09:31sim,
09:32é possível
09:33construir
09:34um Brasil melhor.
09:36Nós precisamos
09:37ter pessoas
09:37com esta coragem
09:38para mudar
09:39o Congresso Nacional,
09:41para mudar
09:41os governos estaduais,
09:42para mudar
09:43a presidência
09:43da República,
09:44porque
09:45são atos
09:46de coragem
09:48exemplares
09:49de pessoas
09:50que mudam
09:51o destino
09:51de uma nação.
09:52e Milley
09:53mudou
09:54o destino
09:56da Argentina
09:57com a sua coragem,
09:59valores,
10:00convicção
10:01e mais ainda,
10:02saber
10:03como
10:04fazer
10:04que as suas
10:05reformas,
10:06as suas medidas
10:07fossem aprovadas
10:08por um sistema
10:09político
10:10totalmente
10:12bichado
10:12pelo peronismo.
10:15Pois é,
10:15deixa eu só passar
10:16para o Bruno Musa,
10:17que tem um aspecto
10:18que inclusive
10:18várias pessoas
10:19aqui questionam,
10:20viu Musa,
10:20com tantas coisas
10:22acontecendo ao mesmo
10:22tempo no Brasil,
10:23tantas investigações,
10:25desconfiança
10:26de relações
10:27perigosas,
10:28o que vai acontecer
10:29no futuro,
10:30será que essas pessoas
10:31serão punidas
10:32ou não,
10:33com tantos questionamentos
10:34de figuras e instituições,
10:36dá para imaginar
10:37que questões
10:37que envolvem
10:38o 8 de janeiro
10:38sejam revertidas
10:39no futuro?
10:41Sim,
10:42e aqui é uma opinião
10:43pessoal minha,
10:44vamos lá,
10:46no geral,
10:47Caniato,
10:48quando você negocia
10:50condições,
10:51quando você está
10:51caído no chão,
10:52quando você está
10:53por baixo,
10:53obviamente,
10:54as suas condições
10:55são mais baixas,
10:56quando você está
10:57lá no auge
10:58e você negocia,
10:59você tem preço
11:00para isso,
11:01você tem gordura
11:02para negociar
11:02esse tipo de coisa,
11:04eu não preciso dar nomes,
11:05mas vamos lá,
11:06será que quando
11:07todo mundo estiver
11:08mais próximo ao chão
11:09e na minha opinião
11:10muita gente grande
11:11está bem próximo
11:12com todas as informações
11:13que estão acontecendo,
11:14será que o único caminho
11:16talvez seja negociar
11:17a anistia ampla,
11:19geral e restrita
11:20que antes era impossível?
11:22Alguns meses atrás
11:23era impossível,
11:24quando você está no chão
11:25com a faca no pescoço
11:26com todas as provas cabais
11:27de uma eventual participação
11:29em um esquema bilionário,
11:31será que o tipo
11:32de negociação muda?
11:33Talvez o caminho
11:35seja esse,
11:35surpreende muita gente.
11:36Pois é,
11:37e aí dá para apostar
11:39em reversões,
11:41inclusive via
11:42Congresso Nacional,
11:43Cristiano Beralto,
11:44falava-se em pele
11:45da anistia,
11:46pele da dosimetria,
11:48tantos projetos
11:49foram tratados,
11:50você acha que,
11:50sei lá,
11:51ano que vem,
11:51por exemplo,
11:52com novas figuras
11:53nas cadeiras de poder,
11:54alterações poderão acontecer
11:56ou é difícil?
11:57Olha,
11:58Caniato,
11:58eu não tenho dúvida
11:59de que haverá
12:01uma movimentação
12:03no sentido
12:03de que essas pessoas
12:05que foram condenadas
12:06no 8 de janeiro,
12:07aqueles populares
12:08que estavam lá
12:08na Praça dos Três Poderes,
12:10que eles sejam liberados
12:12da prisão
12:13no próximo governo,
12:14na próxima legislatura.
12:16A gente precisa lembrar
12:17que houve
12:19uma negociação
12:21muito forte
12:22para que houvesse
12:23a anistia,
12:24ficou-se ali discutindo
12:25se a anistia seria apenas
12:27para aqueles
12:28que estavam ali
12:28na praça
12:29no 8 de janeiro,
12:30ou se também alcançaria
12:32Jair Bolsonaro
12:33e as figuras ali
12:34no entorno
12:34da presidência
12:35da república,
12:36patinou-se,
12:37a negociação veio,
12:38houve a eleição
12:39para a presidência
12:40da Câmara,
12:41isso também foi colocado
12:42na mesa,
12:43depois veio o PL
12:45da dosimetria
12:46na verificação ali
12:48dos parlamentares
12:48de que não conseguiriam
12:50aprovar a anistia
12:51e aí nem a dosimetria
12:53aconteceu,
12:54que era uma
12:55invencionice,
12:56né?
12:57Mas naquele momento
12:58a gente tinha
12:59de um lado
13:00um judiciário
13:01fortíssimo,
13:02mão de ferro,
13:03que estava ali
13:04acima do bem
13:05e do mal,
13:06defendendo a democracia
13:08brasileira
13:09que esteve ali
13:10na beira do abismo
13:12para ser
13:13aniquilada
13:14e então
13:15a presidência
13:16da república
13:17e os poderes
13:17seriam tomados
13:18por aqueles populares
13:20que depois fugiram,
13:21o caminhoneiro
13:22que está na Argentina
13:22talvez fosse o novo
13:24ministro da justiça
13:25ou ministro do transporte,
13:27vai saber, né?
13:28Agora o Brasil
13:29é outro,
13:29nós estamos vivendo
13:31o Brasil do
13:32Banco Master
13:33que a gente
13:34precisa separar
13:35o que de fato
13:36é o escândalo
13:37do Banco Master,
13:38né?
13:38Esse Madoff
13:39brasileiro
13:40que fez um esquema
13:41de pirâmide
13:42multibilionário
13:43do comportamento
13:45ilícito
13:45de autoridades,
13:46mas seja como for,
13:48hoje o próprio
13:49judiciário
13:50também está
13:51nas cordas.
13:52portanto,
13:53o Brasil
13:54precisará
13:55de um grande
13:56acordo
13:57para retomar
13:58a sua condição
13:59de continuar
14:01navegando
14:01e eu não tenho
14:02dúvida
14:03de que nesse
14:03acordão
14:05certamente
14:05a anistia
14:07estará na mesa.
14:08Pois é,
14:08Mota,
14:09o caso do Banco Master,
14:10mas a gente poderia
14:10falar da fraude
14:11do INSS,
14:12as relações
14:13perigosas
14:14de autoridades
14:16com investigados,
14:17enfim,
14:17lá na frente
14:18isso poderá
14:19impactar
14:20naquilo
14:21que já foi
14:21definido,
14:23principalmente
14:23quando a gente
14:24olha para o caso
14:25que envolve
14:25os condenados
14:26de 8 de janeiro,
14:28que eu quero dizer,
14:29poderemos passar
14:30por um processo
14:30de revisionismo?
14:33Eu não tenho
14:34absolutamente
14:34dúvida nenhuma,
14:36Caniato,
14:36existe até
14:37um nome
14:38no mundo jurídico
14:40para isso,
14:40é a teoria
14:41dos frutos
14:43da árvore
14:44envenenada,
14:45essa teoria
14:46diz o seguinte,
14:47se você tem
14:47uma árvore
14:48e as raízes
14:49da árvore
14:50estão envenenadas,
14:51os frutos
14:53que essa árvore
14:54vai dar
14:54serão
14:55envenenados,
14:56então se
14:58ficar comprovado,
15:00como parece
15:01que há evidências
15:02de uma
15:03intimidade
15:05completamente
15:06descabida,
15:08possivelmente
15:08até ilegal,
15:10de algumas
15:11das mais
15:12importantes
15:13autoridades
15:13desse país,
15:14com pessoas
15:15culpadas
15:16de crimes
15:17ou em processos
15:18de investigação,
15:18é evidente
15:20que isso
15:21será levado
15:22em consideração,
15:23não custa
15:24nada a gente
15:25lembrar
15:25que neste
15:26país,
15:27processos
15:28graves,
15:29sérios,
15:29julgados
15:30em muitas
15:30instâncias
15:31diferentes,
15:32por muitos
15:33magistrados
15:33diferentes,
15:34já foram
15:34completamente
15:35anulados,
15:36por causa
15:37de uma dúvida
15:38sobre se o
15:39CEP
15:39a ser usado
15:41era esse
15:42ou aquele,
15:43então é importante
15:45a gente
15:46não perder
15:47isso de
15:48perspectiva,
15:50as pessoas
15:51que foram
15:52acusadas
15:53de crimes
15:53graves,
15:54muitas vezes
15:55porque estavam
15:56simplesmente
15:56expressando
15:58a sua opinião,
15:59ou se manifestando
16:00politicamente,
16:01tiveram as suas
16:02contas bancárias
16:03congeladas,
16:04computadores
16:05celulares
16:06apreendidos,
16:07seus passaportes
16:08confiscados,
16:09tiveram os seus
16:10nomes apresentados
16:11como criminosos,
16:13muitas vezes
16:13foram exilados,
16:15essas pessoas
16:17estão aguardando
16:19que a justiça
16:20seja feita,
16:21e pelas notícias
16:22que a gente
16:23comenta aqui
16:24todos os dias,
16:26não vai demorar.
16:27Agora, Davila,
16:28esse processo de,
16:29vou chamar de
16:30correção,
16:30mas esse processo
16:31de correção
16:32ou de ajuste
16:34ou de reajuste
16:35passa necessariamente
16:36por quais instituições?
16:38Você acha que
16:38o Senado Federal
16:40tem um papel
16:41importante nisso?
16:43Fundamental.
16:44Eu sempre repito
16:45aqui no nosso programa
16:46que a eleição
16:47de presidente
16:48é importante,
16:48mas a do Senado
16:49é extremamente
16:50importante.
16:51O Senado
16:52terá um papel
16:53muito relevante
16:55em restabelecer
16:57o equilíbrio
16:58entre os poderes,
16:59em aprovar
16:59as reformas,
17:01em tomar
17:01as medidas
17:02duras
17:03que o Brasil
17:04precisa
17:04para moralizar
17:06o Supremo,
17:07a política,
17:08e voltar
17:09ao leito
17:10normal
17:10da normalidade
17:11democrática.
17:12Por isso,
17:13a eleição
17:13de senador
17:14é fundamental.
17:15Eu costumo dizer
17:16que com os candidatos
17:18que estão apresentando
17:20seus nomes
17:20para o Senado,
17:21vários deles
17:22como governadores
17:23de Estado
17:24hoje,
17:24ex-governadores,
17:26nós podemos ter
17:27um Senado
17:27de grande excelência.
17:30Infelizmente,
17:30hoje,
17:31nós temos
17:32um dos piores
17:33Senados
17:34da República
17:35e podemos
17:36voltar a ter
17:36um dos melhores
17:37Senados
17:39da redemocratização.
17:40Então,
17:41eu sou muito
17:41otimista aqui
17:42da minha dose
17:43de otimismo
17:44em relação
17:45a um Senado
17:46futuro
17:46com os nomes
17:48que estão sendo
17:48aventados
17:49para ocupar
17:50a Câmara.
17:51a Câmara.
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