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O Oriente Médio deixou de ser apenas um palco de conflitos para se tornar a peça central na disputa de recursos e influência da Nova Ordem Mundial. Especialistas militares analisam a "estratégia de decapitação seletiva" adotada por Israel e Estados Unidos contra o Irã e grupos insurgentes. Entenda como a eliminação sistêmica de líderes e da cadeia de comando visa desmantelar por completo os centros nervosos do eixo inimigo.
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NotíciasTranscrição
00:00Tem ali uma vastidão territorial, tem acesso a equipamentos nucleares
00:07e tem ali uma presença importante na Eurásia.
00:11Mas a Rússia não tem aí a mesma pujança econômica de Estados Unidos e China.
00:20Isso impede à Rússia que tenha um protagonismo que avance em outras áreas.
00:26Daquilo que a gente chama de soft power, no sentido que deixe de ser somente a questão militar como a
00:33sua base.
00:34Então, o mundo vai nesse sentido.
00:36Hoje, a ordem mundial muda.
00:39Nós estamos vendo a ascensão em desorário da China, enquanto potência econômica e potência militar.
00:47Ainda ela não é páreo para confrontar com quem? Com os americanos.
00:53E é por isso da importância estratégica da Rússia nessa parceria.
00:57Uma potência militar histórica.
01:01Uma potência nuclear em paridade com os Estados Unidos.
01:06Uma potência de segunda categoria na área econômica, principalmente industrial.
01:14E uma potência energética.
01:15Não há dúvida nenhuma que a OTAN e os aliados europeus estão passando por um período profundo de transformação.
01:22Eles estão sendo pressionados, por um lado, por uma potência agressiva, que é a Rússia, que está invadindo a Ucrânia.
01:30Isso, portanto, é um problema não apenas ucraniano, mas um problema europeu.
01:34Ou seja, primeira vez desde o fim da Segunda Guerra Mundial,
01:38em que os europeus se vêem diante de uma ameaça concreta, militar, de guerra na Europa.
01:43Então, tem essa pressão por um lado.
01:45E por outro lado, neste momento delicado, eles têm, do outro lado do Atlântico,
01:50um parceiro que demonstra pouco apreço à Aliança Europeia.
01:54Pouco apreço à OTAN.
01:56E que, inclusive, tem ameaçado um país que é membro da OTAN,
02:00que é a Dinamarca, pela via da Groenlândia.
02:03A transformação da ordem internacional também se reflete na crise
02:09e na redefinição dos grandes blocos políticos e econômicos ao redor do mundo.
02:15Estruturas que, durante décadas, organizaram alianças e fluxos comerciais
02:20passam a perder força diante da ascensão de novas potências
02:25e de uma lógica cada vez mais centrada no interesse nacional.
02:29O Brexit simbolizou essa ruptura na Europa.
02:34No sul global, o BRICS e a diversidade de interesses entre membros,
02:39as assimetrias internas e a ausência de uma agenda unificada
02:44dificultam sua consolidação como um polo coeso.
02:48O Mercosul enfrenta desafios semelhantes ao sofrer com divergências políticas
02:54e entraves comerciais.
02:56Todo modelo fracassou.
02:59Então a gente tem que o quê?
03:00Começar do zero.
03:02É por isso que você nota o quê?
03:03Ele se distanciando da ONU,
03:05ele deixando o quê?
03:07A União Europeia ao seu destino.
03:10Tendo que rever isso.
03:12E detalhe,
03:13olha o que os americanos falam.
03:15Nós somos o hemisfério ocidental.
03:18Nós somos os guardiões dos valores ocidentais.
03:20A Europa está o quê?
03:23Por meio da sua política migratória,
03:26se tornando menos ocidental a cada dia.
03:31Olha só, então a lógica da universalização
03:34é substituída pela lógica defensiva da guarda de valores.
03:41O Oriente Médio, um dos principais epicentros das disputas geopolíticas globais.
03:48Sob comando de Donald Trump, o fortalecimento da aliança com Israel,
03:54o enfraquecimento de grupos insurgentes e a recente intervenção no Irã
03:59alteraram a correlação de forças na região,
04:02que além de um palco de guerras,
04:04se torna peça central na disputa por influência, recursos e protagonismo
04:10na nova ordem internacional.
04:14É interessante notar que mesmo no país onde existe um sistema religioso
04:21que interfere na política 24 horas por dia,
04:24é importante notar como mesmo num sistema assim existem os clãs,
04:30as famílias que determinam os rumos da política.
04:33Nós ficamos achando que isso ocorre no mundo, no Ocidente,
04:37na política do Ocidente, isso ocorre também no Irã
04:40e imagino que em outros países.
04:43Sempre a liderança tem como plano B, na hora da sua substituição,
04:49alguém muito próximo também com laços de sangue.
04:52Isso é muito complicado do ponto de vista da política,
04:54porque essas lideranças acabam perdendo apoio junto à sociedade,
04:59uma visão geral da ciência política.
05:01Muito se brincava, brincadeira desnecessária,
05:05mas não esconde a realidade, de que Irã não é Venezuela.
05:10O Irã é um Estado militarizado em permanente prontidão.
05:16Não é à toa que o Irã, em todos os rankings globais de poderio militar,
05:21está sempre variando ali entre a 12ª e a 16ª posição.
05:27logo atrás de Israel, que é considerada a 15ª maior força militar do mundo.
05:34Isso significa que o Irã possui, sim, capacidades militares
05:38que não são nada desprezíveis.
05:41O Irã possui um estoque bastante razoável de mísseis balísticos,
05:48de mísseis convencionais e de mísseis táticos, de cruzeiro também,
05:53que podem infligir alguns danos às forças israelenses,
05:59à sociedade israelense, americana e aos seus vizinhos regionais.
06:02É que a liderança de Khamenei não era uma liderança fundamentada em carisma
06:08e também não era uma liderança fundamentada no poder que nós chamamos de tradicional.
06:15Porque ele não era de uma família conhecida do ponto de vista religioso.
06:21A origem dele é de uma família mais distante do núcleo religioso do xiismo,
06:28que são o Irã e o Paixi.
06:31Então, as famílias, na hora que participam da questão religiosa,
06:36algumas famílias têm mais força que outras,
06:39representam mais o xiismo que outras famílias.
06:41Os Estados Unidos e Israel têm adotado uma estratégia de decapitação seletiva,
06:47essa estratégia de eliminação de líderes,
06:50a qual a história mostra que, se adotada isoladamente,
06:55ela não é efetiva.
06:56Mas Israel e os Estados Unidos estão adotando uma metodologia de atacar de forma sistêmica,
07:03ou seja, buscam eliminar não apenas um líder pontual,
07:07mas toda a cadeia de comando e também os centros nevrálgicos estratégicos de comando.
07:17Bipolar, tripolar ou fragmentada.
07:20A nova ordem de poder mundial não pode ser comparada a nenhum outro cenário já vivido na história,
07:28mas há um novo e complexo sistema, menos organizado e mais imprevisível.
07:34No mundo atual, o poder se distribui de forma desigual,
07:38as regras são constantemente testadas e os conflitos deixam de ser exceção
07:44para se tornar parte do funcionamento normal da ordem internacional.
07:49De fato, o mundo está passando por um período de transformação,
07:53eu diria, inclusive, de um período de transição hegemônica.
07:56Uma vez, e depois do final da Guerra Fria,
07:59o mundo deixou de ser bipolar, com dois polos de poder,
08:04que eram Estados Unidos e União Soviética,
08:06e passou a ser um mundo unipolar, com apenas um polo de poder.
08:09O problema, ou a mudança, é que nos últimos anos a gente está vendo uma transformação,
08:14uma ascensão da China, que tudo indica que vai se tornar a grande potência das relações internacionais
08:21nas próximas décadas, talvez em especial na segunda metade do século XXI,
08:27e, é claro, também um certo ressurgimento da Rússia.
08:30Ao mesmo tempo, entre outros países, também têm buscado o seu lugar ao sol,
08:35como a Turquia, a Índia, em menor medida também o Brasil.
08:39As organizações multilaterais que foram criadas depois da guerra,
08:44até por influência norte-americana, o Banco Mundial, o Fundo Monetário, a ONU,
08:51o GAT, depois substituído pela OMC, eles perderam a eficácia.
08:56Então, o multilateralismo, na minha visão, está muito afetado.
09:01Eu sei que o governo brasileiro defende muito a posição do fortalecimento do multilateralismo,
09:08mas hoje está muito difícil.
09:09A ONU está absolutamente marginalizada, posta ao lado,
09:17e os países começam, portanto, a ter essa nova dinâmica de negociação bilateral.
09:25Isso exige uma mudança de paradigma,
09:29uma mudança da visão diplomática do mundo.
09:34passa a ter, portanto, importância, cada país, cada região,
09:39dentro do contexto de uma negociação recíproca,
09:45ou seja, um toma lá, dá cá,
09:47e começa a ter, então, portanto, essa nova situação
09:49que define um jogo geopolítico no mundo,
09:53onde as principais potências econômicas,
09:57notadamente China e Estados Unidos,
10:02de alguma forma ditam a regra do jogo.
10:05Eu acredito que nós, sim, podemos identificar uma mudança
10:09na ordem global com ascensão
10:11e assentamento significativo da China
10:15como potência global.
10:18Isso não há dúvida.
10:19É difícil nós compararmos,
10:21eu sei que muitas vezes a gente fala
10:22de uma guerra fria 2.0,
10:27mas as características da China, neste momento,
10:30são bem diferentes daqueles da União Soviética
10:33e mesmo os Estados Unidos,
10:35neste processo todo,
10:37hoje em dia, tem uma relevância menor
10:38do que tinha, por exemplo, na década de 50,
10:41quando era a única potência
10:43que tinha a capacidade econômica
10:45e de fabricação global.
10:48Então, é difícil estabelecer um paralelo
10:51e quem estabelece esse paralelo
10:53esquece e ignora
10:55e, às vezes, só olha para a história do Ocidente,
10:58não levando em consideração
11:00que o Oriente sempre se comportou
11:02em muitos aspectos de maneiras diferentes.
11:06As transformações da ordem internacional
11:09atingem diretamente regiões
11:12que historicamente ocuparam posições periféricas
11:16no sistema global.
11:17A América Latina é uma delas.
11:20A região deixa de ser apenas área de influência
11:23para voltar ao centro das disputas estratégicas.
11:27Para o Brasil, o desafio é claro.
11:30O país precisa definir com clareza
11:33seus interesses estratégicos,
11:35fortalecer suas instituições
11:37e ocupar espaços antes que outros o façam.
11:41A nova ordem global não oferece garantias.
11:44É importante a gente lembrar que o Brasil
11:47não é ator militar nesse conflito.
11:48O Brasil é ator econômico.
11:50E o impacto para o Brasil é concreto em
11:52petróleo e derivados,
11:54fertilizantes,
11:55câmbio,
11:56inflação
11:56e taxa de juros.
11:57Isso se vê já dentro de uma estratégia
12:00então de contenção a nível regional,
12:03de mostrar especificamente
12:05de que Estados Unidos ainda está presente
12:08na América Latina
12:09e ainda tem poder sobre a América Latina,
12:12mas também está deixando claro
12:13a nível internacional
12:14de que Estados Unidos
12:16então não vai permitir
12:18com que outro grupo,
12:20com que outra nação
12:21se apodere em torno
12:22do que ele chama seu quintal.
12:24Então é muito interessante isso.
12:27Essas transformações que estão ocorrendo
12:29desde a posse do presidente Trump
12:32lá nos Estados Unidos
12:33estão colocando grandes desafios para o Brasil.
12:37O Brasil é uma potência média regional,
12:40poderia ter uma influência muito grande
12:42aqui na região,
12:44mas nós estamos sem uma estratégia.
12:50Nenhum dos últimos governos
12:52se preocuparam em desenhar
12:55uma estratégia de médio e longo prazo
12:59para definir o lugar do Brasil no mundo.
13:01E aí acontece isso que aconteceu,
13:04o tarifácio do Trump,
13:06agora essas medidas todas,
13:08a estratégia de segurança nacional,
13:12criando, ressuscitando
13:13a doutrina moral do século XIX
13:17com o Trump
13:18e já executando
13:20essa nova doutrina,
13:23colocando a América do Sul,
13:25a América Latina
13:26como uma área de influência
13:29dos Estados Unidos
13:30e atacando a Venezuela,
13:33capturando o presidente,
13:35ameaçando o México,
13:38ameaçando agora a Cuba,
13:40sem falar nas outras ameaças,
13:42como a Groenlândia
13:43e a influência dos Estados Unidos
13:46na guerra do Iraque,
13:47do Oriente Médio,
13:48da Síria.
13:49Enfim, nós estamos em uma nova ordem
13:52aí onde não tem regras.
13:53Todas as instituições multilaterais
13:57desapareceram.
13:57A aprovação do acordo
13:58da União Europeia com o Mercosul,
14:01o que cria um contraponto
14:06a toda essa postura unilateral
14:10que veio prevalecer
14:13a partir de 2025.
14:15Como se a União Europeia esquecida
14:17dentro do jogo geopolítica,
14:19acordou e percebeu
14:21que a melhor hipótese
14:22que tinha para se colocar
14:24no xadrez internacional
14:25era aquela que já estava
14:27há 25 anos em negociação,
14:30pronta para ser aprovada,
14:31que é o acordo com o Mercosul.
14:33Para nós também é muito importante,
14:35porque nos coloca
14:36numa posição de vantagem
14:37num continente importante
14:39que é a União Europeia,
14:4027 países,
14:42que num período de algum tempo,
14:44alguns anos,
14:45nós vamos poder trabalhar
14:47com tarifa zero
14:49em inúmeros produtos
14:50da nossa pauta de exportação.
14:52E aqui vamos concorrer
14:54com produtos importados europeus
14:56que vão trazer
14:57o maior desafio
14:59para a nossa indústria,
15:00para a nossa agricultura
15:01em poder competir.
15:02E o Brasil,
15:03dentro da América Latina,
15:04também é um país articulador.
15:06Que se juntando com o México,
15:08que esse é o outro alvo
15:10dos Estados Unidos,
15:11que se juntando com o México,
15:13eles conseguiriam, então,
15:16manter uma força grande
15:19no âmbito internacional.
15:20Porque temos que entender
15:22que, assim,
15:23a nível de riquezas naturais,
15:26tanto o Brasil,
15:27quanto o México,
15:28quanto a Venezuela,
15:30são países extremamente ricos
15:33e são países extremamente necessários,
15:36digamos assim,
15:36para outros países
15:37na questão da floração.
15:39Mas também eles são ricos,
15:40também,
15:41no sentido de que eles podem
15:44ajudar esses países,
15:45também,
15:46a se manter ativos.
15:47Se a maior potência do mundo
15:49tem uma posição tão radical
15:51em relação
15:54às regras internacionais,
15:56fica muito difícil.
15:58Isso é muito grave
16:00no caso do Brasil,
16:01porque o Brasil,
16:02como eu disse,
16:03uma potência média regional,
16:05junto com outros países,
16:06também,
16:07de menor influência no mundo,
16:12dependem muito
16:13das organizações multilaterais.
16:15E aí,
16:17sem essas organizações multilaterais,
16:19quem vai defender
16:20os interesses
16:22dos países
16:23em desenvolvimento?
16:25Portanto,
16:26eu acho que a gente tem que continuar
16:27a falar do multilateralismo,
16:29mas sem imaginar
16:32que o que nós vamos pregar,
16:34vamos defender,
16:35vai ser vencedor.
16:38Eu acho que o Brasil,
16:40em algum momento,
16:41vai ter que sair
16:42do discurso
16:43mais, assim,
16:45vamos chamar,
16:46multilateral
16:46e de obediência
16:52fundamentada
16:53às regras
16:53de comércio internacional
16:55e buscar
16:56a proteção
16:57de alguns setores,
16:58seja por salvaguardas
17:00ou por tarifas
17:01alíquotas de importação,
17:03para que esses setores
17:04estratégicos
17:05não sucumbam
17:09à concorrência internacional,
17:11muitas vezes
17:13desleal até.
17:14Então,
17:15o Brasil,
17:15hoje,
17:16tem que ter uma política
17:17muito cautelosa,
17:19evitar
17:20a gente
17:20se filiar,
17:22se alinhar
17:23automaticamente
17:24a qualquer país,
17:25tanto a China
17:27como os Estados Unidos,
17:28quanto a grupos
17:29de países.
17:30Enfim,
17:31nós temos que ter
17:31uma política
17:33cautelosa,
17:35cuidadosa,
17:36enquanto a gente
17:37não consegue
17:37recuperar
17:40essas vulnerabilidades
17:41todas
17:41que nós temos
17:43e que apareceram
17:44ao longo
17:45desses últimos anos,
17:47dezenas de anos,
17:48várias décadas.
17:49O Brasil tem
17:50muita,
17:51muita condição
17:52de evoluir,
17:53eu sou otimista
17:54em relação ao Brasil
17:55nesse aspecto,
17:56mas,
17:56volto a dizer,
17:57o programa
17:58tem que ser cumprido,
18:00não basta ficar
18:00na prateleira
18:01para a gente ler
18:03e achar muito bonito
18:04se ele não
18:05foi executado.
18:06Então,
18:07agora,
18:07cabe a execução
18:08desse programa,
18:09que é um programa
18:10plurianual,
18:11não é um programa
18:12que começa e termina
18:13em meses,
18:14é um programa
18:14de médio e longo prazo,
18:16mas que começou
18:17muito bem.
18:18é um programa
18:18de médio e longo prazo.
18:18Obrigado.
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