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O ministro do Supremo Tribunal Federal André Mendonça convocou uma nova reunião com a Polícia Federal para realizar um balanço detalhado das investigações sobre o caso do Banco Master. Jesualdo Almeida e Nelson Kobayashi analisaram o assunto.

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Transcrição
00:00O ministro do Supremo Tribunal Federal, André Mendonça, convocou uma reunião com a Polícia Federal amanhã para discutir o caso
00:07do Banco Master.
00:08A reunião deve tratar de uma espécie de balanço das investigações.
00:12Novos passos devem ser discutidos.
00:14Mendonça está como relator do caso desde a saída do ministro Dias Toffoli da relatoria.
00:20Vamos analisar esse tema começando pelo Jesualdo Almeida porque, de fato, uma reunião para demonstrar ali os avanços em relação
00:29às investigações da PF,
00:32o que se tem até agora depois da saída de Dias Toffoli e é extremamente importante também a gente ver
00:38que as apurações estão caminhando
00:40para que a gente chegue às pessoas envolvidas nesse escândalo envolvendo o Banco Master.
00:47Para aqueles que são na área jurídica, é fácil constatar que a condução do Alexandre de Moraes quanto a esse
00:54inquérito
00:55foi, no mínimo, nada ortodoxo, determinando acariações em um momento que sequer depoimentos pessoais haviam sido realizados,
01:03impondo sigilo, avocando um processo em que, supostamente, ele teria envolvimento direto
01:10ou, talvez, os seus sócios tivessem envolvimento direto, seus antigos sócios, o que implicaria na sua suspeição, no seu impedimento,
01:18determinação de lacração de objetos de provas, cujos peritos, somente por ele indicado, poderiam manusear essas provas.
01:25É tudo muito obscuro, é tudo muito nebuloso.
01:28Agora, com André Mendonça, parece, parece, pelo menos, que as coisas vão fluir pelo seu modo normal.
01:35A investigação deve avançar pela Polícia Federal, a Polícia Federal tem de ter autonomia investigatória
01:42e, sim, existem algumas provas que precisam de autorização judicial para serem realizadas.
01:48É o que a gente chama de reserva judicial de produção de provas.
01:51E, portanto, a interlocução tem que ser realizada.
01:53As provas que a autoridade policial poderá fazê-las sem interferência do Supremo Tribunal Federal,
01:59que as faça com liberdade dentro do seu plano institucional.
02:03E aquelas que precisam de autorização do Supremo Tribunal Federal, que sejam ali solicitadas e que, portanto, deferidas.
02:11O povo quer saber exatamente qual foi o final dessa conversa, quem são os diretamente envolvidos.
02:18E causa muita estupefação, de um modo geral, imaginar que, pelo menos, sob suspeita,
02:23pairam dois ministros do Supremo Tribunal Federal e uma esposa de ministro.
02:28Ora, a justiça significa, sobretudo, credibilidade.
02:32E não há como se ter credibilidade na justiça, de um modo geral, se a população desconfia,
02:37inclusive, de ministros do Supremo Tribunal Federal.
02:40Pois é, Kobayashi, a transparência de todo esse processo e a finalização dele pode refletir aí no STF,
02:48na política brasileira e no próprio sistema financeiro, né?
02:51Porque está tudo envolvido e tudo isso pode afetar diretamente todo o sistema, inclusive econômico, aqui do país.
02:59É o caso que abala a República, Patrícia.
03:02Isso aí tem cheiro de envolvimento de todas as frentes da nossa República,
03:08do Judiciário ao Legislativo, ao Executivo, já que houve também reuniões com o próprio presidente Lula,
03:14que não constaram na agenda.
03:16Enfim, tudo isso é esclarecido pela Polícia Federal, é o que se espera, né?
03:19E o ministro André Mendonça, como novo relator do caso,
03:23deu a última decisão envolvendo o caso do Banco Master,
03:28deu autoridade para a Polícia Federal ser Polícia Federal.
03:31Veja só, uma decisão que, cheia de obviedades,
03:35está atendendo a um pedido da Polícia Federal
03:37para que ela siga o rumo ordinário das investigações,
03:41usando o seu poder de polícia para colher depoimentos na própria Polícia Federal,
03:47para não precisar ser lá na sala dentro do STF.
03:51Para que ela, sendo polícia, possa garantir a custódia da prova,
03:56como em todos os outros casos precisam acontecer,
03:59e não com um envelope lacrado que vá ao gabinete do ministro relator,
04:04que a polícia possa escolher, de acordo com a legislação
04:10e com os institutos já constituídos de criminalística,
04:15a perícia como deve acontecer,
04:17e não com o nome a ser escolhido por um ministro do Supremo Tribunal Federal,
04:21o determinado perito, o fulano de tal para realizar a perícia,
04:26inclusive a representação que a Polícia Federal faz,
04:28pedindo para ser polícia,
04:30ela traz lá que cada um dos peritos com um determinado número de perícias a fazer
04:36demoraria várias e várias dezenas de semanas para realizar a perícia,
04:40ou seja, até uma questão de inviabilidade das investigações estava em risco.
04:45Portanto, o ministro André Mendonça,
04:46quando autoriza a polícia a ser polícia,
04:48ele faz o que se espera dele enquanto ministro
04:52e agora se reúne com a polícia, acredito que para esclarecer
04:55a atividade da Polícia Federal nesse caso,
04:58lembrando que ele, ministro da STF, já foi ministro da Justiça
05:02e, portanto, já conheceu de perto a estrutura da Polícia Federal
05:05que está abaixo do Ministério da Justiça.
05:08Tem muita, mas muita água para rolar debaixo dessa ponte.
05:11Tomara que tudo dentro da institucionalidade
05:15e que este grande caso não nos leve a mais uma grande expectativa
05:20de justiça frustrada pela impunidade.
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