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Em participação no programa JP Sustentável, o professor Carlos Nobre analisou o aquecimento global, que força o Brasil a zerar o saldo de emissões antes de 2050, com a Amazônia como a chave da solução. Em entrevista à Patrícia Costa, o climatologista destacou que o desmatamento responde por 85% das emissões brasileiras, detalhando o potencial da industrialização da biodiversidade (bioeconomia) para gerar riqueza, combater o crime organizado e alcançar o inédito saldo de emissões zero até 2040.
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NotíciasTranscrição
00:00Você fala sobre essa bioeconomia e você diz sobre esses investimentos,
00:04a gente sabe que os produtos que saem ali da floresta amazônica,
00:08castanha do Pará, açaí, né, entre outros,
00:11eles são vendidos, exportados, por exemplo, de forma in natura,
00:15que tem pouco valor agregado.
00:17Então, esse investimento industrial ali de capacitação
00:21e vender produtos mais prontos, por exemplo,
00:23a gente tá falando de uma fruta da Amazônia que tem,
00:27que pode ser um aliado aí pra saúde.
00:30Então, a gente já comercializar isso com base de cápsulas.
00:34A gente não precisa industrializar aquela região,
00:36oferecer outras alternativas de emprego, ganho, gerar economia,
00:40pra evitar um pouco essa degradação que ainda ocorre por lá?
00:45Tem dúvida, sua análise é perfeita.
00:48Quando a gente olha no mundo inteiro,
00:5299% dos países de classe média são países industrializados.
00:57Então, quando a gente olha, até mesmo aqui no Brasil,
01:02onde são a maior parte das populações de classe média?
01:07Nos estados industrializados.
01:10Por exemplo, o estado de São Paulo, mais industrializado.
01:13Nós nos desindustrializamos.
01:16Eu me formei no ITA em 74,
01:19num momento que o Brasil tava se industrializando muito.
01:22Nos últimos 25 anos,
01:25houve uma grande desindustrialização do Brasil e de muitos países.
01:29Diminuiu o número de países industrializados.
01:32Agora, o Brasil tem políticas muito corretas
01:35de fazer essa neoindustrialização.
01:37E muito dessa neoindustrialização é exatamente na industrialização dos produtos.
01:45O Brasil tem a maior biodiversidade do mundo.
01:47A Amazônia, mais biodiversa.
01:49A savana tropical serrada, mais biodiversa.
01:52A Caatinga, super biodiversa.
01:54A Mata Atlântica também.
01:56Então, nós temos que industrializar esses milhares de produtos da nossa biodiversidade.
02:01Então, é isso. Industrializar.
02:04É agregar valor.
02:05É pra tornar país de classe média.
02:08Um bom exemplo de algumas cooperativas lá da Amazônia,
02:11elas fazem uma pré-industrialização.
02:14Mas ali que as populações,
02:16os cooperados já atingiram a classe média.
02:18É uma opção da grande escala.
02:20O exemplo que eu dei do Amazônia 4.0 é pra isso.
02:23Em breve, em 2026, já teremos aí várias comunidades
02:27com fábricas de chocolate e do chocolate cupuaçu.
02:30Delicioso cupulate.
02:32E também agora já vamos começar a construir
02:35um financiamento da FAPESP de São Paulo,
02:39um estudo da USP,
02:41um laboratório para industrializar a castanha.
02:44A castanha do Brasil é utilizada
02:47a industrialização de cosméticos, alimentos e óleos industriais.
02:51Vamos começar a capacitar,
02:53assim que tivermos o laboratório pronto,
02:55comunidades produtoras de castanha,
02:58inclusive a comunidade Paiter Suruí,
03:00que também vai produzir o chocolate de cacau.
03:05Então é isso, nós temos que dar escala,
03:07mas não só pra Amazônia.
03:09De novo, o Brasil tem a maior biodiversidade do mundo,
03:12mas o percentual na economia brasileira
03:16de todos os produtos da nossa biodiversidade,
03:19o número um é a mandioca, o número dois é açaí,
03:22é 0,5% do PIB brasileiro.
03:25Um produto que é o principal fator de desmatamento
03:28de todos os biomas,
03:29a carne bovina,
03:30é 6% do PIB brasileiro.
03:3315 vezes mais que a economia
03:35de todos os produtos da nossa biodiversidade.
03:37Então nós temos realmente que nos tornarmos
03:39o país do mundo
03:40que mais vai comercializar,
03:44trazer para a economia do Brasil,
03:46de todos os países,
03:48esses produtos na mais rica biodiversidade do mundo.
03:51Quando a gente fala de biodiversidade,
03:54tem ainda aquelas que ainda nem foram descobertas,
03:57que podem ser usadas em medicamentos,
03:59outras frutas, outras variedades,
04:01em relação à saúde e outros itens.
04:04Ou seja, eu acho que a gente precisa ainda trabalhar
04:07essa questão de que a floresta em pé vale mais,
04:10a gente está falando de economia, inclusive,
04:12não só sobre meio ambiente,
04:14ela tem mais valor agregado em pé do que desmatada.
04:18E a gente até vê algumas ações de fiscalização ali do IBAMA,
04:21mas também tem que se reforçar um combate na outra ponta,
04:25da carne que entra ilegalmente,
04:27sem fiscalização,
04:28da madeira que entra ilegalmente,
04:30sem os selos comprovados que vieram de origem do desmatamento.
04:34Como a gente solucionar isso tudo,
04:36mostrar o valor da floresta em pé
04:38e ao mesmo tempo trabalhar a outra ponta
04:40para que a fiscalização não atue ali
04:42só desmontando processos ali do IBAMA
04:45que tem dentro da Amazônia,
04:46mas também como esse produto sai daqui,
04:49chega até o consumidor de forma,
04:52com falha aí de fiscalização,
04:54de origem e tudo mais.
04:57Olha, sem dúvida,
04:58quando a gente olha, como eu falei,
05:01várias cooperativas de produtos da biodiversidade da Amazônia
05:05já atingiram a classe média,
05:06eles já estão fazendo algum nível de industrialização,
05:11mas a escala ainda na economia brasileira
05:13é muito pequena.
05:14nós precisamos dar uma grande escala
05:17para essa nova socio-economia de floresta em pé,
05:21acelerar muito a industrialização
05:24e, lógico,
05:25um grande desafio,
05:27combater
05:28o crime,
05:30o crime organizado,
05:32o crime organizado que está atacando
05:33os biomas brasileiros
05:35há muitas e muitas décadas
05:37e, especialmente na Amazônia,
05:40nós temos que zerar o desmatamento,
05:44porque senão nós vamos passar do ponto de retorno
05:46muito rapidamente.
05:48Então, esse é um desafio,
05:50lógico,
05:50dar uma escala para essa nova socio-economia
05:53que vai melhorar muito
05:54a vida de milhões de habitantes da Amazônia
05:58e, lógico,
06:01também a ciência,
06:02como você mencionou muito bem,
06:04por exemplo,
06:04os indígenas da Amazônia
06:06chegaram lá 14 mil anos atrás,
06:09eles utilizaram mais de
06:11quase 1.500 plantas medicinais,
06:14é a ciência indígena.
06:16Nós, hoje,
06:16a ciência nossa,
06:18de medicina nossa,
06:20usa muito poucos produtos.
06:21O potencial é gigantesco,
06:24mas precisa investir muito em ciência.
06:26Aquele exemplo que eu dei
06:27desse artigo científico publicado recentemente,
06:31que até várias frutas da Amazônia
06:33não só nos alimentam bem,
06:35mas melhoram muito a nossa saúde.
06:37Então, é isso.
06:38A ciência tem que avançar muito nisso
06:40e mostrar esse tremendo potencial econômico,
06:45socioeconômico da biodiversidade amazônica,
06:48aquilo que eu falei.
06:49também do Cerrado,
06:52da Mata Atlântica,
06:53da Catinga,
06:54do Pampo.
06:55Professor, a COP30 em Belém
06:56será conhecida pela COP da Amazônia.
07:00Como é que você vê essa escolha?
07:02O que o Brasil pode apresentar ao mundo
07:03como exemplo concreto de liderança climática
07:07ali a partir dessa discussão
07:09no meio do coração da Amazônia?
07:14Olha, nós estamos numa emergência climática
07:16tão grande,
07:16até mesmo foi uma surpresa para a ciência
07:20por que o aquecimento global
07:22lá no segundo semestre de 2023
07:24até abril de 2024
07:26a temperatura passou de aquecimento
07:281,5 graus mais quente
07:30que em 1850, 1900,
07:32quer dizer, antes do aquecimento global.
07:34Milhares de cientistas estão tentando explicar.
07:36Depois, agora, nos últimos três meses
07:39ela baixou um pouquinho,
07:40mas está lá na faixa 1,3 graus mais quente.
07:44E, então, não há dúvida
07:48que a COP30
07:51terá que ser a mais importante das 30 COPs
07:54porque o que nós estamos vendo
07:56é que 2024 bateu o recorde de emissões,
07:59foi um ano de mais emissões.
08:01Não reduzimos ainda as emissões
08:03no primeiro semestre desse ano.
08:06Então, a COP30 terá que ser a COP
08:08tão importante como foi o Acordo de Paris,
08:11a COP21 em 2015 e depois a COP26
08:15em Glasgow, Escócia, em 2021,
08:18quando fizeram metas de redução.
08:21Por exemplo, a COP26 falou
08:22para não deixar a temperatura
08:24passar de 1,5 graus de aquecimento
08:26nós temos que reduzir 43% das emissões
08:30em relação a 2019 até 2030
08:32e zerar o saldo de emissões até 2050.
08:36Nós não estamos indo nessa direção.
08:38Principalmente, a ciência mostra
08:40que nós podemos atingir 1,5 graus
08:42até 2035, permanentemente.
08:45E aí, se zerar o saldo de emissões
08:49somente em 2050,
08:51nós passaríamos de 2 graus.
08:53Podemos até atingir 2,5 graus.
08:55Isso é um enorme risco.
08:57Impossível manter a floresta,
08:59passa do ponto de não retorno.
09:00Então, a COP30 tem que ter
09:02uma missão muito grande,
09:04ser a mais importante das 30 COPs.
09:06todos os países ali,
09:08Estados Unidos, não estarão lá.
09:11O país que mais emitiu gás,
09:1220% das emissões globais,
09:14de 1850 até o presente.
09:16Hoje, o segundo maior emissor,
09:17depois da China.
09:19Todos os outros países
09:20têm que ir lá com uma meta
09:22muito ambiciosa.
09:25Vamos zerar o saldo de emissões
09:27muito antes de 2050.
09:292050, o presidente Lula
09:31falou corretamente
09:33no final do G20, em novembro
09:35do ano passado, no Rio,
09:36que temos que zerar o saldo de emissões
09:38até 2040, não mais que 2045.
09:42Nós estamos lançando agora,
09:43cientistas brasileiros,
09:45nós vamos lançar agora,
09:46em outubro,
09:47um estudo que mostra
09:49que o Brasil tem todas as condições
09:52de zerar o saldo de emissões
09:54até 2040.
09:57zerar todos os matamentos biomas,
09:59grande restauração florestal,
10:01acelerar a transição energética
10:04para não usar mais combustíveis fósseis
10:06e também a prática
10:08da chamada agricultura
10:09e pecuária regenerativa,
10:11que usa uma área muito menor,
10:13é muito mais produtiva,
10:14muito mais lucrativa
10:15e emite muito menos gases.
10:18Então, é isso.
10:19O Brasil lançando isso,
10:20o Brasil falando,
10:21vamos zerar as emissões líquidas
10:23até 2040,
10:25leva isso para a COP30
10:27e convince todos os países
10:29a se comprometerem
10:30a combater a emergência climática
10:32e também o embaixador
10:33André Corrêa do Largo,
10:35presidente da COP30,
10:37ele já trouxe essa ideia
10:39que tentaram na COP29
10:40em Azerbaijão no ano passado
10:42e não foi para frente.
10:43a criação,
10:45o aumento muito grande
10:47do fundo verde para o clima,
10:50que é 100 bilhões de dólares por ano,
10:53para 1,3 trilhão de dólares por ano,
10:58uns 500 bilhões de dólares por ano,
11:00para aumentar a adaptação,
11:02resiliência aos eventos extremos
11:04de bilhões de habitantes vulneráveis do mundo
11:06e uns 800 bilhões de dólares por ano,
11:09para a super rápida transição energética
11:11de todos os países.
11:13Então, vamos torcer
11:14que a COP30 seja a mais importante
11:17das 30 COPs.
11:18Zerar emissões é uma meta
11:20bastante ambiciosa, né, professor?
11:23E você disse que o Brasil
11:24tem todas as condições para isso,
11:26mas o que falta?
11:27O prazo está curto, né?
11:29A gente está falando de uma década,
11:31duas no máximo, né?
11:32Olha, sem dúvida,
11:362040, como o nosso estudo mostra,
11:39daqui a 15 anos.
11:40Por que o Brasil pode ser
11:42o primeiro país de grandes emissões?
11:44O Brasil, por muitos anos,
11:46historicamente, desde 1850,
11:48o Brasil é o quarto maior emissor.
11:50Quase todos, 85%,
11:52uso da terra, desmatamento,
11:54já desmatamos mais de 3 milhões
11:56de quilômetros quadrados
11:57em todos os nossos biomas
11:58e também a agropecuária, né?
12:04O boi arrota muito metano,
12:06um super gás de efeito estufa.
12:09Então, se o Brasil
12:10zerar o desmatamento,
12:13a degradação,
12:14que isso é política do Brasil,
12:17até 2030, pronto,
12:18já tem uma grande redução.
12:20E o Brasil, como eu falei,
12:22o arco da restauração da Amazônia
12:24vai remover uma grande...
12:26a floresta recrescendo
12:28remove uma grande quantidade de carbono.
12:30Então, é totalmente factível.
12:32A maioria dos outros países,
12:34China, Índia, Rússia,
12:36países europeus,
12:37a maior parte das emissões
12:38é a queima dos combustíveis fósseis.
12:41O Brasil,
12:42esse número,
12:43chega a 20, 22, 23%.
12:46O Brasil é um dos países
12:47que mais tem produção de eletricidade
12:49sem queima de combustíveis fósseis,
12:51hidrelétricas,
12:52energia solar,
12:53energia eólica.
12:54Então, o Brasil, sim,
12:56pode acontecer.
12:57Zero desmatamento, pronto,
12:59já reduz 40, 50% das emissões.
13:02E aí, transição energética,
13:04reduz mais 20, 22, 23%.
13:07E aí, sim, claro,
13:09a transição muito rápida
13:10para a agricultura e pecuária regenerativa,
13:14que, como eu falei,
13:15é muito mais lucrativa,
13:17emite muito mais gases,
13:19é muito mais resiliente
13:20aos eventos extremos,
13:21ondas de calor,
13:23secas,
13:24chuvas excessivas.
13:25Então, nós temos condição, sim,
13:27mesmo que isso seja há 15 anos,
13:29e aí, sim,
13:29o Brasil ainda terá algumas emissões
13:31em 2040.
13:32A gente fala saldo de emissões zero,
13:36porque por mais que tenha emissões,
13:38lógico,
13:38nós consumimos muita carne,
13:40o boi,
13:40a rota metano,
13:42mas aí o saldo de emissões zero,
13:44porque no nosso projeto,
13:45a gente mostra
13:46que a restauração
13:48dos biomas brasileiros,
13:49todos os biomas,
13:51ela vai remover
13:52mais de 600 milhões
13:53de toneladas
13:54de gás carbônico por ano.
13:56Portanto,
13:57saldo de emissões zero
13:58em 2040,
13:59o Brasil pode ser
14:00o primeiro país
14:01a conseguir.
14:02Bom, professor Carlos Nobre,
14:04muito obrigada
14:05pela entrevista
14:06e pelos seus esclarecimentos.
14:07O caminho,
14:08a ciência já mostrou,
14:09agora a gente precisa
14:10de financiamento
14:11e também ações
14:12para que a gente consiga
14:13atingir essas metas,
14:15né?
14:15Sem dúvida,
14:18é totalmente factível,
14:20só o mercado
14:20de carbono,
14:21quando a gente vai
14:22removendo
14:23o gás carbônico
14:24com o recrescimento
14:25dos nossos biomas,
14:27o mercado de carbono
14:28trará
14:29bilhões e bilhões
14:31e bilhões
14:32para o Brasil
14:32todos os anos
14:34e mais que
14:35o suficiente
14:37para avançar
14:38muito essa escala
14:39do Brasil,
14:40seu primeiro país
14:41a zerar
14:41o saldo de emissões.
14:42Professor Carlos Nobre,
14:44muito obrigada
14:45pela entrevista.
14:48Eu que agradeço
14:49a oportunidade.
14:51A Amazônia
14:52é decisiva
14:53para o clima
14:53do planeta,
14:54mas também,
14:55como você viu,
14:55pode ser a chave
14:57de um novo modelo
14:58econômico,
14:59baseado em inovação
15:00e na força
15:01dos povos
15:01da floresta.
15:03A COP30 em Belém
15:04será um marco
15:05nessa discussão
15:06e a ciência
15:06mostra que o tempo
15:08de agir
15:08é agora.
15:10No JP Sustentável
15:11Especial,
15:11a gente segue
15:12acompanhando
15:12os caminhos
15:13para a gente
15:13transformar risco
15:15em oportunidade
15:16e construir juntos
15:17um futuro possível.
15:19Até a próxima.
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