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A operação Carbono Oculto, que desarticulou um esquema de fraude de combustíveis supostamente envolvendo o PCC, agora mira empresas que receberam empréstimos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Ao todo, foram cumpridos 350 mandados judiciais em diversos estados. Reportagem: Rodrigo Viga.

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Transcrição
00:00O BNDES quer saber se empresas envolvidas nos esquemas revelados pela Operação Carbono Oculto
00:06têm algum investimento com o dinheiro do Banco de Fomento aqui do país.
00:11Repórter Rodrigo Viga.
00:14Após a Operação Carbono Oculto, que descobriu uma fraude bilionária capitaneada pelo PCC,
00:24a facção criminosa Primeiro Comando da Capital, o BNDES, Banco de Fomento do Brasil,
00:29está fazendo uma espécie de inspeção, uma varredura em suas operações.
00:34O objetivo é ver se o banco tem alguma relação de crédito com empresas citadas nessa investigação,
00:45envolvendo instituições de São Paulo, Polícia Federal, Ministério Público Federal e outros órgãos.
00:52Um esquema que teria movimentado mais de 30 bilhões de reais, uma fraude gigantesca em sonegação fiscal
01:01e que atingiu a poderosa Faria Lima, o coração financeiro do Brasil.
01:08Ao todo, foram cumpridos 350 mandados contra alvos na operação desta semana.
01:1742 somente na famosa Faria Lima.
01:2114 mandados de prisão foram expedidos e mais de 1.400 agentes foram envolvidos.
01:27Nomes de empresas que teriam feito parte desse esquema do PCC, com direito à lavagem de dinheiro,
01:35impostos de combustíveis, compras forçadas de ativos e também operações reais e fictícias
01:42envolvendo fintechs e empresas do mercado financeiro, vieram à tona.
01:48Que nomes são esses?
01:50Grupo Aster, Copap, Becabank e REAG, instituições conhecidas de investidores.
01:58Agora, segundo o presidente do BNDES, Aluísio Mercadante, o banco está analisando suas operações.
02:06Em um primeiro olhar, não há qualquer vínculo com esses nomes mais famosos da operação,
02:13mas quer saber se há ligações secundárias com empresas que, eventualmente, fariam parte desse esquema ligado ao PCC.
02:24O levantamento, nenhuma das empresas citadas é cliente do BNDES.
02:29Agora tem que ver a segunda geração, se essas empresas têm relação com outras empresas,
02:33mas essas informações disponíveis e publicizadas, nenhuma empresa.
02:36Não é de hoje, desde o ano passado, que representantes das forças de segurança do Rio de Janeiro
02:42falam da presença do PCC no Rio de Janeiro na lavagem de dinheiro em postos de combustíveis.
02:50Agora, as autoridades querem avançar para saber se há algum outro tipo de relação
02:57desse esquema de lavagem de dinheiro, eventualmente, com empresários, classe política
03:04e outros eventuais envolvidos no esquema.
03:09Do Rio, Rodrigo Viga.
03:14Chamar o Cristiano Vilela.
03:16Vilela, qual a preocupação do BNDES com a possibilidade de envolvimento de pessoas do banco?
03:21Obviamente, não há qualquer informação ainda, mas o presidente do BNDES, Aluísio Mercadante,
03:26demonstra essa preocupação.
03:28É claro que é uma tentativa de mostrar que existe, efetivamente, algo sendo feito internamente
03:34para saber se há algum envolvimento do banco, que é um banco importante aqui do Brasil, o banco estatal.
03:41Pois é, à medida que nós temos empresas que se apresentavam socialmente como empresas sérias,
03:49que desempenhavam atividades diversas, passa a ter a necessidade de que os bancos, os órgãos diversos
03:59tenham uma análise mais clara, mais detida, com relação a eventuais operações que eram regulares
04:06realizadas em relação a essas empresas.
04:08Eventualmente, algumas dessas empresas podem ter se utilizado de empréstimos,
04:14de financiamentos obtidos junto ao BNDES, junto a outras instituições,
04:19como forma de se utilizar esse capital, não para uma atividade produtiva,
04:24ou não apenas para uma atividade produtiva,
04:26mas com o intuito final de obtenção de uma forma de lavagem de dinheiro
04:33em relação a recursos do crime organizado.
04:35Nesse sentido, age de uma forma muito correta o BNDES a passar esse pente fino
04:41e eu vejo que isso cabe, inclusive, para as próprias outras instituições de crédito.
04:46Uma análise mais detida para evitar que o uso de recursos,
04:51que embora legítimos, mas que eles tenham a sua finalidade mudada
04:57para uma finalidade de ser utilizada para a execução de um elemento criminoso.
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