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O Exército de Israel confirmou na segunda, 25, ter realizado um ataque na área do Hospital Nasser, no sul da Faixa de Gaza.

Em nota divulgada pelo Ministério das Relações Exteriores no X, o país informou que abriu uma investigação preliminar a respeito do caso.

Nesta terça, 26, o ministro da Defesa israelense, Israel Katz, chamou Lula de “antissemita declarado e apoiador do Hamas”, ao comentar a saída do Brasil da Aliança Internacional para a Memória do Holocausto, que ocorreu no final do mês de julho.

Horas depois, o Itamaraty reagiu às declarações de Katz e, no mesmo dia, Lula voltou a acusar Israel de cometer um genocídio na Faixa de Gaza.

Felipe Moura Brasil, Duda Teixeira e Ricardo Kertzman comentam:

Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores.

Apresentado por Felipe Moura Brasil, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade.

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00:00O Exército de Israel confirmou na segunda-feira, 25, ter realizado um ataque na área do Hospital Nasser, no sul da faixa de Gaza.
00:06Em nota divulgada pelo Ministério das Relações Exteriores no X, o país informou que abriu uma investigação preliminar a respeito do caso.
00:14Mais cedo, hoje, segunda-feira, tropas das FDI, que são as Forças de Defesa de Israel, realizaram um ataque na área do Hospital Nasser, em Khan Yunis.
00:22O chefe do Estado-Maior-Geral deu instruções para que fosse realizado um inquérito inicial o mais breve possível.
00:27As FDI lamentam qualquer dano causado a indivíduos não envolvidos e não têm jornalistas como alvo.
00:34As Forças de Defesa de Israel atuam para mitigar ao máximo os danos a indivíduos não envolvidos, preservando a segurança das tropas das Forças de Defesa de Israel.
00:43Fecho aspas.
00:44O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu também se pronunciou a respeito do ocorrido.
00:48Aspas.
00:49Israel lamenta profundamente o trágico acidente ocorrido hoje no Hospital Nasser, em Gaza.
00:53Israel valoriza o trabalho de jornalistas, profissionais de saúde e todos os civis.
00:58As autoridades militares estão conduzindo uma investigação completa.
01:01Nossa guerra é contra os terroristas do Hamas.
01:04Nossos objetivos justos são derrotar o Hamas e trazer nossos reféns de volta.
01:10Fecho aspas.
01:10A gente separou também um vídeo do André Laich, presidente executivo da Stand with Us Brasil, uma instituição educacional a respeito de Israel, e ele estava falando justamente sobre esse ataque e a repercussão.
01:24Pode soltar.
01:25Todos os jornais aqui em Israel e a inteligência israelense falam de que pelo menos nove pessoas eram membros do Hamas.
01:32Pessoal, eu quero falar um pouco sobre o ataque ontem de Israel ao Hospital Nasser, que morreram aparentemente 20 pessoas.
01:42Primeiro, Israel já assumiu responsabilidade, já está investigando o caso, já foi dito e falado e discutido aqui em Israel, eu estou em Israel agora.
01:53Isso está bastante nas notícias, estão tentando entender por que foi usado tiros de tanques e não de drones, que é o que tinha sido autorizado.
02:01Mas o ponto principal, que eu vejo muitos políticos e muitos influenciadores no Brasil postando isso como se fosse uma notícia, Israel atacou um hospital, matou 20 pessoas, como se fosse uma coisa deliberada, intencional.
02:13Mas as informações que existem não estão sendo divulgadas no Brasil.
02:18E as principais informações são essas.
02:20O Hospital Nasser, especificamente em Gaza, é conhecidamente usado pelo Hamas.
02:27Especificamente, tem vídeos mostrando que membros do Hamas estavam no telhado do hospital instalando câmeras de vigilância para poder usar isso depois para atacar as tropas israelenses.
02:39O hospital é um hospital, então ele não deveria estar sendo usado pelo Hamas nem para fazer vigilância da faixa de Gaza.
02:46O uso do hospital pelo Hamas para fazer vigilância na faixa de Gaza é ilegal.
02:54Eles não podem fazer isso.
02:56E eles estavam fazendo isso assim como eles fizeram com outros tantos hospitais de forma cínica, colocando a vida dos palestinos em risco.
03:02Foi autorizado a usar um drone para atacar especificamente esses terroristas e essas câmeras e, obviamente, o erro militar, conforme Israel já divulgou e já se desculpou.
03:14Dos 20 mortos, todos os jornais aqui em Israel e a inteligência israelense falam de que pelo menos nove pessoas eram membros do Hamas.
03:23Então eu quero fazer uma separação de dois pontos aqui.
03:25O erro militar de Israel, a decisão operacional, o erro operacional que Israel teve aqui do uso específico de tanques e não de drones para atacar especificamente esse alvo.
03:36Mas o que ninguém está falando é o que o Hamas estava fazendo no hospital Nasser com câmeras e com terroristas lá dentro.
03:46Isso é o que a gente precisa falar também.
03:48Muito bem. Aliás, estava falando aqui internamente ontem que quando há uma explosão em área de hospital atribuída falsamente a Israel pela imprensa,
04:00muitas vezes pautada por narrativas do Hamas, nós mostramos que não foram militares israelenses os responsáveis, como aconteceu, por exemplo, no caso do hospital Awali.
04:09Quando são responsáveis, nós mostramos também.
04:12Essa é a nossa diferença.
04:13A gente expõe os fatos e os limites do que se pode concluir a partir deles.
04:19Tem muita gente que topa a mentira como arma de guerra.
04:24São pessoas que ficam revoltadas quando aquela narrativa que é benéfica para o seu grupo e que macula os adversários, mas que é falsa,
04:33ela é refutada por jornalistas como nós.
04:36Então, quando acontece um disparo israelense, dois disparos no caso, é que atingem um hospital e isso dá uma repercussão negativa para Israel, evidentemente,
04:48a gente noticia igualmente.
04:50O que a gente não noticia é a notícia falsa.
04:53É a informação inverídica, como fez boa parte da imprensa mundial, os principais veículos, aqueles mais famosos,
05:01no caso do hospital Awali, em que se disse que Israel tinha bombardeado o hospital,
05:07tinha matado mais de 500 pessoas, cerca de 500 pessoas,
05:12e, na verdade, não tinha sido Israel, tinha sido a jihad islâmica que tinha disparado um foguete de um cemitério próximo na faixa de Gaza,
05:19não tinha atingido nenhum prédio do hospital, eles estavam intactos,
05:23a explosão tinha sido no estacionamento, o foguete errante da jihad islâmica caiu lá e não foram mortas 500 pessoas.
05:31E, no entanto, essa falsa atribuição a Israel de um assassinato de 500 pessoas ficou 24 horas no ar,
05:38nos principais veículos do mundo, sem que a sua refutação posterior tivesse o mesmo impacto.
05:43Nós não demos a notícia falsa.
05:45Nós demos, naquela ocasião, as notícias verdadeiras, a partir dos verdadeiros elementos colhidos,
05:52e nós, agora, fizemos a cobertura normal.
05:55Alexandre Borges, ontem de manhã, fez postagem no portal antagonista.com.br,
05:59no meio-dia, em Brasília, comentou o episódio com toda a ponderação,
06:04e agora a gente traz aqui para o Papa Antagonista.
06:06Estava na pauta de ontem, só não deu tempo de chegar até o fim do programa
06:09para a gente fazer a pauta internacional, já que a turbulência no Brasil era imensa.
06:14Então, olha só, para a gente começar a comentar um pouco disso,
06:18e até rapidamente, porque a pauta da CPMI do INSS está quente demais aqui no Brasil também.
06:25Tudo que Israel não podia fazer, depois de tantos episódios de desgaste,
06:29sem que tenha feito exatamente o que disseram, era atingir um hospital.
06:34Que o Hamas utiliza hospitais como centros de comando, como base,
06:40justamente para constranger Israel, justamente para que possa continuar atacando o povo israelense,
06:46e permanecerem seguros, e caso sejam atingidos, Israel fique com um desgaste maior.
06:52Isso é fato que o Hamas faz desde o começo da guerra.
06:56Então, existe uma parcela de culpa, de responsabilidade do Hamas imensa,
07:00que não é, de fato, como o André Lais comentou, apontada.
07:05Só se vira a cobrança moral em relação ao Estado Democrático de Direito,
07:12não ao grupo terrorista, e, no entanto, isso tampouco serve para, vamos dizer assim,
07:20anular a irresponsabilidade e a culpa de Israel nesse episódio.
07:25Existe uma diferença, claro, no tratamento, porque é estatutário no Hamas,
07:30a eliminação de israelenses, a eliminação de Israel do mapa.
07:34Os líderes do Hamas pregam isso abertamente.
07:37Olha tudo o que a gente mostrou, que Israel está fazendo, abrindo investigação,
07:41há um pedido público, há um lamento público em relação aos danos causados,
07:47há uma admissão de que o disparo, de fato, foi israelense, ao contrário do Hamas no caso.
07:53Agora, isso não elimina, de fato, a responsabilidade dos militares envolvidos nesse ataque pontual.
08:00E, claro, abre uma margem para críticas em relação à postura do governo Netanyahu
08:05em relação à faixa de Gaza nesse momento.
08:08Agora, isso anula, por exemplo, o princípio que nós defendemos,
08:14que é o de autodefesa de um país democrático que é atacado por um grupo terrorista,
08:20que sequestra 250 pessoas, além de ter matado 1.200.
08:24Não, não anula esse princípio.
08:25Israel tem legitimidade para reagir ao ataque terrorista do Hamas,
08:30para tentar resgatar os cidadãos que moravam no seu país.
08:35E o Hamas nunca aceitou, de uma maneira deliberada, a entrega de todos os reféns.
08:42Sempre houve várias propostas por parte de Israel com a demanda de que se liberassem todos os reféns vivos
08:50e todos os corpos daqueles que os terroristas do Hamas mataram,
08:54mas eles sempre guardam essa moeda de troca, justamente porque querem manter Israel
08:59sob a sua chantagem e fazer com que haja esse desgaste israelense
09:09nessa incursão dentro da faixa de Gaza.
09:11Então, esses episódios, eles têm de ser tratados na sua dimensão.
09:17É gravíssimo, as perdas humanas de palestinos, de jornalistas,
09:22dentro da faixa de Gaza, ainda mais numa área hospitalar,
09:26ela não vai passar em branco.
09:28E a gente tem que sempre refletir sobre a questão pontual e sobre a questão geral.
09:34Foi o Hamas que causou essa guerra,
09:35mas Israel, quando comete erros, e aí é preciso diferenciar aquela atitude deliberada
09:41de um governo ou de um país inteiro, de matar por maldade, como fazem os terroristas do Hamas,
09:47mas quando comete erros militares, as consequências são gravíssimas.
09:51Pessoas inocentes morrem e isso mexe com as famílias para sempre.
09:55Aliás, tanto é que Israel, isso é um dado que muita gente não sabe,
09:59porque também é pouco noticiado, mas a gente já noticiou meses atrás no Antagonista.
10:03Tanto é fato que Israel erra muitas vezes na guerra,
10:08e eu dei uma entrevista para o Flo, falei muito a respeito disso,
10:10tem um corte que está com 90 mil visualizações,
10:13depois eu dou o título aqui para vocês,
10:16que os militares israelenses, em diversos erros que eles tiveram na incursão,
10:21eles mataram outros militares israelenses.
10:23É aquilo que se chama fogo amigo.
10:25Essa expressão, muitas vezes, a gente vê no noticiário político,
10:28quando você tem um político aliado que está tentando fritar o outro por algum interesse.
10:33Nos últimos dias mesmo, houve o uso dessa expressão do fogo amigo,
10:37mas ela tem uma origem militar.
10:39É justamente no cenário de guerra, e em todas as guerras em geral acontece isso,
10:44quando militares matam seus próprios colegas,
10:47em razão da dificuldade de visibilidade, em razão de erros de equipamento,
10:51em razão de erros de disparos.
10:53Então, os próprios militares israelenses eventualmente morrem com disparos israelenses.
10:58E agora morreram palestinos dessa vez, como morreram várias outras vezes,
11:02nesse cenário de guerra, que é uma situação gravíssima.
11:07Ricardo Kertzmann.
11:08Diferente do que ocorre em ditaduras, em autocracias, em estados terroristas como o Irã,
11:15quando algo catastrófico assim, quando algo grave assim ocorre,
11:19é dever de um Estado democrático de direito, de um governo que vive em uma democracia,
11:25assumir a sua responsabilidade, iniciar as devidas apurações,
11:30e, na medida da culpabilidade dos envolvidos, punir as pessoas,
11:35levando-se sempre em conta o ambiente, o motivo em que tudo isso aconteceu.
11:41É o que Israel está fazendo.
11:43Assumiu a responsabilidade, abriu a investigação,
11:46e certamente vai chegar a um fim que terá a devida publicidade em toda a opinião pública mundial.
11:53Felipe, como você mesmo falou, o importante é que fique muito claro
11:57que, em guerras, catástrofes acontecem, infelizmente,
12:01vidas humanas, vidas de civis, tragicamente são perdidas,
12:04mas guerras têm início.
12:07E o início desta guerra atual se deu em 7 de outubro de 2023,
12:12quando o Hamas invadiu o território israelense
12:14e barbarizou milhares de pessoas, levando outras ainda como reféns.
12:19Assim como só não existe uma região pacificada,
12:22dois Estados independentes coexistindo,
12:25porque o Hamas não aceita isso.
12:27Então, enquanto infelizmente isso ocorrer,
12:30Israel vai cometer erros, como já cometeu outros,
12:33e cabe à sociedade civil de todos os países,
12:37a opinião pública internacional,
12:39criticar sim, mas sempre dando o devido peso
12:41e olhando sempre também para o outro lado.
12:44Quem quiser assistir a análise mais aprofundada,
12:47que não dá tempo para fazer aqui,
12:49da guerra que eu fiz lá na entrevista ao Flo,
12:51o título está só assim, eles deram um título de um corte,
12:54um título forte, assim,
12:55só assista se tiver estômago,
12:57depoimento assustador sobre Israel versus Hamas.
13:00Então, se você procurar esse título na busca do Google,
13:02com o meu nome, Felipe Moura Brasil,
13:04Flo, você vai encontrar lá uma análise detalhada,
13:06que faz aí essas refutações das narrativas comuns
13:10a respeito da guerra em Gaza.
13:12Duda Teixeira.
13:12Foi um erro de Israel, assim como ocorreram outros erros.
13:18Lembro de um aqui que eram três reféns israelenses
13:21que tinham conseguido se livrar ali do cativeiro,
13:25sair do cativeiro do Hamas e foram mortos por soldados israelenses.
13:29E toda vez que esses erros acontecem,
13:33há uma pressão enorme contra o governo de Israel,
13:36contra as forças de defesa de Israel,
13:37na sociedade israelense, nos territórios palestinos,
13:43no mundo árabe, no Oriente Médio e no mundo inteiro.
13:46Na Europa, muito forte.
13:48Então, esse tipo de erro é prejudicial ao governo de Israel,
13:53às forças de defesa de Israel,
13:54porque acaba isolando ainda mais o país.
13:58Então, dizer ali que vai ter uma investigação,
14:02é claro que o governo israelense e as FDI
14:06estão sob escrutínio, precisam prestar contas.
14:10Então, nesses casos mais chamativos,
14:15a investigação costuma ser mais eficiente.
14:18O problema é que a gente já tem vários erros
14:21e várias investigações se acumulando.
14:24Saiu um relatório recente dizendo que 88% das investigações
14:31não são concluídas,
14:33porque é difícil você conseguir coletar evidências
14:37de tudo o que está acontecendo.
14:40Então, a questão que eu acho que a gente precisa colocar aí
14:43é por que quase com dois anos já dessa guerra,
14:48a solução ainda está tão distante.
14:51Por que até agora o governo de Israel ainda não conseguiu viabilizar
14:56algum governo provisório na faixa de Gaza?
15:01As negociações que foram noticiadas pelos jornais,
15:05e aí são rumores, não tem uma comprovação,
15:08era de que eles estavam tentando negociar
15:11com o Sudão do Sul ou com a Somália
15:15para deslocar os palestinos para esses outros países.
15:18Então, obviamente que isso não é solução nenhuma.
15:21A solução é manter os palestinos na faixa de Gaza
15:24e tentar um governo que seja minimamente legítimo
15:29ou que seja pelo menos eficiente
15:30para que esse governo consiga conter o Hamas,
15:35fazer ali a economia voltar a funcionar,
15:38colocar uma polícia.
15:40Que não é simples, né?
15:41Não é simples e também não existe vontade política
15:45por parte do governo de Israel,
15:46porque se Benjamin Netanyahu fazer isso,
15:50isso vai ser visto como uma concessão
15:52por parte de ministros que estão no gabinete do Netanyahu.
15:56E esses ministros ameaçam deixar o governo
15:58caso o Netanyahu consiga deixar ali um governo viável
16:03com apoio dos países árabes.
16:05Então, o Netanyahu não faz esse tipo de coisa
16:08para não desagradar a própria coalizão.
16:10Porque se esses ministros deixarem o governo,
16:13vai ter eleição e o Netanyahu cai.
16:15Então, esse acho que é o problema de fundo.
16:18Por que essa guerra até agora não acabou?
16:21E aí eu acho que tem também
16:23uma parcela de responsabilidade grande
16:25do governo de Israel.
16:27Isso é o que a própria oposição
16:30dentro de Israel ao Benjamin Netanyahu prega.
16:33O fim da guerra, que se chegue aos acordos possíveis,
16:37é o que diz o Yair Lapid,
16:39é o que diz o Benny Gantz.
16:40E nós repercutimos sempre as falas dos opositores
16:44do Benjamin Netanyahu, porque muita gente ativista, militante,
16:47acha que Israel é uma coisa só.
16:49Israel, Israel, Israel.
16:51De fora, só vê uma figura malvada.
16:53Dentro, você tem o Estado Democrático de Direito
16:55com todas as tensões políticas,
16:57com a sociedade, inclusive,
17:00tendo diversas discussões,
17:02pessoas que são a favor, que são contra,
17:04que são a favor, mas não desse jeito.
17:06E lá na imprensa, livre de Israel,
17:10é claro que há uma preocupação ali
17:12com eventuais divulgações de segredos militares
17:14que comprometam os militares ou a própria população,
17:18mas você tem uma liberdade política para o debate.
17:21Então existe uma série de críticas
17:23feitas ao governo de Benjamin Netanyahu
17:25em relação a essa postura na guerra.
17:27Nós, inclusive, fizemos várias vezes aqui
17:29críticas em relação à falta de planejamento do Netanyahu
17:32para o que acontecesse depois da guerra.
17:34Agora, também, a gente não pode omitir
17:36o fato que ajuda o Netanyahu
17:39a atender essa demanda política
17:42de um pessoal que muitas vezes é rotulado
17:44como extremista de direita dentro da coalizão dele,
17:47que é o fato de que o Hamas não entregou
17:49todos os reféns e todos os corpos.
17:51Então isso ainda confere, vamos dizer assim,
17:55alguma legitimidade à postura do governo
17:57de ir até o fim para resgatar todos os israelenses
18:00sem deixar nenhum para trás.
18:02Então é uma situação altamente complexa
18:03que os israelenses conhecem muito bem.
18:05E a gente tratou no primeiro bloco da questão da guerra.
18:08Conseguimos aqui, no tempo apertado de um telejornal,
18:12fazer um resuminho, pelo menos,
18:14é daquilo que está acontecendo.
18:15E agora vamos tratar da questão diplomática envolvendo o Brasil.
18:18O ministro da Defesa israelense, Israel Katz,
18:21chamou Lula de antissemita declarado
18:23e apoiador do Hamas
18:25ao comentar a saída do Brasil
18:28da Aliança Internacional para a Memória do Holocausto
18:30que ocorreu no final do mês de julho.
18:32Katz publicou a seguinte mensagem no X
18:34nessa terça-feira 26.
18:36Aspas.
18:37Quando o presidente do Brasil, Lula,
18:38desrespeitou a memória do Holocausto
18:40durante meu mandato como ministro das Relações Exteriores,
18:43declarei o persona não grata em Israel
18:44até que pedisse desculpas.
18:46Abro aspas.
18:47Continuando aqui na declaração do Israel Katz.
18:52Agora ele revelou sua verdadeira face como antissemita declarado
18:55e apoiador do Hamas ao retirar o Brasil da Aliança,
19:00que tem a sigla ali em inglês,
19:01o organismo internacional criado para combater o antissemitismo
19:04e o ódio contra Israel,
19:06colocando o país ao lado de regimes como o Irã,
19:08que nega abertamente o Holocausto
19:10e ameaça destruir o Estado israelense.
19:12Como ministro da Defesa de Israel, afirmo
19:14Saberemos nos defender contra o eixo do mal do islamismo radical,
19:18mesmo sem a ajuda de Lula e seus aliados.
19:21Vergonha para o maravilhoso povo brasileiro
19:23e para os muitos amigos de Israel no Brasil,
19:25que este seja o seu presidente.
19:27Dias melhores ainda virão para a relação entre nossos países.
19:31Fecho aspas.
19:32Nós separamos também a imagem que ele publicou,
19:34gerada por inteligência artificial,
19:36que mostra Lula como um fantoche
19:37controlado pelo líder supremo do Irã, Ali Khamenei.
19:40Está aí na tela para vocês verem.
19:42E na manhã desta terça, 26, Lula voltou a acusar Israel
19:45de cometer um genocídio na faixa de Gaza.
19:48Vamos acompanhar o que disse o petista
19:49durante reunião ministerial no Palácio do Planalto.
19:52Depois nós temos a continuidade do genocídio na faixa de Gaza,
19:58sabe, que não para, todo dia tem uma novidade,
20:00todo dia mais gente morre,
20:02todo dia crianças que estão com fome,
20:05aparecem na mídia,
20:06crianças todamente esqueléticas,
20:08sabe, atrás de comida,
20:10e são assassinadas como se estivessem em guerra.
20:13São assassinadas como se fossem do Hamas.
20:15E vocês percebem que a fragilidade do mundo é tão grande,
20:20a fragilidade da governança cobrada,
20:22é que ninguém toma atitude.
20:25Ou seja, é por isso que nós estamos há muito tempo
20:27reivindicando essa questão de mudança
20:31na governança da ONU,
20:33para que tenha alguém que tenha interferência
20:36de parar com um genocídio como esse,
20:38de parar com uma guerra,
20:39de evitar uma guerra,
20:41coisa que nós não temos hoje.
20:42É por isso que nós vamos continuar brigando
20:45para que a governança mundial
20:47seja repensada, fortalecida,
20:51com a entrada de muitos outros membros.
20:54É óbvio que o discurso do Lula,
20:57desde o começo da guerra,
20:58não tem nuance alguma.
20:59Ele já explorou diversos episódios
21:02relativos a hospitais
21:04que não tinham sido disparo de Israel.
21:06Inclusive, o mais emblemático deles,
21:08que foi o caso do Awali.
21:10Mas ele fala aí do genocídio
21:12desde o começo da guerra.
21:14É um conceito que, obviamente,
21:16a sua aplicação é refutada por historiadores.
21:19Nós já apresentamos aqui as diferenças
21:21de um genocídio para aquilo que acontece
21:24na guerra, na faixa de Gaza.
21:27O Lula fala ali das crianças esqueléticas
21:29que aparecem.
21:30Existe fome em Gaza.
21:32E a gente já mostrou aqui, inclusive,
21:34a fome dos reféns mantidos pelo Hamas.
21:37Então, a fome que a gente sabe muito bem
21:39quem é que causa,
21:41que é uma coisa muito objetiva
21:43e em contexto,
21:46é a fome dos reféns do Hamas.
21:48Essa é causada diretamente pelo Hamas,
21:51por ninguém mais.
21:52Existe a fome da população de Gaza.
21:56Essa, você tem uma margem para discussão
21:58sobre as responsabilidades.
22:00E nós já tivemos aqui discussões
22:03a respeito disso.
22:04No entanto, também existem narrativas falsas
22:07e magéticas, inclusive,
22:09em relação à fome em Gaza.
22:11Como a gente também tem mostrado,
22:13sem deixar de apontar, que existe a fome.
22:16Só que você tem pessoas, crianças,
22:18que têm outros problemas,
22:20problemas genéticos,
22:22problemas de paralisia,
22:23problemas que nada têm a ver
22:25com a insegurança alimentar
22:27durante a guerra na faixa de Gaza.
22:29E a imagem dela está sendo usada
22:31para ilustrar como se fosse a fome.
22:33Também tem casos de fotógrafos
22:35que estão encenando determinadas situações
22:38das crianças com a panela vazia,
22:40como se não houvesse comida,
22:41quando, na verdade,
22:42elas estão ali na fila para comer.
22:44E elas não estão esqueléticas.
22:46Elas estão, claro,
22:48esperando a sua vez para comer,
22:50porque existe o envio de ajuda humanitária,
22:52inclusive facilitado por Israel.
22:54Então, você tem várias nuances aí
22:56e, obviamente, se perdem no discurso,
22:58muito alinhado ao discurso do Irã,
23:01porque o Irã é um aliado do PT,
23:04e, repito, na retórica do Lula.
23:06E a gente separou também
23:07a reação do Itamaraty
23:08ao suíte de Israel Katz
23:10sobre o presidente do Brasil.
23:11Abro aspas.
23:12O ministro da Defesa
23:13e ex-chanceler israelense Israel Katz
23:15voltou a proferir ofensas,
23:17inverdades e grosserias inaceitáveis
23:19contra o Brasil e o presidente Lula.
23:21Espera-se do senhor Katz,
23:23em vez de habituais mentiras e agressões,
23:25que assuma a responsabilidade
23:26e apure a verdade
23:27sobre o ataque de ontem
23:28contra o hospital Nasser em Gaza
23:30e provocou a morte
23:31de ao menos 20 palestinos,
23:32incluindo pacientes,
23:33jornalistas e trabalhadores humanitários.
23:35As operações militares israelenses em Gaza
23:37já resultaram na morte
23:38de 62.744 palestinos,
23:41dos quais um terço
23:42são mulheres e crianças
23:43e em uma política de fome
23:45como arma de guerra
23:45imposta à população palestina.
23:48Fecho aspas aqui
23:49só para fazer um parênteses.
23:50Aí é toda a narrativa do Hamas
23:53divulgada por esse setor do governo
23:57que faz parte do grupo terrorista
24:01e que é endossada pelo governo Lula,
24:05repito, sem qualquer nuance.
24:06Você tem dezenas de milhares
24:08que são membros do grupo terrorista
24:10e que foram eliminados.
24:11E tem outras pessoas civis.
24:14É que, para fazer essa polarização com Israel,
24:17se absorve toda a narrativa
24:20de interesse do Hamas
24:21e aqui a gente vai cumprir
24:23o dever jornalístico
24:24de estabelecer as devidas distinções,
24:26mesmo que haja discussões
24:29sobre esses números.
24:32Israel continua ali a mensagem
24:34aspas
24:34Encontra-se sob investigação
24:36da Corte Internacional de Justiça
24:37por plausível violação da Convenção
24:39para Prevenção e Punição
24:41do Crime de Genocídio.
24:42Como ministro da Defesa,
24:43o senhor Katz não pode se eximir
24:44de sua responsabilidade,
24:46cabendo-lhe assegurar
24:47que seu país não apenas previna,
24:48mas também impeça a prática
24:49de genocídio contra os palestinos.
24:52Feche o aspas.
24:53É um daqueles casos
24:54que tem erro de vários lados.
24:56Então, só para levantar aqui a questão,
24:58é óbvio que a crítica feita
25:00pelo Israel Katz,
25:01ministro das Relações Exteriores,
25:02vem num momento muito ruim para Israel.
25:05Israel está passando
25:05por toda a repercussão negativa
25:07dos disparos
25:09que atingiram um hospital.
25:11Atingiu ali a parte superior,
25:13aí depois pessoas saíram,
25:14aí veio um novo disparo,
25:16e a repercussão negativa
25:17é mundial a respeito desse episódio.
25:19Então, teve aí diversas semanas,
25:21inclusive,
25:21em que a situação estava menos pior
25:24para rebater a saída,
25:26também absolutamente imoral,
25:29do Brasil,
25:31mas imposta pelo governo Lula,
25:34dessa aliança do Holocausto.
25:36Então, são questões diferentes
25:37e a gente vai estabelecendo
25:38as devidas distinções aqui.
25:39Duda Teixeira.
25:40O Lula fala em genocídio,
25:42isso é uma bobagem,
25:44não existe a intenção
25:45do governo de Israel
25:46de eliminar a população palestina.
25:50Há críticas que podem e devem ser feitas
25:54em relação ao governo de Israel,
25:55mas genocídio não faz parte delas.
26:00O Lula deveria estudar melhor
26:02a questão antes de abrir a boca.
26:03E quando ele está falando ali
26:06da governança global,
26:07que precisa incluir novos membros,
26:10o que ele está trazendo
26:12é uma campanha antiga
26:15do Celso Amorim,
26:16do PT,
26:17de reformar o Conselho de Segurança
26:20da ONU,
26:21que não vai dar certo,
26:24nunca vai acontecer
26:25e que se por acaso
26:27eu estiver enganado
26:28e um dia isso acontecer,
26:30não vai ajudar em nada
26:31nas situações como a gente vê aqui.
26:33Por quê?
26:34O Conselho de Segurança foi criado
26:35para ser um grupo de países
26:37que quando um vai lá
26:39e invade o outro,
26:41o Conselho de Segurança vai lá
26:42e com a sua força militar
26:44consegue deter
26:45e impedir uma guerra.
26:48Tá bom,
26:48o que aconteceu na Ucrânia?
26:50A Rússia invade a Ucrânia
26:52e a Rússia é membro
26:53do Conselho de Segurança.
26:55Então o Conselho de Segurança
26:56foi incapaz de fazer qualquer coisa
26:59em relação à guerra da Ucrânia.
27:00O que o Lula falou
27:01em relação à guerra da Ucrânia?
27:03O Lula só deu justificativa
27:05para reforçar,
27:07para apoiar a invasão russa.
27:09Foi lá depois
27:09numa parada militar
27:11em Moscou
27:12para bater palma
27:13para os drones e soldados
27:15usados na guerra da Ucrânia.
27:17Então é uma bobagem isso,
27:19mas essa coisa
27:20de aumentar o número
27:21de países no Conselho de Segurança
27:23também enfrenta
27:24oposição de outros países
27:26que também querem um lugar
27:27no Conselho de Segurança,
27:28mas que o Lula
27:30na verdade
27:30só vai trazendo de volta
27:32uma bandeira antiga dele,
27:35do Sol Samorim e do PT,
27:36meio que só está usando
27:37o que está acontecendo
27:39lá na faixa de Gaza
27:40para reivindicar
27:42um desejo próprio dele.
27:44Ricardo Kertzmann.
27:44Olha, eu não diria
27:47que o presidente Lula
27:48é um antissemita declarado
27:50e nem um apoiador
27:51do Hamas,
27:52mas se ele não apoia o Hamas,
27:55eu também não vejo ele
27:56criticar o Hamas,
27:58ao contrário,
27:59eu vejo ele o tempo todo
28:00absorver as informações
28:03do Hamas
28:03e repeti-las
28:04como se fosse verdade
28:05e o tempo todo
28:06criticar Israel.
28:07E se ele não é
28:08um antissemita declarado,
28:10as atitudes
28:10que ele vem tendo
28:12já há algum tempo
28:12são atitudes antissemitas.
28:15Antigamente, Felipe,
28:16o antissemitismo
28:17ficava muito circunscrito
28:19a atos de violência
28:20contra judeus
28:21ou contra comunidades judaicas
28:23ou contra equipamentos,
28:24prédios, sinagogas judaicas.
28:26Mas já há muito tempo
28:27é consenso
28:27na comunidade econômica,
28:29na comunidade internacional,
28:32na diplomacia internacional,
28:33na academia,
28:34no jornalismo,
28:35que o antissemitismo
28:36são atos,
28:37é um conjunto de atos
28:39que corriqueiramente,
28:40quase que repetidamente,
28:42atacam os judeus
28:44e atacam Israel.
28:45E é o que o presidente Lula
28:46vem fazendo há muito tempo,
28:47principalmente,
28:48quando ele mente,
28:50ele mente de forma deliberada,
28:52ele mente de forma
28:52contumaz com relação a Israel.
28:55Neste vídeo
28:56que a gente acabou de assistir,
28:58ele mais uma vez
28:59faz isso,
29:00ele diz que Israel
29:01assassina crianças
29:02como se fossem do Hamas.
29:05E isso é claro
29:05que não é verdade.
29:07Quando ocorrem essas mortes,
29:08a gente acabou de dizer
29:09o que aconteceu
29:10nesse terrível acidente,
29:12nesse bombardeio no hospital,
29:14Israel abre uma investigação
29:16e vai a fundo nisso.
29:17Israel jamais assassinou
29:19deliberadamente uma criança
29:20como se fosse um membro
29:21do Hamas.
29:22Aliás,
29:23o presidente Lula
29:24não condenou a Rússia
29:26quando ela atacou
29:26uma maternidade na Ucrânia,
29:28também ferindo crianças.
29:30Assim como o presidente Lula
29:31também não criticou
29:32ou não acusou
29:34de assassinato
29:35o Hezbollah,
29:36que é mantido pelo Irã,
29:38é armado pelo Irã,
29:39quando disparou um foguete
29:40e matou crianças
29:41num campo de futebol
29:42no norte de Israel.
29:43E só para finalizar,
29:45Felipe,
29:45historicamente,
29:46sob a administração petista,
29:48as relações diplomáticas
29:49entre Brasil e Israel
29:51são sempre muito ruins.
29:52Haja visto aquele episódio
29:54ainda lá no mandato
29:55da Dilma Rousseff
29:56em que um diplomata
29:57israelense
29:57classificou o Brasil
29:58como anão diplomático.
30:01Porém,
30:01sob essa gestão Lula,
30:03sobre esse novo mandato
30:04do Lula,
30:04a gente vive o pior momento.
30:06Brasil não tem
30:07um embaixador Israel,
30:09agora Israel não tem
30:10um embaixador aqui no Brasil.
30:11Isso nunca aconteceu
30:12dessa forma
30:13tão agressiva
30:14entre os estados.
30:15E aí, Felipe,
30:16da mesma maneira
30:17que o presidente Donald Trump
30:18tenha tirado
30:19na lata de lixo
30:20200 anos
30:21de relação
30:21de amizade
30:23entre Brasil
30:24e Estados Unidos,
30:25o presidente Lula
30:25está fazendo a mesma coisa
30:27na relação
30:27entre Brasil
30:28e Israel.
30:30Só reforçando,
30:30o Duda já falou
30:32a respeito disso,
30:32o governo de Israel
30:33rebaixou oficialmente
30:34o nível de suas relações
30:35diplomáticas com o Brasil
30:36após o governo Lula
30:37rejeitar a nomeação
30:39de Gali Dagan,
30:40não sei como é que se pronuncia,
30:41como novo embaixador
30:42em Brasília.
30:43Essa cobertura está
30:44na Cruzoé
30:45e no antagonista também.
30:46Quer concluir, Duda?
30:47E só um último ponto,
30:48o Brasil saiu
30:49dessa aliança internacional
30:51da memória do Holocausto,
30:53o Celso Amorim
30:54admitiu isso,
30:55a gente comentou aqui,
30:56ele falou,
30:56é porque eles queriam
30:57que a gente adotasse
30:59a definição deles
31:00de antissemitismo,
31:02mas é diferente
31:03da nossa,
31:03só que não existe
31:05definição brasileira
31:06de antissemitismo,
31:07ele está inventando
31:08desculpas
31:09para sair da aliança
31:11e é problemático
31:13porque o que a aliança faz
31:14é trazer informações,
31:17a história do Holocausto
31:19para que ela não se repita
31:20e apontar mais facilmente
31:23os ataques antissemitas
31:25no mundo inteiro.
31:27Quando o Brasil sai
31:28dessa aliança,
31:29ela acaba deixando
31:30mais expostos
31:32os judeus
31:33aqui no Brasil,
31:34sejam brasileiros
31:34ou de outras nacionalidades.
31:36Então,
31:37é um problema isso,
31:38porque coloca brasileiros
31:40em risco potencial,
31:43é por uma questão
31:44que tem a ver
31:45com Estado,
31:46com diplomacia,
31:48né,
31:48então você coloca
31:50brasileiros
31:53como possíveis vítimas,
31:54porque você tira
31:55a proteção delas
31:56por uma questão
31:57do que o governo brasileiro
31:59pensa,
32:00do que o governo
32:00israelense está fazendo,
32:01o que é um grande absurdo.
32:03É,
32:03eles querem ter a liberdade
32:05de serem preconceituosos
32:06em relação a todos os episódios
32:08envolvendo Israel,
32:09preconceituoso no sentido
32:10mesmo de ter
32:11uma tese preconcebida
32:13antes de saber dos fatos,
32:14sem serem taxados
32:16de antissemitas.
32:17Então,
32:17é essa atitude
32:18que a gente vê
32:19o governo Lula
32:19tomar de uma maneira
32:20completamente
32:22aloprada,
32:24mas na verdade
32:25é pior do que aloprada,
32:26né,
32:26é uma maneira
32:27muito alinhada
32:28ao Irã,
32:29que é quem patrocina
32:30os grupos terroristas
32:31que atacam Israel.
32:33O Hamas
32:34e a jihad islâmica
32:35desde a faixa de Gaza,
32:36ali ao sul de Israel,
32:38o Hezbollah
32:38desde o sul do Líbano,
32:40portanto ao norte
32:40do território israelense,
32:42e mais
32:43os rutsis
32:44que disparam
32:45lá do Iêmen,
32:46mísseis
32:47que percorrem
32:47longa distância
32:48para atingir Israel.
32:50Moxs
32:53é
32:55Moxs
32:55é
32:56E aí
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