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A Hitachi Energy anunciou investimento de US$ 200 milhões e a abertura de uma nova fábrica de transformadores em Pindamonhangaba, interior de São Paulo. Alexandre Malveiro, vice-presidente para a América Latina, detalhou a expansão que deve dobrar a produção no país até 2028. Acompanhe a análise de Mariana Almeida.

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Transcrição
00:00E a Hitachi Energy anunciou a construção de uma nova fábrica de transformadores de potência
00:06em Pindamonhangaba, no interior de São Paulo.
00:09A nova unidade faz parte do investimento total da empresa no Brasil de 200 milhões de dólares
00:15e pretende dobrar a capacidade de produção no país até o ano de 2028.
00:20A planta está projetada para gerar 450 empregos diretos e cerca de 1.800 indiretos,
00:28impulsionando o desenvolvimento econômico da região do Vale do Paraíba.
00:34Sobre esse investimento, a gente vai conversar com o Alexandre Malveiro,
00:38que é vice-presidente para a América Latina da Unidade de Negócios de Transformadores da Hitachi Energy.
00:46Então, essa cidade fica estratégica para nós do ponto de vista de logística.
00:50Nós estamos praticamente a 200 quilômetros do porto de Itaguaí,
00:55um dos principais pontos de escoamento para os nossos produtos.
00:57Nós também estamos a 150 quilômetros da nossa fábrica
01:01e onde nós podemos interagir com a produção, com as pessoas de uma fábrica para outra unidade de negócio.
01:08Nós já estamos indo na região, trabalhando com as escolas técnicas,
01:11buscando formação de jovens, aprendizes.
01:14Logicamente, nós também vamos ter uma interação com funcionários da planta hoje existente de Guarulhos,
01:20que também nós vamos levar para que sejam replicadores das informações,
01:24dos processos de fabricação dos transformadores.
01:26Hoje, uma das grandes aplicações, um dos grandes segmentos que nós temos de atuação
01:30é o segmento de data centers.
01:33Esse é um mercado em franca expansão e a gente acredita que esse mercado vai seguir com essa tendência.
01:39Não podemos deixar de lado também outros setores, outros segmentos,
01:42como também o segmento de solar, o segmento também das próprias concessionárias,
01:48transmissoras, distribuidoras e geradoras de energia.
01:50Enfim, nós temos um horizonte bastante otimista que a gente enxerga
01:54e por isso toda essa expansão que a gente está anunciando agora.
01:59Mariana Almeida, a gente viu então aí na Sonora um investimento enorme no Brasil,
02:05numa cidade em Pindamonhangaba, no interior de São Paulo.
02:08Entre tantas notícias tão difíceis que a gente vê, não só para o Brasil como no mundo,
02:13uma notícia boa e que vai gerar tanto emprego aqui para o país.
02:18Pois é, Paula. E na verdade, a decisão do investimento, como a gente estava ouvindo,
02:23ela é interessante porque ela dialoga com dois assuntos, que são assuntos de futuro,
02:27de fronteira e que nem sempre agora estão caminhando juntos, que é o quê?
02:32A questão também de matrizes energéticas limpas, que é uma das características da Itachi.
02:36Ela, inclusive, anunciou, comentou que esse investimento também é para buscar uma consolidação
02:42aí no Brasil como uma das fornecedoras.
02:44E aí a energia limpa aqui pensando muito em toda a infraestrutura para o sistema elétrico,
02:49que é um dos setores onde a Itachi trabalha, no Brasil e no mundo.
02:53Mas, além disso, a empresa, além de ter esse investimento específico,
02:57pensando aí na questão elétrica, um dos usos dos transformadores,
03:01como a gente também estava ouvindo ali, que vão ser produzidos nessa nova fábrica,
03:05são os data centers. E aí isso se conecta com o processo mais amplo
03:09que a empresa tem feito, que o conglomerado, inclusive, que é grande, tem feito desde o Japão,
03:13que é apostar nessa fronteira tecnológica que vem à frente,
03:17apostar na inteligência artificial, mas sabendo que para a inteligência artificial avançar,
03:23ela precisa estar conectada com alternativas de energia.
03:25Então, esse combinado de desenvolvimento tecnológico, pensando do para frente,
03:30do que a gente ainda desconhece de potencial, mas sabe que é grande, que é a IA,
03:34ele só vai ser plenamente possível de ser, de fato, desenvolvido
03:39se tiver uma base também tecnológica e essa precisa ser limpa.
03:43Por mais que a gente fale no dia a dia e agora,
03:45não, vamos voltar, volta a produzir mais petróleo, acessa,
03:48a questão climática é um ponto que está posto.
03:51Infelizmente, a COP30 não vai ter a centralidade, não tem tido até agora a centralidade do debate
03:56que poderia ter, mas, nesse caso em particular, com esse investimento,
04:00retoma para a gente a importância de se preparar, de antecipar esses movimentos
04:05e conseguir isso, ter como produzir a infraestrutura necessária
04:09para você ter energia limpa e capacidade de processamento de informação.
04:13O mundo vai para isso.
04:14De alguma maneira, a gente vai ter que se sustentar com a capacidade incrível
04:17que a gente agora tem de processar informação,
04:20mas isso tem que estar ancorado numa capacidade sustentável,
04:23de sustentar isso ao longo do tempo com o planeta e com o restante da vida.
04:26Paula.
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