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Em entrevista exclusiva ao Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC, Carlo Pereira conversou com Enio Verri, diretor-geral brasileiro da Itaipu Binacional. Verri explicou como a usina vai reduzir tarifas e ampliar investimentos em energia limpa. A entrevista também abordou assuntos como a transição energética, novas tecnologias e da parceria com o Paraguai.

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Transcrição
00:00E a partir de 2027, a tarifa de energia gerada pela Itaipu Binacional deve ficar mais barata.
00:07Boa notícia, né?
00:08A informação é de Enio Verri, diretor-geral brasileiro da maior hidrelétrica do mundo.
00:14Em conversa com o especialista em sustentabilidade, Carlo Pereira,
00:18um dos notáveis do Times Brasil, licenciado exclusivo CNBC,
00:22o executivo falou sobre as negociações para definição da tarifa com o Paraguai,
00:27que detém 50% da usina.
00:30O papel estratégico da usina de Itaipu na transição energética
00:33e os investimentos em novas fontes de energia limpa e renovável
00:37também estão no centro dessa conversa que a gente acompanha agora.
00:43Nos últimos 40 anos, a usina de Itaipu consolidou-se como a maior geradora de energia limpa do mundo,
00:49sendo responsável por cerca de 6% da eletricidade consumida no Brasil e 80% da do Paraguai.
00:57Mesmo em 2024, ano marcado por uma das piores secas da história,
01:03a usina manteve alta eficiência e atendeu de forma relevante a demanda energética dos dois países.
01:10Agora, diante da urgente transição energética global,
01:15Itaipu busca inovar e diversificar investindo em pesquisa de novas matrizes limpas como biomassa,
01:23hidrogênio verde e combustível sustentável de aviação, o SAF.
01:28Comigo aqui, para falar desses desafios, está o presidente da Itaipu, Enio Verri.
01:34Bem-vindo, Enio.
01:36Cara, é um grande prazer estar aqui conversando com você e também com quem está nos assistindo.
01:41Enio, qual é o papel da Itaipu na transição energética brasileira?
01:45A Itaipu foi, até 2003, 2004, apenas uma usina, uma usina hidrelétrica,
01:52produzindo energia para o país, chegando a produzir até 25% da energia consumida pela nossa população,
01:59pela indústria e pela população.
02:01A partir de 2005, através de um acordo do Brasil e do Paraguai, a Itaipu ampliou o seu papel.
02:07Hoje, a Itaipu não é apenas uma usina hidrelétrica,
02:10era uma usina hidrelétrica com compromisso socioambiental
02:14e com o desenvolvimento do Brasil e do Paraguai.
02:17Parece uma coisa muito simples, mas é a usina, hoje,
02:22produzindo energia barata, limpa.
02:25Hoje, para você ter uma ideia, aqui para nós, o Sul, o Sul, o Oeste, o Centro-Oeste,
02:29a nossa é a terceira energia mais barata.
02:33No Brasil, o preço médio da energia é R$ 300,00 o quilowatt.
02:38A nossa chega, no máximo, a R$ 240,00.
02:41Então, primeira coisa, nós jogamos o preço da energia elétrica para baixo,
02:46fazemos com que ela seja mais barata.
02:48Segundo, nós temos um compromisso com o desenvolvimento.
02:51O que é o desenvolvimento em épocas de crise climática?
02:54É a transição energética.
02:56É acharmos alternativa para que a economia possa crescer,
03:00possa desenvolver-se tanto o nosso território como todo o país,
03:04mas criando alternativa que não seja o combustível tradicional,
03:08esse que está criando o gás carbono, que está criando tanto problema nosso.
03:13Bom, nós fazemos muitos investimentos.
03:16Um dos investimentos atuais, que é a primeira experiência,
03:18será entregue agora, no mês de maio,
03:21é usar o fio d'água, o nosso reservatório,
03:24para produzir a energia solar.
03:26A Itaipu é a única hidroelétrica que tem reservatório,
03:30e o nosso reservatório é gigantesco.
03:32A ideia é aproveitar parte do reservatório,
03:34com placas solares,
03:35e com isso, produzir energia limpa,
03:37mais barata do que a hidroelétrica,
03:39para acoplarmos a nossa produção,
03:41jogando o preço da energia para baixo.
03:44Nós temos também o chamado hidrogênio verde.
03:46Essa já é uma pesquisa de 15 anos,
03:48que nós temos no nosso parque tecnológico.
03:50Nós já temos tudo pronto,
03:52mas nós não temos produção de escala.
03:54Se não tem produção de escala, não tem preço.
03:57Então, nós estamos no momento agora,
03:58à procura de parceiros.
04:00Estamos conversando com a iniciativa privada.
04:02Vários setores hoje, do biogás, do biodiesel,
04:06estão conversando conosco,
04:07para dali sair uma experiência, uma parceria,
04:10para a produção também do hidrogênio verde.
04:13E o SAF, que é um grande debate,
04:16é a nossa mais nova filha, vamos chamar assim,
04:19que é o nosso petróleo sintético para aviação.
04:22Nós estamos conseguindo produzir isto
04:24a partir da presença da usina,
04:26através do biogás, da água, da pressão da água.
04:30Estamos conseguindo produzir também.
04:32Essa é uma experiência mais recente,
04:34está bem avançada.
04:35Esperamos, em breve,
04:37chegarmos a uma escala de produção
04:39que possa ser colocada no mercado.
04:40Mas, concretamente, temos uma usina
04:45que, ao mesmo tempo que faz experiências alternativas
04:48de produção de energia limpa e barata,
04:51é um modelo no mundo.
04:53Não só em capacidade de produção.
04:55Entramos no Guinness Book, o ano passado,
04:58como a usina que mais produziu energia acumulada.
05:01São 3 bilhões de kWh acumulados.
05:04E, além de produzir isso,
05:06somos um modelo na preservação,
05:07provando que é possível você produzir energia limpa,
05:12barata, preservar a natureza
05:14e ainda ter um preço competitivo,
05:17que é o grande desafio que nós temos hoje.
05:19E é interessante ver que Itaipu,
05:21então, não só olhando a eletricidade,
05:23mas está atacando o problema
05:25da geração de energia do país,
05:27que é, então, a utilização de combustíveis fósseis.
05:29Apesar de, vamos lá também,
05:33quando a gente fala em transição energética,
05:35temos também que lembrar
05:36que o nosso petróleo
05:38é o menor em conteúdo de carbono do mundo também.
05:41Tem mais, né, Carlos?
05:42Se você me permite,
05:43você afirmou duas coisas.
05:45Primeiro,
05:47o petróleo é fundamental
05:48para financiar a transição energética.
05:51Vamos tomar cuidado
05:52para não transformar o petróleo em bandido
05:54e, a partir de amanhã, não vamos usar.
05:55Claro, a humanidade clama
05:58por essa construção dessa alternativa
06:00e é inevitável que ela ocorra.
06:02Apenas temos que tomar cuidado
06:03com o processo histórico disso.
06:06E isso leva 10, 20 anos.
06:08E alguém tem que pagar essa conta.
06:09O petróleo, ele ainda é
06:11o grande player
06:14num processo de financiador da transição energética.
06:16Esse é um ponto importante,
06:18até porque estamos debatendo no Brasil hoje
06:20uma nova localização de exploração petrolífera.
06:24Então, temos que pensar nisso.
06:26O segundo,
06:27a Itaipu,
06:28ela deixou de ser,
06:29conforme você mesmo disse,
06:31essa grande usina
06:33que produz energia
06:34para ser a grande bateria do Brasil.
06:37A energia solar,
06:39que é a fotovoltaica,
06:41a eólica,
06:41que é a partir do vento,
06:43ela hoje representa
06:4340% da energia instalada no Brasil.
06:46É muita coisa.
06:47Muita coisa.
06:48Só que ela é intermitente.
06:49Ou seja,
06:50fechou o tempo,
06:52parou de ventar,
06:53você não tem essa energia.
06:54Quem garante energia firme
06:56é a hidroelétrica.
06:58E a Itaipu tem esse papel.
07:00Hoje, a Itaipu,
07:01é exatamente esse backup nacional,
07:03onde,
07:04quando as energias intermitentes param,
07:07a Itaipu entra.
07:08Às vezes,
07:09nós temos que aumentar
07:09a produção da energia de Itaipu
07:11em até 100%,
07:12porque vai chegando
07:13quatro horas da tarde,
07:15vai escurecendo
07:15e vai caindo
07:17a produção da energia solar.
07:18e aí,
07:19nesse momento,
07:20a usilha elétrica
07:21tem que mexer o seu botão
07:22e tem que ir aumentando.
07:24Então,
07:25você chega a dias,
07:26você vai olhando os gráficos diários,
07:28nós chamamos de boca de pato,
07:29né?
07:29Então,
07:30é,
07:30exatamente,
07:31é uma coisa incrível
07:33de até 100% de aumento
07:35em algumas horas
07:35para garantir a manutenção
07:37da energia no país.
07:38Como é que se dá
07:39o dia a dia
07:40dessa relação
07:41de uma empresa
07:41que é,
07:42como pouquíssimas outras
07:44no mundo,
07:46essa questão
07:46de ser binacional?
07:49A Itaipu,
07:50ela é uma revolução dupla.
07:52Primeiro,
07:53uma revolução da engenharia.
07:54Você imaginou,
07:55você que é da área,
07:56há 50 anos atrás,
07:58construiu uma usina
07:58daquele tamanho.
08:00Não tinha software,
08:01não tinha nem
08:02calculadora científica.
08:04Era na régua T
08:05que se faziam os cálculos
08:06e a máquina
08:07de calcular
08:08elas são madeirinhas
08:09facíticas,
08:10faziam assim com a mão.
08:11Então,
08:11você imagine,
08:13com aquele tipo
08:14de tecnologia,
08:14construir uma usina
08:15que está há 50 anos
08:17e de pé,
08:18firme,
08:19produzindo.
08:19Então,
08:19é uma revolução
08:20da engenharia,
08:22da humanidade,
08:23do conhecimento científico.
08:24Mas há uma outra revolução,
08:26a prova que a integração
08:27entre os países
08:28é possível.
08:30E há 50 anos,
08:31o Paraguai detém 50%,
08:33o Brasil detém 50%
08:35e toca a empresa
08:36com muita competência.
08:38tudo ali
08:39é resolvido
08:40no consenso.
08:41Claro que isso é um grande
08:41desafio da negociação,
08:43porque como é metade
08:44certinho de cada um,
08:46e as diretorias também
08:47são meio a meio,
08:49tudo tem que ser aprovado
08:50por consenso,
08:51tanto na diretoria
08:52como no conselho
08:53de administração.
08:54Um outro aspecto
08:55importante disso
08:56é que a partir
08:57de 28 de fevereiro
08:58de 2023,
09:00quitou-se a dívida.
09:01Itaipu hoje
09:03é 100% paga.
09:06Como ela não tem
09:06dívida nenhuma,
09:08ela possui hoje
09:08mais recursos
09:09para investimentos.
09:11Portanto,
09:11esses investimentos
09:12sempre aprovados
09:14em comum,
09:15Brasil e Paraguai,
09:16nós temos investimentos
09:17para manutenção
09:18da usina,
09:19temos um investimento
09:20bastante alto
09:20das duas partes,
09:22que é a atualização
09:23tecnológica.
09:24A usina tem 50 anos,
09:26o processo dela
09:28ainda é analógico,
09:29nós estamos fazendo
09:30a transição.
09:31É um projeto
09:32de mais de 5 bilhões
09:33de reais de investimento,
09:35temos ainda pelo menos
09:36mais de 14 anos
09:37pela frente
09:37de atualização
09:39e claro,
09:40como diz o próprio nome,
09:41antes de terminarmos
09:42a atualização,
09:43teremos que fazer outra,
09:44porque a inovação
09:45tecnológica é constante.
09:47Mas nós estamos
09:48investindo muito hoje
09:49na inovação,
09:50garantindo que a empresa
09:51esteja atualizada
09:52e consequentemente
09:53cada dia aumente mais
09:54a sua produtividade.
09:56A Itaipu não é brasileira,
09:57mas também não é Paraguai,
09:58por isso que o nome
10:00binacional
10:01é importante destacar.
10:03Nós nos submetemos
10:03a um tratado
10:04de 50 anos atrás
10:06e neste tratado
10:07tem três anexos.
10:10Um que trata
10:10da estrutura
10:11da empresa,
10:12outro que trata
10:13das relações
10:14e o anexo C,
10:16que é o terceiro,
10:17trata da financeira,
10:19como vai ser
10:20o comportamento
10:21financeiro da usina.
10:22E quando assinaram
10:23esse tratado
10:24há 50 anos atrás,
10:25escreveram que
10:26após 50 anos
10:27iriam rever
10:28o anexo C.
10:30Então,
10:30desde 2023,
10:32uma equipe
10:33do Ministério
10:34das Relações Exteriores
10:35do Brasil
10:35e do Ministério
10:36das Relações
10:37do Paraguai
10:37estão sentados
10:39ali com técnicos
10:40da usina
10:40de Itaipu,
10:41do Ministério
10:41de Minas e Energia,
10:43do Ministério
10:43das Relações Exteriores,
10:44do Ministério
10:44da Fazenda
10:45Brasileiro
10:46e Paraguai
10:47discutindo
10:48como será
10:49o futuro,
10:51como a partir
10:52de agora
10:52a Itaipu
10:53vai existir.
10:54Já que não tem
10:55mais a dívida,
10:56qual é o caminho?
10:57Nós vamos ter
10:58um custo,
10:59o mínimo,
10:59para tocar a usina
11:00e, consequentemente,
11:01vamos baixar
11:02a tarifa?
11:04Esse é um anseio,
11:05por exemplo,
11:05do governo brasileiro.
11:07O governo brasileiro
11:08entende
11:08que a tarifa barata
11:10é importante
11:11porque ela gera
11:12inclusão social
11:13e permite
11:14que a economia
11:15gire de forma
11:16mais rápida
11:16porque os custos
11:17serão menores
11:18no setor industrial
11:19em especial.
11:20Também o comércio,
11:21lógico.
11:21E até porque
11:22não depende só
11:23do Brasil.
11:24Se dependesse
11:25dos negociadores
11:26brasileiros,
11:27a nossa tarifa
11:28hoje,
11:29ela seria
11:29em torno
11:29de 12,
11:3013 dólares.
11:31Essa é a posição
11:32do governo brasileiro.
11:34Ocorre que o tratado
11:35tem uma parte
11:36que diz o seguinte,
11:37o Brasil tem
11:3850%
11:39da energia produzida,
11:40Paraguai,
11:4150%.
11:42A energia
11:43que não for
11:43produzida
11:44por uma das partes
11:45terá que ser
11:46comprada pela outra.
11:48O Paraguai,
11:49dos 50%
11:49que ele tem,
11:51ele só consome
11:5115%.
11:5235%
11:54ele é obrigado
11:55a vender
11:55para o Brasil.
11:58Lógico.
11:59Se o Paraguai
11:59tem que vender
12:00a energia
12:00para o Brasil,
12:01ele quer o preço
12:02mais alto possível.
12:04Nós que precisamos
12:05de essa energia
12:06e temos que comprá-la,
12:08queremos
12:08o mais barato
12:09possível.
12:10E aí,
12:10por isso que nós
12:11não chegamos
12:12o preço ideal,
12:14que seria
12:14para nós
12:15do Brasil,
12:16os 13,
12:17e para o Paraguai
12:18que gostaria
12:19de 22,60.
12:20Então,
12:20a diferença
12:20é muito grande.
12:22Hoje,
12:22o preço
12:23que o Brasil
12:24paga ao Paraguai
12:25é 19,28,
12:27mas os consumidores
12:28brasileiros
12:29pagam 16,71.
12:31Essa diferença,
12:3216,71 para 19,28,
12:35aí está em pulso,
12:35tira do seu fluxo
12:36de caixa
12:37e garante
12:38a modicidade
12:39tarifária.
12:40Para os anos
12:4123, 24, 25,
12:43e 26,
12:44não terá
12:45nenhuma alteração
12:46na tarifa.
12:47O acordo
12:47que nós temos
12:48no diálogo
12:49com o Paraguai,
12:50até 31 de dezembro
12:52de 26,
12:53será mantida
12:53a tarifa
12:54de 16,71
12:55para a população
12:57brasileira
12:58e pagaremos
12:5819,28
12:59para o Paraguai.
13:00A partir
13:01de 1 de 1 de 2027,
13:04que é o acordo
13:04que está sendo construído,
13:06será pelo custo.
13:08Aí,
13:08a expectativa
13:09hoje
13:09nossa,
13:11do Brasil,
13:11é que fiquemos
13:12nessa tarifa
13:13entre 12 e 13 dólares.
13:15Portanto,
13:16sofrerá uma redução
13:17bastante grande
13:17no valor da tarifa.
13:18Ainda há pouco
13:19falávamos dessa questão
13:20de como
13:22que pode ter
13:23cada vez mais
13:24uma relação
13:25de Itaipu
13:26com o setor privado.
13:27Já existe,
13:28mas eu queria
13:29que você falasse
13:30um pouquinho nisso
13:30e como você vê
13:32essa interação
13:32daqui 5,
13:3310 anos.
13:34Nós compramos
13:35e compramos muito.
13:37Nossa empresa
13:37tem uma receita
13:38bastante grande,
13:40nós precisamos
13:40de serviços,
13:41nem de serviços
13:42de manutenção,
13:43limpeza,
13:43vigilância,
13:45compra de material.
13:46É claro que é tudo
13:47por licitação,
13:48é uma empresa pública,
13:49mas para nós
13:50é muito importante
13:51termos um grande
13:51número de empresariados
13:53cadastrados,
13:54das empresas
13:55cadastradas
13:56em Itaipu
13:56participando
13:57das nossas licitações.
13:58O outro
13:59é que nós
14:00também temos
14:00muitas parcerias
14:01com a iniciativa
14:02privada,
14:02por exemplo,
14:03na inovação
14:04tecnológica.
14:05E nós temos
14:05grandes parcerias
14:06com a iniciativa
14:07privada,
14:08principalmente com
14:08empresas de ponta
14:10que trabalham
14:10com inovação.
14:11E nós estamos
14:12agora desenvolvendo
14:13outras áreas
14:14de pesquisa também,
14:15na área metal-mecânica,
14:17na área de eletrônica,
14:18sempre vinculado
14:20à inovação.
14:21cinco,
14:22dez anos,
14:23Itaipu,
14:24além de continuar
14:25sendo um provedor
14:27e um desenvolvedor
14:29de novas tecnologias,
14:31vai também,
14:32por que não,
14:32ter uma receita
14:34proveniente
14:35também de outras fontes
14:37para além
14:38da hidroeletricidade.
14:40Estou convencido
14:40disso.
14:41E esta receita,
14:42já que Itaipu
14:43não faz parte
14:44do seu projeto
14:45ter lucro,
14:46porque ela é uma estatal,
14:47pode ser convertida
14:48em redução
14:49da tarifa da energia,
14:50o que será melhor
14:51ainda para o país.
14:52Muitíssimo obrigado.
14:53Eu que agradeço.
14:54Muito obrigado
14:54pelo convite.
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