00:00Uma sócia de Fatuxa em outro empreendimento decide quebrar o silêncio e denuncia que o empresário e seus sócios a enganaram para se beneficiarem de seu termo de permissão do uso do solo, o TPU.
00:12A pousada está fechada por irregularidades na construção.
00:16Eu levei um golpe, a realidade é essa, levei um golpe, né? Se eu tivesse assinado, eu tinha perdido tudo.
00:21Com o objetivo de desenvolver o turismo na ilha, um decreto de 1996 da Autarquia de Fernandes de Noronha liberou a utilização dos terrenos de uso residencial para uso misto, moradia e comercial, surgindo assim as pousadas domiciliares.
00:37Esse tipo de negócio passou a ser comum na ilha, em razão de muitos moradores não contarem com recursos para investir.
00:44Mariângela Ulisses nasceu e cresceu em Fernandes de Noronha e, por isso, em 2002, recebeu o direito a um terreno de 660 metros quadrados.
00:54Na época, era a mãe sola de um menino de dois anos e sonhava em construir uma casa.
00:59Tive que passar um bom tempo trabalhando no navio, porque nessa época eu fui mãe solteira, né?
01:04Então eu criei ele sozinho, então nessa época eu fui trabalhar no navio, passei um ano e meio ralando navio, né? Cruzeiro, para poder construir a casa.
01:13Depois disso, no navio eu fui trabalhar lá no restaurante Zé Maria, fui gerente do restaurante.
01:19Então, assim, eu trabalhei lá três anos e conheci, né, o meu sócio.
01:24Ela diz que Fatuxa apresentou uma proposta inicial de empreender no terreno dela em 2016.
01:30Foi quando o futuro sócio famoso surgiu.
01:32No início ia ser uma lavanderia, né? Ia ser uma lavanderia com minha casa, que a gente ia lavar roupa para algumas coisas da ilha, que eu diria uma vez.
01:42Só que na época o Bruno disse, ok, você vai fazer o grunga, aliás, né, na época você vai fazer uma lavanderia,
01:48você vai fazer uma pousada e o terreno é maravilhoso, o espaço é maravilhoso.
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