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  • 20/06/2025
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, recebeu seu ex-estrategista Steve Bannon para um almoço na Casa Branca nesta quinta-feira (19). O encontro ocorreu após Bannon criticar publicamente o possível envolvimento dos EUA no conflito entre Israel e Irã. O correspondente internacional Luca Bassani traz detalhes do assunto. A bancada do Linha de Frente, coordenada por David de Tarso, com comentários de Thais Cremasco, Tulio Nassa, Renato Dorgan e Rodolfo Mariz, analisa os desdobramentos do cenário internacional.

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Transcrição
00:00Pois é, Luca, e vocês estão nos Estados Unidos, o presidente Donald Trump recebeu seu estrategista, o Steve Bannon,
00:07para um almoço na Casa Branca ontem e no encontro ocorreu, após Bannon criticar, inclusive publicamente,
00:14o possível envolvimento dos Estados Unidos no conflito entre Israel e Irã.
00:18Quais detalhes você tem sobre esse encontro e essas falas também que foram repercutidas entre eles?
00:23Olha, David, isso personifica exatamente o dilema vivido por Donald Trump.
00:28Afinal, Steve Bannon foi o estrategista de Donald Trump nas suas duas campanhas vitoriosas, tanto em 2016 quanto em 2024.
00:36É alguém ligado com a ala super nacionalista, com a ala chamada de MAGA, do Make America Great Again,
00:43e aqueles que são vistos como isolacionistas, que acham que os Estados Unidos devem seguir um caminho olhando para os seus próprios problemas,
00:50focando na questão da imigração, focando nas questões dos costumes e abandonar um pouco essa postura de xerife do mundo.
00:57O que acontece em outros continentes, ainda mais a muitos quilômetros de distância, como é o caso da Ucrânia, no leste europeu,
01:03ou o caso de Israel e Irã, não deve ter a participação dos Estados Unidos.
01:08Ao mesmo tempo, vemos que tem aquela ala dos republicanos históricos, como foi o George W. Bush,
01:15o George H. Bush, o pai do George Bush, o Ronald Reagan, entre outros,
01:19que acha que os Estados Unidos devem sim participar como uma das potências do mundo democrático
01:26para intervir quando for necessário.
01:29Então, é uma quebra de braço dentro do próprio partido.
01:31Steve Bannon representa aquilo que muitos americanos pensam,
01:35esses americanos da vertente do MAGA, da vertente nacionalista,
01:38que acha que seria um grande erro os Estados Unidos embarcarem em mais uma guerra.
01:42E a reunião foi às portas fechadas, não sabemos exatamente o que foi discutido,
01:48mas ele disse que o Donald Trump não pode se esquecer do desastre que foi o Iraque para George Bush.
01:54A intervenção no Iraque, sem autorização da ONU,
01:58também iniciada por uma suposta informação das inteligências que Saddam Hussein estava com armas de destruição em massa,
02:06e isso nunca foi comprovado.
02:08Isso acabou fazendo com que o regime caísse, o Iraque caísse também em grande instabilidade,
02:13o Irã aproveitasse esse espaço dentro dos tiítas iraquianos para crescer a sua influência também dentro do Iraque,
02:19até hoje há milícias tiítas que atuam dentro do Iraque,
02:22e isso acabou com a credibilidade dos Estados Unidos em toda essa região.
02:27Ele diz que esse exemplo não pode ser esquecido antes da tomada de uma decisão,
02:31por mais que os conflitos sejam diferentes.
02:33A gente tem aqui um embasamento maior sobre o programa nuclear iraniano
02:39do que tinham os americanos sobre as armas de destruição em massa de Saddam.
02:43De qualquer maneira, é uma intervenção estrangeira de uma mega potência em um país estrangeiro,
02:48e isso obviamente que causaria grande tumulto geopolítico, diplomático e também interno para os Estados Unidos.
02:54O presidente Donald Trump sabe que precisa manter essa base de sustentação eleitoral
02:59que o elegeu ano passado, ainda mais estando apenas nos primeiros seis meses do seu governo.
03:05Então ele não pode cometer um erro tão grande logo no primeiro quarto do seu governo,
03:11que seria extremamente complicado para suas ambições futuras de aprovação de questões do Congresso,
03:18no Senado e também manter-se forte com o Partido Republicano sempre nas suas mãos,
03:23ao contrário dos republicanos históricos.
03:26Vamos ver qual será a decisão dele, mas há uma pressão de dois lados para o presidente estadunidense
03:32para ver o que de fato irá acontecer.
03:35Pois é, e o Renato Dorgan também tem uma questão que ele quer perguntar para você.
03:39Luca, muita gente fala ali que essa volta do Trump para cogitar ajudar o próprio Israel,
03:48para ajudar Israel, seria ali que o Netanyahu tenha colocado para ele
03:53que existe a oportunidade de derrubar o regime dos Ayatollahs.
03:58Derrubando o regime dos Ayatollahs, você seca o Hezbollah.
04:01Secando o Hezbollah, a Síria está resolvida lá com a Jihad,
04:04foi muito financiada ali pelos Estados Unidos, junto com a Arábia Saudita.
04:09A Palestina está dominada ali e daí o Hezbollah secaria e o Líbano estaria ali,
04:16voltaria para a realidade de 20 anos atrás.
04:21Existe isso e qual é o papel da Arábia Saudita nesse jogo?
04:24Os países do Golfo.
04:25Muita gente fala ali que para ele seria muito interessante,
04:28para a Arábia Saudita e para o Dubai, Emirados Árabes,
04:31seria muito interessante também a queda do regime dos Ayatollahs.
04:35Como você vê isso?
04:37Antes do Luca trazer, Luca, só um minutinho.
04:40Antes de você trazer a questão, é que a gente também vai se despedir para a rádio daqui a pouquinho,
04:46para o pessoal acompanhar o jogo com o Mundial de Clubes.
04:49Inclusive, algumas pessoas aqui na mesa estão ansiosas em relação ao Mundial,
04:53porque, claro que tem muitos brasileiros torcendo pelos times,
04:57Palmeiras, Botafogo, Flamengo, Fluminense,
05:00todos esses que estão no Real Madrid.
05:03O Real Madrid não é brasileiro, amor.
05:05O Rodolfo já quer trazer a questão aqui para o Real Madrid, né?
05:07A piada não pode acabar, mano.
05:09A piada no Palmeiras não pode acabar.
05:12Pois é, então para você que está acompanhando,
05:14linha de frente pela rádio,
05:15vocês ficam agora com o jogo entre Flamengo e o Chelsea,
05:19pela Copa do Mundo de Clubes.
05:21Agora sim, nós vamos trazer a informação com o Luca Bassani, né?
05:27A questão aqui levantada pelo nosso Dorgan,
05:30que fez essa pergunta em relação ao Donald Trump.
05:33E eu gostaria que o Luca, então, respondesse.
05:36Claro.
05:37O Dorgan levantou duas questões extremamente importantes.
05:40A primeira é que Donald Trump,
05:41como é uma pessoa muito ambiciosa,
05:45ele só embarca naquelas questões
05:47onde há grande probabilidade de sucesso.
05:50Então, no caso da Ucrânia,
05:51por que ele abandonou a Ucrânia de vez?
05:53Porque ele sabe que a chance da Ucrânia
05:54vencer a Rússia é muito pequena.
05:56O Vladimir Putin já venceu essa guerra
05:59no aspecto territorial.
06:00A gente consegue observar isso.
06:02Em relação ao conflito em Israel e Irã,
06:04a probabilidade de vitória israelense,
06:06pelo menos pela supremacia militar,
06:08é maior.
06:09Só que uma vitória, o que ela significa?
06:12Vitória seria, talvez,
06:14acabar com o programa de mísseis?
06:15Seria acabar com o programa nuclear?
06:17Ou seria a vitória definitiva,
06:19o endgame, que eles chamam,
06:20que é o fim do regime dos Ayatollahs?
06:22Há uma possibilidade,
06:24mas isso não acontece apenas
06:26por uma imposição militar.
06:29A gente sabe que Israel e os Estados Unidos
06:30são muito fortes,
06:31eles poderiam bombardear o Irã,
06:33fazer uma intervenção por lá,
06:35mas é algo que precisa vir
06:36da população iraniana,
06:37porque a gente está falando de um país
06:38de 90 milhões de pessoas.
06:40Não dá para você ter uma mudança de governo
06:42de maneira tão abrupta
06:44sem o apoio popular.
06:46Então, é algo mais complexo
06:48e é algo que também o presidente Trump
06:50gostaria de ter no seu currículo.
06:51Olha, o presidente americano,
06:53depois de 50 anos,
06:54que conseguiu acabar com o regime dos Ayatollahs,
06:56depois de tantas tentativas.
06:58Mas precisa ter uma porcentagem
07:00de sucesso maior,
07:01na minha opinião,
07:02para que ele possa
07:03embarcar nessa de uma vez por todas.
07:05Em relação a outra pergunta
07:07sobre os países árabes,
07:08sobretudo a Arábia Saudita,
07:09é bom a gente dizer
07:10que há um antagonismo muito grande,
07:12tanto no aspecto da projeção
07:15do poder regional
07:16quanto no aspecto religioso.
07:17Afinal, a gente está falando
07:18de países árabes
07:19majoritariamente sunitas,
07:22que é quase a vertente do islamismo
07:25que engloba 90%
07:26dos islâmicos do mundo.
07:28Enquanto que o Irã
07:29é um país majoritariamente
07:31persa, xiita.
07:32Então, há uma questão
07:33doutrinária, ideológica,
07:35teológica contraditória.
07:37Fora isso, a gente sabe
07:38que tem os dois países
07:39que são muito ricos,
07:40produtores de petróleo e de gás,
07:42cada um com seus respectivos aliados,
07:44a Arábia Saudita,
07:45um aliado de longa data
07:46dos Estados Unidos,
07:48e o Irã, aliado circunstancial
07:50da Rússia e da China.
07:51Então, há esse choque
07:52de projeção de poder.
07:54Obviamente que é do interesse
07:56da Arábia Saudita
07:57e dos demais países do Golpo,
07:59Bahrein, Kuwait,
08:00Qatar, Emirados Árabes Unidos,
08:02que haja uma mudança de regime
08:03e que seja um país alinhado
08:05também aos seus próprios interesses.
08:07Mas nós sabemos
08:07que uma guerra prolongada
08:09nessa região
08:10poderia acabar afetando
08:12economicamente
08:13de forma muito grande
08:14estes países citados,
08:15porque todos eles
08:16são grandes produtores
08:17de petróleo
08:18e dependem daquela rota
08:19pelo Estreito de Hormuz,
08:20controlada pelo Irã,
08:22para poder exportar
08:24as suas mercadorias.
08:25Então, eles gostariam
08:26de ver uma mudança
08:27de regime
08:28para eles poderem projetar
08:29o seu poder
08:29e também dialogar melhor
08:31com os persas,
08:32mas ao mesmo tempo,
08:33qual será o custo
08:34até que isso aconteça?
08:35Poderá custar vários bilhões
08:37de dólares por dia
08:38na exportação do petróleo.
08:39Exatamente isso.
08:40Inclusive, eu preparei
08:41uma reportagem
08:42que será exibida hoje
08:42no Jornal João Empan
08:43sobre o Estreito de Hormuz,
08:45a importância dele,
08:46porque há esse temor
08:47de fechamento
08:48desse importante acesso
08:50para que haja o escoamento
08:52não só do petróleo,
08:53mas também de outros
08:54componentes energéticos.
08:56Então, a preocupação
08:57é justamente essa,
08:58até com a possibilidade
08:59do Irã
09:00arrumar o conflito
09:01com os países vizinhos
09:03que também utilizam
09:04o Estreito de Hormuz.
09:05Mas eu vou passar
09:06a palavra para o Túlio Nassa
09:08para fazer a próxima pergunta.
09:10Boa tarde, Luca.
09:11Minha pergunta
09:12vai no seguinte sentido.
09:14Projetar a entrada
09:15dos Estados Unidos
09:16ou não nesse conflito,
09:18eu acredito que tem
09:19um movimento do xadrez
09:20aí muito complicado
09:21e próximo de acontecer.
09:23Qual seja?
09:24É a instalação de Fordo,
09:26essa instalação nuclear iraniana
09:28que fica a 90 metros
09:29abaixo do solo.
09:31E, segundo os especialistas dizem,
09:34Israel não tem armamento suficiente
09:36para poder explodir
09:38essa estação.
09:40Só os Estados Unidos
09:41o teriam.
09:42Muito bem.
09:43Então, para acabar
09:43com esse conflito
09:44na ótica de Israel,
09:46que seria acabar
09:47com a ameaça nuclear
09:48e não escalar
09:49para uma coisa muito maior,
09:51seria necessário, então,
09:53eliminar essa estação.
09:55E, para isso,
09:56seria necessário
09:57o ingresso
09:57dos Estados Unidos.
09:59Então, não parece
09:59que nós estamos aí
10:00numa corda bamba
10:01nesse momento
10:02entre os Estados Unidos
10:04ter ou não
10:05um motivo forte
10:06para poder ingressar
10:08e acabar com esse conflito?
10:10Esse não seria
10:10um motivo relevante
10:11nesse momento?
10:12Como você vê
10:13essa questão, Luca?
10:15É extremamente relevante.
10:17Boa tarde também a você, Túlio,
10:18por conta
10:19de nós termos
10:20aquela pergunta,
10:21o que significa vencer?
10:23Que Israel conseguiu
10:24causar mais perdas
10:26ao Irã
10:26do que o Irã
10:27a Israel?
10:28Isso é óbvio,
10:29nós só olharmos
10:30o número de mortos,
10:31a proporção é de
10:32um para dez,
10:33praticamente,
10:34a cada um israelense
10:35e dez iranianos morreram
10:36e também as partes militares,
10:38as instalações militares,
10:40o corpo militar,
10:41altos comandantes,
10:42generais,
10:43almirantes,
10:44também outras pessoas
10:45importantes no círculo
10:46próximo do Ayatollah,
10:48todos eles foram assassinados.
10:50A gente vê que
10:50essa guerra,
10:52se nós tivéssemos que hoje
10:54falar quem é um vencedor,
10:55é Israel,
10:55mas a gente sabe
10:56que para que o trabalho
10:57seja concluído
10:58na visão israelense,
11:00seria necessário
11:01que essa instalação
11:02muito bem mencionada
11:03por você de Fordow
11:04fosse eliminada.
11:05Qual que é o problema?
11:0690 metros de profundidade
11:08e apenas os Estados Unidos
11:09têm a arma
11:10que consegue penetrar
11:12essa profundidade,
11:13a GBU-57,
11:14que pesa 13 toneladas
11:16e também só os Estados Unidos
11:18têm a aeronave,
11:19a B-2,
11:19que consegue carregar
11:21essa bomba.
11:21Então não é apenas
11:22os Estados Unidos
11:24concederem uma bomba
11:25para Israel
11:25e Israel faz lá o trabalho.
11:27Não, precisaria ser
11:27uma aeronave norte-americana
11:29e aí envolve
11:30exatamente a decisão
11:32direta do presidente
11:33Donald Trump
11:34de participar
11:34desta guerra.
11:36Mas aí temos
11:37as possibilidades,
11:38essa operação
11:38poderia ser bem sucedida,
11:40como está inclusive
11:41a muitos metros
11:41abaixo da terra,
11:42segundo especialistas
11:44em física nuclear,
11:46não haveria um grande
11:47desastre atômico,
11:49mas obviamente
11:49que poderia afetar
11:51o meio ambiente
11:51e isso repercutir
11:52de forma muito negativa.
11:54A outra questão
11:55é nós não sabemos
11:56se Fordow
11:56é a única instalação
11:58subterrânea
11:59nesta profundidade
12:00que o Irã tem.
12:01Inclusive,
12:02Fordow foi descoberta
12:03há cerca de 10 anos
12:04e já estava sendo
12:05desenvolvida
12:05por muitas outras décadas,
12:07o que nos garante
12:08que não há outra
12:09instalação como essa
12:11em outra localidade
12:12que também pode ser
12:13utilizada com as
12:14centrífugas nucleares
12:15para enriquecer o urânio.
12:17Essa é a grande questão.
12:18Por isso mesmo
12:19que Donald Trump
12:19acredita
12:20na visão dele
12:21que a vitória total
12:22seria uma mudança
12:23de regime,
12:23colocar alguém
12:24que fosse próximo
12:25dos Estados Unidos
12:26e seus interesses,
12:27mas não há garantia
12:28que isso vai acontecer.
12:29Vale, inclusive,
12:31pegando um gancho
12:32dado pelo Renato Dorgan.
12:34O que garante
12:35que a saída
12:36dos ayatollahs
12:37vai significar
12:38um governo
12:38mais democrático
12:39ou melhor?
12:40É só a gente olhar
12:41no próprio Afeganistão,
12:43a guerra, né,
12:43que é iniciada
12:44pela União Soviética,
12:45mas depois tem
12:47a muhadidin
12:47e o desenvolvimento
12:48do Talibã.
12:49os americanos
12:49entram,
12:50conseguem colocar
12:51um certo governo,
12:52mas depois de um tempo
12:53o Talibã volta
12:54e ainda com maior
12:55ferocidade,
12:57oprimindo ainda mais
12:58as mulheres.
12:59Na Líbia,
12:59a mesma coisa.
13:00Muammar Gaddafi
13:01era um ditador
13:02sanguinário,
13:02mas agora a Líbia vive
13:04um cenário de guerra civil
13:05há 10 anos
13:06com dois governos
13:07paralelos
13:07e com várias violações
13:08dos direitos humanos.
13:09Então,
13:10essa é uma questão
13:11muito relevante.
13:12o ponto de não
13:15sabermos
13:16quem ocupará
13:17a cadeira
13:17em Terã
13:18caso os ayatolás
13:19não estejam mais lá.
13:20A mudança pode ser
13:21para melhor?
13:21Obviamente que pode,
13:22mas também pode ser
13:23para pior
13:24e a comunidade internacional
13:25e os países
13:26ao entorno
13:27têm que estar
13:27preparados para isso,
13:29esse grande grau
13:29de imprevisibilidade
13:30envolvendo uma guerra
13:31naquela região do mundo.
13:33Exatamente.
13:34Luca Bassani
13:35ao vivo,
13:35direto da Europa,
13:36trazendo todos os detalhes
13:37sobre essa reunião.
13:38Daqui a pouquinho,
13:39no fim do programa,
13:40a gente volta a conversar
13:41porque ainda tem
13:41muitas atualizações.
13:43Claro que os olhos
13:44do mundo estão voltados
13:45realmente ao Oriente Médio
13:47e essas conversas,
13:49esses diálogos
13:50que estão acontecendo.
13:50Luca, por enquanto,
13:51muito obrigado
13:52pelas suas informações.

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