- há 2 semanas
Tire suas dúvidas com a médica endocrinologista
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NotíciasTranscrição
00:00Hoje é o Dia Nacional de Combate a Diabetes.
00:03O Brasil é o quinto país em incidência da doença no mundo.
00:07O Brasil tem quase 17 milhões de pessoas com diabetes entre 20 e 79 anos.
00:13Isso corresponde a cerca de 7% da população.
00:17Segundo o IBGE, o Espírito Santo tem cerca de 4 milhões de pessoas.
00:22E se a gente considerar a incidência de 7%, igual a nacional,
00:26a estimativa é que o Estado tenha mais de 300 mil pessoas vivendo com diabetes.
00:33Esse é o assunto que nós vamos tratar agora aqui no estúdio.
00:36Eu recebo a endocrinologista doutora Flávia Tessarolo e a dona Maria Angélica, que é diabética.
00:43Boa tarde, dona Maria Angélica.
00:44Como que é viver com a doença?
00:47Que tipo de cuidados a senhora tem no dia a dia?
00:50Boa tarde.
00:51O principal cuidado é estar observando com a maquininha, fazendo o furinho e observando
01:01na maquininha a quantidade que está, procurar também fazer uma atividade física.
01:08Eu tomo medicamentos, inclusive eu uso também a insulina e a alimentação.
01:15Isso aí que a senhora trouxe é o quê?
01:17É a aplicação da insulina?
01:19Essa aqui é a insulina.
01:21Essa aí é a insulina, perfeito.
01:23Essa aqui são as seringas, que se usa para isso, mas eu agora não uso mais aquele lá.
01:31Ah, você usa qual?
01:32Que é mais dolorido, mas precisa ser mantido em geladeira.
01:36Agora eu uso essa caneta.
01:38Quantas vezes por dia a senhora precisa aplicar?
01:40Duas vezes.
01:41Duas vezes por dia.
01:41Abrir, organizar a dose e aplicar.
01:46Dói bem menos, é bem mais tranquilo, não precisa ficar guardado na geladeira.
01:51Que bom.
01:51Você coloca na bolsa, para onde você for, você pode usar.
01:54E é caro?
01:55Não, eu recebo toda essa medicação no posto de saúde do meu bairro.
02:00Gratuitamente.
02:01Gratuitamente.
02:01Ai, que bom, né?
02:02Sim.
02:02Já ajuda bastante.
02:03Sim, sim.
02:04E na alimentação, no seu dia a dia, a senhora precisa monitorar a glicose no sangue, precisa
02:10evitar alguns alimentos, como é?
02:12Sim, a medicação, a alimentação, a gente precisa ter bastante cuidado com carboidratos,
02:20porque eles fazem um trabalho não muito bom, né?
02:25Para quem é diabético.
02:26Então é questão de estar evitando.
02:29Você precisa ter um controle da alimentação, organizar.
02:34Se você colocar, por exemplo, no seu prato, macarrão, arroz, batata, vai só complicar
02:43mais a sua situação.
02:45Então tem umas tabelas direcionadas pelos nutricionistas, né?
02:49Que nos ajudam a comer melhor, comer bem.
02:54E é assim.
02:55A senhora já nasceu com a diabetes ou desenvolveu ao longo da vida?
02:58Eu desenvolvi a diabetes ao longo da vida.
03:00Sendo que meu pai, a minha mãe também eram diabéticos.
03:06Agora eu quero ouvir a doutora Flávia para entender mais no âmbito médico o que isso
03:10significa.
03:11Porque existe a diabetes que a pessoa já nasce, não é?
03:15Já é de família e outra que você adquire com os hábitos da vida.
03:20Explica um pouquinho.
03:21Tipo um, tipo dois, né doutora?
03:23Boa tarde.
03:23Boa tarde, Lucas.
03:25Boa tarde a todos.
03:26Na verdade, quando a gente fala de diabetes, 90% se trata de diabetes do tipo 2, que é
03:34uma doença que acomete mais os adultos, que tem história familiar, como da dona Maria
03:41Angélica.
03:42Então, parentes de primeiro grau, pais, irmãos.
03:45E está relacionada a vários fatores de risco.
03:49Então, ninguém vira diabético por um motivo só.
03:54Então, ela é uma conjunção de fatores de risco que vem desde a genética da pessoa,
04:00a história familiar, até outros fatores, como estar sedentário, ter hábitos de vida
04:07ruins em termos de alimentação, ser hipertenso, ter triglicerídeo alto no sangue, fumar, ter
04:14tido uma criança, um bebê que nasceu com mais de 4 quilos, ter síndrome de ovários
04:21policísticos na mulher.
04:23Então, são fatores de risco que levam ao diabetes tipo 2.
04:27E aproximadamente 10% são de diabetes do tipo 1, que acomete mais crianças, adolescentes,
04:38e ele é caracterizado por uma deficiência da produção de insulina.
04:44Então, a insulina é o hormônio que o nosso pâncreas produz, que é o órgão produtor
04:49de insulina.
04:50E o que a insulina faz?
04:53Ela, vamos dizer assim, abre a porta da célula para a glicose poder entrar.
04:59Então, no diabetes tipo 1, a pessoa tem deficiência de insulina e o único tratamento é a insulina.
05:07Como eu falei, acomete mais crianças e adolescentes, mas a gente também tem diabetes tipo 1 que
05:13aparece no adulto com mais idade.
05:18Isso pode acontecer, é mais difícil, mas pode acontecer.
05:21E lembrando que no diabetes tipo 2, existem vários defeitos, vamos dizer assim, para que
05:28uma pessoa tenha diabetes do tipo 2.
05:31E um deles é a deficiência de insulina lá na frente.
05:36Mas a maior parte das vezes a gente tem defeito na ação da insulina.
05:41O corpo até produz insulina, às vezes numa quantidade até maior, mas a pessoa tem resistência
05:47à ação dessa insulina e outros defeitos que culminam com diabetes.
05:51Olha gente, vou mostrar uma iniciativa muito bacana.
05:55Vou conversar pelo Skype com o meu xará Lucas, que ajudou a criar um grupo de apoio para
06:02pessoas que têm diabetes.
06:04Boa tarde Lucas, como é que surgiu essa ideia e o que é esse grupo?
06:10Boa tarde xará, tudo bom?
06:12Espero que todo mundo esteja ótimo, principalmente nesse dia mundial do diabetes.
06:17A ideia do Diabéticos da Ilha, ele veio diante de uma aplicação de educação à diabetes
06:27sob uma perspectiva diferente.
06:30O diabetes, muitas pessoas enfrentam diabetes como uma sentença, como algo muito difícil
06:36de lidar e de fato é muito difícil de lidar, porque nós temos muitas oscilações
06:42glicêmicas, eu estava escutando a doutora, estava escutando também a outra entrevista
06:48e de fato é difícil, não é fácil lidar com diabetes, mas não é impossível.
06:54E o Diabéticos da Ilha, ele nasceu exatamente com essa pegada, da gente poder passar uma informação
07:01leve sobre o tratamento e rir, porque nada melhor do que aprender aprendendo rindo.
07:07Acho que quando a gente consegue colocar humor em temas que podemos colocar humor
07:14e trazer uma certa leveza ou conforto para as pessoas, eu acho que esse é o objetivo da página
07:20e graças a Deus eu faço muito bem, não só eu, porque eu tenho mais dois outros parceiros,
07:25que é o Dr. Newton, que é médico também e diabético, tem mais de 19 anos que ele tem diabetes,
07:31eu tenho 15 anos de diabetes e o Hugo de Rossi também, grande parceiro meu,
07:35a gente cria vários memes exatamente com essa pegada de passar uma informação bem educativa,
07:40bem leve sobre o tratamento sobre diabetes, além de parcerias, né?
07:44A gente sempre faz alguma parceria com algum médico, com algum nutricionista
07:48para poder trazer um conteúdo de qualidade, né?
07:51Uma base técnica obviamente bem apropriada e que as pessoas possam se divertir e aprender,
07:59principalmente aprender, além de diversão, mas aprender.
08:01Legal, Lucas. Já volto com você.
08:04Doutora Flávia, falta informação sobre a diabetes?
08:08Com certeza. E todos os anos, nesse novembro azul diabetes, a Federação Internacional de Diabetes,
08:17ela lança uma campanha e a campanha desse ano é justamente sobre isso.
08:21É informação hoje para a gente prevenir o nosso amanhã.
08:25Então, as pessoas com diabetes, elas precisam de informação, sim,
08:32da sua doença, da sua condição, como melhorar e prevenir as complicações.
08:39E todo mundo ao redor dessa pessoa também.
08:42Então, a sociedade em si precisa entender o diabetes
08:46para poder acolher, ajudar a família dessa pessoa também,
08:51para todo mundo poder prevenir as complicações que a doença pode levar no futuro, com certeza.
08:58Doutora, o quanto o aumento da obesidade, do sedentarismo, dos maus hábitos alimentares
09:03contribuem para o aumento do número de pessoas com diabetes?
09:07Essa, Lucas, é uma pergunta excelente, porque está intimamente relacionada.
09:12Então, o número de pessoas que vivem com diabetes no mundo cresce a cada ano,
09:19juntamente com a epidemia de obesidade.
09:21Então, a obesidade nos últimos 40 anos vem crescendo muito,
09:26e isso com certeza é um fator que leva ao aumento dos casos de diabetes tipo 2,
09:33inclusive em crianças e adolescentes, que a gente sabe que é uma população,
09:39uma parcela da população que seria mais acometida de diabetes tipo 1, como eu falei,
09:45mas que a gente tem visto aí doença de gente grande acometendo
09:49essas nossas crianças e adolescentes por conta de obesidade.
09:53Muito legal.
09:54Deixa eu voltar agora a falar com o Lucas,
09:55porque eu queria entender como o projeto dele ajuda a levar as informações para as pessoas, não é, Lucas?
10:03Como são as ações que vocês fazem?
10:08Então, o meio diabético, as pessoas precisam de fato de informações mais concretas e verdadeiras.
10:18O diabético Zahilia, normalmente ele pega...
10:21Normalmente não.
10:22A gente tem como base as informações que nós passamos sempre pelas publicações ou notícias
10:29da própria Sociedade Brasileira de Diabetes ou outras revistas internacionais que,
10:34como eu já falei, eu tenho um médico que participa junto conosco, que também é diabético.
10:38Então, a gente tenta buscar essas informações de uma maneira mais concreta,
10:42porque existe uma distorção de informações dentro do meio diabético.
10:48Por exemplo, existe um grande movimento ainda no meio diabético sobre chás,
10:54principalmente aplicado a pessoas com tipo 2, que têm um histórico um pouco mais difícil
11:00de lidar com a doença.
11:02O diabético 1, assim como é o meu, como é também dos meus parceiros dentro do diabético Zahilia,
11:09é um pouco mais diferente.
11:11Eu enxergo um ativismo, um empoderamento muito maior nas redes sociais e aí, por consequência,
11:19a gente tem uma fluidez de informações mais corretas sobre o tratamento por conta dessa
11:25movimentação, porque o tipo 1 é diferente do tipo 2.
11:28Eu acho que era até interessante a doutora Flávia explicar um pouquinho dessa diferença
11:31para que vocês possam entender.
11:36Mas as informações que nós passamos, normalmente, sempre vai estar interligada
11:40a algum tipo de estudo, algum tipo de posicionamento da própria Sociedade Brasileira de Diabetes.
11:46Além disso, eu sou também advogado voluntário da Associação de Diabéticos do Estado do Espírito Santo,
11:53a Dias, que faz um trabalho maravilhoso, gratuito para o público diabético.
12:00Tem um acolhimento muito importante, uma equipe técnica muito importante,
12:03que ajuda muito a população diabética do Estado do Espírito Santo.
12:07Muito bacana, Lucas.
12:08Essas ações que ajudam a trazer informação para a população com a doença ou não.
12:14Dona Maria, me conta como foi quando a senhora descobriu que tinha diabetes.
12:20Foi um baque para a senhora?
12:22Foi. Foi porque eu já cuidava da minha mãe.
12:27A minha mãe faleceu por falência múltipla dos órgãos.
12:32E isso é porque está um sangue que não está 100%, trabalhando nos órgãos de todo o corpo,
12:39e ia até chegar a esse ponto.
12:41E, assim, é difícil.
12:43E quando eu me descobri na mesma situação, eu achei um pouco difícil.
12:49Mas, assim, eu já tenho mais de 20 anos que eu sou diabética.
12:55E cada vez parece que fica um pouquinho mais pesadinho.
13:00E agora eu já estou no nível...
13:01Antes eu tomava só medicação e conseguia controlar.
13:04Agora eu faço atividade física e tomo duas doses de insulina
13:09e mais ainda uma dose de medicação via oral.
13:12E vamos aí, vamos trabalhando, vamos lutando.
13:16Eu quero continuar ainda há muito tempo.
13:19A senhora teve algum sintoma?
13:21Não, é assim, eu não tive sintoma, sintoma.
13:25O que eu senti, assim, mais é sede, né?
13:29É uma necessidade de ir mais vezes ao banheiro, né?
13:32E isso, só isso que eu senti, né?
13:39Então, como eu já conheci um pouco disso, por ver na minha mãe,
13:44eu procurei saber se eu também estava na mesma situação dela.
13:48O Lucas também é diabético.
13:51Como é que foi, Lucas, quando você descobriu que tinha doença?
13:57Bem, comigo foi bem diferente.
13:59Eu perdi, eu tive setor acidose diabética,
14:01porque os diagnósticos de tipo 1 e tipo 2 são diferenciados,
14:05de fato são diferenciados,
14:07levando em consideração que é corpo humano,
14:09nós não temos uma fórmula mágica,
14:12um conceito propriamente dito,
14:14mas existe dentro das pesquisas médicas alguns conceitos.
14:19E o diabético tipo 1, normalmente, no seu diagnóstico,
14:24o diabético tipo 1 perde muito peso.
14:27Por que perde muito peso?
14:29Porque o pâncreas não funciona de jeito nenhum.
14:32Então, a linha de tratamento já é diferente do tipo 2,
14:36que tem uma sobrecarga ou uma resistência à insulina,
14:40e aí acaba tendo que usar alguns medicamentos orais,
14:43que são chamados como antidiabéticos,
14:44para poder ajudar na resistência à insulina.
14:47Mas eu, por exemplo, eu perdi, pelo menos, se não me engano,
14:51eu acho que em uma semana, eu cheguei a perder 23 ou 24 quilos.
14:56Eu estava no terceiro ano, foi muito peso.
14:58Eu tenho 1,80m, depende, né?
15:00Porque eu vou cada médico, é complicado.
15:02Tem médico que eu vou porque eu tenho 1,81m,
15:04tem outro que eu tenho 1,83m.
15:05Vou jogar na média, 1,82m, e eu perdi, pelo menos, uns 23 quilos,
15:11e foi difícil.
15:13Foi numa época muito complicada, porque eu estava no terceiro ano,
15:16estava me preparando para vestibular,
15:20e aí me atrapalhou, obviamente, poder fazer um vestibular legal,
15:24fazer uma prova bacana para poder entrar numa universidade.
15:30Mas eu comecei a cuidar melhor do diabetes desde o...
15:35Assim, eu sempre cuidei direitinho,
15:37mas eu comecei a ter um pouco mais de cuidado com as pessoas com diabetes
15:41e atender melhor o propósito a partir do momento do Diabéticos da Ilha,
15:44que tem pelo menos...
15:45Esse ano fez 5 anos.
15:46Em outubro, agora, fez 5 anos de projeto Diabéticos da Ilha.
15:49Eu ia até te falar, Xerá, já fiz alguns eventos,
15:53fiz...
15:53Sempre quando eu faço eventos, convido médicos, nutricionistas,
15:57as pessoas para poder ensinar, porque a gente tem que passar exatamente isso.
16:01Informação é o que falta para a população saber lidar melhor com o tratamento,
16:06entender que não é um bicho de sete cabeças.
16:08Tudo bem se tiver uma hiperglicemia, tudo bem se tiver uma hipoglicemia,
16:12o importante é tratar, não é deixar largado o tratamento.
16:16Isso mesmo, falou tudo, Lucas.
16:18Lucas, doutora, a gente viu dois sinais interessantes dos nossos entrevistados
16:24em relação ao diagnóstico da diabetes.
16:27Então, a dona Maria teve muita sede e o Lucas perdeu muito peso.
16:31Esses são os sinais principais ou há outros também?
16:34Isso é muito importante a gente deixar bem dividido.
16:38O diabetes tipo 1 tem um início bem marcado, foi o que aconteceu com o Lucas.
16:43De repente, ele começa a perder peso. Por quê?
16:46Porque está faltando insulina, a glicose não entra para dentro da célula,
16:51então começa a ter quebra de gordura, de músculo.
16:55Então, a pessoa perde muito peso e também urina demais, tem muita sede.
17:00E quando vai ver, a glicose já está muito alta.
17:03Agora, quando a gente pensa na questão do diabetes tipo 2,
17:08a gente tem aí uma estimativa que no mundo a gente tenha pelo menos 500,
17:13mais de 500 mil pessoas, milhões de pessoas vivendo com diabetes tipo 2
17:18e a metade dessas pessoas não sabe que tem a doença.
17:21Por quê?
17:22Porque o diabetes tipo 2 é uma doença silenciosa,
17:27que a pessoa vive até 6, 8 anos com diabetes
17:32sem saber se não fizer exame de rotina.
17:37Porque quando a glicose está em níveis de diagnóstico de diabetes,
17:42mas não em níveis tão altos, ela não vai levar sintoma nenhum.
17:47Ela só vai levar sintoma realmente depois que o nível já está mais alto no sangue.
17:52Então, passou de um determinado nível no sangue, por exemplo, de 180 no sangue,
17:57ela começa a sair na urina.
17:59Quando a glicose sai na urina, ela leva água junto,
18:03então a pessoa urina demais, isso faz ela desidratar,
18:07então ela tem mais sede, acorda de madrugada para urinar,
18:11tem mais fome, pode perder peso também,
18:14ter turvação da visão,
18:16mas a gente não quer que a pessoa faça o diagnóstico
18:19quando os sintomas aparecem.
18:21A gente quer o diagnóstico o quanto antes, o mais precoce possível.
18:27Por isso que todos nós devemos, pelo menos uma vez por ano,
18:31fazer exames de rotina.
18:33Uma vez diagnosticada a doença, doutora, o tratamento é para a vida toda?
18:38Sim, o tratamento é para a vida toda e isso deve passar por um estilo de vida saudável.
18:45Todo mundo precisa de ter um estilo de vida saudável,
18:49não precisa ter diabetes para fazer exercício,
18:52para se alimentar adequadamente.
18:54e isso é uma recomendação para a população em geral,
18:59para prevenir doenças crônicas e para quem tem diabetes também.
19:03Para o melhor gerenciamento da doença, a gente precisa disso,
19:07além de monitorização dos níveis de glicose,
19:11então com o aparelhinho que fura o dedo, como o de Dona Maria Angélica,
19:15ou a gente pode usar os sensores de glicose que a gente coloca no braço
19:21e ele, ou em outro local do corpo, ele vai estar aí captando os níveis de glicose continuamente,
19:27tomando a medicação, tomando insulina,
19:30visitando o médico regularmente para fazer seus exames de controle.
19:35Perfeito. Volto a falar com o Lucas Duarte agora.
19:40Lucas, obrigado pela sua participação conosco aqui no Fala Espírito Santo
19:44e que o seu grupo, o grupo de apoio, continue ajudando pessoas com diabetes
19:50e levando informação também sobre a doença para as pessoas, viu?
19:56Obrigado. Obrigado pelo convite e queria, obviamente, aproveitar a deixa.
20:01as pessoas que têm diabetes. Nós temos um grupo no WhatsApp, a galera é super unida,
20:07a galera se comunica bastante, troca ideias, troca informação.
20:12O mais importante de tudo, a mensagem que eu queria deixar é
20:15enfrente a doença de uma maneira mais ativa, se comunique, participe de eventos,
20:22busque informações concretas, tenha a Sociedade Brasileira de Diabetes,
20:25que é muito importante, porque não tem facilidade,
20:30mas também não é o fim do mundo.
20:33Você vive muito bem, você vive muito tranquilo.
20:36Diabetes é apenas um detalhe na sua vida e você pode ter muitas outras experiências bacanas
20:42para poder buscar.
20:43Para quem não conhece, tem Diabéticos da Ilha, pode mandar mensagem lá no Instagram,
20:47eu posso estar mandando o link do WhatsApp para a galera poder fazer um interesse.
20:49Como é o arroba, Lucas?
20:51O arroba é arroba diabéticos da ilha.
20:55Arroba diabéticos da ilha.
20:57Isso, eu queria aproveitar também e passar da Associação de Diabéticos,
21:00porque é importante também as pessoas se comunicarem dentro da Associação,
21:05porque a Associação pode fazer muito mais,
21:08porque é uma instituição filantrópica, sem fins lucrativos,
21:12tem um trabalho maravilhoso, tem muitos médicos parceiros,
21:15tem muitos nutricionistas parceiros, e eu acho que também seria legal.
21:19O arroba da Adi, agora me fugiu a cabeça, mas se não me engano é
21:22arroba adisdiabéticos.es.
21:25Pessoal, procura, através do arroba Diabéticos da Ilha.
21:28Obrigado, Lucas, pela sua participação conosco.
21:30Se mandar Diabéticos da Ilha, eu mando para lá.
21:32Obrigado pela participação, um grande abraço,
21:34Fica com Deus aí.
21:35Um abraço, um abraço, obrigado.
21:36A endocrinologista, a doutora Flávia Tessarouro, pela participação,
21:39e a Maria Angélica também, professora.
21:41Obrigado pela participação, viu gente?
21:43Obrigado, gente.