- há 4 meses
Evento com programação robusta e diversas oportunidades de modernização do agronegócio
Categoria
🗞
NotíciasTranscrição
00:04A gente tem a parte de chamados, que é justamente essa parte que você pode, você está formalizando
00:10a sua agroindústria, ou você está com uma dúvida porque está dando um problema em algum produto
00:16que você está produzindo, você está com uma dúvida na parte de rotulagem, na parte de processamento,
00:22na parte de higiene da agroindústria em si. O que você pode fazer? Você pode entrar no sistema e abrir
00:31um chamado.
00:32Você vai lá na caixinha de chamado, escolhe um tema, a gente tem um eixo de temas lá, você escolhe
00:39o tema
00:40e dentro do tema você digita a sua pergunta. Você pode mandar uma foto para a gente.
00:45Olha, está acontecendo isso, o meu produto está mofando com oito dias, por exemplo, sendo que a durabilidade dele
00:54teria que ser maior, não sei o que está acontecendo. Manda uma foto para a gente, ou um vídeo, anexa
01:00e envia.
01:01Esse chamado vai ser enviado para um especialista da área. Esse especialista vai receber um e-mail,
01:08olha, tem um chamado lá no sistema agrolegal para você. Ele vai entrar e ele vai olhar o que é,
01:14ele vai responder, ele pode anexar algum tipo de folder, de cartilha para a pessoa, para complementar a resposta.
01:23E se ele achar que não for o suficiente, como ali vai ter o e-mail e o telefone do
01:28produtor,
01:29ele pode agendar uma visita presencial para ele entender melhor, ou acionar o Incapé,
01:35ou a prefeitura daquele município para ir lá e conseguir fazer um diagnóstico melhor da situação.
01:44Ao final, que você é atendido no chamado, você faz uma avaliação daquele atendimento,
01:48em questão da qualidade, do tempo, se foi demorado, se atendeu as suas expectativas ou não.
01:57No dia que a gente fez esses resultados, como eu disse para vocês, já aumentaram os números,
02:03mas eram 47 profissionais cadastrados, 18 associações, 2 cooperativas e 137 empreendimentos individuais.
02:11Desses, 62% dos empreendimentos, das associações cooperativas, são da agricultura familiar,
02:19que estão cadastrados.
02:2029% deles têm alguma produção orgânica.
02:25E os serviços que a gente já ofereceu via sistema foram capacitações, os kits de coloração de água,
02:34a adesão ao selo origem capixaba, que é um selo voltado para as agroindústrias rurais,
02:39e consultorias via SEBRAE.
02:42A gente ofereceu um pacote de consultorias na área de rotulagem, na área de boas práticas,
02:47em parceria com o SEBRAE.
02:49E a forma de se inscrever, de se cadastrar, foi através do Agrolegal, a Terra Digital.
02:56É isso.
02:58Aqui estão os nossos parceiros.
02:59A execução é SEAG e o IFES.
03:02E, como parceria, a gente tem a FAPES, o Incapero, o IDAF e o Ministério da Agricultura.
03:10É isso, gente.
03:12Se alguém tiver alguma dúvida depois, eu estou à disposição.
03:15Obrigada.
03:21E, pessoal, bom dia.
03:39Agradecer o convite aos organizadores do evento, parabenizar pela organização também.
03:45Eu sou o Bricalli, servidor do Incaper.
03:48Quero cumprimentar também os colegas de painel, dois da minha instituição, a Patrícia e o Antônio Elias.
03:54E o Pavese, que foi meu colega de trabalho lá no Caparaó, alguns anos atrás.
03:58Uma satisfação estar aqui com vocês, compartilhando esse tema importante, novo,
04:03e que a gente precisa, de fato, evoluir, que é a assistência técnica digital.
04:11Vamos passar aqui.
04:17Aliás, o foco da apresentação vai ser um aplicativo de celular que permite a compra e venda dos produtos da
04:26agricultura familiar
04:27para todos os consumidores, que é um aplicativo chamado Feira na Palma da Mão, que já está funcionando,
04:31que vocês podem baixar no celular a qualquer momento.
04:34Eu vou explicar aqui daqui um pouquinho.
04:35Mas, antes de chegar no aplicativo, eu gostaria de fazer uma breve contextualização da questão da extensão rural e da
04:44assistência técnica.
04:45Como o painel se chama assistência técnica digital no campo, e nós somos de um órgão que tem pelo menos
04:53três grandes serviços,
04:55que é a assistência técnica, a extensão rural e a pesquisa, como o próprio nome diz, são coisas diferentes.
05:01Então, a assistência técnica às vezes é confundida com extensão rural, e eu gostaria de fazer essa pequena observação aqui
05:08no início,
05:08antes de apresentar o projeto Feira na Palma da Mão.
05:11Em primeiro lugar, é olhar para o campo, para o meio rural, entendendo que...
05:23Só funciona lá em cima, não funciona aqui no painel, bem pouquinho.
05:27Entendendo que o campo...
05:29Acho que é melhor voltar com esse aqui, desculpa, pessoal.
05:33Entendendo que o campo, o foco da nossa percepção são as pessoas.
05:39Mulheres, homens, jovens, idosos, que se agrupam em diversas categorias.
05:47Proprietários rurais, indígenas, quilombolas, assentados, pescadores, ribeirinhos, grandes e médios produtores.
05:56Então, aqueles primeiros que eu considerei são considerados, através da Lei 2006, de 2006 da Agricultura Familiar,
06:02são considerados agricultores familiares.
06:05E quem não se enquadra na lei são os não familiares.
06:09Então, no campo, o que a gente vai encontrar são esses diversos grupos de pessoas
06:14para a gente fazer os diversos tipos de atendimentos.
06:19Todas as pessoas, independente se são agricultores familiares ou não,
06:24eles precisam de uma série de coisas para terem oportunidade de vida,
06:27qualidade de vida no campo e escolherem morar lá.
06:31Eles precisam de comunicação, porque é isso que a gente está conversando aqui, inclusive, do painel.
06:37Comunicação, transporte, estradas, energia, segurança, organização social rural,
06:46através de cooperativas, associações, sindicatos, conselhos municipais, igrejas, entre tantas outras,
06:53acesso à terra, meio ambiente, lazer, saúde, educação e, obviamente, o lugar que eles moram,
07:02que, geralmente, é o lugar que eles moram e trabalham.
07:06Diferente da gente, por exemplo, que está aqui nesse painel aqui agora,
07:10a Patrícia, por exemplo, ela mora num lugar, mas trabalha em outro lugar,
07:14ela se desloca para ir trabalhar.
07:16Geralmente, os agricultores não, eles trabalham e moram no mesmo lugar.
07:20Por isso, a unidade de produção deles é moradia e trabalho.
07:23Se a gente considerar todos esses itens, se algum deles faltar, ou mais de um faltar,
07:30e comumente, normalmente faltam, as pessoas tendem a sair do campo.
07:38As coisas estão cada vez melhores, só aqueles dois primeiros lá, comunicação e transporte.
07:44Imagina como melhorou, comparando hoje, de 50 anos atrás, ou em 1956, quando a Incaper foi criada,
07:50que o carro que a gente andava era um jipe.
07:54Não é à toa que era um jipe, é porque não tinha estrada, era muito atoleiro,
07:57precisava ser um carro forte para passar naquelas estradas.
08:02Celular, jamais.
08:03Como que conversar com o agricultor?
08:05Tinha que ir lá de qualquer forma.
08:08Mas não são só essas duas questões, comunicação e transporte.
08:11Todos esses itens são fundamentais para que as pessoas permaneçam e queiram ficar ali.
08:18No caso específico nosso, que trabalha com agricultura,
08:22e estamos nessa feira aqui do Tecnoagro,
08:26é importante, às vezes, o foco nosso é olhar para aquele restante que está em cima,
08:33que é a produção rural, que pode ser convencional, orgânica, agroecológica.
08:38Depois que se produz, se agroindustrializa, aqui nós temos vários,
08:43eu tenho o exemplo do chocolate, do cacau, para virar chocolate,
08:48primeiro passou por um processo produtivo, que se agroindustrializou,
08:53ou seja, transformou aquela produção, que também pode ser coletiva ou individual.
08:58Aqui nós temos exemplos em áreas.
09:00Vivo o exemplo das mulheres do cacau, que é uma agroindustrialização coletiva.
09:05E, depois disso, precisa vender.
09:08Uma feira dessa, por exemplo, ajuda a vender os produtos que eles estão colocando
09:13para a gente consumir, mas não só as feiras.
09:17Então, tem diversas formas de comercializar os produtos.
09:20Institucional, direta, cooperativas, atravessadores, SEASA.
09:26E aí, cada um faz de uma forma quando consegue.
09:31Porque, de todos eles, talvez a parte mais difícil seja vender o produto,
09:36só perguntar isso para um agricultor.
09:41E, finalmente, fechando esse ciclo,
09:46que envolve todas essas questões que eu falei,
09:49de um lado de cá, não sei se o Antônio Elias está conseguindo,
09:52aqui, o verdinho, bem aqui atrás de você.
09:57Extensão rural.
09:58A extensão rural é um meio para que se atinjam todas essas questões
10:04que a gente acabou de falar.
10:06É a forma de chegar coletivamente,
10:09organizando os agricultores,
10:12de forma, muitas vezes, presencial,
10:15através de reuniões e assim por diante.
10:18E a assistência técnica,
10:21coloquei lá em cima,
10:23ela dá conta, principalmente, daqueles três itens lá,
10:28que são a produção, a agroindustrialização e a comercialização.
10:32A assistência técnica, por exemplo,
10:34não tem a função de pensar nas estradas do meio rural.
10:39Mas, quando a gente faz um trabalho de extensão rural,
10:43a gente entende que,
10:45para que o agricultor produza dignamente e venda,
10:50ele vai precisar de uma estrada para ele levar a sua produção.
10:53Então, a extensão rural precisa entrar nesse circuito aí
10:58e poder ajudar para que isso aconteça.
11:01Também não vai ser a extensão rural que vai fazer uma estrada,
11:03mas ela vai articular com as organizações,
11:07com o próprio governo, por exemplo,
11:09a fim de que isso aconteça e assim vale para todos os outros itens ali.
11:14Desenvolvimento rural, então,
11:15que a gente sempre busca,
11:17desenvolvimento rural sustentável,
11:19é o fim.
11:20Depois de tudo isso feito,
11:21se a gente consegue fazer tudo isso aí,
11:23a gente pode falar que,
11:24em uma comunidade,
11:26em um município,
11:27em um estado e em um país,
11:28a gente pode ter um desenvolvimento rural sustentável.
11:31Quando faltam alguma coisa dessas aqui,
11:34dificilmente a gente vai ter.
11:36Por isso que extensão rural,
11:39assistência técnica,
11:40é um motor para fazer girar
11:42todo esse desenvolvimento que a gente quer almejar.
11:47Está certo?
11:48Pronto.
11:49Esse era um parênteses que eu gostaria de fazer.
11:51Agora, definitivamente,
11:52a gente entra no nosso aplicativo,
11:56que é uma questão digital,
11:59importante,
12:00que aproxima o agricultor familiar do consumidor.
12:03Esse aplicativo foi desenvolvido há dois anos atrás,
12:06com recursos da Secretaria de Agricultura,
12:08através da FAPES,
12:09e o Incapera executando.
12:12Então, a gente foi cadastrar os produtores rurais,
12:15já temos diversos produtores no aplicativo,
12:18e eles podem fazer exatamente isso aí,
12:21vender diretamente para o consumidor.
12:23As mulheres cacau,
12:24se elas entrarem no aplicativo e se cadastrarem,
12:27elas podem vender o chocolate,
12:29não só aqui para Linhares,
12:30ou a quem for lá buscar na propriedade delas,
12:33mas para o Brasil inteiro,
12:36se elas quiserem fazer isso.
12:41A importância da venda direta,
12:43pelo menos esses itens,
12:45conhecer a origem, qualidade e sanidade do produto.
12:48Imagina comer um...
12:49Vou sempre citar o exemplo das mulheres cacau,
12:52porque nós estamos aqui,
12:53mas no Espírito Santo nós temos diversos outros.
12:55Imagina a gente comer um chocolate,
12:57sabendo de onde ele foi produzido,
13:00quem produziu,
13:01e a forma como ele foi produzido.
13:03E aí conhecendo a origem,
13:05qualidade e sanidade do produto.
13:07Podemos negociar o preço de melhor forma,
13:09tanto o agricultor quanto o consumidor
13:12que vai adquirir o produto,
13:14reduzir ou eliminar intermediários.
13:17O produtor retém a maior parte do valor do produto
13:20e o resgate de elementos da cultura,
13:23tradições, aspectos simbólicos, gastronômicos,
13:26envolvidos na produção, no preparo
13:28e no consumo desses alimentos.
13:32Essa aí é, digamos, a cara do nosso aplicativo.
13:36Nós temos uma tela inicial,
13:38temos a perspectiva do produtor
13:40e a perspectiva do consumidor.
13:42Ele é muito fácil de usar,
13:44tanto para quem está comprando,
13:46quanto para quem está vendendo.
13:47Nós tivemos um cuidado especial,
13:50nós que somos extensionistas,
13:51extensão rural é saber trabalhar a linguagem
13:54também do produtor rural junto com eles.
13:56Então, porque um aplicativo,
13:57de certa forma, não é simples,
14:00então, a gente tentou trazer
14:03o máximo de simplicidade possível.
14:06E, para exemplificar isso,
14:08toda negociação começa no aplicativo,
14:10mas termina no WhatsApp,
14:13num bate-papo, numa conversa
14:15entre o produtor rural e o consumidor,
14:18do mesmo jeito que a gente vai em uma feira
14:20e que a gente faz o quê em uma barraquinha
14:22quando a gente chega lá.
14:23A gente primeiro olha o produto,
14:25pega na mão, conversa um pouquinho com o produtor,
14:28pede para baixar um pouquinho o preço
14:31e, assim, finaliza a nossa compra.
14:34A mesma coisa acontece no aplicativo
14:36através do WhatsApp,
14:38quando ele se conclui.
14:41Também está...
14:43O aplicativo está na...
14:45O Feira na Palma da Mão, na verdade,
14:47está na internet, no site.
14:50É um site, para quem não quiser,
14:51pode procurar também pelo nosso site.
14:56Temos um Instagram.
14:57O Instagram serve para divulgar as coisas
14:59que a gente vem fazendo,
15:00os produtores cadastrados.
15:02Então, podem...
15:04O endereço é
15:06arrobafeira.napalmadamão.
15:09Para vocês conhecerem o aplicativo.
15:12Aqui, uma série de produtores, cooperativas,
15:16que nós fomos visitar
15:18durante a época que a gente estava
15:20começando o projeto.
15:26Então, é isso.
15:27Agora, a feira está na palma da mão.
15:30Para o produtor,
15:31pode vender para outras cidades, estados,
15:34para organizar sua banca virtual,
15:36negociar sua venda através do WhatsApp.
15:38Para o consumidor,
15:40saber de onde vêm os alimentos, os produtos,
15:43negociar um preço melhor,
15:45valorizar a economia local.
15:48Podem baixar o aplicativo.
15:50Está disponível nas duas versões,
15:52Android e iOS.
15:56E é isso.
15:57Para encerrar, tem um pequeno vídeo
15:58que exemplifica isso que eu falei.
16:02Ele é um minutinho só, bem rapidinho.
16:07Ficou mais fácil fazer a feira.
16:10Agora, eu posso escolher a dedo
16:12os produtos especiais da agricultura familiar.
16:14É o Feira na Palma da Mão,
16:16um aplicativo criado pelo Incaper,
16:18que é bem fácil de usar.
16:20Depois de se cadastrar,
16:22você já pode ir à feira e escolher
16:24de acordo com as suas necessidades,
16:26e tratando diretamente com cada agricultor.
16:41Ficou mais fácil fazer a feira.
16:43Agora, eu posso escolher a dedo
16:45os produtos especiais da agricultura familiar.
16:48É o Feira na Palma da Mão,
16:50um aplicativo criado pelo Incaper,
16:52que é bem fácil de usar.
16:53Depois de se cadastrar,
16:56você já pode ir à feira
16:57e escolher de acordo com as suas necessidades,
17:00e tratando diretamente com cada agricultor.
17:13Eu não preciso mais de intermediários
17:15para levar o que produzo
17:16aqui no campo para a cidade.
17:18O Incaper me indicou o Feira na Palma da Mão.
17:28Onde eu faço tudo pelo celular.
17:31Tiro foto dos produtos
17:32e coloco tudo disponível no aplicativo.
17:37Agora, a feira está na Palma da Mão.
17:40Baixe o nosso aplicativo.
18:00É isso aí. Obrigado, pessoal.
18:02Estou à disposição para perguntas ao final do debate.
18:06Parabéns.
18:09Agradeço o Bricalli.
18:11Um instrumento importantíssimo para uso já,
18:16mudando um pouco o panorama,
18:17aquele panorama que eu falei,
18:19da comunicação um pouco tradicional,
18:23devagarzinho,
18:24e a gente vai mudando um pouco,
18:25trazendo essas tecnologias
18:26para aumentar a velocidade
18:29e aumentar o bem-estar do produtor
18:32ao colocar os produtos deles no campo.
18:34Aproveito agora e chamo
18:35o professor João Batista Pavese Simão.
18:38Como disse, ele é cafeicultor,
18:43engenheiro agrônomo,
18:44formado pela UFIS,
18:45mestre e doutor,
18:46formado pela Universidade Federal de Lavras,
18:50professor do UFIS Campo Santa Tereza.
18:53Alegre, desculpe, desculpe,
18:55o diretor de Santa Tereza estava ali,
18:59eu olhei para ele e acabei falando.
19:00Mas são todos parceiros.
19:02Ato falho, porque ele é de Santa Tereza.
19:08Muito bom dia.
19:10Nós vamos falar de café.
19:12E vamos fazer uma abordagem um pouquinho diferente.
19:16Eu queria um entrosamento de vocês,
19:18nos dez minutos que me deram,
19:19que não sei se eu vou ser capaz,
19:22mas vamos tentar.
19:24Agradecer imensamente a SEAG,
19:25a Patrícia,
19:26que fez incansáveis ligações
19:29para a gente conseguir acertar agendas
19:32e estar aqui com vocês.
19:34Não sei se vocês percebem a importância desse evento
19:37nas questões ligadas à interação,
19:41cooperação dos colaboradores
19:45que estão aqui com a Rede Gazeta.
19:47Nós temos que considerar
19:48que a história do desenvolvimento
19:52da agricultura capixaba
19:54dependeu de grandes parceiros
19:57que se deram as mãos
19:58para fazer o que nós temos hoje.
19:59Nós somos um Estado invejado
20:01nas questões ligadas
20:03à agricultura familiar,
20:05graças aos pequenos se unirem
20:07para resolver os problemas.
20:09Então nós temos, por exemplo,
20:10na história que foi falada pelo Bricalli,
20:12de 1956 para cá,
20:14a história do Incapé,
20:15que começou com Macáris,
20:17de Acáris passou para Emater,
20:19de Emater passou para Encapé,
20:20e hoje é o Incapé,
20:22com um histórico belíssimo
20:24de ações de assistência técnica,
20:25de extensão rural,
20:26de pesquisa.
20:28Três anos antes foi criada
20:30a Escola Agrotécnica de Alegre,
20:32mas antes, décadas antes,
20:34foi criada a Santa Teresa,
20:36em 1940.
20:39Depois veio Itapina,
20:40e hoje nós temos
20:41o Instituto Federal do Espírito Santo
20:44em vários municípios aqui do Estado.
20:46Então, o assunto que vai ser tratado,
20:49ele vai ser primeiro revisto
20:53do ponto de vista do digital.
20:55Quem está nos assistindo aí online,
20:57o digital é importante,
20:59mas não pressupõe necessidade
21:03de não considerar o ser humano no processo.
21:05O ser humano é o primeiro elemento
21:07do processo digital.
21:09E quando a gente fala em campo,
21:11quando a gente fala em agricultura familiar,
21:14é o ser humano olhando no olho,
21:16como o Antônio Elias falou,
21:17Patrícia abordou as questões de agroindústria.
21:19Nós temos que conviver.
21:23Agora, tivemos vários momentos
21:26em que o crescimento exigiu
21:29uma dedicação sobre-humana.
21:31O Incaper, por exemplo,
21:32com o Estado como está hoje,
21:34com tantas tecnologias
21:35que modificam todo o tempo,
21:38tendo presença em todos os municípios do Estado,
21:41não consegue atender 100%
21:42de todas as propriedades que demandam dele.
21:44O IFES também não consegue.
21:47Nós criamos uma empresa júnior
21:50no ano 2010.
21:58O passador não está fazendo funcionar aqui, não.
22:01Congela meu tempo aí, por favor.
22:09Agora foi.
22:12Nós temos um campus no sul do Estado,
22:17como outros campos do Instituto Federal do Espírito Santo,
22:20que trabalha todas as ações atuais
22:24em áreas de ciências agrárias, serviços, de modo geral,
22:28mas a história era agrotécnica.
22:30E nós estamos falando de tudo o que envolve
22:33produção de alimentos.
22:35seja na agricultura, seja na pecuária,
22:39seja na produção de alimentos de subsistência,
22:44seja na produção de alimentos para exportação.
22:45O Espírito Santo é o segundo maior produtor de café do Brasil.
22:50É o maior produtor de café do grupo Coffee Acanéfalo do Brasil.
22:53Mas isso não acontece,
22:56porque uma pessoa trabalha sozinha,
22:57uma família trabalha sozinha.
22:59Foi preciso a parceria, foi preciso olhar no olho,
23:03foi preciso ter confiança
23:06na aplicação de novos conhecimentos
23:09gerados pela ciência, gerados pela tecnologia.
23:12Hoje falamos de digital.
23:14Mas o digital é uma continuidade
23:18daquilo que nós temos, ainda temos, no presencial.
23:22E o digital não pode distanciar
23:26a assistência técnica, a extensão rural,
23:29do setor produtivo.
23:31Ele tem que acoplar ao processo presencial.
23:35Então, o caso que eu vou citar aqui para vocês
23:37é um exemplo de uma empresa Júnior.
23:40A empresa Júnior Caparó Júnior,
23:42que está nessa logo da direita embaixo,
23:47que foi criada para ampliar as ações
23:50de assistência técnica e extensão rural.
23:52criada em 2010.
23:54Hoje é a segunda maior empresa Júnior do país.
23:57Pede para a Fundação Getúlio Vargas.
24:00Ela gira, se eu estiver errado, me ajudem,
24:03depois que eu estou aqui para tomar paulada.
24:06Ela gira próximo de um milhão de reais por ano
24:08em serviços de assistência técnica
24:09e extensão rural e consultoria.
24:12Ela é co-irmã da Grifes de Santa Tereza.
24:16Nós temos o maior prazer
24:18de termos diversas empresas Júniores
24:21ampliando esse tipo de serviço.
24:22Mas ela é exclusiva da área de cafeicultura.
24:26E aí, quando a gente fala assim,
24:27empresa Júnior, garotada...
24:30Aqui é a Patrícia.
24:31Desculpa.
24:34Patrícia.
24:34Eu falei a Patrícia olhando para você.
24:36Chega para cá.
24:37Vem para cá.
24:39Olha para a Karen.
24:40Quantos anos ela tem?
24:42Menos de 20 ou mais de 20?
24:45Menos de 20.
24:46Obrigado, Karen.
24:47Eu falei para o pensamento assim.
24:49Karen é membro da empresa,
24:52criada há 13 anos atrás.
24:54Tem muito mais dinamismo que um cara de 60 anos.
24:57Mas o cara de 60 anos pode usar o conhecimento do passado,
25:03orientar o jovem,
25:04e aí aquela brincadeirinha
25:07daquelas programas de televisão.
25:09Os pequenos obedecem os grandes.
25:11Não tem um negócio assim?
25:12Quer dizer, o experiente passa para frente
25:15aquilo que já aprendeu para o próximo.
25:17E aí tem a adaptação do tempo.
25:19Por quê?
25:20Porque nunca o tempo é igual.
25:22Os desafios sempre haverão
25:24e sempre serão novos desafios.
25:27E o primeiro desafio dessa região de Linhares,
25:29do Norte do Estado do Espírito Santo,
25:30onde nós estamos aqui, foi desmatamento.
25:32Porque senão não teria desenvolvimento aqui.
25:34E quantos anos tem em Linhares?
25:37O sul do Estado foi o primeiro a ser desenvolvido?
25:39Não é em 1850,
25:41estou falando de 170 e poucos anos atrás.
25:43Todos que estão aqui, que são capixabas,
25:46têm origem na agricultura.
25:49E os desafios dos seus pais, dos seus avós,
25:52dos seus bisavós,
25:52eram diferentes dos seus desafios de hoje.
25:54Então o digital veio para nos ajudar
25:57a diminuir a dificuldade.
26:00e a pandemia foi o grande marco
26:03na história da assistência técnica no nosso Estado.
26:07Por quê?
26:08Porque essa empresa Júnior trabalha em 107 municípios,
26:12desculpa, comunidades rurais.
26:14Rio, Espírito Santo e Minas Gerais.
26:16Trabalha em 40 municípios.
26:19Na pandemia, não podia visitar o produtor.
26:23E os garotos saem nos carros próprios da empresa
26:26de dois, três, quatro pessoas.
26:29E não podiam sentar quatro pessoas no mesmo automóvel.
26:33E o produtor que está lá na ponta,
26:36dependendo da assistência,
26:37que é feita de uma forma de mão dupla,
26:41a verdadeira extensão rural,
26:43é o produtor ensinar para o jovem,
26:45e o jovem ensinar, a universidade, o instituto,
26:48ensinar para a comunidade produtiva.
26:50E isso nós já tivemos experiência com o Incapé
26:53em Alegre em diversos momentos.
26:55Fazemos planejamento anual juntos,
26:57na área do café,
26:59na coordenação do Regional Caparaó.
27:02Tonelista aqui é prova disso.
27:04O Bricário já trabalhou com a gente lá,
27:05nós fizemos trabalho para...
27:07O que a comunidade vive?
27:09Não vamos vomitar na comunidade tecnologia
27:14impondo que, se quiser, pega,
27:16se não quiser, não pega.
27:18Isso nunca funcionou e continua não funcionando.
27:22O que vai funcionar, na verdade, é
27:24nós temos uma tecnologia, te serve?
27:26Não, por que não?
27:28Vamos avaliar comunidade a comunidade.
27:31A empresa Júnior trabalhou sempre assim.
27:33Vai para a comunidade, não trabalha no individual,
27:36trabalha no coletivo,
27:37porque o coletivo é mais forte que o individual
27:40somando um mais um mais um.
27:42Um mais um mais um não é igual a três.
27:44Três é mais do que um mais um mais um.
27:46Entender?
27:47Nós trabalhamos no coletivo, em associações,
27:50criamos associações, criamos tecnologias,
27:52desenvolvemos programas, sistemas, rastreamento,
27:55programas de recomendação de fertilizantes,
27:57tudo que o Incapé já tem, experiência que tem,
28:00e somou-se a um novo modelo do jovem ver,
28:03que ainda não era empregado.
28:05Nós já formamos nove turmas, dez turmas.
28:09Então, já estão muitos, no Incapé, inclusive,
28:12o Tássio é aluno dessa turma nossa,
28:17vários profissionais do Estado do Espírito Santo
28:19são desse tempo.
28:20Então, nós tivemos que trabalhar,
28:22por causa da pandemia,
28:24e não fragilizar o sistema de serviço,
28:27mantendo o contato com o produtor.
28:29Produtor, você tem isso aqui?
28:33Não, não tem.
28:34Pronto, então, ele não tem.
28:36Eu tenho que achar outra alternativa
28:37para trabalhar com ele na pandemia.
28:38Produtor, você tendo isso aqui,
28:40você tem internet?
28:42Não, não tem.
28:44Então, tivemos que nos reinventar.
28:49Por quê?
28:50Porque o produtor teve que usar os recursos que tinha,
28:53e nós compreendendo isso,
28:55para trabalhar de forma pontual em cada comunidade.
28:59Com o café.
29:01Só com o café.
29:03Nós construímos, então,
29:05um trabalho que tem hoje 1.890 clientes,
29:08em café.
29:11Fizemos 52 dos 150 melhores cafés da SIC,
29:15o ano passado, no Coffee of the Year,
29:17quando fizeram a pré-seleção dos 503.
29:21503 virados 150,
29:2352 clientes desse serviço.
29:25Lógico que clientes do Incaper também.
29:29Esses foram para Belo Horizonte,
29:31chegaram em Belo Horizonte,
29:32quando divulgaram os 10 melhores cafés do Brasil,
29:34sete eram desse programa.
29:36O primeiro lugar,
29:37uma menina de Elche,
29:38aqui de Bar, com 22 anos.
29:40O segundo lugar,
29:41um garotinho de 19 anos,
29:43de 12, Rio Preto.
29:44Ou seja,
29:45esse modelo
29:47atrai o jovem.
29:50Governantes,
29:51não esqueçam do jovem.
29:54O velho de 60 anos não vai atualizar,
29:57não vai modernizar os novos desafios.
29:59Por isso que o digital precisa chegar.
30:01E aí chegou,
30:02por causa de uma pandemia.
30:04E aí eu tenho que passar rapidinho
30:05no meu celular,
30:06porque o meu tempo já acabou.
30:07Então, vamos lá,
30:08que eu estou só no segundo.
30:09Mas vamos lá,
30:10o que é que nós fizemos?
30:11Nós conseguimos mandar recado,
30:13nós conseguimos,
30:14quem tinha telefone na comunidade,
30:16trabalhar no coletivo.
30:18E aí nós desenvolvemos cursos
30:20à distância,
30:22com o recurso que a comunidade pudesse ter.
30:25O Quinto do Café,
30:26toda quinta-feira,
30:27às 18h30 até às 20h,
30:29é um curso remoto.
30:31Quem define os temas das aulas?
30:33O produtor.
30:37Quem dá as aulas?
30:38Quem é possível dar aula?
30:40Encapé,
30:41quanta contribuição que já foi dada
30:43pelo Encapé no Quinta do Café?
30:45Até hoje.
30:47Profissionais de universidades,
30:49o jovem,
30:50ele agrega jovem.
30:52Essa é a pegada do digital.
30:55Modernidade,
30:56necessariamente,
30:57tem que envolver juventude.
31:00Nós trabalhamos com a clínica digital.
31:03É como um call center.
31:05Quando você tem várias formas
31:07de você querer comunicar com a empresa,
31:09e hoje em dia,
31:11a forma de comunicação mais rápida
31:13que o produtor tem
31:13se chama WhatsApp.
31:16Mas não só o WhatsApp,
31:17porque nós já temos 48 marcas de café torrado
31:20na propriedade rural.
31:22Nós temos só na comunidade de Pedra Menina
31:2511 cafeterias dentro da propriedade rural,
31:27em 7 quilômetros.
31:30Então, nós temos hoje,
31:31condição do produtor comunicar com a clientela
31:35o que ele tem.
31:36Então, ele tem o Instagram.
31:38Ah, tinha lá o Facebook,
31:40ainda tem alguns que tem,
31:41usa a message,
31:42pouca, mas usa.
31:44Nós temos a nossa página da internet.
31:46Se vocês quiserem acessar nosso material,
31:49é caparoljr.com,
31:50mas tem lá os endereços,
31:52Instagram,
31:54Facebook e o site.
31:57Esses endereços,
31:58o produtor tem.
32:00Nós temos grupo de WhatsApp de 250,
32:03vários,
32:04porque antes tinha usado o Telegram,
32:06nós não queríamos usar o Telegram.
32:07Usamos o WhatsApp até 250,
32:09agora a comunidade já amplia a capacidade de trabalho.
32:13Então, nós temos
32:15centenas de pessoas em grupos
32:17que têm algo em comum.
32:19O assunto é torra,
32:21explode em torra,
32:22é capacitação, é atendimento.
32:24Então, quando a gente tem isso daí,
32:26a gente contrata uma ferramenta
32:29de gerenciamento
32:31da comunicação.
32:33Então, nós temos na equipe
32:36condições,
32:37um minuto,
32:39condições de fazer
32:40registro de todas as entradas
32:42e todos os desafios
32:43para a nossa equipe.
32:45Tem meninos mais jovens,
32:47tem uns garotos mais avançados.
32:50Aí está a equipe de atendimento,
32:52fotografia de todos eles,
32:53não tem mais ninguém aí.
32:55Não, tem o Danilo,
32:56deixa eu ver, está ali.
32:57Tem eu.
32:58Mas, olha aí,
32:59a cara do pessoal,
33:00a idade deles.
33:01E tudo com responsabilidade técnica,
33:03porque tem um orientador
33:05que tem CREA.
33:07Não vai fazer nada às excusas.
33:09Todas as recomendações
33:10de adubação em calares
33:11saem com a assinatura
33:12do responsável técnico
33:13e o número do CREA.
33:16E aí nós temos
33:17os dashboards, por exemplo.
33:20Nós temos condição
33:21de botar os nossos charts
33:22e ter relatórios
33:25de tudo o que a gente faz
33:26e perceber onde tem fragilidade
33:28e melhorar esse negócio depois.
33:30Então, nós usamos ferramentas,
33:32mudamos as ferramentas,
33:33contratamos hoje uma,
33:35depois amplia para a outra,
33:36e essas ferramentas
33:37nos orientam
33:38sobre que assuntos
33:40estão sendo demandados,
33:42quais são os trabalhos
33:43que o produtor
33:44está exigindo de nós.
33:45Essa ferramenta
33:47se chama Clínica Digital.
33:49Ela foi testada
33:50pela primeira vez
33:51no ano retrasado
33:52e ela está disponível
33:54para ser utilizada
33:55em todo o Brasil.
33:56Nós já estamos atendendo
33:57Rondônia, em Cacoal,
33:59estamos atendendo
34:00em Séries, no Goiás,
34:01e estamos atendendo
34:02no Baturité,
34:03no estado do Ceará.
34:06Fizemos concursos diversos,
34:07produtores participaram
34:09no Rio de Janeiro,
34:09o concurso do estado
34:10do Rio de Janeiro foi feito
34:11dentro da instalação do IFES.
34:13E, por conta disso,
34:14eu agradeço
34:15ao Antônio Elias
34:16a paciência
34:17de me aguardar até agora
34:18e dizer para vocês
34:20que só se conseguem as coisas
34:21porque existe
34:22um pool de empresas,
34:24de entidades,
34:25de instituições
34:26e de vocês que interagem,
34:28porque isso é um modelo,
34:31capixaba de ser.
34:33Muito obrigado a todos,
34:35obrigado à organização do evento
34:36e à CEAG e ao Antônio Elias.
34:39Obrigado, professor.
34:41Então, pessoal,
34:42já existem algumas experiências
34:45no campo,
34:46nossos colegas extensionistas
34:48já estão utilizando o WhatsApp
34:50naquelas atividades
34:52que a gente sabe
34:53que não tem nenhuma dificuldade,
34:56se tiver alguma dificuldade
34:57de fazer uma conexão
34:58com o agricultor,
35:00aqueles realmente
35:01que fazem esse trabalho,
35:03eles já estão utilizando o WhatsApp,
35:05já está em curso
35:08uma série de instrumentos,
35:11ferramentas
35:12para se estabelecer
35:13algumas atividades.
35:15Não volto a insistir,
35:17como o professor falou aqui,
35:19o ser humano
35:20e o profissional
35:21é muito importante
35:23que ele faça os trabalhos
35:25que exigem a presença dele,
35:28essas tecnologias
35:30não vão jamais
35:30substituir o profissional.
35:33É apenas para agilizar
35:35e colocar
35:36a extensão rural
35:38num momento
35:39mais contemporâneo,
35:41mudar um pouco
35:42a comunicação,
35:43aquela que a gente estudou
35:44na década de 60,
35:46de 70, 80,
35:47e estão utilizando
35:48até agora.
35:49Então, a extensão rural
35:50ela será potencializada.
35:52Já existem iniciativas,
35:54todas essas,
35:55colocadas aqui
35:55pela Patrícia,
35:57no projeto,
35:58o Bricalha,
35:59agora com esse dispositivo
36:01importantíssimo.
36:02O trabalho
36:02da Caparal Júnior,
36:04que o professor colocou aqui,
36:06a gente conhece
36:06parte desse trabalho,
36:08é sensacional,
36:09utilizando,
36:10inclusive,
36:11os jovens,
36:11que são mais ágeis,
36:13é a geração deles,
36:14é a geração,
36:16é muito mais fácil
36:17eles pegarem
36:18esse trabalho
36:18do que a gente,
36:19que é extensionista,
36:20antigo e tal,
36:22mas mesmo esses,
36:23a gente vai
36:23continuar estudando
36:25a melhor forma
36:26de colocar
36:28todas essas ferramentas
36:29no campo,
36:30para modernizar
36:31a assistência técnica
36:32e a extensão rural.
36:35Eu digo para vocês aqui,
36:38eu esqueci de anunciar,
36:39existe a rede Aurora
36:40de diálogo
36:41em inter,
36:42digital,
36:42em toda a América Latina,
36:44nós temos
36:45uma série de colegas nossos
36:46que acompanham
36:48o professor
36:48Luiz Fernando Zuim,
36:50que é um estudioso
36:51desse assunto,
36:52veio aqui
36:53a convite
36:54da Secretaria
36:55da Agricultura
36:55para desenvolver
36:58um pouco
36:58essa conversa
36:59com a gente,
36:59esse trabalho
37:00com a gente,
37:01e a Patrícia
37:02coordena
37:02esse trabalho
37:03lá na Secretaria
37:04da Agricultura
37:05para ver
37:06como que a gente
37:07pode potencializar
37:08a extensão rural
37:09e modernizar
37:10a extensão rural
37:11no Estado do Espírito Santo.
37:16e eles estão
37:17nos assistindo,
37:18olha que bacana,
37:18está bem?
37:19Como é que o pessoal
37:20realmente interage
37:21com esse assunto
37:22é ultramoderno.
37:24Toda a América Latina
37:25tem interesse
37:26em dinamizar
37:28um pouco mais
37:28a extensão rural
37:29e colocá-la
37:30num ponto
37:31mais contemporâneo.
37:33Eu vou dar
37:34um minuto
37:35para cada um
37:35fazer as suas
37:36considerações finais
37:38para a gente
37:39então
37:39encerrar
37:39o nosso painel.
37:42Bricali,
37:42você quer fazer
37:43algumas considerações?
37:44Um minuto.
37:46Depois a gente
37:46abre para perguntas
37:47aí,
37:47se tiver
37:48algumas perguntas.
37:53Não, é isso.
37:54Eu acho que é
37:55reforçar as palavras
37:56do Antônio Elias,
37:57não é isso?
37:58Que a gente
37:59precisa
38:00trazer a extensão rural
38:01e a assistência técnica
38:02para esse mundo
38:03contemporâneo
38:04que a gente vive.
38:05A gente defende
38:07que ela já está aí.
38:09A gente precisa
38:09na verdade
38:10aperfeiçoar
38:12institucionalmente.
38:13Pode contar
38:14com os servidores
38:15com certeza
38:16do INCAPER
38:16para ajudar
38:17nessa missão
38:18que a Secretaria
38:19de Estado da Agricultura
38:20está puxando
38:22que é fundamental
38:23para a gente
38:24complementar
38:25o trabalho
38:26que a gente já faz.
38:28Então,
38:28a gente não entende
38:30do ponto de vista
38:30da substituição
38:31de uma coisa
38:32pela outra
38:32ou exatamente
38:33ao contrário
38:34é no sentido
38:35de complementar
38:36potencializar
38:38agilizar
38:38e entrar
38:40em 2023
38:41para frente
38:42porque 2023
38:43para trás
38:43já passou.
38:45Obrigado,
38:45Bicali.
38:46Patrícia?
38:49Só
38:51colocar,
38:52Antônio Elias
38:53lembrou muito bem,
38:54nós temos um GT
38:55de Ater Digital
38:56que funciona
38:57dentro da SEAG,
38:58SEAG INCAPER,
39:00onde a gente tem
39:00um grupo,
39:01Bicali faz parte,
39:03em que a gente
39:03está estudando
39:04como a gente
39:06pode melhorar
39:07essa questão
39:07do uso
39:08das tecnologias
39:09de informação
39:09e comunicação
39:10dentro do INCAPER
39:11justamente
39:12para potencializar
39:13o atendimento
39:14aos nossos produtores
39:15rurais.
39:16Nós verificamos
39:17que já existem
39:18várias iniciativas
39:20durante a pandemia,
39:21isso se potencializou
39:23muito,
39:23essa questão
39:24dos grupos
39:24de WhatsApp,
39:25as reuniões online,
39:27as capacitações online,
39:28então nós estamos
39:29estudando formas
39:31de tornar isso,
39:34de colocar isso
39:36no papel,
39:36de criar,
39:38regulamentar
39:39a Ater Digital
39:39que já ocorre
39:40dentro do INCAPER.
39:41O Palma da Amal
39:42é uma iniciativa,
39:44o Agrolegal Ater Digital
39:46foi outra iniciativa
39:47e durante esse processo
39:49a gente conversou,
39:50entrou em contato
39:51com o professor Bavés
39:52que colocou a gente
39:54em contato
39:54com a equipe dele
39:55para a gente conhecer
39:56um pouco do sistema deles
39:58que poderia ser
39:59um modelo,
40:00um exemplo para a gente.
40:02Nós conversamos
40:02com outras instituições
40:04de todo o país
40:05que fazem Ater,
40:07Ater Digital,
40:08que tem aplicativo,
40:09que tem modelos
40:10implementados
40:11para a gente verificar
40:12o que está funcionando
40:13e o que tem adesão
40:15e o que não tem,
40:16porque o professor
40:16colocou muito bem,
40:17a gente tem que fazer
40:18o que o produtor precisa,
40:20não é fazer a tecnologia
40:22e jogar para ele,
40:23a gente tem que procurar
40:24essa adaptação sempre.
40:26E é isso,
40:27quando a gente escuta
40:29o Ater Digital,
40:30algumas pessoas
40:31até arrepiam,
40:32mas na verdade
40:33nada mais é
40:34do que integrar.
40:35Hoje em dia
40:36a gente não faz nada
40:37sem internet,
40:38sem celular,
40:38a gente até brinca
40:39em todos os momentos
40:40da nossa vida
40:41de lazer a trabalho,
40:43a gente está sempre
40:44com o celular na mão,
40:45então é uma coisa
40:46que já está aí,
40:47que já está acontecendo
40:48e a gente quer trazer
40:50para dentro
40:50da extensão rural
40:51de forma institucionalizada
40:54para que a gente
40:55possa potencializar
40:56esses resultados.
40:58Agradecer muito
40:59aqui a oportunidade,
41:01agradecer ao professor
41:02e ao Bricali
41:03e ao Antônio Elis
41:04que aceitaram o convite.
41:05Obrigada.
41:06Obrigado, Patrícia.
41:07Os dois minutos
41:07que ela apresentou,
41:08a palestra dela em oito,
41:10os dois a galóia
41:10desforrou agora.
41:12Rapidinho aqui, professor,
41:14suas palavras finais.
41:15Bem rapidinho mesmo
41:16que já estou vendo
41:17a organização ali.
41:1830 segundos.
41:19O que vem pela frente?
41:2230 segundos.
41:23Pode contar.
41:25Nós temos
41:25indicações geográficas
41:27no Estado.
41:28No caso do café,
41:30três origens,
41:31Caparaó,
41:32Montanhas e Conilão.
41:34O café arábica
41:36do Caparaó
41:37já está sendo selado
41:38e vendido
41:39com rastreamento.
41:41Tudo isso é digital.
41:43QR Code,
41:45informações,
41:47aspectos sensoriais,
41:48imagens,
41:50coordenadas geográficas
41:51para o mundo inteiro descobrir.
41:53E nós estamos falando
41:54que isso vai injetar
41:5550 a 60 milhões de reais
41:57na mão de pequenos
41:58produtores rurais
41:59num prazo de 5 a 10 anos.
42:02Obrigado, professor.
42:03Vamos fazer o seguinte, pessoal.
42:05Eles vão estar transitando aqui
42:06o dia inteiro,
42:08colocaram aí
42:09os seus telefones.
42:10Quem tiver mais interesse
42:11em fazer algumas perguntas,
42:12pode fazer diretamente para eles.
42:13Ok?
42:14Agradeço a organização
42:15e peço desculpa aí.
42:16O tema
42:17é muito importante.
42:19Obrigado.
42:20Um abraço a todos.
42:20e agradeço a todos.
42:22Obrigado.
42:24Obrigado.
42:25Obrigada.
42:25Obrigada..
42:25Obrigada.
42:26Um abraço
42:28a todos. Obrigado.