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A arrecadação do governo federal atingiu R$ 229,2 bilhões em março, segundo dados da Receita Federal, marcando o maior valor para o período em 32 anos. O resultado inclui impostos, contribuições e outras receitas, com alta em relação ao mesmo mês do ano anterior e impacto direto no bolso dos brasileiros.

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Transcrição
00:00Porque a arrecadação do governo federal com impostos, contribuições e outras receitas
00:05acabou somando quase 230 bilhões de reais em março.
00:12Deixa eu trazer a informação completa?
00:14Se a produção puder me ajudar, certamente a gente vai conseguir compartilhar toda a informação.
00:20Bom, então eu vou ter que acionar a nossa reportagem.
00:22Então a Júlia Firmino chega ao vivo e vai trazer os detalhes pra gente.
00:26Júlia, não tinha todas as informações aqui, mas se você puder compartilha com o nosso público
00:31quanto foi que os brasileiros pagaram em impostos no mês de março.
00:39Valor recorde, viu, Caniato?
00:41Boa noite pra você, pra quem tá com a gente aqui no Pingos nos Is, na programação da Jovem Pan.
00:46De fato, no mês de março, ou seja, o último mês, mês que passou,
00:50Brasil chegou a arrecadar 229,2 bilhões de reais, não só em impostos, mas em contribuições e outras receitas.
01:00Valor recorde em 32 anos, desde o início das medições.
01:05Isso foi informado pela própria Receita Federal, dizendo que esse foi o valor,
01:10esse foi o volume arrecadado pelo governo federal agora em março de 2026.
01:16E esse número é 4,99% maior quando a gente compara com março de 2025,
01:22quando foram arrecadados 218,4 bilhões de reais.
01:28Além disso, recorde não fica só pro próprio mês de março,
01:31mas pro primeiro trimestre do ano, que começou em janeiro, passou por fevereiro e chegou até março.
01:37E quando foi arrecadado, né, 784,2 bilhões de reais, o que é 4,6% maior,
01:47quando a gente compara também com o trimestre, primeiro trimestre de 2025.
01:53E aí a Receita mesmo informou que o que ajuda a explicar esse volume tão grande na arrecadação agora
02:00é de fato o crescimento do imposto previdenciário, também o desempenho de PIS e COFINS,
02:10além do IRRF, que é o imposto de renda retido na fonte, e também do IOF.
02:17Tudo isso também a gente pode dizer que reflete a melhora do mercado de trabalho,
02:22o crescimento da economia brasileira, além do aumento de impostos,
02:26que foi colocado agora nesse outro mandato do presidente Lula.
02:32A gente segue acompanhando tudo isso porque pode repercutir e trazer mais impactos
02:35pros próximos meses, né, Caniato? Volto com você.
02:38Sem dúvida. Júlia, destacando então qual foi a quantia em dinheiro
02:43que os brasileiros acabaram pagando em impostos federais no mês de março,
02:47a gente segue em contato. Qualquer novidade, a Júlia volta aqui na programação.
02:51Valeu, Júlia. Bom trabalho pra você.
02:53Chamar os nossos comentaristas, o Bruno Musa.
02:56Musa, por diversas vezes, quando a gente traz um número em que a manchete é,
03:03bom, recorde de arrecadação no mês tal.
03:06Muitos colocam em perspectiva, poxa, pagamos tantos impostos,
03:10mas não recebemos os mesmos serviços, né?
03:14Serviços maravilhosos de volta.
03:16E aí sempre tem aquele ranking de arrecadação de impostos ao redor do globo.
03:22Ah, na Suíça paga-se muito imposto, mas também na Suíça você tem serviços maravilhosos.
03:28É disso que se trata?
03:29Ou você entende que, nesse caso especificamente,
03:33a arrecadação tem muito mais a ver com a maneira como o governo administra os seus objetivos?
03:42Não se trata disso.
03:43Afinal de contas, é muito mais fácil você colocar uma manchete e ela ser facilmente interpretada à sua própria maneira.
03:50Fica fácil.
03:51Mas pra isso a gente recorre aos números.
03:54E os números cada vez ficam mais difíceis de serem refutados.
03:57Só que, infelizmente, ainda são poucas pessoas que querem interpretar o número da maneira como ele é.
04:03E por isso geram oportunidades no Brasil.
04:06Ontem, à noite, eu dei uma palestra, depois do nosso ping nos diz aqui,
04:11lá pros clientes da nossa consultoria, que nós fazemos a consultoria financeira deles.
04:15E um dos pontos foi realmente sobre impostos.
04:20Não havia saído o dado, que saiu hoje, mas mesmo assim, independente do dado de hoje,
04:24a gente vem batendo recordes recorrentes.
04:26E no ano passado foram quase 4 trilhões de reais.
04:30Isso pode parecer um número muito grande e é assustador, mas qual é a proporção dele?
04:35A gente precisa, obviamente, fazer uma proporção numa mesma base de dados.
04:39Então vamos fazer sobre o PIB.
04:41Veja, a gente já falou aqui de produtividade, a gente já falou aqui a respeito de horas trabalhadas,
04:46que eu mencionei na semana passada, que num estudo da Organização Internacional do Trabalho,
04:51de 180 países, tem 97 países que trabalham mais horas do que o Brasil.
04:57Então o brasileiro tem uma produtividade baixa e nós trabalhamos pouco por semana.
05:01São dados da Organização Internacional do Trabalho.
05:03De 180 países, 97 países trabalham mais do que o Brasil.
05:08Quais os países que trabalham menos?
05:10Os que são mais produtivos.
05:11Se a gente quer trabalhar menos horas e a gente quer ter a produtividade que temos,
05:16que é baixíssima, isso significa que estamos fadados à pobreza.
05:19Mas, em paralelo a tudo isso, para piorar a situação, vêm os impostos.
05:25Afinal de contas, a gente vê manchete solando.
05:27O brasileiro trabalha muito mais do que a média dos países do G7.
05:31E os países do G7 são ricos, têm uma produtividade muito,
05:35três, quatro vezes maior em números do que a do Brasil.
05:38Então vamos falar de quanto eles arrecadam frente ao PIB e nós.
05:42A média dos países do G7, segundo os próprios dados,
05:46como eu falei, dos tesouros de cada um dos países respectivos,
05:50a média dos G7 arrecadam por volta de 35% sobre o PIB.
05:55E no Brasil, 40% sobre o PIB.
05:58Quase 40%, 39,8%.
06:00E os emergentes, a média dos emergentes, 27%.
06:04Repito, o Brasil, 40% sobre o PIB.
06:07A média dos emergentes, 27%.
06:09E o Chile, 26%.
06:10E o México, 24%.
06:12E o Peru, 20% sobre o PIB.
06:15Portanto, estamos na média dos países que mais arrecadam sobre o PIB
06:19e que menos entregam.
06:21Temos serviços aqui que se equiparam a dos países subsaarianos na África.
06:26Isso significa que há uma espoliação do brasileiro como um todo,
06:31principalmente daquele mais pobre,
06:33uma vez que eles, no consumo, pagam muito mais impostos referente à sua renda
06:38do que os mais ricos.
06:40Portanto, o Estado que diz proteger é justamente aquele que expolia,
06:45que maltrata o cidadão mais pobre
06:47e continua gerando essa diferenciação social.
06:51Refrutar dados fica mais difícil, mas nem todos querem ouvir.
06:55Zé, deixa eu passar para o Dávila avaliar a situação e o desafio imposto
06:59àqueles que, certamente, tratarão dessas questões no processo eleitoral.
07:06Dávila, o aumento de alíquotas ou a criação de novos impostos
07:10não necessariamente acaba ajudando na arrecadação.
07:14A depender do volume de reajustes ou de taxas,
07:19isso pode fazer com que aquele contribuinte reflita e opte em não pagar.
07:25Vai preferir a inadimplência do que pagar.
07:28Daí vai torcer para que um refis, algum programa de renegociação de dívidas
07:33lá na frente seja lançado.
07:35Esse talvez seja um desafio para aqueles que se candidatarão
07:40à presidência da República,
07:42rediscutir a estratégia do governo federal em relação a impostos e tributos, Dávila?
07:48Não é rediscutir.
07:51É abaixar essa carga tributária que sufoca o brasileiro que produz, que trabalha e que empreende.
07:59Esse é o problema.
08:00O Bruno Musa acabou de trazer aqui um número.
08:02O Brasil é o país emergente que mais taxa o povo,
08:07que mais taxa as empresas.
08:10É uma âncora no pé do Brasil que quer trabalhar, empreender e produzir.
08:15É inacreditável.
08:17E se fizesse toda essa taxação e nós tivéssemos segurança pública primorosa,
08:23melhor educação entre os emergentes,
08:25ainda teria algumas pessoas que achariam que isso é justificável
08:29e continuaria votando no governo.
08:32Mas olha o que acontece hoje.
08:34O Brasil é recordista de arrecadação de imposto.
08:39E para onde esse dinheiro está indo?
08:41Para o ralo da bandidagem.
08:44É indo para o roubo do INSS.
08:4790 bilhões desviados de descontos indevidos do crédito consignado.
08:538 bilhões dos descontos que também foram para a malha da roubalheira do INSS.
09:00Nós temos mais de 75 bilhões de reais
09:05que se perderam no ralo das estatais deficitárias
09:10que foram totalmente aparelhadas pelo governo.
09:14E olha para os indicadores.
09:16O Brasil está no último quartinho em educação no exame do PISA.
09:20O Brasil está entre os 10 países mais violentos do mundo.
09:25Cadê o dinheiro do nosso imposto?
09:27Está indo para a malandragem, para a semvergonhice, para a roubalheira.
09:31Essa é a verdade que precisa ser dita.
09:33É uma vergonha o que está acontecendo no Brasil.
09:36E isso o governo deixa 81 milhões de brasileiros inadimplentes.
09:42O governo tem um número recorde.
09:44Mais de 8 milhões de empresas no Brasil estão inadimplentes.
09:47Recorde de inadimplência de pessoa física e pessoa jurídica.
09:52E por que esta enorme inadimplência?
09:55Porque o Brasil tem a taxa de juros mais alta do mundo.
09:59E por que essa taxa é tão alta?
10:01Porque o governo gasta muito mais do que arrecada.
10:05Mesmo com arrecadação recorte.
10:08Esse gasto faz o governo viver do cheque especial e cheque especial, todo mundo sabe, é a maior taxa de
10:15juros que tem e é assim que o governo faz.
10:17Só que não é ele que paga, ele passa pra gente.
10:19E nós pagamos essa taxa absurda de juros no Brasil.
10:24Então, Canhato, isso mostra o desgoverno, a incompetência da gestão, o aparelhamento do Estado e, como eu disse aqui, a
10:33captura do Estado por corporações, por bandidos e por esquemas fraudulentos.
10:42Passar pro Mota também avaliar esse número trazido pela nossa repórter Júlia Firmino.
10:48Você, Mota, em outros tempos nós ouvíamos, escutávamos a seguinte justificativa.
10:53Bom, arrecadamos muito porque estamos investindo muito, né, em áreas que são muito importantes, estratégicas, saúde, educação, segurança pública, infraestrutura,
11:06mas não me parece que seja o caso, né?
11:09Não é.
11:11E há um número, Canhato, muito mais impressionante do que esses dos bilhões.
11:18Porque eu acho que a maioria dos espectadores e dos ouvintes vai compartilhar o mesmo problema que eu tenho, né?
11:26Depois que você fala de um, dois bilhões, duzentos, quatrocentos, a gente perde completamente a noção.
11:32Os números passam a não significar mais nada.
11:36Eu nunca vi um bilhão na minha frente, nunca vou ver.
11:39Eu acho que a maioria dos nossos espectadores também não.
11:42Então, deixa eu colocar esse problema de uma outra forma, mais clara.
11:48Eu vi recentemente uma pesquisa de um instituto sério de estudos de tributo que diz o seguinte.
11:54A carga tributária média do brasileiro hoje é por volta de quarenta por cento.
12:00Ou seja, tudo que você ganha, você separa quarenta por cento, quase a metade, e entrega na mão do governo.
12:08Para quê? Não é para pagar serviços de saúde, ou de segurança, ou de educação, não.
12:17É para o governo fazer o que ele quiser com isso.
12:20Outro dia nós comentamos aqui que o atual governo do PT já gastou quase um bilhão em viagens.
12:28Hotéis de luxo, jatinhos, jantares em restaurantes finos,
12:35os tais dos cartões corporativos, que ninguém tem controle.
12:40É para isso que é usado o dinheiro dos impostos.
12:43Agora, deixa eu colocar de uma forma bem concreta o que significa esses quarenta por cento.
12:48Significa o seguinte, quando você trabalha de segunda, vamos supor que acabe a escala seis por um, né?
12:57E as pessoas agora só trabalhem segunda, terça, quarta, quinta e sexta.
13:02Bom, segunda e terça você vai trabalhar cem por cento para o governo.
13:08Tudo que você ganhar nesses dias vai para pagar o luxo das autoridades.
13:14Só na quarta-feira de manhã é que você começa a trabalhar para colocar dinheiro no seu bolso.
13:22Então, essa é a realidade do brasileiro.
13:26Nós vivemos hoje uma vida de servidão em relação ao Estado.
13:34Tiradentes morreu porque participou de uma revolta contra a cobrança da coroa portuguesa
13:41de um quinto dos impostos.
13:43Um quinto, meus amigos, é vinte por cento.
13:46Nós hoje pagamos quarenta por cento de tudo que a gente ganha em imposto.
13:52É oportuno essa lembrança do Mota, né?
13:55De Tiradentes, estamos no mês de abril e discutindo justamente a arrecadação de duzentos e vinte e nove bilhões de
14:04reais
14:04em impostos federais em março.
14:06Só para fechar, passar para o Cristiano Beraldo também refletir a respeito desse que é um tema recorrente,
14:12mas que acho que nem todo cidadão brasileiro para e pensa a respeito do que poderia e deveria ser feito
14:21quando a gente fala em arrecadação de impostos.
14:24Porque não me parece que esse seja o principal ponto de decisão na hora em que você vai votar em
14:30um candidato.
14:31Por que eu digo isso?
14:32Porque estamos em um ano eleitoral.
14:33Eu acho que isso certamente aparecerá durante o debate eleitoral, mas não sei se é o principal ponto.
14:39Mas é algo que as pessoas precisam se ater, Beraldo.
14:44Renato, o brasileiro ele é sistematicamente preparado para não compreender esse tipo de matemática.
14:53Educação financeira no Brasil é algo que nunca fez parte do nosso cotidiano,
14:58mesmo o Brasil tendo um histórico inflacionário gravíssimo.
15:03Ou seja, as pessoas que não tinham compreensão financeira, elas perdiam o valor do seu dinheiro na velocidade da luz.
15:13Aliás, nós já estamos de novo num ambiente inflacionário muito severo e não é só por culpa do Brasil, não.
15:21O mundo passa por um efeito inflacionário.
15:25Isso é uma discussão bastante extensa, que tem a ver lá com a crise de 2008.
15:32Mas o fato é que o governo americano, por exemplo, tem interesse em que o dólar perca valor.
15:38E ele perde valor com o aumento da inflação.
15:41O Brasil não está preparado para isso.
15:44Lembram-se, quando o próprio Lula, que era presidente na época,
15:48disse que a crise financeira do mundo no Brasil foi só uma gripezinha.
15:54Que no Brasil chegou a marolinha do tsunami que pegou o mundo.
15:58Pois é, pegou aqui uma marolinha.
16:02Só que o Brasil, ele é simplesmente fruto da sorte.
16:07O Brasil não tem estratégia para absolutamente nada.
16:11E agora nós veremos o abismo entre o rico e o pobre aumentar
16:16e a classe média ser dizimada.
16:19A realidade do Brasil hoje, Caniato, é que se tem relógios que custam preço do carro,
16:27carros que custam preço de apartamento, apartamentos que custam mais que um avião.
16:33Está tudo fora de referência.
16:36E o Mota disse que nunca viu um bilhão.
16:39Ô Mota, não vai demorar muito para você ver um bilhão,
16:42porque um bilhão não vai valer nada.
16:44É nesse caminho que nós estamos andando.
16:48Portanto, Caniato, o governo faz com que as pessoas sejam ignorantes.
16:54E com base nesta ignorância, ele toma o dinheiro.
16:59Muita gente fala que o imposto é roubo.
17:01E no Brasil isso é cada vez mais verdade.
17:04O governo toma o dinheiro do cidadão e gasta da pior forma possível.
17:10Por que isso não acontece, por exemplo, nos Estados Unidos?
17:14Primeiro, porque há a cultura do trabalho baseada em remuneração por hora.
17:20Ou seja, um adolescente vai atrás do seu primeiro emprego,
17:24numa lanchonete, onde for, ele vai ganhar tantos dólares por hora.
17:30Isso desperta nele a consciência que o seu tempo tem um valor.
17:35Depois, nas coisas que são compradas num país como os Estados Unidos,
17:42o imposto é destacado.
17:45Cada estado tem uma determinada taxa,
17:48uma determinada alíquota tributária que incide sobre a compra
17:54que você faz no mercado, nas lojas, nos restaurantes, etc.
17:58No Brasil, isso tudo é camuflado.
18:01O canhato todo dia eu comprei uma mala, uma mala de viagem.
18:06Mais de 50% do preço que eu paguei na mala era imposto.
18:13Estava descrito ali de uma forma difícil de ler,
18:17mas estava na nota fiscal.
18:18Ou seja, o imposto foi mais de 100% do verdadeiro valor da mala.
18:26Esse é o Brasil.
18:27E as pessoas compram e não percebem, não entendem e vão contribuindo
18:33para esse orçamento que no final do ano é um orçamento trilionário
18:38e que não é suficiente para tirar o Brasil do atraso.
18:45Atraso da educação, atraso da saúde, atraso da infraestrutura,
18:50atraso da eficiência, da gestão pública.
18:53O Brasil está atrasado em absolutamente tudo.
18:57E aí, na hora que ele tem um ativo valiosíssimo no mundo de hoje,
19:01que poderia mudar o jogo a favor do Brasil,
19:04do ponto de vista geopolítico, que são as terras raras,
19:07o que o governo faz?
19:08Chancela.
19:09Vende essas terras raras para uma empresa norte-americana
19:13que vai ter por 15 anos 100% da produção dessa mina de terras raras.
19:19O Brasil é um país de gente medíocre,
19:24de gente que não consegue ter uma visão ampla,
19:27não consegue enxergar o Brasil como protagonista.
19:30O Brasil é usado pelos poderosos para eles se beneficiarem.
19:35O Brasil é um instrumento para saciar o ego e o bolso dessas figuras poderosas.
19:42E o brasileiro vai sobrevivendo, vendo a vida passar,
19:46e não consegue entender que a evolução, a prosperidade,
19:51que deveria ser um direito dele,
19:53lhe é roubado absolutamente todos os dias.
19:57O Brasil é um fardo para o brasileiro,
20:00graças a uma sequência de governos irresponsáveis,
20:05medíocres, que não conseguem entender o mal que fazem ao Brasil.
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