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O governo Lula (PT) bateu recorde de arrecadação em 2025, somando R$ 2,9 trilhões em impostos - alta real de 3,65% em relação ao ano anterior. Segundo a Receita Federal, o crescimento foi impulsionado por aumentos em IOF, Cofins e tributos sobre o comércio exterior, reacendendo críticas sobre a carga tributária que pesa sobre o trabalhador brasileiro.
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NotíciasTranscrição
00:00Cobrando cada vez mais impostos da população, o governo Lula conseguiu bater recorde de arrecadação,
00:06somando R$ 2,90 bilhões durante o ano de 2025.
00:12O valor representa um aumento real de 3,65% na comparação com o ano passado
00:19e a maior marca já registrada desde o início da série histórica em 1995,
00:24na comparação de 2025, ano passado, com o ano retrasado, 2024.
00:30Essa é a comparação.
00:31De acordo com a Receita, o recorde na arrecadação foi obtido com a ajuda do aumento do IOF,
00:37Piscofins e outras taxas sobre o comércio exterior.
00:42Roberto Mota.
00:45O brasileiro trabalha quase metade do ano para sustentar o Estado.
00:51Esse debate sobre impostos, o debate fiscal, é tratado como um assunto extremamente técnico,
00:58em linguagem especializada e isso é um erro, porque esse é um problema político e ideológico.
01:05Deixa eu repetir.
01:07O brasileiro trabalha 153 dias por ano só para pagar os impostos.
01:15A partir daí é que você começa a pagar a sua comida, a sua casa, as suas roupas
01:21e o mais grave de tudo é quem paga a maior parte dessa conta.
01:26Por exemplo, uma família com renda mensal de R$ 2.500,00 desembolsa por ano R$ 15.000,00 em impostos.
01:36São impostos invisíveis.
01:38Muita gente não consegue enxergar isso, porque aqui no Brasil, diferente dos Estados Unidos,
01:43quando você compra uma coisa, não vem lá separado o valor dos impostos.
01:47Mas esses impostos estão embutidos em tudo.
01:50Comida, remédio, energia, transporte, todos os serviços básicos.
01:56E aí tem gente que lembra, os serviços prestados pelo Estado brasileiro são horrorosos.
02:04O Estado brasileiro falha nas suas missões principais.
02:09Defesa, justiça, segurança pública, ensino básico e saúde básica.
02:14E como lembra muito bem o professor Adriano Gianturco,
02:21isso acontece pelo seguinte, o Estado não é uma loja onde você dá o seu dinheiro
02:28e você recebe alguma coisa de volta, uma mercadoria ou um serviço.
02:34Não é assim que funciona.
02:36Por isso que o nome do pagamento que você faz ao Estado é imposto, não é pedido.
02:44Você não paga imposto para ter serviços de qualidade.
02:49Você paga imposto para o Estado não tomar a sua propriedade ou não prender você.
02:56Essa tem sido uma das características desse governo, o aumento de taxas de impostos,
03:03aumento daqueles que já existem, criação em alguns outros setores que não havia,
03:08isso tudo somado à situação das relações exteriores, do comércio exterior e das relações com os outros países,
03:16taxação e sobretaxa, enfim, assuntos que têm impactado certamente toda a economia para o governo com aumento de arrecadação,
03:27estão atingindo aí o recorde de 2,9 trilhões de reais.
03:32Agora, 19 horas, nós estamos de volta para você que estava no nosso intervalo na rede de rádios,
03:37a gente está repercutindo aqui o recorde do governo no ano de 2025,
03:42arrecadando 2,9 trilhões de reais.
03:45É uma porcentagem de 3,65% em relação a 2024, um aumento.
03:53Apesar do aumento, Diego, a gente estava repercutindo também a manifestação,
03:57a projeção do ministro da Fazenda de que a economia não vai impactar a ponto de eleger
04:04ou deixar de eleger ninguém nas eleições de 2026 desse ano.
04:09Você acredita?
04:09Kobayashi, eu lembrei exatamente sobre essa notícia que nós repercutimos nos últimos dias.
04:17Está tudo bem o Estado brasileiro arrecadar um volume recorde de dinheiro
04:22e mesmo assim entregar também um déficit recorde nas contas públicas.
04:26Afinal, para o ministro da Fazenda, a economia não vai ter a sua importância,
04:30não vai ter grau de importância algum, não vai eleger nem deixar de eleger ninguém,
04:35abrindo aqui aspas, para que o próprio ministro disse.
04:38O que, é claro, é uma grande falácia.
04:41Nós temos um comportamento histórico do eleitor brasileiro,
04:44que é atribuir ao governo, seja o governo culpado ou não,
04:48a responsabilidade por eventual crise econômica.
04:52Deixando muito claro aqui, como eu gosto de fazer sempre,
04:54nesse caso, a culpa é do governo, que está gastando o nosso dinheiro,
04:59está gastando o dinheiro do contribuinte sem dó nem piedade,
05:03como se o amanhã não fosse chegar.
05:05O grande spoiler que eu preciso dar aqui para os nossos governantes é que o amanhã chega,
05:10e é amanhã mesmo.
05:11A própria ministra Simone Tebet já alertou o governo que em 2027 nós não teremos mais um centavo
05:17para fazer qualquer tipo de investimento no Brasil.
05:20Todo o dinheiro arrecadado será destinado ao custeio da máquina pública,
05:24às despesas com folha de pagamento, às despesas com os salários dos políticos,
05:29com a previdência social, com a dívida pública, os juros da dívida, enfim.
05:34Não vai ter dinheiro para mais nada.
05:36E é amanhã mesmo, 2027.
05:39Quem sentar na cadeira presidencial após a vitória das eleições,
05:43já corta a fita vermelha, já coloca a faixa no ombro,
05:46com um grande problema fiscal a ser enfrentado.
05:49E claro, novamente, fruto da irresponsabilidade,
05:53fruto desse gasto desenfreado,
05:55com muitas coisas que não trazem nada ao interesse público,
05:59que não vão ao encontro dos problemas das pessoas,
06:02gastos com itens de luxo,
06:04como frequentemente nós repercutimos aqui na Jovem Pan também,
06:08e ainda seguimos sendo um Brasil que tem problemas que a Europa,
06:12que os Estados Unidos já enfrentaram e derrotaram no século XIX.
06:16Realmente é muito triste que nós tenhamos que chegar a essa situação
06:20de ter impostos no nível dos países nórdicos
06:23e serviços públicos dignos dos países africanos.
06:27Aí, Bruno Musa, sua área de atuação aí, a economia, enfim,
06:32é certo que o brasileiro não queria estar pagando esse tanto de imposto,
06:36batendo recordes de arrecadação aí nos caixas do governo.
06:40Mas se está pagando, se está chegando quase 3 trilhões lá no poder público,
06:46o que se espera minimamente é que isso se converta em serviço,
06:51em benefício, em algo que a população possa se valer.
06:56Estou falando de saúde, educação, segurança, saneamento básico,
07:00para quem não tem sequer esgoto, não tem água tratada, potável,
07:03para se alimentar e para cuidar da sua casa,
07:07mas não é o que a gente vê, infelizmente.
07:09E mesmo nesse caso, o COBA deveria ser metrificado o custo disso,
07:14porque simplesmente não há transparência alguma.
07:17Mesmo que você tivesse uma educação de primeiríssima qualidade,
07:21poderia ser melhor ou não?
07:23Como é que você metrifica isso?
07:25Ah, eu tenho uma educação que eu considero boa.
07:27O que é boa?
07:28O que é boa para você não necessariamente é boa para mim, ou vice-versa.
07:31Como é que nós metrificamos?
07:32Portanto, deveria ter escolha se você quer contribuir para aquilo
07:37e ser usuário daquele serviço ou não.
07:39Assim como num clube social, você não vai contribuir para o clube que eu sou sócio
07:44e você não é sócio, não tem o menor sentido.
07:47Portanto, se o Estado te julga adulto o suficiente para votar,
07:51para escolher beber bebida alcoólica ou não,
07:54para, enfim, fazer tudo o que ele te permite,
07:57significa que você deveria ter liberdade para optar,
08:00querer usar aquele serviço ou não.
08:02Eu não posso assinar ser responsável por aquilo
08:04e não querer contribuir para um determinado serviço
08:07onde o dinheiro é destinado de maneira completamente escura
08:11e sem total falta de transparência.
08:13Mas vamos voltar aqui para aquele que não é dentro da área econômica.
08:17Nós estamos falando dessa arrecadação que você bateu na tecla
08:21do crescimento de quase 4% e sem termos reais,
08:23já descontado a inflação.
08:25Se contarmos a inflação, o crescimento quase bate em 10%.
08:29Isso significa que o rombo do governo volte para a sua casa.
08:34Se você gasta mais do que arrecada, você tem um rombo no teu orçamento.
08:38O governo não para de subir imposto, ou seja, aumenta a sua receita
08:42e mesmo assim o rombo continua crescendo.
08:45Significa claramente que você tem um problema de gastos.
08:49E para onde vai esse dinheiro?
08:50Nós temos hoje basicamente 50 milhões de brasileiros
08:53recebendo o Bolsa Família,
08:54o número de benefícios de prestação continuada que não para de crescer.
08:57Ou seja, você tem gastos ineficientes,
09:01que não significa que faltam recursos.
09:04O gasto é ineficiente e, portanto, ele se traduz em serviços,
09:08como o Diego falou, de país africano.
09:11Mas nós pagamos cinco meses do ano,
09:14nós trabalhamos cinco meses do ano para pagar imposto
09:17e o nome, vale dizer aqui, a narrativa seria que você é contribuinte.
09:22Eu não gosto de falar contribuinte,
09:24porque contribuinte você tem a opção de contribuir.
09:26Aqui é imposto.
09:28Nós somos pagadores de impostos,
09:30pagamos para quem detém o monopólio da violência
09:33e nós não conseguimos recorrer contra,
09:35porque não há meios de recorrer a quem detém o monopólio da violência.
09:39Além dos cinco meses que nós trabalhamos,
09:41quando você vai comprar uma maçã na feira,
09:43como está passando aí na nossa imagem,
09:45você paga mais impostos sobre isso.
09:47Quando você compra o carro, você paga IPVA para usar.
09:50Quando você tem um imóvel, você paga IPTU para ele.
09:53E quando você morre, você paga herança para passar para os seus filhos.
09:57Ou seja, é um sistema completamente que joga contra o próprio gerador de riqueza
10:03e o mais pobre que paga conta com relação a isso.
10:06Então, o sistema é desfuncional e ele está caminhando para a beira do precipício.
10:10Infelizmente, as pessoas apenas aprendem quando bate no precipício.
10:14E o lado bom é que estamos chegando próximo dele.
10:16E aí o debate cresce na sociedade.
10:18Mas daí, Mota, como é que reclama se quem foi eleito
10:21tem a ideologia de Estado grande?
10:25Esse é o problema do Estado gigantesco,
10:28o Estado com muitas mãos,
10:29o Estado com o caixa repleto de dinheiro do pagador de impostos.
10:34E aí quanto mais Estado grande,
10:36menos liberdade, menos iniciativa privada,
10:39menos concorrência,
10:40menos muitas outras coisas que a gente poderia ter
10:44como benefício para o crescimento e para a produtividade no Brasil.
10:47Não é, Mota?
10:49É isso, Koba.
10:50E esse problema não é exclusividade do Brasil.
10:54Nós somos um caso extremo.
10:57Mas a gente precisa se livrar dessa ilusão
11:00de que se a gente eleger os políticos certos,
11:04tudo vai dar certo.
11:06Esse é um problema de todo o Ocidente,
11:09de todas as democracias.
11:11O cientista político Neil Ferguson
11:13escreveu um livro chamado A Grande Degeneração,
11:16em que ele explica, olha só,
11:18o problema é o seguinte,
11:19você elege um político,
11:21ele fica lá no poder durante quatro anos,
11:23ele quer se dar bem,
11:25adiantar o lado dele e da família dele e dos amigos.
11:28Ele não sabe se ele vai ficar mais quatro,
11:31mas se for no máximo oito,
11:32depois acaba, entra outro.
11:35Então, se quer saber qual é a verdade,
11:37ele não está preocupado com o futuro do país
11:39ou com o destino da vida pública.
11:42E isso é a realidade em todas as democracias ocidentais.
11:46Você vai ver as dívidas públicas todas explodindo,
11:49inclusive nos Estados Unidos da América.
11:52Eu gosto também muito da análise do economista alemão,
11:57Franz Oppenheimer.
11:59Ele disse o seguinte,
12:00há duas formas de ganhar a vida.
12:02Prestem atenção nisso.
12:04Uma é a forma econômica.
12:06O que é isso?
12:07É o que nós estamos fazendo aqui.
12:09Você trabalha,
12:10presta um serviço para alguém
12:12ou vende uma mercadoria
12:14e recebe um pagamento em troca.
12:17A outra forma,
12:19explica Franz Oppenheimer,
12:21é a forma política de ganhar a vida.
12:25É você se eleger para um cargo político
12:28e viver usufruindo o dinheiro dos impostos.
12:31Então, meus amigos,
12:32o problema transcende
12:34essa situação momentânea do Brasil.
12:38Agora, é lógico,
12:39tudo isso fica muito pior
12:41quando você tem pessoas no poder
12:44que, além desta mentalidade,
12:47da forma política de ganhar a vida,
12:49ainda acham que lei,
12:51que constituição,
12:53isso é besteira.
12:54Isso só se aplica para os outros.
12:56A gente aqui pode fazer o que a gente quiser.
12:58Tavares.
12:59O Banach,
13:02eu realmente acho que é um grande problema
13:05que tem uma raiz ideológica, sim,
13:07no perfil de cada um dos governos.
13:10De fato,
13:11inevitavelmente,
13:11você vai ter um governo que gasta mais
13:13se o governo entende
13:14que o Estado tem que permear
13:17todos os aspectos da vida do cidadão.
13:20Mas com uma arrecadação desse tamanho,
13:22sinceramente,
13:23eu acredito que,
13:24aqui no Brasil,
13:25a responsabilidade maior
13:27por esse rombo
13:29que nós noticiamos
13:30aqui diuturnamente
13:31nas contas públicas
13:32é a má gestão
13:33do dinheiro público.
13:34É esse dinheiro
13:35indo para o lugar errado.
13:37Porque não é possível.
13:38É dinheiro demais
13:39sendo retirado
13:40da iniciativa privada,
13:42sendo retirado
13:43do pagador de impostos
13:45e que alimentam
13:46a máquina de serviços públicos
13:47ineficientes,
13:48como nós estamos
13:49repercutindo aqui também
13:51diariamente.
13:51Então, talvez,
13:53não seja só uma questão ideológica.
13:55Talvez o padrão de gestão
13:57aqui no Brasil,
13:58e eu não estou só fazendo referência
13:59ao atual governo,
14:01mas a muitos dos governos
14:03anteriores
14:04não tenha acompanhado,
14:05não tenha feito com que
14:06esse dinheiro fosse empregado
14:08de forma correta.
14:09Porque se um Estado
14:10decide participar de tudo,
14:12participar das atividades
14:13do mercado financeiro,
14:15por exemplo,
14:15decide ter bancos públicos,
14:17decide ter muitas
14:17empresas públicas,
14:19é natural que o Estado
14:20também produza lucro.
14:21Aliás,
14:23que o Estado tem uma propensão
14:24até maior
14:24de produzir lucro,
14:26haja vista que
14:27operando em concorrência
14:29com as empresas
14:29do mercado privado,
14:31tem muito mais condições
14:32por ser o dono do caixa,
14:34por ser, enfim,
14:35quem dispõe de mais
14:37ferramentas,
14:38supostamente,
14:38para uma gestão pública melhor,
14:39de entregar mais lucro.
14:41Então,
14:41não é possível
14:42que nós estejamos
14:43numa ponta
14:43batendo recorde
14:44de arrecadação,
14:45arrecadando cada vez
14:46mais impostos
14:47e entregando
14:48cada vez menos resultado,
14:50entregando um rombo
14:50das contas públicas
14:51cada vez maior.
14:52O Brasil é realmente
14:54caso de estudo,
14:55porque é muito difícil
14:57diagnosticar qual realmente
14:59é o problema,
14:59o que realmente nos trouxe
15:01a essa situação
15:02que nós vivemos hoje.
15:03Bruno Musa,
15:05aí,
15:06com um tanto
15:07desse de arrecadação,
15:08não dá para não falar
15:09de meta de déficit,
15:11porque a questão
15:13é o governo
15:14prometer déficit zero,
15:16às vezes consegue,
15:17às vezes não consegue,
15:18às vezes passa um pouco,
15:19mas fala que ficou no zero,
15:21afinal,
15:21zero vírgula alguma coisa
15:22continua sendo zero,
15:23mas esse zero vírgula alguma coisa
15:24dá 60 bilhões,
15:26não era para ter superávit
15:27com esse tanto
15:28de arrecadação?
15:29Veja,
15:31o governo desenhou
15:32o arcabouço
15:33logo depois
15:35de ter apresentado
15:36aquela PEC do estouro
15:37de quase 200 bilhões
15:38de reais,
15:39então ali
15:39você já teve um estouro,
15:41depois ele desenhou
15:42a própria regra
15:43onde os gastos
15:44crescem acima
15:46da receita
15:47em termos reais,
15:48consequentemente
15:49ele é natimorto,
15:51matematicamente
15:52esse arcabouço
15:53ele é mal desenhado,
15:54e aí o gasto
15:55continua crescendo,
15:56a dívida
15:56continua crescendo,
15:57e tem um ponto,
15:59ninguém mais olha,
16:01seja para a definição
16:02de números realmente,
16:03atingimento da meta
16:05virou uma falácia,
16:07atingiu a meta,
16:08desenhei aqui,
16:09aumentei os impostos,
16:11desenhei aqui
16:12algumas arquiteturas
16:13dentro financeira
16:14e consegui atingir
16:16um déficit de zero,
16:17de meio ponto percentual
16:18do PIB,
16:19só que a regra
16:20que o arcabouço
16:21foi desenhada,
16:22eles já alteraram
16:23essa regra duas vezes,
16:24porque já deveria ter dado
16:25déficit zero no ano passado,
16:26aí foi alterada
16:28para déficit,
16:29esse ano deveria ser
16:30superávit,
16:31e esse ano já está
16:32como agora
16:33vamos tentar déficit zero,
16:34só que tem um ponto,
16:35Cobar,
16:36você encontra
16:37nos próprios
16:38documentos
16:40elaborados,
16:41tanto pelo governo
16:42como pelo Instituto Fiscal
16:43Independente do Senado,
16:45que
16:45vários
16:46gastos
16:47que deveriam ser
16:48colocados
16:49como
16:50despesas
16:51primárias,
16:52são colocadas
16:53como despesa
16:54financeira,
16:55são criados
16:56fundos,
16:57o fundo é abastecido
16:58com dinheiro público,
16:59e o fundo destina
17:00o dinheiro
17:01para o pé de meia,
17:02para o auxílio gás,
17:03e esse dinheiro
17:04destinado
17:05de fundo privado
17:06para o destino final,
17:08ele entra
17:09como despesa
17:09financeira,
17:11e não despesa
17:11primária,
17:12e o arcabouço
17:13só contabiliza
17:14o que é
17:15despesa primária,
17:17só que a despesa
17:17financeira
17:18não entra no arcabouço,
17:20prefeito de resultado,
17:21que o governo
17:21divulga,
17:22mas entra
17:23como resultado
17:24de incremento
17:24da dívida
17:25sobre o PIB,
17:26que é a métrica
17:27que todo mundo
17:27está olhando,
17:28que no Brasil
17:28já superou
17:2980% do PIB,
17:30quando a média
17:31dos emergentes
17:32é de 60%
17:33do PIB,
17:34significa que o governo
17:35gasta mais
17:36do que arrecada
17:37e emite cada vez
17:38mais dívida
17:39para conseguir
17:40arrecadar dinheiro
17:41e fazer frente
17:42aos gastos correntes,
17:43e a Selic
17:44nada mais é
17:45do que a taxa
17:46básica de juros
17:47determinada pelo Banco Central
17:48de curto prazo,
17:49a taxa de longo prazo,
17:51que é o que o governo
17:52precisa pagar
17:53para captar dinheiro,
17:54é determinado
17:55por livre oferta
17:55e demanda,
17:56ou seja,
17:57o próprio investidor
17:59ou conjunto
18:00de investidores
18:00que pode ser
18:01o cara que quer
18:02emprestar 100 reais
18:03para o governo
18:03comprando título público,
18:05ele demanda
18:05taxa de juros
18:06mais altas,
18:07e isso aumenta
18:08o estoque da dívida
18:09e encarece
18:10as novas dívidas
18:12que o governo
18:12precisa fazer,
18:13porque ele gasta
18:13mais do que arrecada,
18:15o arcabouço fiscal,
18:16ele é nati morto
18:17e agora ele já está
18:19completamente morto.
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