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  • há 2 dias
Antes mesmo do início oficial da campanha, um novo tipo de desinformação começa a circular: o “golpe da pesquisa eleitoral”.
A comunicadora Rosane de Oliveira explica como pré-candidatos utilizam pesquisas de credibilidade duvidosa para criar uma falsa percepção de favoritismo nas redes sociais.
Veja como verificar se uma pesquisa é confiável, onde consultar os dados no Tribunal Superior Eleitoral e quais cuidados tomar para não cair nesse tipo de estratégia.

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Transcrição
00:00A campanha eleitoral ainda não começou oficialmente, mas já tem um novo golpe na praça.
00:05É o golpe da pesquisa eleitoral.
00:07Como assim golpe da pesquisa?
00:10Eu explico.
00:11Pré-candidatos usam as redes sociais para exaltar o seu favoritismo em pesquisas de credibilidade duvidosa,
00:18muitas vezes encomendadas por eles mesmos ou por seus partidos.
00:22Mas como saber se uma pesquisa tem credibilidade?
00:25O melhor seria a gente não dar muita bola para a pesquisa.
00:28Principalmente essas feitas tanto tempo antes da eleição, porque o importante é o voto na urna.
00:34Mas vamos lá, alguns cuidados para não cair no conto da pesquisa.
00:38Primeiro, veja quem encomendou.
00:40Não basta estar registrada no TSE para uma pesquisa ter credibilidade.
00:45Essa informação e todas as outras sobre a pesquisa estão lá no site do TSE.
00:50Você entra na aba Consulta a Pesquisas Registradas e tem as informações.
00:54Estude o passado do Instituto, para ver se ele tem um histórico de acertos.
00:59Veja como a pesquisa foi feita, se presencial, por telefone ou por internet.
01:04Pesquisa presencial é sempre mais confiável.
01:08E, ó, abra o olho com o destaque dado pelos candidatos a resultados muito favoráveis de institutos desconhecidos.
01:16E muita atenção ao Senado, porque são dois votos e o pesquisador precisa perguntar em quem a pessoa pretende votar
01:24para cada uma das duas vagas.
01:26Mas o mais importante é, não defina o seu voto pelas pesquisas, porque mesmo quando são feitas com toda a
01:33técnica, elas podem errar.
01:35E retratam o momento.
01:36Por isso, várias eleições no Rio Grande do Sul, quem estava à frente nesta época do ano, não chegou nem
01:44ao segundo turno.
01:45E quem aparecia lá atrás, virou governador.
01:48Foi o caso de Germano Livotto, Ieda Cruzes e José Ivo Sartói.
01:52Ficou com alguma dúvida?
01:53Na minha coluna em GZH tem mais informações.
01:56Ficou com alguma dúvida?
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