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Uma megaoperação foi lançada em São Paulo para combater a chamada “gangue do quebra-vidro”, que atua principalmente no trânsito, quebrando janelas de veículos para roubar pertences. A ação envolve helicópteros, drones e centenas de policiais em regiões com maior incidência desse tipo de crime.

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Transcrição
00:00Após aumentar a arrecadação para 3 bilhões e meio de reais, o governo ainda pretende acabar com a chamada taxa
00:07das blusinhas
00:07e tentar se descolar do imposto que só encareceu produtos e não criou empregos, segundo uma pesquisa.
00:14A taxa de 20% sobre compras internacionais de até 50 dólares atingiu principalmente os menos favorecidos,
00:22que somam quase 68% dos consumidores dessas plataformas e com a nova alíquota, a demanda por produtos de baixo
00:30valor no exterior despencou 56%.
00:34Segundo o estudo da Global Intelligence Analytics, encomendado pela Amobitec,
00:40o varejo brasileiro aproveitou a barreira contra os importados para elevar os preços, com os cosméticos tendo subido 17%.
00:48Deixa eu chamar agora os nossos comentaristas, saudando a rede Jovem Pan, todos conectados com a gente aqui em Os
00:56Pingos nos Is.
00:57Estamos analisando um levantamento, um estudo que foi feito a partir da implementação da taxa das blusinhas.
01:05Houve uma diminuição na compra por parte de uma faixa dos consumidores, que entendiam que não era mais vantajoso
01:14e isso acabou não impactando positivamente na indústria brasileira.
01:20Não houve geração de empregos, que era essa uma justificativa, né?
01:25Ao aumentar o imposto da importação, você ajudaria as indústrias nacionais dissimilares, né?
01:33Venderiam mais, produziriam mais e isso fatalmente acabaria impactando também em novas contratações.
01:39Parece que isso não aconteceu.
01:41Eu vou começar essa rodada com o Bruno Musa.
01:43Você, Bruno, eu me lembro que você fez uma série de análises e apontamentos à época da implementação da taxa
01:52das blusinhas, né?
01:53E havia essa discussão, né?
01:55Se isso, em alguma medida, ajudaria a indústria nacional.
01:59Agora, o estudo aponta que não houve nenhum tipo de impacto positivo substancial, né?
02:06É que esse estudo, ele veio a posteriori, né, Caniato?
02:10Mas havia outros, muitos já, anteriores a isso.
02:14Então, o que o estudo mostrou, obviamente, foi o óbvio.
02:18Essa ideia de vamos taxar para proteger a indústria nacional
02:23é um mero discurso, assim como é o da soberania, temos que proteger a nossa indústria.
02:29Quando você faz uma série de privilégios, subsídios, protecionismos a um setor amigo do rei,
02:37em detrimento de outros, o que você faz é inibir a evolução, inibir o incremento de produtividade.
02:45Isso funciona em qualquer área da humanidade.
02:49Pense o seguinte, se você coloca uma linha vermelha num gramado e fala para a pessoa não pisa lá,
02:54você sabe onde não vai pisar.
02:56Se você coloca 150 linhas e fala não vai por aqui, você fica parado.
03:01Você não tem como incrementar.
03:03Eles vão colocando regras, burocracias, entraves, dificuldades
03:08para eles solucionarem supostamente o teu problema, que você simplesmente para.
03:13Você não faz mais nada, você não evolui.
03:16Não há evolução nesse tipo de ação.
03:19Nós paramos no tempo.
03:21Então, quando você cria privilégios para supostamente proteger a indústria nacional,
03:27você prejudica o consumidor.
03:30Uma vez que a indústria nacional não fica competitiva no mercado aberto,
03:34ela se acostuma com esses subsídios,
03:38que eles vêm através do aumento do endividamento da máquina pública,
03:43porque nada mais é do que ou conceder tributos melhores em detrimento de outros
03:48ou literalmente subsídio em dinheiro.
03:51Você dar o dinheiro para que ele venda a preços subsidiados.
03:55Só que esse dinheiro é do pagador de imposto.
03:58Então, você fecha ali numa redoma uma indústria nacional
04:01que ela se torna precária comparativa à dos outros países.
04:06E quando o mercado tem que abrir,
04:09uma vez que o endividamento da máquina pública chega no teu limite
04:13e ele não consegue mais dar esses subsídios,
04:16isso significa que quando o mercado abre, você não é competitivo.
04:20E o Brasil hoje praticamente não é competitivo em nada que agrega valor.
04:24Porque como a gente vem falando aqui recorrentemente,
04:27a produtividade brasileira, segundo o estudo da Organização Internacional do Trabalho,
04:31é abaixo da de Cuba.
04:33Cuba tem uma produtividade de 22 dólares e 30 centavos por hora.
04:37O do Brasil é de 21.
04:38Nós perdemos para Cuba em produtividade.
04:42Então, qual o país que nós queremos?
04:45Continuar com esse papo do século XIX,
04:48de protecionismo da indústria nacional,
04:51XIX porque eu falo de Marx,
04:52mas depois continua em determinado momento do século XX,
04:55quando já se viu que isso não leva a nada.
04:58Isso prejudica o trabalhador, fecha empregos,
05:01destrói no médio e no longo prazo a indústria nacional,
05:03porque ela fica sucateada.
05:04E aí, quando isso tem que abrir, o resultado é muito pior.
05:08A gente continua ocupando o termômetro pela febre no Brasil.
05:12Zé, agora, Musa, quero aproveitar, inclusive,
05:15essa sua intervenção, essa sua participação.
05:18Ontem você compartilhou com o público da Jovem Pão,
05:20um recado importante, fez um convite,
05:24inclusive, queria que você reforçasse para a audiência
05:27que acompanha a programação da Jovem Pão,
05:29do programa Os Pingos nos Is,
05:31e trouxe essas informações desse dia especial
05:34em que você vai ficar muitas horas ao vivo,
05:37interagindo, inclusive, com os internautas, né?
05:40É, vamos ficar, Caniato, junto com a Jovem Pão,
05:44que é justamente nesse tema que a gente está falando agora.
05:46A gente vai ficar das nove às três da tarde,
05:48ao vivo, para tirar essas dúvidas,
05:50falar dos ciclos econômicos,
05:52explicar como que você pode buscar,
05:56se antecipar.
05:57Não tem mágica, não tem rentabilidade extra,
06:00não caiam nessa, muito pelo contrário.
06:02Tem, ao olharmos a macroeconomia,
06:04os dados disponíveis,
06:06nas entrelinhas e não nas grandes manchetes apenas.
06:09Como que você consegue entender
06:10o ciclo econômico que nós estamos?
06:12Como nos antecipamos a isso?
06:14Quando a manchete sai no jornal,
06:15ela é tarde demais.
06:17Então, a ideia é,
06:18nós temos um trilhão de reais em poupança
06:20que rende por volta de 6% ao ano, Caniato.
06:22A taxa de juros é 14,75,
06:24porque o governo gasta mais do que a recada.
06:26Você vai perdendo o poder de compra.
06:28Então, não é para grandes investidores,
06:30é para quem não conhece o ciclo econômico.
06:33Para não cair justamente em armadilhas
06:35e falácias que te vendem.
06:37Olha, coloca seu dinheiro aqui, fique rico.
06:39Isso não existe.
06:40Mas existe uma interpretação
06:41de você conhecer os fundamentos e os dados
06:43para tentar se antecipar
06:45onde uma maioria não quer conhecer,
06:46porque dá trabalho.
06:47Então, o QR Code está na tela,
06:48tem o link também,
06:49newcursos.com.br.
06:51Vai ser sábado, dia 9 de maio.
06:53Vai ser um prazer contar com todos
06:55e debatermos sem pressa,
06:56sem hora para acabar ali.
06:58Bom, temos cinco horas,
06:59então praticamente sem hora
07:00para a gente poder debater mais a fundo
07:02e sair um pouco da grande média.
07:04Até mesmo isso interfere na política,
07:06para que cada vez mais
07:07a gente tenha condições
07:08de não cair em discursos falaciosos
07:11e grandes mentiras,
07:12como a gente vê recorrentemente no Brasil.
07:14É isso.
07:15Recado dado, convite feito.
07:17Deixa eu chamar o Cristiano Beraldo.
07:20Você, Beraldo,
07:21falamos tantas vezes
07:23da taxa das blusinhas
07:24e parece que dentro do governo
07:26identificaram que foi um tiro no pé.
07:28O próprio presidente da República
07:30agora adota a seguinte retórica,
07:33a seguinte estratégia de comunicação é
07:35a taxa é desnecessária,
07:38querendo dizer,
07:39possivelmente haverá reversão.
07:41E aí fizeram uma pesquisa
07:43e mais de 60% das pessoas
07:45acharam que foi um erro do governo
07:48na implementação dessa taxa.
07:50E aí tem um aspecto
07:52que me parece crucial.
07:54A taxa das blusinhas foi implementada,
07:57havia o discurso de proteção
07:59da nossa indústria,
08:01isso aqui não teve um impacto positivo,
08:03não é que gerou emprego.
08:04Talvez ali um incremento pontual,
08:07mas dizer que gerou empregos
08:09e fomentou a produção
08:11da indústria brasileira,
08:12isso não aconteceu.
08:15Olha, Caniato,
08:16eu acho que a gente pode afirmar,
08:18sem nenhum medo de errar,
08:21que o presidente da República,
08:24ele nem achava
08:25que a taxa da blusinha
08:27ia ter algum efeito estratégico
08:30na melhora da indústria nacional,
08:32como agora ele também não acha
08:34ou não sabe
08:35que se teve efeito,
08:38se não teve efeito,
08:39que a preocupação dele não é essa.
08:42No início,
08:44a taxa da blusinha
08:45veio dentro de um grupo de medidas
08:50que visavam favorecer
08:53os amigos do rei.
08:55É público e notório
08:58que várias figuras do varejo brasileiro
09:02apoiaram e apoiam
09:04o presidente da República.
09:06ele precisava,
09:08ao que parece,
09:09retribuir o apoio recebido.
09:11E a sua forma de fazer isso
09:14foi, primeiro, desenrola,
09:16porque as famílias já estavam
09:17tão endividadas
09:19que elas não conseguiam
09:20mais comprar nada.
09:22Então, o primeiro passo
09:24era permitir
09:25que as famílias
09:27resgatassem
09:28o seu poder de compra,
09:30não melhorando de vida,
09:31não melhorando de emprego,
09:33não melhorando de salário,
09:35mas simplesmente
09:37tirando a água
09:38que já tinha passado
09:39do nariz
09:40e colocando ela
09:41de volta no pescoço.
09:43Ao mesmo tempo,
09:45vamos manter
09:47fora do Brasil
09:48aqueles produtos
09:50que vêm
09:51e que concorrem
09:52com esses meus amigos aqui.
09:55Aí, taxa da blusinha.
09:56Mas isso estava lá atrás,
09:57começo de governo.
09:59Dava tempo
09:59de corrigir tudo.
10:00E qual era a solução
10:02na hora que
10:04a população
10:05cobrasse
10:05e isso fosse
10:06ter um efeito
10:08eleitoral?
10:09É o presidente dizer
10:10acho que erramos aqui, hein?
10:12Puxa vida,
10:13acho que realmente
10:14não era o caminho.
10:15Vamos tentar
10:16outra coisa.
10:17Só que, caniato,
10:18isso
10:19deixa claro,
10:20evidente,
10:21que este governo
10:23não tem projeto
10:24para o país.
10:26não se pode
10:27tratar
10:28a economia brasileira
10:29dessa forma.
10:30Com este tipo
10:32de ação
10:34e reação
10:35e que vai
10:36e que volta,
10:37o empresário
10:38brasileiro,
10:39aquele empresário
10:40de verdade,
10:40aquele que não tem amigo
10:41no poder,
10:42aquele que está lutando
10:43para sobreviver,
10:45ele não sabe
10:45o que faz
10:46porque cada hora
10:47é um caminho.
10:48Ele vai por aqui
10:50e aí de repente
10:50não, não, não,
10:50agora é por ali,
10:51agora é por aqui.
10:52E ele fica perdido.
10:54O tempo passa
10:55e ele só apanha.
10:57E ainda vai ter que
10:59fazer escala
11:00quatro por três,
11:00segundo a vontade
11:01do governo.
11:02Então, caniato,
11:03o que falta ao Brasil?
11:05Falta ao Brasil
11:05definições,
11:08soluções
11:08que sejam
11:09perenes,
11:11definitivas,
11:12que tenham
11:13o seu efeito
11:14lá daqui a dez,
11:16vinte,
11:16trinta anos.
11:17É a mesma coisa,
11:18eu volto na notícia
11:20anterior aqui,
11:21caniato,
11:21de fazer uma operação
11:23contra a gangue
11:24que quebra
11:25o vidro de carro.
11:27Alguém,
11:27alguém da nossa audiência,
11:29algum brasileiro
11:29de boa fé,
11:31acredita
11:31que essa ação
11:32de hoje
11:33vai impedir
11:34que semana que vem
11:35nós tenhamos
11:37o mesmo problema
11:38acontecendo
11:39nas ruas de São Paulo?
11:41porque não é uma ação.
11:43Ah, agora eu vou lá,
11:44helicópteros
11:45e muitos carros
11:46e polícia.
11:47Não, não, não, não.
11:49A solução é simples,
11:51só não é implementada.
11:52Vai parar de haver roubo
11:54de carro,
11:56quebrar vidro
11:57e etc.,
11:58o dia que
11:59essa molecada,
12:01que em geral
12:01é uma molecada,
12:03tiver medo de morrer.
12:04opa,
12:05se eu quebrar esse vidro,
12:07vai ter uma polícia ali
12:08e vai me dar um tiro.
12:09Aí,
12:10eles vão pensar
12:11em fazer outra coisa.
12:12Porque enquanto
12:13eles tiverem a justiça
12:15a favor deles,
12:16a polícia
12:17enxuga gelo.
12:19E hoje,
12:19o que que vão fazer?
12:20Uma grande operação
12:21para enxugar um gelão.
12:24Amanhã já está
12:25derretendo de novo.
12:26Então, Caniato,
12:27o Brasil é assim.
12:29Essas medidas
12:31medíocres
12:33simplesmente
12:33para dar manchete
12:34no jornal,
12:36simplesmente
12:36para dar uma
12:39satisfação
12:39fluida
12:40de que eu estou
12:42tentando aqui
12:43resolver algum problema.
12:45Não se resolve
12:46o problema assim, não.
12:47O problema de economia
12:48se resolve
12:50com uma transformação
12:52completa
12:52do Estado brasileiro.
12:54Aliás,
12:55se resolve,
12:56e isso está na mão
12:56da população
12:57está nas nossas mãos
12:58com uma reformulação
13:00completa
13:00dos nossos representantes
13:02para que possam
13:04cobrar
13:05e impedir
13:05os absurdos
13:06que acontecem no Brasil.
13:08Deixa eu passar
13:09para o Luiz Felipe Dávila
13:10para analisar
13:12essa situação.
13:13Dávila,
13:14taxa das blusinhas,
13:15né,
13:16foi lançada
13:16como uma
13:17taxa necessária
13:19para proteger
13:20a indústria nacional.
13:21Outros diziam,
13:22bom,
13:22o objetivo
13:23é para
13:24ajudar
13:25na composição
13:26de arrecadação
13:28do governo
13:29que tem
13:30muitos compromissos,
13:31digamos,
13:31situação fiscal
13:32muito complicada.
13:34E aí,
13:34não deu certo,
13:35parece o projeto,
13:36né,
13:36e o presidente
13:37da república
13:37agora ajusta
13:38o seu discurso,
13:39a sua retórica
13:40e diz que não
13:41é mais necessário,
13:42que provavelmente
13:43isso será revertido
13:44ou vão acabar
13:45com a taxa
13:46das blusinhas.
13:47Não sabemos
13:48exatamente
13:48o que vai acontecer.
13:49Agora sim,
13:50a rede Jovem Pan
13:50com a gente,
13:51o Dávila vai trazer
13:52a sua análise
13:53em um minuto e meio.
13:54Dávila.
13:56É lógico
13:56que ia dar errado
13:57essa taxa
13:58da blusinha,
13:59porque,
14:00Caniato,
14:00quando você
14:01comete sempre
14:02os mesmos erros,
14:03é aquela famosa
14:04frase
14:05atribuída ao Einstein,
14:06mas se não é do Einstein,
14:07é de alguma outra pessoa
14:08que criou uma ótima frase.
14:11Insanidade
14:11é continuar
14:13fazendo
14:13sempre a mesma coisa
14:15e esperar
14:16resultados diferentes.
14:18Essa é a política
14:19no Brasil,
14:19nesse governo
14:20de esquerda.
14:21Você sabe
14:22que reserva de mercado
14:23dá errado,
14:24você sabe
14:25que medidas
14:25protecionistas
14:26empobrecem as pessoas,
14:28não gerou emprego,
14:30não gerou investimento
14:31e deixou os produtos
14:32mais caros
14:33para o consumidor final.
14:34Esta é a beleza
14:36do protecionismo
14:37petista.
14:38É isso que faz.
14:40Reserva de mercado,
14:41é a forma
14:43mais rápida
14:44para empobrecer
14:46a população,
14:47o país perder
14:48competitividade
14:49e produtividade.
14:50Por isso que o Brasil
14:51está tão atrás
14:52de outros países
14:53emergentes.
14:54Nós perdemos
14:55renda,
14:56perdemos mercado,
14:58perdemos competitividade
14:59por esse excesso
15:01de nacionalismo
15:02econômico.
15:03Vamos proteger
15:04a nossa indústria,
15:05vamos criar
15:06um monte de subsídio,
15:08vamos impedir
15:09a competição externa.
15:10E olha o que aconteceu,
15:11o Brasil afundou,
15:14perdeu renda,
15:15perdeu mercado,
15:17perdeu competitividade.
15:18O único setor
15:19que hoje
15:20é competitivo
15:20no comércio internacional
15:21é o agronegócio.
15:23Não é à toa
15:23que o Brasil
15:24é a maior potência
15:26do agronegócio
15:27internacional,
15:28porque o Brasil
15:29nunca,
15:29no agronegócio,
15:31nunca se curvou
15:32a competir,
15:33a ser melhor,
15:34a ganhar produtividade.
15:36Então,
15:37Caniato,
15:37mais uma política
15:39populista.
15:40Custou caro
15:41para o consumidor,
15:42ter que pagar mais caro,
15:44não ajudou a indústria,
15:46não gerou emprego
15:47e muito menos investimento.
15:50Isto é o que vai acontecer
15:51com essa
15:53desastrosa
15:54política
15:54do seis em um.
15:56Não vai gerar emprego,
15:57vai jogar
15:59mais gente
15:59na informalidade
16:00e vai aumentar
16:01o custo
16:01de contratação.
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