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O ministro do Desenvolvimento Social, Wellington Dias, abriu o jogo sobre as expectativas do PT para as próximas eleições presidenciais. Para ele, o cenário de 2026 será "mais fácil" do que o enfrentado em 2022. Apesar do otimismo, o ministro admitiu que o governo Lula ainda falha na divulgação de resultados.

Analisamos se essa confiança se sustenta nos dados atuais ou se o governo está subestimando a força da oposição.

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#AlessandroVieira #GilmarMendes #PGR #STF #SenadoFederal #Política #CriseInstitucional

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Transcrição
00:00O ministro de Desenvolvimento Social, Wellington Dias, admitiu que o governo Lula precisa melhorar a divulgação de resultados desse terceiro
00:08mandato,
00:09mas demonstrou confiança e otimismo em relação ao cenário eleitoral.
00:15Em uma entrevista ao jornal O Estado de São Paulo, ele avaliou que, apesar das dificuldades,
00:21olha só, a disputa tende a ser menos complexa do que em 2022, quando Lula venceu o ex-presidente Jair
00:31Bolsonaro.
00:33Ricardo Kertzmann, você acredita mesmo que o cenário para o Lula esse ano vai ser mais simples para encarar Flávio
00:41Bolsonaro
00:42do que foi para encarar o pai dele, Jair, quatro anos atrás?
00:46De jeito algum, Inácio. Olha, a fala é igual do senador Jorge Seif, aquilo que eu comentei.
00:54Ou ele está muito otimista, ou é só uma tática de estar dizendo que está entrando no jogo cantando vitória,
01:00mostrando otimismo.
01:02Porque não encontra respaldo na realidade, tal afirmação.
01:06Está igual o Gilmar Mendes, está completamente descolado, descolado não só de todas as últimas pesquisas de opinião,
01:13mas está descolado também do próprio humor do eleitorado.
01:18Olha, Inácio, eu tendo a acreditar, pelo menos nesse momento, que o presidente Lula, se há até alguns meses,
01:26dias não, mas alguns meses, eu ainda achava que o presidente Lula, no final das contas, iria ser eleito,
01:32porque na hora que chegasse no segundo turno, tamanha a rejeição do nome de um Bolsonaro,
01:37e agora está confirmado que é o Flávio Bolsonaro, eu imaginava que o presidente Lula, ao fim e ao acabo,
01:43iria ser eleito,
01:44ainda que com uma margem pequena de votos, como aconteceram nas últimas eleições.
01:48Mas agora, diante de tudo que a gente vem experimentando e percebendo diante das últimas pesquisas,
01:54o cenário mudou radicalmente.
01:56Eu acho até muito improvável que o presidente Lula seja reeleito.
02:00E eu digo isso porque quando você analisa as pesquisas de segundo turno,
02:05fica muito claro como todos os outros candidatos, e aí não importa o nome,
02:09são extremamente competitivos, ou seja, aquele viés anti-Lula-petismo,
02:14aquele sentimento anti-petista, voltou e voltou com muita força.
02:18Eu não sei de onde é possível constatar essa altura de que o presidente Lula teria uma eleição fácil.
02:24Sinceramente, poderia vir a público e mostrar com dados para a gente de onde ele tirou isso.
02:30Rodolfo, você acredita que, sem querer, o ministro Guimarães,
02:34o Elton Guimarães, está escondendo que já tem uma artilharia poderosa contra Flávio Bolsonaro,
02:40ou é apenas um otimismo descalcado com a realidade?
02:44Olha, isso aí faz parte da campanha, tá?
02:46Isso aí é motivação, soa esquisito, soa ridículo até,
02:53mas isso ressoa na militância.
02:55Aliás, quem tem usado muito essa tática aí, do discurso positivo,
03:01é o ex-ministro da Fazenda, Fernando Haddad.
03:04Ele apareceu aqui depois que ele colocou na rua a sua pré-candidatura ao governo de São Paulo,
03:11a militância já no dia seguinte já estava falando que o Haddad tinha disparado nas pesquisas.
03:16Olha, é de se esperar que quando a candidatura se apresenta,
03:21é que algumas pessoas que consideravam votar em outras quando o nome aparecia,
03:26por exemplo, sei lá, no vice-presidente Geraldo Alckmin,
03:29decidam pelo Haddad.
03:32Mas o cenário aqui não é nada convidativo para os petistas em São Paulo,
03:37e para o Lula também não é, como o Ricardo já disse, nacionalmente.
03:40Pode ser até que o Lula venha ganhar a eleição, né?
03:43A gente sabe muito bem que as últimas eleições, principalmente aqui presidenciais no Brasil,
03:48elas foram, no meio do processo teve uma surpresa que alterou a forma como a votação acabou acontecendo.
03:57Agora, olhando para o que está hoje posto pelas pesquisas de intenção de voto,
04:03e principalmente também pelas pesquisas de opinião em relação ao Lula,
04:07não tem nenhum motivo os petistas hoje para se sentirem confiantes.
04:11O que eles podem fazer, e aí eu acho que o ministro Wellington Dias fez aí,
04:15é projetar uma confiança para que as pessoas simplesmente não desistam no meio do processo.
04:21E isso pode sim, inclusive, influenciar na forma, ganhar alguns votinhos ali no final das contas.
04:26Mas hoje não tem motivo petista para ficar otimista com esse cenário eleitoral do Lula, não.
04:32E vamos continuar falando sobre Gilmar Mendes.
04:35O ministro do Supremo disse no final de semana que não vê o STF em crise e classificou como lateral
04:45o escândalo do Banco Master.
04:49Rodolfo Borges, não há crise no STF?
04:54É isso, esse é o problema, né?
04:56Acho que a crise do STF, a existência da crise do STF,
04:59é motivada exatamente pela falta de percepção dos ministros sobre o que eles estão fazendo,
05:04e a repercussão na opinião pública sobre o que eles fazem.
05:08Essa não é a...
05:10A questão do Banco Master é uma das crises pelo qual o STF está passando nos últimos anos.
05:15É a maior delas porque ela mexe com questões éticas e morais.
05:21Mas, bem, a gente fala praticamente todo dia sobre isso aqui.
05:25Desde 2019, o STF entrou num processo de degradação institucional que chegou, está no seu ápice hoje.
05:34Naquela época não existia o caso do Banco Master, mas existia o quê?
05:37O início do desmonte da operação Lava Jato.
05:40Esse, a gente pode escolher várias marcas no tempo aí para os processos históricos,
05:47mas quando o STF, conduzido pelo ministro Gilmar Mendes,
05:51alterou o entendimento sobre a hora de prender condenados por corrupção,
05:57e eles tinham decidido meses atrás, meses antes,
06:00que quem fosse condenado em segunda instância poderia ir preso,
06:04aí o Lula foi preso,
06:06meses depois, eles decidem o contrário.
06:10E aí o Gilmar Mendes admitiu já na entrevista que deu para o jornal Valor Econômico,
06:14fez uma leitura política da situação no Brasil
06:18e decidiu julgar de novo essa questão.
06:23Mudou, e ele disse, ele alega isso, que ele conduziu o tribunal para mudar o entendimento.
06:27O entendimento mudado, o Lula foi solto.
06:29Quando o Lula foi solto, começou ali esse processo de derrocada da Operação Lava Jato,
06:34que passou primeiro, aliás, depois do Lula ser solto,
06:38as anulações das condenações dele,
06:41e como consequência, as anulações de praticamente todas as condenações.
06:44De réus, confessos,
06:47pessoas que confessaram e fizeram seus acordos de delação para conseguir benefícios,
06:52confessaram que cometeram crimes.
06:54E desde então, o STF entrou nesse processo,
06:57que aí passa, durante o período do governo Bolsonaro,
07:00por uma, digamos, atenuação diante dos olhos de boa parte da população
07:07sobre o que eles estavam fazendo,
07:08porque ao enfrentar o governo Bolsonaro, ao eleger Bolsonaro como o seu adversário,
07:14o STF, ele conseguiu a tolerância de parte da população
07:18para esse tipo de processo como o inquérito das fake news,
07:22que não segue exatamente o devido processo legal,
07:25e os ministros gostam tanto de falar sobre isso,
07:27de seguir o devido processo legal,
07:30e foi tomando atitudes exageradas, por exemplo,
07:33como o bloqueio de uma rede social durante um mês inteiro, em 2024,
07:37durante um processo eleitoral.
07:40Durante esse período do governo Bolsonaro,
07:43eles conseguiram avançar, digamos assim,
07:46nas suas vontades,
07:48então foram bem autoritários em decisões.
07:51Só que agora, desde que o Bolsonaro foi preso,
07:54eles perderam esse argumento.
07:56O Bolsonaro está preso.
07:58Ele não é mais essa ameaça à democracia,
08:00por mais que hoje os petistas tentem manter essa ameaça viva,
08:04na figura do Flávio Bolsonaro,
08:06que foi apontado como o Jair Bolsonaro como seu redeiro político,
08:11não tem mais como o STF usar o mesmo argumento na mesma intensidade.
08:16Junto com isso, com a perda dessa legitimidade para atuar de forma autoritária,
08:19veio o caso do Banco Master e acertou em cheio o STF.
08:23Primeiro, por meio do ministro Alexandre de Moraes,
08:26depois por meio do ministro Toffoli,
08:28e até o Cássio Nunes entrou nessa história também,
08:30e o Gilmar Mendes,
08:31porque participou desse processo
08:34para dificultar as investigações sobre o assunto.
08:37Então, hoje está todo mundo esperando
08:39quando, se a Polícia Federal vai chegar em algum momento
08:42nos ministros do STF no caso do Banco Master.
08:44Porque o Congresso Nacional não pode chegar.
08:46Tentou via CPI, CPMI do INSS,
08:49não conseguiu porque o Supremo não deixou.
08:51Tenta-se aí instalar a CPI do Banco Master,
08:54como o senador Jorge Seyfe reconheceu aí
08:57na entrevista para o Guilherme Hesk,
09:00que é um pleito ainda da oposição,
09:02apesar de a oposição ter aberto mão
09:03de impor a votação dessa questão
09:08para tentar aprovar o pé da dosimetria.
09:11Mas o Supremo também não obrigou a instalação
09:13da CPI do Banco Master
09:14e também bloqueou todas as tentativas
09:17de investigação da CPI do crime organizado
09:20sobre esse assunto.
09:21Então, não tem como o Gilmar Mendes negar
09:23que existe uma crise no STF.
09:25Agora, o fato dele negar
09:27que existe uma crise no STF
09:28é um sintoma dessa crise.
09:31Porque enquanto os ministros do próprio tribunal
09:33não reconhecerem que hoje eles são
09:36o principal problema do Supremo Tribunal Federal,
09:39por mais que haja críticas e ataques contra eles,
09:42hoje os ministros do Supremo Tribunal Federal
09:44são o maior problema desse tribunal.
09:45Não são todos os ministros que são o maior problema.
09:47Mas pelo menos três ou quatro deles
09:48atuam muito contra o próprio tribunal.
09:52Então, enquanto eles não admitirem
09:53que são o problema do tribunal,
09:55a crise vai continuar por mais
09:56que eles tentem desviar
09:59da responsabilidade pelo que está acontecendo.
10:03Ricardo?
10:04Olha, se essa declaração do Gilmar Mendes
10:07foi verdadeira, se foi legítima,
10:09se ele pensa isso mesmo,
10:10mostra um grau de descolamento com a realidade,
10:13um descolamento da sociedade brasileira
10:15que chega a ser assustador.
10:17Eu quero crer que foi uma mera colocação dele,
10:20dizer, não, está tudo ok,
10:21não tem crise nenhuma,
10:22em defesa própria, em defesa do seu tribunal.
10:25Mas, repito, se ele realmente pensa assim,
10:27ele não tem a menor ideia
10:28do que está acontecendo com o Brasil.
10:30Eu não vou nem dizer aquela velha história
10:32de dizer assim, saia às ruas,
10:35ministro, como foi dito pelo Joaquim Barbosa,
10:37anos atrás, olha só, anos atrás,
10:40nem precisa disso, não precisa sair às ruas,
10:43basta você ler as notícias
10:45e também não precisa ler em perfis
10:47amalucados, aloprados de redes sociais, não.
10:50Leia os veículos independentes,
10:52leia os veículos de comunicação oficiais
10:55que você vai entender, ministro Gilmar Mendes,
10:57se o senhor realmente acha isso,
10:58que não há crise nenhuma no Brasil,
11:00que não há crise nenhuma no STF.
11:02Há uma crise imensa,
11:03há uma crise de legitimidade,
11:05há uma crise de credibilidade,
11:08há uma crise que traz para dentro,
11:10draga para dentro,
11:11o próprio sistema democrático brasileiro.
11:13Isso é muito perigoso,
11:15vocês já me viram falar isso aqui N vezes.
11:17O Supremo Tribunal Federal, hoje,
11:19está dando armas a uma turba golpista
11:24que a gente tem que combater,
11:26porque quando todas as instituições
11:28perdem a legitimidade,
11:29e o Supremo Tribunal Federal
11:30deveria ser a instituição
11:32acima de qualquer prova,
11:33quando isso tudo cai, Inácio,
11:35você dá margem para que um aloprado,
11:38que um chamado outsider,
11:40um contra o sistema,
11:41contra tudo isso que está aí,
11:43surja pregando justamente
11:44o fim das instituições democráticas.
11:47A coisa está vindo de dentro para fora,
11:49e não de fora para dentro,
11:50mas, ao que parece,
11:51o ministro enxerga de forma
11:53completamente adversa.
11:55Rodolfo, você acredita que falte no STF
11:59uma figura parecida,
12:00equivalente ao Sidone Palmeira,
12:02um ministro do marketing,
12:03que tente reembalar a situação,
12:06vender os pontos fortes,
12:07porque a sensação que tem
12:09é que os ministros vivem apenas entre eles
12:12e não estão sendo assessorados
12:13por pessoas que têm, digamos assim,
12:15o pé na realidade,
12:16que saem às ruas,
12:17como disse agora o Ricardo.
12:19Falta uma assessoria de imprensa,
12:21uma assessoria de imagem,
12:23sobretudo, ao STF?
12:26Olha, acho que não faria diferença,
12:28porque o que falta ao STF
12:30é ferramentas que responsabilizem
12:33os ministros pelo que eles fazem.
12:35Porque, no caso de um político,
12:38e aí eu acho que esse é o problema
12:41recente do STF,
12:42eles agem como políticos,
12:44mas eles não têm as ferramentas
12:47que controlam a política.
12:49Qual é a ferramenta principal
12:50que controla a política?
12:51O voto.
12:53Então, dependendo do que o Lula fez,
12:55por mais que tenha um Sidone Palmeira
12:56e por mais que ele possa convencer
12:58parte da população
12:59que seu governo foi bom,
13:00se o governo dele não foi bom,
13:02provavelmente ele não será reeleito.
13:04É claro que na eleição
13:05tem essa estratégia,
13:07tem narrativa,
13:08e você pode tentar
13:10enganar, digamos assim,
13:12ou mostrar para a população
13:13que é o caso do que vai ser o Lula.
13:15E a alternativa a ele é pior,
13:17mas no caso dos ministros do STF,
13:19não me parece que seja
13:20uma questão só de narrativa.
13:22Poderia até eles tentarem,
13:23só que eles não têm motivo
13:24para ter narrativa,
13:25esse é o problema.
13:26Para que eles vão precisar
13:27de uma narrativa?
13:28Se eles não têm sanção nenhuma,
13:31quer dizer, a única sanção,
13:32e aí talvez para o ministro Barroso,
13:35por exemplo,
13:35o ministro aposentado,
13:37já tenha sido bastante,
13:39é de que o desprestígio público deles
13:41é muito grande,
13:41eles não podem de fato
13:42sair na rua,
13:43como disse aí o senador
13:45Eduardo Girão,
13:46na postagem que ele fez
13:47defendendo o Zema.
13:49De fato,
13:50isso é ruim
13:51do ponto de vista
13:52da República mesmo,
13:53institucional,
13:54que juízes do Supremo
13:55não possam andar na rua
13:57livremente,
13:57porque vão acabar
13:59sendo alvo
14:00de algum tipo
14:01de agressão verbal.
14:03Isso, sim,
14:04isso já acontece,
14:05e é por isso que eles têm,
14:07por exemplo,
14:07de que ficavam
14:07viajando de avião
14:08da FAB,
14:09porque se forem pegar
14:11um voo comercial,
14:12vão acabar
14:12sendo hostilizados.
14:14Essa é a única forma
14:16hoje
14:16de reação,
14:18digamos,
14:18para o ministro do STF,
14:19porque o CNJ,
14:21como o Ricardo mencionou,
14:22não tem ascendência
14:23sobre eles.
14:24O que poderia ser feito,
14:26e a única coisa
14:26que poderia ser feita
14:27e que é muito drástica,
14:29é um impeachment
14:30de um deles
14:31pelo Senado.
14:32Essa hoje
14:32é a única forma
14:33de controle
14:34do trabalho
14:35do ministro do STF.
14:36E a gente já falou
14:37aqui outras vezes
14:38que o Senado,
14:40o Congresso,
14:41eles precisam desenvolver
14:42ferramentas
14:43para fiscalizar,
14:45ou poder fiscalizar
14:46o trabalho
14:47dos ministros do STF,
14:48e não seja
14:49só tirando
14:51um ministro do STF
14:52do cargo.
14:52Agora,
14:53eles têm que ter
14:54motivo
14:55para prestar contas.
14:56E hoje,
14:57da forma como
14:57a Constituição
14:59elegeu
15:00a forma
15:02do trabalho deles,
15:04não existe
15:04como fazer nada.
15:05Então, assim,
15:06eles não têm nem porquê
15:07se explicar.
15:07Essa é a questão.
15:08E mesmo assim,
15:09eles tentam
15:10dizer que está tudo bem,
15:12ou parte deles,
15:13pelo menos,
15:13tentam dizer que está tudo bem
15:14e fingir que não tem problema lá.
15:16É óbvio que tem um problema.
15:17A gente fala sobre esses problemas
15:18praticamente todo dia aqui.
15:20Esse problema,
15:21ele está constituído
15:22de vários elementos
15:23que eu já explanei aqui.
15:25Tem a questão
15:26da Lava Jato,
15:27tem a questão
15:28do inquérito
15:28da fake news,
15:29a forma como foi
15:30o julgamento
15:31da trama golpista
15:31e, em último,
15:33agora,
15:33nos últimos tempos,
15:34o caso do Banco Master.
15:36Tem um monte de coisa
15:36misturada aí
15:38e eles só
15:39não fazem mais
15:41do que alguns
15:43reconhecer,
15:43pelo menos,
15:44a crítica
15:45e outros negá-la
15:46porque eles não têm motivo
15:47para fazer.
15:47E aí
15:48E aí
15:49E aí
15:50Obrigado.
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