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O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, rejeitou o pedido da base governista e manteve o resultado da votação em que foi aprovada a quebra de sigilos de Lulinha. Madeleine Lascko, Duda Teixeira e Carlos Graieb comentam.

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Transcrição
00:00Um dos temas mais polêmicos do Brasil, que é a quebra de sigilo do Lulinha, do filho do Lula.
00:10Davi Alcolumbre, presidente do Senado, rejeitou o pedido da base governista e manteve o resultado da votação em que foi
00:21aprovada a quebra de sigilo de Lulinha.
00:25A base governista dizia que tinha havido uma fraude nessa votação que foi na CPMI do INSS, mas Alcolumbre disse
00:35que a condução da votação foi correta. Vamos ver o vídeo.
00:40Adianto desde logo que este não é um caso de flagrante desrespeito ao regimento interno ou à Constituição Federal.
00:48Não há aqui situação que justifique a excepcional atuação desta presidência para anular a deliberação da CPMI.
00:59A controvérsia gira em torno da interpretação de normas regimentais que disciplinam, percebam, que disciplinam a votação simbólica, modalidade de
01:16votação utilizada pelo presidente da CPMI, senador Carlos Viana,
01:21na deliberação que é o objeto da impugnação, desta forma, ainda que se considere que o presidente da CPMI se
01:34equivocou na contagem daqueles que se levantaram contra os requerimentos,
01:40o número de votantes contrários demonstrado pelos autores não seria suficiente para ganhar a deliberação.
01:50Diante deste quadro e considerando o parecer da advocacia do Senado Federal, cujos argumentos se alinham à presente decisão,
01:59esta presidência conclui que a suposta violação das normas regimentais e constitucionais pelo presidente da CPMI e do INSS não
02:12se mostra evidente e inequívoca,
02:16razão pela qual, em respeito aos precedentes todos da Casa, não se faz necessário, no presente momento,
02:25uma intervenção da presidência da mesa do Congresso Nacional, no procedimento adotado na reunião de 26 de fevereiro de 2026.
02:35Essa é a decisão.
02:40Bom, vai ter a quebra de sigilo. Já tem uma outra quebra de sigilo do Lulinha, pedida pela Polícia Federal
02:49e que já foi concedida pelo ministro André Mendonça do STF,
02:53mas eu queria saber de vocês dois, a oposição dormiu, né? A oposição dormiu. Duda, a oposição dormiu e agora
03:03vai ter que dormir com esse barulho
03:05do Davi Alcolumbre falando, não, agora vocês perderam a votação, se vira aí.
03:10A oposição, você falou duas vezes, né? Primeiro em permitir aí o presidente da CPMI e do INSS que fosse
03:18alguém da oposição,
03:19então o Carlos Viana, o Alfredo Gaspar também relator e agora dormiu de novo nessa votação.
03:25E a gente vê eles acordando, o Paulo Pimenta e o Rogério Correia, quando vê que pedem a votação,
03:32os dois saem desesperados, né? Correndo lá na frente para enfrentar o Carlos Viana.
03:39E aí, eu acho que essa decisão do Alcolumbre, que vai complicar muito o presidente Lula,
03:45é um pouco assim, não vou me meter nessa história, né? O Alcolumbre tem a CPMI rolando,
03:51e aí ele falou assim, olha, vocês já fizeram essa votação, a advocacia do Senado disse que tá ok,
03:58não vou me meter, né? E aí isso, obviamente, complica muito a vida do presidente Lula,
04:03porque a gente vai saber, a gente vai ter informação sobre essas contas do Lulinha,
04:09o Lulinha tem o nome do Lula, tem a cara do Lula, né? E aí, o que falta, o que
04:16ainda precisa ser provado,
04:17é essa relação, se ele teve a nossa relação com os desvios do INSS, né?
04:22A gente já meio que sabe que ele viajava com passagens pagas lá pelo careca do INSS,
04:30também que recebeu dinheiro do careca do INSS, isso tava naquela decisão do André Mendonça,
04:36mas a princípio era aquela história da cannabis, fabricação de cannabis,
04:42o Lulinha ajudava ali nos contatos com o Ministério da Saúde, era mais por aí.
04:46Agora, se além disso teve mais alguma coisa e o Lulinha tava recebendo
04:51pra facilitar, de alguma maneira, que esses desvios do INSS acontecessem,
04:57aí é o que a gente precisa descobrir, e o sigilo, provavelmente,
05:00a quebra do sigilo vai ajudar a gente a descobrir isso.
05:03E, Graebi, o que a gente vai ver agora é que esse tema vira tema eleitoral,
05:10não tem jeito, né? Porque quebra de sigilo é sempre dar pano pra manga, não tem jeito.
05:17mesmo que não tenha nada no sigilo, quebrou o sigilo, de lá de dentro vai sair uma linha
05:23que vai dar pano pra manga, além do mais em época eleitoral, o Lula tá com a bomba no colo,
05:29né?
05:29É, já tinha cara de problema, corpo de problema, só faltava o rabinho de problema.
05:38Pronto, né? Virou um problema inteirão.
05:42Agora, como disse o Duda super bem, né? O Lulinha, o Lula, a jovem, com o mesmo nome, inclusive,
05:54cria um ruído de comunicação no ano eleitoral que é terrível, né?
05:59E você também acabou de dizer uma coisa que é perfeita.
06:02Qualquer informação vai ser amplificada, interpretada, distorcida, se não for verdadeira,
06:09e se for verdadeira, também vai ser distorcida pelo lado que quer se defender.
06:15Então, tornou-se um dos temas da eleição, né? Entrou pro rol.
06:22E eu acho interessante também a sinalização que essa decisão do Alcolumbre dá, né?
06:29Porque dá aquela sensação de que estão olhando pro Lula já como uma espécie de pato manco nesse mandato, né?
06:36O Alcolumbre tem um monte de cargos no governo.
06:41Teve uma relação meio tensa com o Lula ao longo desse mandato,
06:46mas tem um monte de posições no governo.
06:48Mas ele não se importou, ele não quis preservar essa relação com o Lula.
06:52Ele achou melhor preservar a relação com a oposição no Senado.
06:59Ele achou melhor ficar de bem com os senadores.
07:03E é interessante isso.
07:06Lembrando que o Alcolumbre também tem algumas vidraças meio expostas nessa história do CPI.
07:12Aliado dele, que apareceu muito fortemente mencionado nessa história.
07:19Mas mesmo assim, ele julgou, e político sempre faz cálculo de custo-benefício, né?
07:25Ele julgou que valia mais a pena deixar o barco correr do que comprar a defesa do filho do Lula
07:32e do Lula, né?
07:33E vamos falar aqui da volta do Graieb.
07:37Vamos falar da sua volta.
07:39Carlos Graieb está de volta.
07:41Vocês ficam perguntando no chat.
07:43Ah, o Graieb veio só falar.
07:45Porque a gente tem trazido várias pessoas aqui pra apresentar.
07:47O Graieb não veio apresentar só um dia junto com a gente, como amigo.
07:53Não, Graieb está de volta.
07:55E ele está de volta com um projeto muito legal.
07:59É um projeto que vai ser fundamental nesse ano de 2026, que é o ano das eleições,
08:04que se chama Oráculo.
08:07Graieb, explica pro pessoal o que é o Oráculo que você vai passar a trazer aqui no Antagonista pra gente.
08:13Rapidinho, quando eu vim pro Antagonista da primeira vez, eu vim pra fazer o Oráculo,
08:18que naquela época era uma espécie de newsletter eleitoral.
08:22A gente fazia a apuração das candidaturas e disparava isso pra empresas, pra profissionais,
08:29que queriam ter uma informação diferente sobre os bastidores das eleições.
08:36Bom, agora o Oráculo é uma coisa muito mais parruda.
08:40Tem toda a parceria com a Big Data, que vocês já conhecem pelo Lulômetro,
08:49que é um barato, que é interessantíssimo, divertidíssimo.
08:52O Lulômetro é um dos pilares ali do Oráculo.
08:58Mas esse Oráculo vai ter outros produtos ligados à pesquisa eleitoral e de opinião também.
09:08Tem uma flexibilidade grande ali pra fazer levantamento de informações de opinião dos brasileiros.
09:15E a gente também vai fazer a apuração focada em eleições.
09:20Vamos trazer o mesmo espírito de bastidores que havia antes.
09:24Vai ter agora, só que numa plataforma online.
09:29Algumas dessas coisas, boa parte delas vai estar fechada, mas também é possível acessar por assinatura.
09:37Então é um produto novo. Vai ter vídeo, é claro, entrevistas.
09:40Então é um produto novo, bacanudo, voltado para as eleições, mas que vai sobreviver depois das eleições.
09:46Espero que não se... vai dar certo.
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