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O Fundo Monetário Internacional (FMI) alertou que a dívida pública do Brasil pode atingir 100% do PIB já em 2027. Segundo o relatório Monitor Fiscal, o cenário das contas públicas piorou em relação às projeções anteriores, indicando uma deterioração das finanças do país.

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Transcrição
00:00Bem, deixa eu trazer talvez uma informação que é importante a gente discutir e durante
00:05a tarde nós, na produção do programa, na redação da Jovem Pan, nós avaliávamos o
00:11impacto, né, caso esse número se confirme, novas estimativas do FMI, que é o Fundo
00:19Monetário Internacional, revelam que o Brasil poderá atingir uma dívida pública equivalente
00:25a 100% do PIB já em 2027, quando se inicia o próximo mandato presidencial.
00:32O relatório Monitor Fiscal, divulgado durante os encontros de primavera em Washington, ele
00:38traz justamente esse alerta para o cenário econômico nacional.
00:42Em comparação com as previsões divulgadas pelo FMI em outubro do ano passado, as perspectivas
00:48atuais para as contas públicas brasileiras mostram deterioração, ou seja, uma piora.
00:53Na ocasião, o órgão previa que a dívida só alcançaria 98,1%, ufa, isso do PIB, né,
01:01em 2030.
01:03Só que agora o relatório revela que o índice deverá chegar a 105,5% no início da década
01:11de 2030.
01:12Eu vou começar essa rodada de análises com o Bruno Musa, para ele explicar exatamente
01:18quais são as consequências da dívida pública atingir a totalidade do PIB, a falta de capacidade
01:28de investimento e quais são os caminhos possíveis, né?
01:31Ah, é cortar na própria carne, diminuir o tamanho da máquina ou talvez um outro governo
01:36pense, bom, qual é a saída?
01:38Vamos criar novos impostos.
01:40Vamos lá, o primeiro ponto aqui é, eu acho importante nós colocarmos que há diferenças
01:45na metodologia da forma como o FMI analisa o percentual da dívida sobre o PIB e o Banco
01:51Central Brasileiro.
01:53A forma como o FMI analisa é o seguinte, toda a dívida emitida por parte do governo, ou seja,
01:59o governo emite uma dívida, as pessoas, eu, você, os fundos, não importa, compram
02:04um título público e esse dinheiro financia o governo para os seus gastos correntes.
02:09Quando nós falamos que a dívida atingiu 100% do PIB, significa que a dívida brasileira
02:15hoje no PIB está mais ou menos 12,7 trilhões, vai atingir exatamente o mesmo montante do
02:21que você produz.
02:22O PIB é o resultado de tudo que o Brasil produz.
02:25Significa que você vai ter uma dívida de tudo que você produz.
02:28Não há espaço no orçamento para você investir, planejar, porque tudo que você tem, tudo
02:33que você produz é consumido por essa dívida nesse mesmo montante.
02:38Isso significa que quanto mais endividado você é, mais as pessoas exigem taxa de juros
02:45para emprestar para você.
02:47Se você está muito endividado, caniato, e eu vou emprestar dinheiro para você ou vice-versa,
02:52não importa quem, significa que, ora, o risco do caniato não me pagar de volta é alto
02:59porque ele é extremamente endividado.
03:00Então, se eu decidir emprestar, eu empresto a uma taxa de juros mais alta.
03:05Isso funciona em qualquer aspecto da vida, na pessoa física, na empresa ou num país.
03:10Mas, voltando aqui, a metodologia do FMI, ela fala que toda a dívida, então, emitida
03:17por um país, inclusive aquela que não foi vendida à população, mas que está na carteira
03:23do Banco Central, é contabilizada como dívida.
03:25O Banco Central brasileiro, ele não contabiliza essa dívida que está na carteira do Banco Central,
03:32apenas a que foi vendida para o público.
03:36Isso significa que, quando nós analisamos e vemos na grande mídia, quando mostra a dívida
03:41pública do Brasil está 80% do PIB, ela não está levando em consideração toda a dívida
03:46emitida.
03:47E o FMI, que é a metodologia usada internacionalmente, leva em consideração toda a dívida emitida,
03:52porque, por mais que não tenha sido vendida, ela já foi emitida, ela é um passivo do Banco
03:58Central.
03:59Portanto, a dívida PIB no Brasil, ela, sob essa metodologia do FMI, vai atingir os 100%.
04:04É basicamente o resultado de tudo que o país produz.
04:08Quando essa dívida cresce, significa que você paga a taxa de juros.
04:12E tem maiores.
04:13E tem um ponto importante aqui.
04:15Diferente de países avançados, Estados Unidos, Inglaterra, quase 48% da dívida total do Brasil,
04:24que hoje está por volta de 10,5 trilhões de reais, quase metade dessa dívida é pós-fixada.
04:31Se o juro sobe, corrige todo o estoque dessa dívida.
04:35Metade dessa dívida é corrigida pela taxa de juros.
04:38E a taxa de juros sobe porque ela precisa estar alta para conter a inflação,
04:45uma vez que o governo gasta mais do que a recada e estimula a inflação e o consumo.
04:52Consequentemente, essa dívida, ela cresce.
04:55O estoque da dívida cresce.
04:56Ora, Bruno, então por que o governo não emite mais dívida pré-fixada?
05:00Porque a demanda é menor.
05:01Será que você emprestaria para o governo uma taxa pré-fixada
05:04quando você não sabe o futuro e essa taxa de juros pode subir?
05:09Diferente dos Estados Unidos, que algo como 75%, 80% da dívida, ela é pré-fixada.
05:15E aí, você tem um risco calculado.
05:17Você tem uma provisão de quanto você vai pagar em juros.
05:21Quando a dívida é pós-fixada, você não sabe.
05:23E se você não consegue captar sem ser pós-fixada,
05:26é porque o teu risco já é mais elevado.
05:28E é nessa sinuca de bico que a gente se encontra.
05:31Pois é, é curioso também, né?
05:32Porque há alguns dias nós falávamos sobre o endividamento da população,
05:37das famílias brasileiras.
05:38E hoje, essa projeção da dívida pública no Brasil, né?
05:42Que poderia chegar a 100% do PIB em 2027,
05:46em uma metodologia diferente, como bem explicou o Bruno, né?
05:49A metodologia adotada pelo FMI é diferente daquela que é usada pelo Banco Central.
05:56Deixa eu passar para o Roberto Mota,
05:58trazer também os apontamentos e as reflexões
06:02acerca desse estudo e dessa projeção,
06:06mas indica um sinal de alerta ligado permanentemente, né?
06:11A depender dos próximos passos, talvez o sinal vermelho, né?
06:19E vermelho é a cor correta, Caniato,
06:23porque essa dívida é o resultado do pensamento socialista.
06:29Deixa eu traduzir o que o Bruno explicou muito bem.
06:34O país está numa situação igual
06:37a de um chefe de família
06:39que pega empréstimo em cima de empréstimo
06:43para manter um padrão de vida insustentável.
06:47E ele acaba pegando o empréstimo
06:50para pagar os outros empréstimos que estão pendentes.
06:55O país gasta mais do que arrecada.
07:00Então, ele acumula uma dívida
07:03que sempre cresce.
07:06Imagine o pai de família
07:07que hoje deve 50 mil.
07:10Daqui a seis meses está devendo 100 mil.
07:14Ano que vem vai estar devendo 200 mil.
07:17O resultado é óbvio
07:19quando você coloca esse problema em linguagem clara.
07:23O resultado é desastre.
07:26Ninguém sabe ao certo quando o desastre acontecerá.
07:31A gente não sabe se é daqui a alguns anos
07:35ou se será no tempo de vida dos nossos filhos
07:39ou dos nossos netos.
07:41Mas o desastre é inevitável.
07:45O orçamento da União,
07:46o orçamento do governo federal
07:48é de cinco trilhões e meio de reais.
07:51A metade disso,
07:54dois trilhões e meio,
07:56vai só para pagar os juros
07:58e a amortização da dívida.
08:02É evidente que essa dívida um dia explodirá.
08:06Em algum momento ela vai ficar tão grande
08:08que não vai ser mais possível pagá-la.
08:12Pois é.
08:13E a grande dúvida, né?
08:14O que farão os próximos governos,
08:17as próximas administrações?
08:19Talvez esse seja um tema muito importante
08:22para o processo eleitoral, né?
08:25A gente observa muitos debates
08:27em relação a temas que mexem pouco
08:30com o dia a dia da população.
08:31E essa é uma questão que certamente
08:34precisará vir e ser debatido
08:38nos programas e nos debates eleitorais.
08:40Deixa eu passar para o Cristiano Beraldo
08:42quando a gente traz essa notícia.
08:43Um alerta do FMI,
08:45uma dívida pública que poderia atingir
08:47a totalidade da produção de riquezas
08:49de um país, né?
08:50100% do PIB no ano de 2027.
08:54A partir disso, o que é preciso considerar
08:57olhando para o processo eleitoral
08:59e para os desafios do próximo governante?
09:02Fala-se tanto, né?
09:03O que a gente vai fazer?
09:05Qual é o plano para o Brasil?
09:07Você acha que passou boa parte dos últimos meses
09:10destacando a ausência de um plano para o Brasil?
09:14O governo está na reta final,
09:17dá para entregar essa administração
09:19e você mencionou por diversas vezes.
09:21Bom, mas qual foi o plano apresentado?
09:23Não ficou claro para você, né?
09:25É, o plano era destruir o Brasil.
09:27E esse ponto de referência de 100% do PIB, né?
09:32Para a dívida,
09:33é mais uma demonstração clara
09:36que nós estamos no final da jornada
09:39de um país tão rico,
09:41mas que não oferece absolutamente
09:43nenhuma perspectiva
09:45de futuro próspero para a sua população.
09:48O que é uma aberração,
09:50é um absurdo.
09:51É inconcebível para qualquer pessoa
09:53de boa fé,
09:54de qualquer lugar do mundo,
09:56de um país civilizado,
09:58contar a história do Brasil
10:00e a pessoa verificar em que ponto estamos.
10:03porque uma dívida deste tamanho
10:06com o nível de taxa de juros
10:09que nós temos no Brasil
10:11torna o país completamente inviável.
10:14E eu vou explicar por quê.
10:16Porque com essa taxa de juros
10:18de 15% ao ano,
10:20ou quase isso agora,
10:23não há estímulo
10:25para que as pessoas tirem
10:26o seu dinheiro do banco
10:27e investam em alguma coisa produtiva.
10:30Então, a nossa dinâmica financeira
10:33se resume aos bancos
10:36financiarem o governo incompetente
10:39que paga uma conta,
10:42os bancos repassam um pedaço
10:44para os investidores
10:46e aí fica nessa.
10:48Agora, vida real,
10:50abrir uma loja,
10:52abrir uma indústria,
10:54criar emprego,
10:56movimentar a economia,
10:57expandir os negócios,
10:58isso você vai tendo cada vez menos,
11:01porque não faz absolutamente
11:02nenhum sentido.
11:04Então,
11:06hoje,
11:06o Brasil
11:07se moldou de uma forma
11:09que não tem mais
11:10a menor chance
11:12dele dar certo.
11:13De novo,
11:14essa questão do projeto,
11:15ele tem que ser um projeto
11:17cada vez mais
11:18duro e radical,
11:20porque os nossos problemas
11:22são cada dia
11:23mais graves.
11:24então,
11:25nós não temos
11:27o elementar
11:28no país
11:29e o dinheiro vai todo
11:30para pagar juros da dívida,
11:32como é que você vai investir
11:33no que é necessário?
11:34Olha,
11:35nós moramos
11:36aqui em São Paulo,
11:38uma cidade,
11:38a maior cidade do Brasil,
11:40a cidade mais rica
11:41do Brasil,
11:42ela não consegue
11:43ter um sistema
11:44de semáforos
11:45que funcione
11:46quando chove.
11:47É esse o nível
11:47de atraso
11:49que nós vivemos
11:50no Brasil
11:50e vivemos
11:51incorporando
11:52na normalidade,
11:53ninguém mais se espanta.
11:55Você olha e fala,
11:56puxa vida,
11:57é que nem a época
11:58que tinha muito assalto
11:59a banco,
11:59eu me lembro,
12:00lá,
12:01sei lá,
12:01nos anos 90,
12:03tinha muito assalto
12:04a banco,
12:05mas era tão normal
12:06que às vezes
12:07a pessoa estava lá,
12:09assaltava o banco,
12:10ela saía
12:10tomar um cafezinho,
12:11aquilo ali
12:12estava incorporado
12:13ao dia a dia dela.
12:14Este é o absurdo
12:16brasileiro
12:16que a gente vai aceitando
12:18esse tipo de coisa
12:19e o governo
12:19não se sente
12:20nem um pouco,
12:21este governo quer estar,
12:22não se sente
12:23nem um pouco
12:24responsável
12:25em apresentar
12:26soluções reais.
12:28Ele se preocupa
12:29exclusivamente
12:30com a narrativa,
12:32com a história
12:33a contar,
12:34enquanto a vida real
12:35vai se consolidando
12:37nessa tragédia.
12:38Agora,
12:39Dávila,
12:40nós estamos nos aproximando
12:41de um processo eleitoral,
12:42né?
12:43Eu fico imaginando
12:44que muitas pautas
12:45serão trazidas
12:47para o debate,
12:48coisas importantes,
12:49outras não tão importantes
12:51e algumas que não fazem
12:52diferença,
12:53mas rendem muitos cliques,
12:55rendem manchetes.
12:56Quando a gente fala
12:58para o endividamento
12:59de um país,
13:00me parece um assunto
13:01fundamental e crucial.
13:03É preciso debater
13:04exatamente quais medidas
13:05serão tomadas
13:06para que o país
13:08saia dessa situação.
13:10Você,
13:11como um estudioso
13:12e também alguém
13:13que cobra
13:14as autoridades
13:15e os homens públicos
13:16para que caminhem
13:18em direção
13:19a um país melhor,
13:20gostaria de deixar
13:21que tipo de mensagem
13:22ou elencar
13:23quais aspectos
13:24que são fundamentais
13:25a serem tratados
13:26nesse debate eleitoral?
13:29Bom,
13:30primeiro,
13:30se o PT continuar
13:31no poder,
13:32há um enorme risco
13:34de alguma forma
13:35de calote
13:36para tentar resolver
13:37o problema da dívida,
13:38porque o Brasil
13:39vai se tornar
13:39ingovernável
13:40já a partir
13:41de dois mil e vinte e sete.
13:43E como é um governo
13:44incapaz
13:45de cortar a despesa,
13:46eles vão apelar
13:48para alguma coisa
13:49de calote.
13:50Como é que é o calote?
13:52Por exemplo,
13:53pode ser a inflação
13:54começa a aumentar
13:55justamente para corroer
13:57o valor do real
13:58e aí diminui o passivo.
14:01Essa é uma forma,
14:02né?
14:02Pode ter uma que vai forçar
14:04a ter uma espécie
14:05de juro negativo aqui
14:07para penalizar
14:08aqueles que têm
14:10dinheiro em banco aqui
14:11para poder ver
14:11se consegue pagar
14:12algum tipo
14:14de calote
14:15ou a palavra chique
14:17em inglês
14:17é default
14:18vai acontecer.
14:20Não tem a menor dúvida
14:21se for um governo
14:22do PT.
14:23Se for um governo
14:25da direita
14:26que segue
14:27a cartilha
14:28da economia
14:29de mercado,
14:30da livre economia,
14:32vai ser uma solução
14:33à la mille,
14:34ou seja,
14:35cortar despesa
14:37pública.
14:38É fácil?
14:39Lógico que não é fácil,
14:40mas vai ter que fazer,
14:42não tem jeito.
14:43E a hora
14:44de se tomar
14:45medidas impopulares
14:46é justamente
14:47no início
14:48de um mandato.
14:49Por isso,
14:50o presidente
14:51da república
14:52tem que estar
14:53com todas
14:54as medidas
14:54prontas,
14:55assim como
14:56Milet estavam
14:57com todas
14:58as medidas
14:58prontas,
14:59para enviar
15:00no primeiro
15:01dia de governo,
15:02a fim de
15:03acelerar
15:04a aprovação
15:05dessas medidas
15:06e conseguir fazer
15:07o corte
15:09de despesa.
15:10Isso significa
15:13desconstitucionalizar
15:14gastos públicos,
15:16acabar com gastos
15:17obrigatórios,
15:19desindexar
15:20os benefícios,
15:23vai ter que fazer
15:24mudanças difíceis,
15:25mas um governo
15:27liberal,
15:29um governo
15:29pró-mercado
15:30sabe
15:31que o único
15:32remédio
15:33factível
15:34para não
15:35gerar
15:35recessão
15:36no país
15:37é cortar
15:39despesa
15:40pública.
15:40Eu me lembro
15:41muito bem,
15:42né,
15:42Caniato,
15:42você também,
15:43na campanha
15:44do Millet,
15:44que ele colocava
15:45aquele
15:46flip sharp
15:47com os
15:49postiços
15:50e atirando.
15:51Ministério da Cultura,
15:52fora,
15:53Ministério da Não Sei Onde,
15:54fora,
15:54e atirando
15:55tudo para dar
15:55aquele sinal
15:57de que o governo
15:58iria cortar
16:00na carne
16:01o gasto
16:02público.
16:02É isso
16:03que pode
16:04salvar o Brasil
16:06de um desastre
16:07e fazer com que
16:08o Brasil
16:08ganhe a confiança
16:10do mercado
16:11e isso sim
16:12ajude a retomada
16:13do crescimento
16:14econômico,
16:15do investimento
16:16e principalmente
16:17da queda de juros,
16:19como bem disse
16:19o Bruno Musa
16:20e o Beraldo.
16:21O grande problema
16:22do Brasil
16:23é que esse estoque
16:24da dívida
16:24cresce porque nós
16:26temos a taxa de juros
16:26mais alta do mundo.
16:28Mas para diminuir
16:29essa taxa,
16:30o governo
16:31precisa mostrar
16:33capacidade
16:33de reduzir
16:34despesa
16:35e ter
16:36superávit primário.
16:38Com essas duas medidas
16:39o juro vai cair
16:40rapidamente
16:41e caindo rapidamente
16:43o juro
16:43o estoque
16:44da dívida
16:45cai.
16:45Então,
16:46esta é a única
16:48solução
16:49viável
16:49sem criar
16:51qualquer
16:51mandraque
16:52que vai precisar
16:54acontecer
16:54em alguma forma
16:55de default
16:56se o PT
16:58continuar
16:59no poder.
16:59que vai cair.
16:59Obrigado.
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