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  • há 14 horas
Roteiro turístico revela que o município oferece um mergulho em história, cultura e uma rica diversidade gastronômica para os visitantes.
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Transcrição
00:01Caçadores de Destinos, patrocínio China Park Eco Resort, lugar de gente feliz.
00:15Olá, sejam bem-vindos ao Caçadores de Destinos.
00:19Hoje o nosso roteiro tem história, cultura e tradição.
00:23Também tem culinária de primeira, a beira-mar, criatividade e arte.
00:29O destino hoje é a Serra, na Grande Vitória.
00:40O município é vizinho da capital capixaba e é a cidade com o maior número de habitantes do Espírito Santo.
00:48Também tem o maior PIB do estado.
00:51Além do potencial econômico, possui um grande potencial turístico, que vamos conferir agora. Bora?
01:07Em Nova Almeida, a gente faz uma viagem no tempo.
01:10Fé e história se encontram na igreja e residência de Reis Magos, o ponto turístico mais visitado da serra.
01:26A Igreja dos Reis Magos começou em 1580 com a chegada dos padres jesuítas neste lugar.
01:33Diante disso, eles foram construindo essa igreja maravilhosa, onde nós podemos ver tantos detalhes especiais.
01:43Em 1615, nós temos a inauguração de todo esse espaço.
01:48Tanto a parte espiritual, que é a igreja, a parte religiosa, quanto também a residência dos jesuítas.
02:02Além da arquitetura jesuítica predominante neste espaço, nós temos também os traços indígenas.
02:08Este retábulo que foi feito, talhado à mão pelos indígenas que construíram, ajudaram a construir todo este templo.
02:16E ao meio deste retábulo maravilhoso, nós temos o quadro.
02:20Adoração aos Reis Magos, pintado pelo Belchior de Paula, um jesuíta, onde é considerado o primeiro quadro pintado a óleo
02:32do Brasil.
02:34Uma obra magnífica.
02:46Nos últimos anos, o complexo jesuítico passou por obras de restauro.
02:50Em 2024, foi reaberto ao público, proporcionando um passeio por um museu interativo, o Centro de Interpretação Aldeia de Reis
02:59Magos.
03:05Nós temos hoje o Centro de Interpretação Aldeia dos Reis Magos, onde você, visitante, pode mergulhar em toda essa história.
03:13Por exemplo, aqui na Sala dos Indígenas, da Arte dos Indígenas, nós temos várias peças expostas, onde contam toda a
03:22história desse povo que viveu aqui.
03:24De toda a parte indígena, panelas de barro, várias coisas que fazem parte dessa história.
03:33E para mergulhar mais a fundo, você tem uma linda experiência na Sala 3D, a Sala dos Indígenas.
03:41Uma sala de realidade virtual, onde você coloca um óculos 3D e viaja no século XVII até o século XXI.
03:58A experiência é imperdível e emocionante.
04:08E para as interessadas e para os interessados, olha o que tem aqui, um banco casamenteiro.
04:15Será que eu sento?
04:18Prefiro pensar mais um pouquinho.
04:29Outro item do acervo que chama a atenção por aqui são estas telhas, preservadas da igreja original.
04:36Elas foram moldadas nas coxas dos indígenas.
04:51A Igreja dos Seis Magos continua funcionando normalmente com as celebrações religiosas.
04:57As missas são realizadas às sextas-feiras, às 8 horas da noite, e aos domingos, às 7 e meia da
05:04noite.
05:05O Centro de Interpretação fica aberto de terça a domingo, das 9 e meia da manhã, às 5 e meia
05:12da tarde.
05:13A entrada é gratuita.
05:26E não dá para mostrar os atrativos da serra sem passar aqui no Quindim de Nova Almeida.
05:34Uma tradição que atravessou gerações e a cada ano fica mais forte.
05:44Nos anos 50, meu avô começou com a padaria.
05:48Aí, com o passar dos anos, acabou acabando a padaria, mas os doces continuaram.
05:53E meu tio, meu tio Wilson, continuou com essa tradição, com os doces.
05:57O Quindim tomou um destaque maior, aí ficou muito famoso.
06:02Depois, meu tio aposentou, passou para o meu pai e agora, no começo dos anos 2000, eu e minha esposa
06:09assumimos.
06:10E estamos aí com essa tradição que já dura mais, esse ano vamos fazer 76 anos já de tradição.
06:16E a gente assumiu, eu e meu marido, junto com minha sogra.
06:20E aí, agregou mais coisas, além do Quindim, que é as empadas, as famosas empadas, que é a receita da
06:27minha sogra,
06:28junto com o Quindim, que é muito tradicional, é o carro-chefe daqui.
06:32Por mês, são vendidos por aqui mais de mil Quindins.
06:36No verão, especialmente, esse número se multiplica.
06:41Nos meses normais, são vendidos 5 mil Quindins.
06:45Então, no verão, essa quantidade dobra, que é dezembro, janeiro, fevereiro, vende mais de 10 mil Quindins.
06:52E tem gente que vem aqui só para comer o Quindim, o famoso Quindim, graças a Deus.
06:57E os ovos, igual, só para vocês terem uma ideia de ovos, a gente gasta uma média de 4 a
07:034.500 ovos por semana na alta temporada.
07:07E dá para compartilhar a receita com a gente, Jéssica?
07:11Aqui a gente tem os ingredientes de fazer o Quindim.
07:14Aqui é o coco fresco, que a gente rala na hora.
07:18Aqui é o açúcar e aqui é a gema.
07:27Aqui eu estou separando as gemas, né, para juntar com o açúcar para bater a massa, né, do Quindim.
07:33E depois a gente deixa descansar um tempo a massa para assim acrescentar o coco, o coco fresco.
07:40E depois formo a massa do Quindim.
07:48Depois desse processo todo, a gente vai fazer o Quindim.
07:52Primeiro a gente vai untar as forminhas, depois a gente vem com o açúcar,
07:58depois a gente coloca a massa e depois leva para o forno no banho-maria.
08:06Depois de um tempo, a gente retira, né, e ele fica esse Quindim maravilhoso para vocês.
08:26Quem gosta de colocar a mão na massa, pode fazer em casa.
08:30Mas o gostoso mesmo é vir aqui e saborear o tradicional Quindim de Nova Almeida.
08:40O Caçadores de Destinos volta já, já. Não saiam daí.
08:47Estamos apresentando Caçadores de Destinos.
08:51Voltamos a apresentar Caçadores de Destinos.
09:17Bora visitar a Casa de Pedra em Jacaraípe?
09:20Aqui, o talento, a criatividade e a ousadia se transformam em arte pelas mãos do Nelson Ribeiro.
09:38Eu morava de aluguel e também não tinha recurso para comprar material.
09:43O terreno foi com muita dificuldade para conseguir, né?
09:47E comecei a recolher os materiais aqui da região, as pedras, os morros de Jacaraípa aqui.
09:52E terminei a casa e fiquei aqui.
09:56Puts, é. Quando eu vim morar aqui, né, aí eu já tinha algumas esculturas.
10:02E aí abri as portas e começou a vir muita escola, muita gente.
10:06Virou uma loucura, né?
10:07E foi um movimento grande. Fiquei 13 anos fazendo esse tipo de trabalho, com escola, fazendo oficina, fazendo palestra.
10:16E isso foi crescendo, crescendo e hoje virou o que é.
10:20E levando para esse lado de não interferência muito nos formatos, aí rendeu mais, entende?
10:27Eu não trabalho muito na obra. Eu já encontro a obra já bem adiantada, o formato.
10:34Quer dizer, se é com formato de animais, se é formato de gente, se é formato de pneu, vou aproveitando
10:40e vou fazendo.
10:44Aqui tem centenas de esculturas.
10:48Vale a pena vir com calma para apreciar cada cantinho.
10:57Até um poste que servia para o padrão de energia elétrica vira arte.
11:11A visitação à Casa de Pedra, em Jacaraípe, pode ser feita diariamente das 8 horas da manhã às 5 horas
11:19da tarde.
11:20Paga-se uma taxa de R$ 10,00 por pessoa.
11:24Grupos com mais de 20 pessoas precisam agendar.
11:32R$ 10,00 por pessoa.
11:58Almoçar apreciando este cenário não é nada mal, né?
12:02Em Jacaraípe, à beira-mar, tem opções de restaurantes que encantam quem passeia pela Orla da Serra.
12:09Meus pensamentos são tão fortes que me fazem rir.
12:13Além de tudo isso eu quero sentir.
12:16Aquele frio na barriga, aquela emoção.
12:20E quando tem história boa, a experiência se torna ainda mais gostosa.
12:28Eu sou engenheira por formação.
12:31E em 2021 a gente resolveu empreender, dar o pontapé inicial aqui no Sargo Restaurante.
12:37Que aqui antes era a nossa casa.
12:40E foi uma decisão difícil, né?
12:43Por ser um lar.
12:44Só que eu e meu marido, a gente, como amantes de gastronomia, meu marido sempre foi pescador, mergulhador.
12:51Então ele gosta muito de frutos do mar, pescados.
12:54Ele tem essa vivência, né?
12:56Compra tudo fresquinho.
12:57Então ele sempre queria esse segmento.
12:59E também por ser mar, né?
13:01Uma região litorânea.
13:02A gente achou que tinha tudo a ver.
13:04Aí a gente resolveu abrir um restaurante com foco em frutos do mar e pescados.
13:11E graças a Deus, desde que a gente abriu, foi um sucesso.
13:15Muita gente passa aqui na frente e não tem ideia dessa vista maravilhosa.
13:20Então quando as pessoas entram aqui, elas se encantam.
13:23Porque não é só comida, né?
13:25Não é só uma comida boa.
13:27É uma experiência.
13:28A gente aqui no Sargo, a gente foca nisso, em vender a experiência.
13:39E foi esse amor que dá pra gente perceber nos olhos da Thaisa,
13:44que serviu de ingrediente pra criar as receitas que integram o cardápio da casa.
13:50Na cozinha, a mágica acontece.
13:56Eu tô preparando um risoto de camarão, que ele é com calda de muqueca.
14:01Ele sai muito bem na casa.
14:04É um dos nossos preferidos.
14:05E é o meu prato preferido, pessoalmente falando.
14:18E a mesa, o encanto é real.
14:35E no próximo bloco, o Caçadores de Destinos continua.
14:38Vamos conhecer mais atrativos aqui da Serra,
14:41que ajudam a contar capítulos importantes da história do Espírito Santo.
14:51Estamos apresentando Caçadores de Destinos.
14:56Voltamos a apresentar Caçadores de Destinos.
15:13Estamos de volta com o Caçadores de Destinos e eu tenho uma pergunta.
15:18Preparados pra viajar no tempo?
15:30Este foi um lugar de toda esperança.
15:33Das esperanças de liberdade cultivadas por seres humanos escravizados,
15:39guiados ao trabalho, a serviço da fé, que os redimiria do desumano cativeiro.
15:47Há 177 anos, no dia 19 de março de 1849,
15:54este foi o cenário da insurreição do queimado,
15:58um símbolo da luta pela liberdade.
16:00Aqui, negros escravizados passaram anos construindo uma igreja
16:05com a promessa de que em troca receberiam a alforria.
16:12A nossa história começa em 1845 com a chegada do padre Gregório aqui na nossa terra.
16:17A princípio, ele passando, avistou essa colina e decidiu construir uma igreja para São José.
16:22E nesse período, ele conversou com a dona da fazenda,
16:25alegando que poderia construir essa igreja.
16:27Ela liberou os escravos para a construção da igreja de 1845 a 1849,
16:32nas noites de lua cheia.
16:33Temos três pilares principais nessa construção e nessa revolta.
16:37Temos o Elisiário Rangel, temos o Chico Prego e temos o João da Vilva Monteiro,
16:42os três pilares da nossa revolução.
16:43O Elisiário Rangel era o negro mais culto para aquele tempo,
16:46ele sabia ler e escrever.
16:48Numa dessas noites de lua cheia, ele passou pela igreja
16:51e viu o padre comentando com o dono da fazenda
16:53que provavelmente não daria a carta de alforria para os escravos.
16:57Ele, vivendo essa situação entre o padre e o dono da fazenda,
17:03resolveu comunicar a Chico Prego, o João da Vilva Monteiro
17:06e os outros pilares da nossa revolução.
17:08Sendo assim, Chico Prego, por ser um negro mais forte, escravo, guerreiro,
17:13resolveu tomar a igreja.
17:15Conversou com o Elisiário Rangel,
17:16conversou com o João da Vilva Monteiro,
17:17que tinha uma boa articulação com os demais escravos,
17:20com o dono da fazenda.
17:21Resolveu então tomar a igreja no dia 19 de março de 1849,
17:25no dia da sua inauguração da igreja.
17:26Uma missa acontecendo, os brancos, as mulheres embaixo,
17:29e os homens em cima, porque naquele período as igrejas não tinham bancos.
17:32Então as mulheres ficavam embaixo, os homens em cima no mezanino,
17:35e assim foi dada a revolução.
17:36Começou o início da nossa revolução de queimados.
17:39Os negros vieram por posse de armas, como um facão, e foi.
17:43Se tomaram a igreja, os escravos tomaram conta da igreja.
17:45Durante cinco dias ficou nossa revolta.
17:48Nesse período, a notícia se espalhou pela Vila de Vitória, pela Vila de Serra.
17:52Então, chegando até a serra com o delegado das Neves,
17:54que já tinha a forma de ser sanguinário,
17:56resolveu chegar e juntar os capatagens, juntar os feitores,
17:59os donos das fazendas, e vim aqui resolver essa situação com os negros.
18:03Chegando aqui, vieram de todos os lados,
18:06vieram do fundo da igreja, na frente da igreja,
18:08tirando para todos os lados.
18:09Temos cerca de 300 pessoas reunidas aqui na frente da igreja,
18:12300 escravos reunidos na frente da igreja.
18:14Foi quando houve essa carnificina.
18:22Tiago, então a gente fala,
18:24sítio histórico de São José do Queimado,
18:26São José, porque a igreja foi construída em homenagem a São José,
18:31o padre Gregório era devoto de São José.
18:33E Do Queimado, que muita gente fala no plural,
18:37é Do Queimado,
18:40porque o nome da vila era Vila do Queimado.
18:43Não teve nenhum incêndio aqui, não?
18:45Não, não, a princípio não.
18:47O que nós temos aqui são dois fatos históricos.
18:49A princípio seriam os índios que aqui habitavam,
18:52eram índios bem guerreiros e bravos,
18:55e tomavam conta dessa terra.
18:57Eles diziam que aqui era a terra que pega fogo,
18:59por conta da turfa,
19:00que nós temos aqui esse fenômeno da turfa.
19:03E a segunda explicação que nós temos,
19:04porque o nome do nome Queimado,
19:06seria por conta da cana-de-açúcar,
19:08que aqui o fazenda era de cana-de-açúcar.
19:09Então com o plantio e a colheita,
19:11se tacava fogo nessa terra.
19:13Aí os homens estavam aqui em cima,
19:15as mulheres embaixo,
19:16e aí não há nenhum relato
19:19de que houve violência por parte dos negros escravizados.
19:23Sim, justamente.
19:24E a igreja estava pronta.
19:25Ela foi destruída nessa ocasião?
19:27Não, não, de forma alguma.
19:29Hoje ela está em ruínas por causa da ação do tempo mesmo.
19:31Sim, da degradação do homem também,
19:33com aquela questão de achar riqueza,
19:35nas ruínas, nas igrejas, tesouros.
19:37Essa lenda aconteceu aqui de fato,
19:40nós tivemos muito problema com isso,
19:42na década de 50, na década de 80,
19:45começaram a vir os mineradores para cá,
19:47explorar a igreja achando ouro,
19:49no nosso altar, no piso da igreja.
19:52E já que você falou em lenda,
19:53deu uma deixa aí,
19:54a energia que é diferente, não é, Tiago?
19:56Sim, sim, uma energia que é bem...
19:59Foram muitas pessoas mortas aqui.
20:01Sim, sim, até que nós fomos falando de uma casa em piscina,
20:03cerca de 300 pessoas foram mortas aqui.
20:05Inclusive, o João da Viúva Monteiro foi enforcado aqui,
20:07em frente à igreja, foi o único que foi enforcado aqui.
20:10Chico Prego foi enforcado na igreja Matriz da Serra.
20:12E Lisiário Rangel, que são os três pilares.
20:14Lisiário Rangel, a gente não tem notícia mais dele,
20:16ele foi visto em São Mateus, foi visto em Roda d'água.
20:20Então a gente não tem notícia, de fato, onde ele foi parar.
20:22Mas o João da Viúva Monteiro foi o único de fato enforcado aqui.
20:24Então existe, sim, uma energia diferente nesse local.
20:37E o dia 22 de março de 2026
20:41foi um marco para o sítio histórico de São José do Queimado.
20:45É que o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional
20:49reconheceu oficialmente o local
20:51como um patrimônio cultural brasileiro.
20:54Não é isso, Dêner?
20:54É isso mesmo.
20:55Uma grande vitória que nós, do município da Serra,
20:59tivemos aqui, nesse patrimônio arqueológico e histórico
21:03de São José do Queimado.
21:04E o que muda com esse reconhecimento oficial?
21:06Quando o IFAM tem um bem tombado,
21:10patrimônio nacional,
21:11traz mais visibilidade,
21:13mais legalidade para o bem,
21:15fazendo com que as futuras gerações
21:18tenham o poder de conhecimento.
21:20E a partir desse conhecimento,
21:21a nossa cultura fica mais valorizada,
21:24a identificação que as pessoas têm com o local,
21:27a preservação cultural
21:29fica mais valorizada e mais segura.
21:35A visitação por aqui pode ser feita todos os dias,
21:39das sete da manhã às cinco horas da tarde.
21:42Grupos com mais de dez pessoas
21:44podem fazer o agendamento online
21:46para participar da visita guiada.
22:09Aqui em Serra Sede fica o Museu Histórico da Serra.
22:13Ele está instalado em um casarão
22:15que foi construído em 1862.
22:18É um dos poucos remanescentes
22:20da arquitetura do século XIX
22:22aqui no município.
22:29Nós estamos aqui no casarão
22:31que chama-se Museu Judite Leão Castelo Ribeiro.
22:36É uma história muito rica nessa cidade.
22:40Aqui é preservado os móveis da família
22:43que viveu aqui.
22:44Teve sete irmãos, a Judite.
22:46E tem muita obra de arte,
22:49tem muitos móveis fantásticos para a época.
22:52Isso é um palácio.
22:53E a própria Judite foi um diferencial.
22:57É uma mulher que tem que bater palmas
23:00para ela,
23:02porque ela foi uma das melhores alunas
23:04aqui do município.
23:05Ela foi para o Colégio de Vitória,
23:07aí conseguiu fazer o curso de normal.
23:09e depois ela entrou num lado...
23:13Tipo assim, ela foi uma educadora
23:15e depois política.
23:17Ela conseguiu entrar para a academia,
23:20a primeira mulher
23:21entrar na Academia Brasileira de Letras.
23:25Aqui é o quarto do irmão dela,
23:26famoso também,
23:28o Romulo Castelo,
23:29que virou prefeito do nosso município.
23:32Então você vê que é a importância
23:34dos castelos na Serra,
23:35na família.
23:38O acervo tem diversas obras de arte
23:41de artistas locais.
23:43Passeando pela casa,
23:45dá para ter ideia dos costumes da época.
23:47Tem o quarto de oração,
23:50o quarto que foi de Romulo Castelo,
23:53já prefeito da Serra,
23:54e o quarto da Judite,
23:56com os móveis todos preservados.
24:02E a importância de você visitar o museu
24:04é você viajar no passado,
24:07você voltar ao tempo,
24:08você conhecer o que é uma história,
24:11uma casa tão bonita
24:13que não era padrão
24:14para todas as residências.
24:16E aqui é uma casa diferenciada.
24:18Eles eram comerciantes,
24:20tinham uma estrutura financeira boa sim,
24:22pelo tamanho dessa residência.
24:25Devia ter até dificuldade para limpeza,
24:27porque é muitos cômodos.
24:29Mas é uma coisa assim,
24:30é bacana, bonita para a cidade ter preservado.
24:33Nós tínhamos muito mais casarões
24:35que nos governos anteriores.
24:38Na década de 70, 80,
24:39muitos foram derrubados.
24:42Para ter aqui na Serra,
24:44uma história muito mais rica ainda.
24:46Mas a história da Judite,
24:48ela nunca vai se perder
24:49e ela vai ficar marcada
24:52como uma das mulheres pioneiras
24:54do nosso município,
24:55do nosso Espírito Santo e do Brasil.
24:58O museu fica aberto de segunda a sexta-feira,
25:01das 8 horas da manhã
25:03às 5 horas da tarde.
25:04As visitas são guiadas
25:06por um monitor cultural.
25:08Para grupos com mais de 10 pessoas,
25:10é necessário fazer o agendamento
25:12online com pelo menos
25:14um dia de antecedência.
25:19No mesmo prédio,
25:21funcionam a Casa do Congo
25:23e a Biblioteca Municipal
25:25Belmiro Geraldo Castelo.
25:37A Serra é um destino capixaba
25:40que, sem dúvida,
25:41merece a visita.
25:42E o Caçadores de Destinos
25:44está aqui para isto,
25:46mostrar as melhores dicas
25:48de turismo no Espírito Santo.
25:50E vocês, claro,
25:52são sempre os nossos convidados especiais.
25:57E o Caçadores de Destinos de hoje
25:59fica por aqui.
26:00Mais informações sobre o turismo na Serra
26:02vocês podem conferir
26:04nas edições impressa e digital
26:05do Jornal da Tribuna
26:06desse domingo
26:07e no site Tribuna Online.
26:09Ao longo da semana,
26:10também tem turismo na Serra.
26:12em destaque na programação
26:14das rádios Tribuna FM
26:15Vitória e Cachoeiro
26:16e da rádio Legal FM.
26:18E é isso.
26:19Não deixem de seguir
26:20as nossas redes sociais.
26:21O meu perfil no Instagram
26:22é Camila Rangel
26:24com a letra K
26:25e tem também os perfis
26:26TV Tribuna, Jornalismo
26:28e Tribuna Online.
26:29Eu espero vocês
26:30no próximo destino.
26:32Até lá!
26:43Caçadores de Destinos
26:45Patrocínio
26:46China Park Eco Resort
26:48Lugar de Gente Feliz
26:50Sim!
26:51E aí
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