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Faltam profissionais para atuar em pelo menos 30 profissões no Estado, o que força investimentos em tecnologia e impede novos projetos.
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Transcrição
00:00Vamos falar da falta de mão de obra aqui no nosso estado?
00:04O Espírito Santo vive um momento de expansão do comércio.
00:07A gente está vendo aí mais lojas, mais empresas abrindo, mais consumo,
00:13mas junto com isso vem um desafio que tem preocupado.
00:15A falta de profissionais para preencher essas vagas.
00:20Para a gente ter uma ideia, cada nova loja precisa de pelo menos dois funcionários.
00:24A estimativa é que cerca de 10 mil novas vagas surjam aqui no estado dos próximos meses,
00:31ao longo desse ano de 2026 também.
00:33Mesmo assim, empresários relatam que não conseguem contratar,
00:39principalmente profissionais qualificados para trabalhar.
00:42Enquanto isso, tem muita gente que segue em busca de uma oportunidade também.
00:46O que será que está acontecendo?
00:48Vamos falar sobre esse desencontro, o que está faltando,
00:51o que esses profissionais precisam, o que as empresas também precisam adequar,
00:55essas expectativas, né?
00:57Porque mesmo com mais vagas ainda tem tanta dificuldade dos dois lados.
01:02Deixa eu conversar aqui com José Carlos Bergamin,
01:05seu Bergamin, vice-presidente da Fê Comércio Espírito Santo.
01:09Bom te ter por aqui, Bergamin.
01:11Bem-vindo, bom dia.
01:12Bom dia, obrigado pela oportunidade de a gente falar desta coisa.
01:17Vamos olhar pelo lado bom, né?
01:19Se a gente estivesse também em um ambiente de muito desemprego,
01:23de retração econômica, nós estaríamos também com dificuldade,
01:28talvez um pouco ainda mais complexa do que a gente está vivendo,
01:32que é a extrema falta de mão de obra.
01:34O que mais preocupa nesse cenário?
01:36A gente já pode falar de um apagão de mão de obra, né, seu Bergamin?
01:39Já podemos.
01:39O que mais preocupa?
01:41Olha, o que mais preocupa é que cada vez mais a economia se dinamiza,
01:46a expansão, a multiplicidade de recortes de profissionais que a gente precisa.
01:54Ou seja, cada vez mais especialização.
01:58E na contraparte disso, que é a oferta de mão de obra,
02:05cada vez mais os trabalhadores com expectativas,
02:09com relação à sua vida, é muito diferente do que aquilo que a gente tinha antes.
02:15Antes, as pessoas olhavam para o futuro, sacrificavam-se na vida presente,
02:23no seu cotidiano, na rotina, nas jornadas extensas, né?
02:27Olhando assim um cenário mais de futuro.
02:30E a gente vive o imediato.
02:31As pessoas querem associar a um bom trabalho,
02:35mas querem associar isso, o que que este trabalho proporcionaliza à sua vida.
02:41Qualidade de vida.
02:43Exatamente.
02:43Ele não abre mão disto em troca de um futuro ou de uma perspectiva melhor mais adiante.
02:49Ele precisa disso tudo neste momento.
02:51E este encontro de objetivos está sendo uma das nossas grandes dificuldades neste momento.
02:58O que é que está tão difícil contratar, assim?
03:00Qual que é a maior dificuldade?
03:03Encontrar esses profissionais com a qualificação correta para aquela vaga,
03:07ou profissionais disponíveis ali para arregaçar as mangas e enfrentar os desafios e trabalhar.
03:13Qual que é o gargalo, Bergamin?
03:15Se pudesse dividir em dois grandes recortes, seria o seguinte.
03:19Aquela faixa mais qualificada, de profissionais bem qualificados,
03:25estes esperam uma rotina de trabalho muito mais leve.
03:30Ele considera o deslocamento, ele considera a jornada,
03:36ele considera a fadiga do trabalho, ele considera o ambiente da empresa,
03:42essa perspectiva de que é oferecido para que ele tenha desempenho bem a sua atividade
03:51e considere muito a sua qualidade de vida.
03:55Esta é uma dificuldade que nós temos hoje de conciliar estes interesses.
04:01Na parte operacional, na parte mais inferior, aquilo que a gente chama o chão da fábrica,
04:08o front do atendimento, que aí entra muito o mercado de lojista, o balconista.
04:14Aí nos supermercadistas, o atendimento é no posto de venda.
04:18E nos serviços também isso é muito caracterizado.
04:23Aí é a baixíssima qualificação.
04:26Porque essa baixa qualificação traz uma baixa produtividade,
04:31isso faz com que as faixas salariais são muito baixas.
04:35E diante de uma faixa salarial muito baixa,
04:39as pessoas não querem se submeter mais a um emprego formal,
04:43que ele vai sair muito cedo, vai tomar um ônibus muito demorado,
04:47vai enfrentar uma jornada longa, para retornar para casa é muito longo.
04:51Aí ele prefere ficar no seu ambiente, no seu conglomerado onde ele reside,
04:56fazendo ali um bico, um pequeno trabalho,
04:59às vezes se colocando aí no benefício público.
05:03E aí é a nossa dificuldade de contratar.
05:06Tem informalidade hoje também, né?
05:08Você consegue fazer uma entrega, trabalhar ali para uma plataforma de aplicativo,
05:12que às vezes você vai ganhar mais do que algumas vagas oferecem.
05:15Aliás, essa questão salarial, seu Bergamin, é uma contrapartida.
05:20Tanto a gente falar, você trabalhar nove horas ali por dia,
05:24com uma ou duas horas de almoço, para ganhar...
05:26Os salários são baixos também, né?
05:28Tem esse ponto.
05:29Não, esse é o maior inibidor das pessoas submeterem a esta rotina
05:34no modelo trabalhista brasileiro.
05:38E as empresas, por outro lado, com a sua rentabilidade cada vez mais dificultada,
05:43em razão de burocracia brasileira, em razão de custo do Brasil, tributação,
05:49a própria folha de pagamento.
05:52O empresário paga 100, o trabalhador recebe 100,
05:57ele vai pagar praticamente 200 aí no custo final disso.
06:01Isso tudo, considerado ao estágio tecnológico, a baixa formação,
06:05a pequena produtividade, faz com que o nosso custo suba muito.
06:09Nossos preços aqui no Brasil para adquirir produtos são muito altos,
06:13mesmo com este salário muito baixo.
06:16A gente pode dizer que o perfil dessas vagas mudou?
06:19Hoje exige-se mais desse trabalhador ou não?
06:24Hoje nós temos tudo, porque nós continuamos com uma gama muito grande
06:28de necessidade de operários, que faz os serviços simples que sempre fizeram.
06:32E essa é uma maior dificuldade.
06:34Hoje as empresas, para ter o serviço geral, o serviço de limpeza,
06:38é a sua maior dificuldade de contratar hoje.
06:41É mesmo, senhor?
06:42É, é uma das maiores dificuldades.
06:44E parece simples, mas se eu não for na minha empresa hoje,
06:48ninguém vai notar.
06:49Mas se faltar a menina que faz o cafezinho,
06:52às nove horas, isso será muito impactado.
06:56Então, são funções simples, mas extremamente importantes.
07:02E outro recorte que a gente pode colocar aqui.
07:0650% da população são mulheres e elas contribuem na formação do trabalho muito grande.
07:14E o ambiente social que se vive hoje, onde a carga da casa,
07:21da manutenção da casa, e em muitos casos ela também é responsável pela família,
07:27ela é separada, ela tem filhos, ela não tem como prestar o trabalho.
07:34Porque ela não tem renda para pagar uma boa babá.
07:39Não tem, às vezes, uma creche pública.
07:42Aí ela inviabiliza o trabalho.
07:46Aí muitas vezes ela está nos programas sociais,
07:49não por interesse, não por preferência, mas por extrema necessidade.
07:55Pois é, voltando a falar dos salários,
07:57são, na verdade, muitas mães solos aí que querem estar no mercado de trabalho
08:00e estão amarradas, não conseguem, né?
08:03Como é que o setor tem se movimentado para tornar essas vagas mais atraentes,
08:08vamos dizer assim, que às vezes não vai poder pagar mais ali para aquela função,
08:11mas tem outros benefícios, uma folga, enfim, que podem tentar trazer esse profissional.
08:16Pois é, as empresas têm flexibilizado muito isso,
08:19e é um dever de casa dos RHs, desde a sua gerência,
08:24é flexibilizar nada de padrões rígidos,
08:28inclusive considerando departamento, considerando setor de trabalho,
08:33porque cada um deles pode, e se estudando, tem como fazer algumas concessões, né?
08:41Sim.
08:41De toda a ordem e natureza, o ambiente tem que ser mais agradável,
08:47tem que ser mais humanizado, as gerências têm que ser mais flexibilizadas, né?
08:53Os controles têm que ser mais considerados.
08:57A partir do que a gente tem uma pessoa comprometida com o trabalho
09:01e profissionalmente responsável, a partir daí tudo pode ser facilitado.
09:06Então, se flexibiliza horários, onde parte pode ser interno,
09:12parte pode ser trabalho em home, flexibiliza a sexta-feira,
09:18flexibiliza até o uso de uniforme, às vezes roupa desconfortável,
09:22tudo isso precisa ser considerado, é sobre o aspecto do esforço físico,
09:28sobre o aspecto das relações humanas, que precisa e deve ser melhor,
09:33e também sobre o aspecto do conforto das pessoas, né?
09:38Então, esse é um dever de casa que nós estamos enfrentando ele todos os dias,
09:42é por isso que aí já se tem muitas atividades que não se trabalha aos domingos,
09:47porque o outro é um grande problema, se trabalhar à noite, aos domingos,
09:51imagine uma mãe com seus filhos trabalhando à noite.
09:53O supermercado está aí, né?
09:55É grande polêmica aí.
09:56Já se fecha mais cedo aos domingos, já se avalia se deve abrir ou não,
10:02nas nossas linhas de produção, simplificando produtos, né?
10:06Aquilo que demanda extremamente obra ou muito trabalho,
10:09e agrega pouco ao produto, precisa ser simplificado,
10:13para que a gente consiga aumentar a nossa produtividade,
10:17e consequentemente melhorar o salário e a renda.
10:19Então, as empresas têm cuidado disso, muito.
10:23E observe que não é só aqui na Grande Vitória.
10:26É um problema geral.
10:27O número de vagas no interior está tão difícil ou mais de serem preenchidas do que aqui na Grande Vitória.
10:36Graças, é claro, à dinâmica aqui do mercado do Espírito Santo,
10:40que performa em números melhores do que o do Brasil,
10:43e por isso também traz uma dificuldade a mais nesse aspecto.
10:47Com certeza. A gente está falando, a gente falou do supermercado, lojistas,
10:50as padarias, seu Bergamin, da Grande Vitória,
10:54também enfrentam dificuldades para contratar funcionários.
10:58Algumas já operam com até 20% a menos do quadro de pessoal.
11:03Bora para uma padaria? Vamos lá, ao vivo, bater um papo com o Eric Alencar, que está por lá.
11:07Isso impacta no dia a dia, né, meu amigo?
11:10Como é que está a situação por aí? Bom dia para vocês.
11:15Bom dia, Bruna Maria, para o nosso convidado no estúdio,
11:17para todo mundo que nos acompanha aqui na TV Tribuna.
11:19Estamos numa padaria tradicionalíssima no centro de Vila Velha
11:23e que fica cheia em determinados momentos do dia.
11:27E fica cheia mesmo com falta de funcionários.
11:31A clientela quer comprar, mas existe até defasagem de mão de obra aqui também.
11:36E não é o único local, não é a única padaria, viu?
11:39De acordo com o Sindipães, a defasagem de mão de obra no setor é de 15% a 20%.
11:44E isso tem impactado justamente o trabalho, o andamento dos negócios.
11:48Como vai falar para a gente aqui o proprietário aqui dessa padaria
11:52e também que atua no setor há muitos anos, o Júnior Jodima.
11:55Antes de tudo, muito bom dia.
11:57Está faltando mão de obra para todo mundo.
11:59E aqui não é diferente, não é isso? Muito bom dia.
12:01É verdade, Eric. Bom dia. Bom dia a todos que estão nos assistindo.
12:05A gente está passando as padarias hoje, passando por um momento muito difícil de falta de mão de obra.
12:10A gente vai no mercado de trabalho, a gente coloca anúncios,
12:14a gente procura os órgãos públicos, que é o CINE e outros órgãos que trazem esses trabalhadores
12:22e a gente não consegue encontrar.
12:25Hoje está tendo um problema muito sério para trabalhar dentro das padarias
12:28que a gente está tendo que se adaptar.
12:29porque em determinados momentos a gente deixa de atender o nosso cliente com os nossos serviços
12:35para não levar um mau atendimento.
12:38É melhor não atender do que atender mal, né?
12:40Exatamente. É melhor não atender do que atender mal.
12:43A gente perde faturamento, aí a gente fecha a parte de serviço para poder não atender
12:47porque não tem gente para trabalhar.
12:49Entendi. E qual é a defasagem aqui, não só dessa loja, né?
12:52Porque você tem duas lojas de padarias aqui em Vila Velha.
12:55Quantos funcionários você está precisando? Qual é a defasagem?
12:58Olha, a defasagem aqui é que a gente chega a passar dos 20% hoje de defasagem aqui dentro da
13:03padaria.
13:04Que é o que a gente vive hoje dentro do mercado.
13:07Hoje as padarias no mercado estão trabalhando com 20% de defasagem.
13:11A gente teria aí umas 15 a 20 vagas de emprego já tranquilamente aqui dentro da padaria para colocar.
13:18Infelizmente a gente não consegue achar esses funcionários.
13:21Até acontecem as entrevistas, mas eles não ficam?
13:24Acontece as entrevistas, mas as padarias elas trabalham sábado, domingo.
13:28Trabalham, elas começam 6 horas da manhã e aí tem um pouco de dificuldade.
13:33Mas nós também estamos nos adaptando.
13:35Nós estamos tentando colocar os horários, tentando trabalhar com a tecnologia do frio, por exemplo.
13:41Para a gente poder tirar a produção do domingo, para poder dar folga no sábado, dar folga no domingo.
13:47E trabalhando com horários reduzidos, para a gente poder tentar trazer essa mão de obra.
13:51Mas está difícil.
13:52Tem que se adaptar.
13:53O que poderia ser feito assim, além da procura por funcionários, além da adaptação à situação?
14:01Existe alguma política pública que possa ser feita?
14:03Ou algo que o senhor acredite que possa melhorar a situação para atrair o pessoal para trabalhar?
14:07Olha só, está sendo feito já vários trabalhos, não só do setor público, mas das nossas federações também.
14:15A nossa federação aqui, a FINDES, como a FEComércio também, que é do comércio,
14:20tem feito muito trabalho para poder trazer esse funcionário, trazer essa mão de obra
14:25para dentro das padarias, para dentro do comércio hoje aqui.
14:29Mas é difícil da gente ver um cenário positivo por conta, às vezes, do assistencialismo que tem.
14:38Nós temos hoje aí essa assistência e quando termina a assistência, que ele vai trabalhar, termina a assistência.
14:45E eles não querem trabalhar.
14:46É talvez pensar em algo deixando a assistência para eles, mesmo eles estando trabalhando, estando no mercado de trabalho.
14:53Isso aí está afastando um pouco a mão de obra dentro das padarias também.
14:57É uma negociação que talvez deveria existir em relação, por exemplo, ao seguro-desemprego, acredito, né?
15:02É, e os auxílios, né? Porque hoje o maior problema são os auxílios.
15:06Você tem os auxílios, a pessoa vai para o mercado de trabalho, para poder começar a trabalhar, ela perde o
15:11auxílio.
15:13Então, a nossa ideia era, continua com o auxílio, mesmo estando no mercado de trabalho.
15:18Incentivar eles a entrarem no mercado de trabalho. É isso que nós estamos precisando.
15:22Enquanto isso, vai se adaptando da forma que é, e principalmente naquelas datas especiais, principalmente o Natal que as padarias
15:28bombam,
15:29tem que preencher o quadro de funcionários ou arrumar uma nova fórmula, né?
15:32A gente vai se adaptando, Eric. A gente vai se adaptando, a gente vai buscando outras formas.
15:37A gente começa a buscar no mercado hoje os freelancers também.
15:40Quando a gente pega esses momentos sazonais, que é Páscoa, que é Natal, que é Ano Novo,
15:48a gente tenta contratar pelo menos os freelancers para poder tentar nos ajudar e suprir essa necessidade momentânea ali.
15:55Ok. Muito obrigado, Júnior Jordima, que é um tradicional empresário do setor de panificação aqui no Espírito Santo,
16:02em Vila Velha mais precisamente, falando da situação das lojas dele e também abordando um tema que abrange todo o
16:08setor.
16:09Não está fácil, né? Mas o emprego está aí, o pessoal que quiser procurar, é só ir atrás.
16:15É com você, Bruna Maria.
16:16Obrigada pela entrevista, viu? Agradeço ao Júlio também.
16:20Nesse albergaminho, um exemplo claro ali de outro setor que sofre bastante,
16:24porque precisa dessa mão de obra mais qualificada, as padarias, né?
16:28O Júnior é muito próximo da gente, a gente conhece a realidade dele e de toda a panificação.
16:33É assim, de uma geração para outra, a redução da natalidade ficou exponencial.
16:41Nós não temos aqui a atração de trazer trabalhadores de outros países aqui no Brasil.
16:46Antes migrava muito para o Nordeste, para as regiões do Sudeste, que era mais desenvolvida.
16:51Hoje essa realidade não existe.
16:52Vinha do interior para a Grande Vitória, mas hoje a dificuldade do emprego também é no interior.
16:58E nós vivemos essa situação toda.
17:02E aí foi colocado, né, a Federação do Comércio, especialmente para essa formação também,
17:08a Federação da Indústria faz esse trabalho, é de se dedicar, se colocar absolutamente vocacionada
17:16para produzir trabalhadores em custos muito rápidos,
17:20para que eles possam entrar no mercado de trabalho o mais rapidamente.
17:24O governo, por sua vez, faz um grande trabalho também de associar-se conosco, né, desta formação.
17:34Agora mesmo estão indo lá em Guarapari no Rádio Hotel,
17:36é para a gente pôr aquilo lá, para operar o mais rapidamente,
17:40para formar mão de obra para o nosso turismo,
17:43que é outra carência enorme, nós temos oportunidade de crescer nisso.
17:47Mas como eu disse lá no início, nós temos que ser otimista,
17:50o ser humano, a cada dificuldade, ele arruma uma solução.
17:54Umas são mais rápidas, outras são mais demoradas.
17:57Nós também vamos encontrar um ponto para dar solução a isso,
18:01de tal maneira que a gente continua crescendo,
18:04continua criando oportunidade, continua formando o nosso pessoal melhor,
18:08e dinamizando a nossa economia, e conseguindo melhorar a vida dos brasileiros,
18:13de um modo geral, especialmente dos capixaba,
18:16que já aqui vivemos numa situação um pouquinho melhor do que a média do Brasil.
18:19A gente espera encontrar esse equilíbrio, o nosso Estado é tão rico,
18:23a gente tem que valorizar as duas partes.
18:26Seu Bergamin, José Carlos Bergamin, vice-presidente da Fê Comércio,
18:29foi bom demais o nosso bate-papo, obrigada, viu?
18:31E nós precisamos ir para frente, porque nós somos um país que roda aí entre as 10 economias,
18:37parece que agora é 11, mas por ali, e no entanto, a nossa renda per capita,
18:42a renda dos brasileiros, ela é mais de 100.
18:45Ou seja, nós precisamos melhorar, equilibrar mais a nossa sociedade.
18:50Isso vai ajudar também, estimular mais a ter o emprego formal.
18:54Vamos fazer essa conta fechar.
18:55Obrigada, seu Bergamin.
18:56Até a próxima, viu, meu amigo?
18:58E aí
18:59E aí
19:00E aí
19:02Obrigado.
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