O presidente Lula (PT) anunciou uma redução de R$ 0,64 no valor do litro do diesel em todo o território nacional. A medida do governo federal busca mitigar os impactos econômicos da guerra no Oriente Médio e conter a alta nos preços dos alimentos. Reportagem: André Anelli.
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NotíciasTranscrição
00:00O presidente Lula decidiu zerar o tributo sobre o diesel para conter a alta do combustível
00:05provocada pela guerra entre os Estados Unidos e o Irã lá no Oriente Médio.
00:10O governo estima uma redução de 64 centavos no litro do diesel,
00:14que também pode evitar um aumento no preço dos alimentos.
00:18Vamos até a capital federal conversar ao vivo com André Anelli,
00:21que chega aqui no nosso 3 em 1 com mais informações desses detalhes
00:25que foi anunciado por meio de uma coletiva de imprensa aí no Palácio do Planalto.
00:28André Anelli, seja bem-vindo, uma boa tarde meu amigo.
00:33Obrigado Cássio, muito boa tarde a você também e a todos aqui em 3 em 1 na Jovem Pan.
00:38O presidente Lula editou um decreto presidencial zerando as alíquotas de PIS e COFINS
00:44para diminuir cerca de 32 centavos o litro do diesel nas refinarias.
00:50E uma outra medida paralela a essa é de 32 centavos também o impacto direto no litro do diesel
00:57através de subvenção.
00:59Ao todo, então, o governo federal, com essas duas medidas anunciadas nessa quinta-feira,
01:06o governo federal espera reduzir em 64 centavos o litro do diesel
01:10para que não haja grande impacto sobre a inflação,
01:14principalmente sobre o preço dos alimentos,
01:16diante da guerra contra o Irã,
01:19que é um dos principais exportadores de petróleo do planeta
01:22e que, por conta desse conflito,
01:25acaba, então, influenciando diretamente no preço do barril do petróleo em todo o planeta.
01:29O presidente Lula, por meio de cálculos do Ministério da Fazenda,
01:34anunciou ainda que o impacto nas contas públicas é de 20 bilhões de reais
01:38em relação a ter zerado os impostos de PIS e COFINS
01:44em relação ao preço do diesel em 32 centavos por litro
01:47e mais 10 bilhões de reais de impacto em relação, então,
01:52a essa subvenção que vai ser feita
01:54para que os distribuidores possam repassar
01:57essa diminuição dos preços aos consumidores finais.
02:01E existe também toda uma regulamentação
02:04por trás dessas ações que foram impostas pelo governo federal
02:07no sentido de garantir que esse preço seja, então, atingido
02:11e seja beneficiado o consumidor na hora do abastecimento.
02:16O presidente Lula destacou que todo esse anúncio
02:20se trata justamente de um esforço do governo federal
02:23para que não haja nenhum tipo de impacto
02:25no preço dos alimentos para o consumidor.
02:28Nós estamos dizendo, alto e bom som,
02:32que estamos fazendo um sacrifício enorme aqui,
02:35uma engenharia econômica,
02:37para evitar que, em todo o da irresponsabilidade das guerras,
02:43chegue ao povo brasileiro.
02:45Nós vamos fazer tudo o que for possível
02:47e, quem sabe, esperar até com a boa vontade
02:50dos governadores de Estado,
02:52que podem reduzir um pouco o ICMS também
02:54no preço do combustível,
02:56naquilo que for possível cada Estado fazer,
02:58para que a gente garanta
03:00que essa guerra não chegue ao bolso do motorista,
03:05ao bolso do caminhoneiro,
03:06e, sobretudo, não chegando ao bolso do caminhoneiro,
03:09não vai chegar ao prato de feijão,
03:14a salada do alface, da cebola,
03:17e a comida que o povo mascove.
03:22Lembrando que essas medidas anunciadas pelo governo federal
03:25são válidas até 31 de dezembro.
03:28Portanto, é esse período que o governo julga necessário,
03:31pelo menos por enquanto,
03:32para fazer com que os efeitos da guerra,
03:35que provocou um aumento no preço do barril de petróleo,
03:38não cheguem internamente aqui ao Brasil.
03:40E para compensar a perda de arrecadação,
03:43essa de 20 bilhões de reais,
03:44em relação à subvenção,
03:47e em relação também a ter zerado os impostos de PIS e COFINS,
03:5120 bilhões de um lado, 10 bilhões do outro,
03:53total de 30 bilhões de impacto para o governo federal,
03:56aí o próprio governo também acabou implementando
04:00uma medida que consolida em 12%
04:04a alíquota de exportação de petróleo.
04:07Uma forma, então, de compensar
04:08essa perda de arrecadação internamente aqui.
04:11Cássios.
04:13Valeu, Anneli.
04:13Obrigado pelas informações.
04:15E olha, meus amigos,
04:16o nosso 3 em 1 é uma medida extremamente
04:18que tem um impacto político, econômico
04:21e principalmente eleitoral.
04:23E por que isso?
04:24Porque dependendo do tamanho dessa guerra,
04:27ou pelo menos quanto tempo ela vai durar,
04:28isso pode trazer impactos e efeitos
04:30muito grandes na nossa economia.
04:33E é uma medida, uma espécie de antecipação
04:35ou mitigação de danos.
04:37Alangânio, eu quero te ouvir em relação também
04:39a esse anúncio que foi feito pelo governo Lula,
04:41ao lado ali do próprio ministro Afazen, Fernando Haddad.
04:44Foi uma espécie de vacina eleitoral,
04:47já prevendo que a economia, sim,
04:49pode ser determinante nas eleições de outubro?
04:51Com certeza, né?
04:52Aliás, a insatisfação econômica
04:54cresceu, né?
04:56De acordo com uma pesquisa data-folha
04:58de dezembro até agora,
05:00possivelmente porque o custo de vida
05:01está bastante elevado.
05:04O Piperno também trouxe uma outra hipótese, né?
05:06Que os temas acabam se misturando,
05:08o que também é verdade.
05:10Mas a inadimplência do brasileiro
05:12tem crescido bastante.
05:13E aí, é claro, né?
05:15Com mais esse efeito adverso
05:17do cenário externo,
05:19contaminando a nossa inflação,
05:21é claro que isso é depositado
05:23na conta do governo de turno.
05:26Independentemente se o governo é culpado ou não, né?
05:28A guerra é lá fora,
05:30o governo não tem nada a ver com isso,
05:32mas é ele que acaba pagando a conta.
05:34E aí, toma essa medida,
05:37parecida com a medida tomada
05:38em 2022 pelo governo Bolsonaro.
05:41Só que a diferença é que naquela época
05:44a briga era entre Rússia e Ucrânia,
05:46mas a Rússia era uma grande produtora de petróleo,
05:48também traria um impacto inflacionário.
05:53E aí o governo já se antecipa,
05:54mas é claro que é uma medida
05:55com efeito eleitoral.
05:57Agora, Cássio, até agora,
05:59as medidas populistas colocadas pelo governo,
06:02o governo não conseguiu se beneficiar delas, né?
06:06Então, a gente vê, por exemplo,
06:07a isenção do imposto de renda,
06:10por enquanto, zero efeito,
06:12muito pelo contrário.
06:14O Piperno, inclusive,
06:15o próprio presidente Lula
06:16tocou ali, pelo menos,
06:17em dois setores importantes,
06:18que é a questão do setor dos combustíveis
06:20e também dos alimentos,
06:21e numa categoria que é determinante para isso,
06:23os caminhoneiros.
06:25Como é que você vê também
06:25esse discurso do presidente Lula
06:27e essa medida na tentativa
06:29de antecipar qualquer tipo de risco
06:31de dano eleitoral?
06:33Lembrando,
06:33caso o aumento fosse muito grande
06:36em relação aos combustíveis,
06:38atingiria justamente
06:39os caminhoneiros e o Brasil.
06:40Depende muito dos caminhões
06:42e das estradas
06:42para fazer esse abastecimento,
06:44esse escoamento dos alimentos.
06:45Isso poderia gerar uma paralisação,
06:47uma possível greve,
06:48e aí a gente sabe
06:49que isso pode dar popularidade
06:51lá para baixo.
06:52Bom,
06:52o governo sabe muito bem
06:54que esse é um segmento,
06:56essa é uma categoria
06:57na qual o atual governo
07:00não tem lá muito prestígio.
07:01Então,
07:02é óbvio que
07:03o governo teme, sim,
07:05por exemplo,
07:06o anúncio de alguma greve
07:08mais perto do período eleitoral
07:10por conta de um possível aumento
07:12dos preços de combustíveis.
07:14Isso era algo que estava no cenário,
07:17sim.
07:18Até porque
07:19ninguém é inocente nesse país.
07:21Se eles se alinham
07:23com outro pensamento político,
07:25nada melhor do que aproveitar também
07:26uma ocasião dessa
07:28para gerar um fato político
07:30que impactaria a vida
07:31de cada um de nós.
07:33Então,
07:33é uma vacina
07:34para isso também.
07:36Outra coisa,
07:37o governo,
07:38de fato,
07:39ele se antecipa,
07:41mas de uma forma
07:42que eu vejo,
07:43enfim,
07:44um movimento
07:44bastante diferente
07:46daquele de 2022.
07:47Em 2022,
07:48o governo Bolsonaro,
07:49por exemplo,
07:49chegou a distribuir
07:50dinheiro lá para os caminhoneiros.
07:52Três cheques lá
07:53de mil reais
07:55para cada caminhoneiro
07:56e para cada taxista.
07:58Aquilo foi,
07:59o auge
08:01do
08:02quem quer dinheiro
08:03lá do
08:04brincava lá
08:05que
08:05estavam imitando
08:07o aviãozinho
08:07do Silvio Souto.
08:09O populismo só mudou,
08:10agora quem quer dinheiro
08:11é a isenção de imposto.
08:13Não,
08:13veja,
08:15eu estranho muito.
08:15Aumento do auxílio gás,
08:17só mudou.
08:18Eu acho impressionante
08:19que a direita liberal
08:21ela reclame
08:21de corte de imposto.
08:23Isso eu andei lendo muito.
08:25Eu achei magnífico.
08:26Eu não reclamo
08:27de corte de imposto,
08:28não agora.
08:28Uma coisa é você cortar
08:30imposto,
08:30por exemplo,
08:30a isenção de imposto
08:31e renda sem a contrapartida fiscal.
08:33Não,
08:34não,
08:34tem que cortar imposto,
08:36sim,
08:36cortou imposto de renda.
08:37Como é que as contas
08:38param de pé,
08:38mas tudo bem.
08:39Corta imposto de renda,
08:40corta esse tipo de imposto.
08:42E a dívida?
08:42Não,
08:43aí taxa,
08:44por exemplo,
08:45quem não paga nada
08:46lá de dividendos.
08:47É,
08:47porque o Bolsa Elite
08:49tem múltiplo.
08:49Essa fórmula
08:50não dá certo não.
08:51A direita liberal
08:52incentiva a produção.
08:54Ou seja,
08:55a produção não cai
08:56há muito tempo.
08:57A produção,
08:57felizmente,
08:58ela está aumentando.
08:58Agora,
08:59o Bolsa Elite
09:00tem grandes porta-voz,
09:01porque tem muitos setores
09:03que pagam zero,
09:05mas continuam
09:06com seus defensores.
09:07Agora,
09:07você cortar um imposto,
09:09por exemplo,
09:09em combustível,
09:10cortar imposto de renda
09:11de miserável,
09:12aí não pode.
09:13Outra coisa,
09:15lá atrás,
09:15eu lembro que lá atrás,
09:16quando eu defendia
09:18a isenção de imposto
09:20lá atrás do governo
09:20Bolsonaro,
09:21você criticava,
09:22né?
09:22Que isenção de imposto?
09:24Quando ele reduziu
09:25o imposto.
09:25Não,
09:25não houve isenção.
09:27Não,
09:28não,
09:28não.
09:28CMS.
09:29Ah,
09:30então,
09:30essa é outra sutileza.
09:32Uma coisa é o governo
09:34cortar os impostos federais.
09:36A outra,
09:38naquele momento,
09:39foi praticamente
09:41obrigar,
09:42enfim,
09:43oferecer lá
09:45esse aceno
09:46do corte
09:46do ICMS
09:47pra que depois
09:49o governo seguinte
09:51tivesse que se virar
09:52pra recopor
09:54o que os estados
09:54deixaram de arrecadar.
09:56Mas ninguém era
09:57obrigado.
09:57Isso é fazer
09:58caridade,
09:59virou lei,
10:00isso é fazer caridade
10:01com o chapéu alheio.
10:02Mas, inclusive,
10:03gente,
10:03nesse discurso,
10:04o próprio presidente Lula
10:05fez uma espécie de apelo
10:06aos governadores,
10:07né?
10:07Pra também reduzir
10:08o ICMS e ajudar.
10:10Ora,
10:10todo mundo precisa fazer
10:11um sacrifício,
10:11então eu peço
10:12que os governadores
10:13avaliem uma redução
10:14aí na questão do ICMS.
10:15Isso foi dito agora,
10:17aqui nessa coletiva
10:18de imprensa.
10:19O apelo é vado.
10:20O que não podia,
10:21o que não pode fazer,
10:22que foi feito
10:22quatro anos atrás,
10:23de, por força da lei,
10:25mudar também o ICMS.
10:26Mas inicialmente
10:26não teve força da lei,
10:28não.
10:28Ele deixou assim,
10:29quem quis...
10:29Aí todos os governadores
10:30com medo acabaram
10:31reduzindo,
10:32depois virou lei.
10:34Virou lei.
10:34Então,
10:35mas inicialmente
10:36você tinha a opção,
10:37né?
10:37Não forçou ninguém, não.
10:38E como é que foi feito
10:40depois a reposição
10:41para os estados,
10:42o governo seguinte
10:43teve que arrumar dinheiro.
10:45Ô Zé,
10:45inclusive o próprio
10:46presidente Lula
10:47falou ali em sacrifício,
10:48né?
10:48Para abarrar os efeitos
10:49da guerra,
10:50falou em engenharia
10:51econômica,
10:52e a gente sabe que,
10:53pelo menos os conflitos
10:54que estão acontecendo
10:55no Oriente Médio,
10:56o Irã não deu
10:57nem tipo de sinalização
10:58que deve recuar.
10:59O próprio Estados Unidos
11:00está intensificando
11:01os bombardeios.
11:02E o presidente Lula
11:03vem nessas últimas semanas
11:05conversando bastante
11:06com a equipe econômica,
11:07com o ministro da Fazenda,
11:08na tentativa de criar cenários
11:11e possíveis soluções.
11:12Essa, Zé,
11:13na sua visão,
11:14é apenas a primeira
11:15na tentativa
11:16de um curto prazo.
11:17O próprio presidente
11:18não tem nenhum tipo
11:19de dano eleitoral?
11:21Pois é,
11:22a gente defende, sim,
11:24o corte de impostos,
11:26a redução dos gastos públicos,
11:28porque o Brasil
11:29está parando,
11:30as pessoas estão sendo
11:32incentivadas
11:33a não trabalhar,
11:34né?
11:34E aí,
11:35se arrecada menos,
11:37só que a máquina pública
11:38está cada vez mais inchada.
11:40Sobre esse corte,
11:41o que se fala
11:42é sobre o equilíbrio.
11:43É preciso ter previsibilidade.
11:46E há muito,
11:47eu estou dizendo aqui,
11:48que o governo
11:49tem reunido aqui
11:50com vários setores
11:51para se precaver
11:52de repercussões negativas
11:54na economia do Brasil,
11:55né?
11:56E até na existência mesmo
12:00do Brasil,
12:01né?
12:01No dia a dia,
12:02com relação aos reflexos
12:03da guerra.
12:04Eu entendo que não dá
12:06para tomar medidas isoladas,
12:08né?
12:08Vamos fazer aqui
12:09remendos.
12:10O governo tem que vir
12:11com um pacote
12:12sobre a previsão
12:14de guerra.
12:15Primeira coisa,
12:15quanto tempo?
12:16Eu sei que é difícil,
12:17mas o Itamaraty
12:18tem lá as suas informações
12:20ou deveria ter,
12:22porque o gasto
12:23com representantes
12:24do Brasil
12:24no Oriente Médio inteiro,
12:26ou seja,
12:27no mundo inteiro,
12:28em mais de 84 países,
12:30é muito alto.
12:31Então,
12:31é hora do retorno
12:32desse pessoal
12:33ter informações
12:35suficientes
12:35para nutrir aqui
12:37o governo
12:37de dados
12:39para que possa
12:40tomar uma medida.
12:41Eu entendo que
12:42deveria ser um pacote
12:43de medidas,
12:44porque não é só
12:46petróleo,
12:47não é só
12:49diesel, não.
12:50Existem outros problemas,
12:52como fertilizantes,
12:54como defensivos
12:55agrícolas, né?
12:56E até
12:56o
12:57compras,
12:58hoje o Brasil
12:59está todo interligado.
12:59eu entendo que
13:01não dá
13:01para adotar
13:02medidas isoladas
13:03só para agradar
13:05o eleitor
13:06e tentar fazer
13:07a popularidade
13:08subir.
13:11Perfeito,
13:11Zé.
13:12Inclusive,
13:12a gente vai seguir
13:13nessa discussão
13:13e, Piperno,
13:14quero te ouvir,
13:15porque,
13:15querendo ou não,
13:16na próxima semana,
13:17o ministro da Fazenda
13:18Frenadade vai deixar
13:19a pasta,
13:20vai deixar a equipe
13:21econômica.
13:22E um anúncio
13:22tão importante como esse,
13:24até mesmo um anúncio
13:25que, de certa forma,
13:26renuncia, né?
13:26Reduz a tarifa zera, né?
13:29Os impostos
13:30do óleo diesel,
13:31que é muito importante
13:32para os caminhões,
13:34para os caminhoneiros,
13:35querendo ou não,
13:36na fotografia final,
13:37saiu o Fernando Haddad.
13:38Você acredita que
13:39essa seria uma das suas
13:40últimas medidas
13:41antes de deixar a pasta?
13:42E, de certa forma,
13:43essa fotografia
13:44traz também
13:45uma visibilidade
13:46maior para o ministro
13:47que vai concorrer aqui
13:48ao Palácio dos Bandeirantes?
13:51Eu acho que
13:52a vida pública
13:53não tem nada de graça, né?
13:55Eu acho que
13:55todas as coreografias
13:56elas são,
13:57elas têm a sua
13:59os seus objetivos
14:00e intenções.
14:01Agora, também tem uma coisa.
14:02É natural
14:03que uma medida dessa
14:06tivesse a participação
14:08do ministro da Fazenda.
14:09Até porque nós estamos
14:10falando de,
14:11também de contas públicas,
14:13de renúncia fiscal.
14:14Então, é importante,
14:16é fundamental, aliás,
14:17que o ministro
14:18esteja lá.
14:19Assim como o próprio
14:20ministro das Minas e Energias,
14:22porque isso também
14:23tem a ver
14:23com a pasta dele.
14:24E aí,
14:25e aí,
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