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China e União Europeia têm ampliado o comércio com o Brasil em 2025 e 2026, em meio às tarifas impostas pelos Estados Unidos em diferentes setores. O movimento ocorre pela busca de novos parceiros comerciais e pela maior competitividade dos produtos brasileiros no mercado internacional. Alan Ghani analisou.

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Transcrição
00:00E o tarefaço do presidente dos Estados Unidos, obviamente, impactou o Brasil.
00:04Só que segundo o Ministério do Desenvolvimento, outros mercados se abriram
00:08e fez com que se consolidassem novas parcerias com o comércio brasileiro.
00:14E quais são essas novas parcerias, hein, Alangani?
00:16Olha só, Evandro, principalmente a China, nossa principal parceira comercial
00:22e também a União Europeia e o bloco como um todo.
00:26É, exatamente. Então, olha só, Evandro, se a gente pegar o mês de fevereiro, né,
00:31as exportações para a China totalizaram 7,2 bilhões de dólares.
00:38Para a União Europeia, 4,2 bilhões de dólares e para os Estados Unidos apenas 2,5 bilhões de dólares.
00:46E é interessante acompanhar as porcentagens, né, porque se a gente olhar para o valor da China,
00:50são 39% de aumento, da União Europeia 35%.
00:54Já para os Estados Unidos, representou a redução por conta do tarifácio e 20%.
00:5920%.
00:59E é uma redução importante, né, Alangani?
01:01Muito, muito expressiva.
01:02Então, nessa comparação, né, entre os anos, né, de 2024, aliás, de 2025 para 2026,
01:10olha só, né, o crescimento da China basicamente foi todo, né, por conta de uma redução para os Estados Unidos.
01:19Então, isso mostra que é muito importante a diversificação no comércio global.
01:25A gente fala muito de diversificação de investimentos, né, o que faz toda a lógica.
01:28Mas também essa diversificação de parceiros comerciais, ainda mais,
01:32num mundo mais tenso do ponto de vista geopolítico com tarifás, é super importante.
01:37Isso significa que a gente deva desprezar os Estados Unidos?
01:41Não, muito pelo contrário.
01:42Os Estados Unidos continuam como terceiro nosso parceiro comercial, né,
01:47contando, lógico, a União Europeia como todos os países,
01:50e o nosso principal parceiro de investimentos.
01:52A situação com os Estados Unidos deve se normalizar por conta de uma...
01:58da volta aí das tarifas para o patamar de 15%
02:02por conta da decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos.
02:06Mas, de qualquer maneira, é importante essa diversificação
02:10e cultivar boas relações com os Estados Unidos.
02:12Exatamente, porque a gente está falando também de um governo de turno, né?
02:15Então, quando o governo de Donald Trump sair,
02:17a gente precisa entender quais seriam as medidas adotadas pelo novo presidente,
02:21seja ele do Partido Republicano ou dos Democratas.
02:25Mas é importante você ter parceiros que possam suprir algumas situações negativas
02:31diante de um governo de turno que talvez não se mostre tão favorável, né, Alangani?
02:35Perfeito, Evandro, porque, bom, daqui a pouco entra um democrata.
02:38E aí, como é que fica?
02:39Então, essas relações, elas devem ser baseadas em pragmatismo,
02:43em relações de Estado e não relações de turno,
02:46como você bem pontuou, com relações de governo.
02:48Muito obrigado, viu, Alangani?
02:50Até.
02:50Até já.
02:50Tchau, tchau.
02:51Tchau.
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