- há 12 horas
Neste episódio do podcast Uai Turismo, Isabella Ricci conversa com Alan Victor, assessor de comunicação de diversos hotéis e restaurantes no Rio de Janeiro e quem assina a lista do Camarote Rio Praia, um dos mais disputados da Sapucaí.
Eles conversaram diretamente dos estúdios da Rádio Tupi, no Rio, que também faz parte do Grupo Diários Associados em uma série de entrevistas sobre os atrativos do estado que encanta os mineiros.
Este episódio vai abordar os bastidores da comunicação no turismo e tudo sobre o carnaval assistido de um dos camarotes da Sapucaí.
O podcast vai ao ar hoje (e todas as quintas-feiras) às 17horas no canal do YouTube do Portal Uai e as matérias escritas diariamente em turismo.uai.com.br
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Este episódio vai abordar os bastidores da comunicação no turismo e tudo sobre o carnaval assistido de um dos camarotes da Sapucaí.
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NotíciasTranscrição
00:01Quando chega até você notícia de um destino, de um hotel, de um restaurante, de um evento,
00:07muitas vezes você não sabe como que ele chegou até você.
00:10Esse é o papel de um profissional muito importante, que é o Relações Públicas ou RP.
00:14Esse é o tema de hoje no podcast Why Turismo, que está sendo gravado daqui da Rádio Tupi, direto do
00:20Rio de Janeiro.
00:36Ele é assessor de comunicação e promoter carioca.
00:39Alan Vitor é versátil e leva sua alegria a todos os lugares.
00:42Mesmo com formação em administração e contabilidade, foi nos eventos e na comunicação que ele achou o seu caminho.
00:50Ele hoje é responsável por mais de 35 marcas, dentre hotéis, restaurantes e eventos.
00:55Ele ainda atua no Carnaval Carioca, o maior espetáculo da terra, no Camarote Rio Praia, um dos mais disputados da
01:03Sapucaí.
01:04Ele vai contar todas as experiências dele, como que ele chegou nesse ponto.
01:07Bem-vindo, Alan. Prazerão te receber aqui.
01:09Que delícia estar aqui com você. Obrigado.
01:12Alan, vamos voltar um pouquinho na sua história, assim, que eu já sei um pouquinho, mas eu queria saber detalhes.
01:18Como que você chegou nesse lugar aí, de sair da contabilidade pra um promoter, um RP, um assessor super reconhecido
01:28já?
01:28Então foi tudo muito por acaso.
01:30Eu morava na região dos Lagos, com meus pais, em Araruama, interior do Rio, pra quem não conhece.
01:36E eu tava pensando, a gente sai da escola e pensa em empregabilidade.
01:39O que mais poderia ser possível na região era contabilidade e administração.
01:44São os cursos mais nessa área, assim, né? De conseguir um emprego mais fácil.
01:48E aí, nisso, eu fui contratado por um projeto de educação ambiental da Petro, da Petrobras.
01:53E nesse projeto, eu fui me descobrindo o meu lado de comunicação, né?
01:57Foi uma coisa que foi acontecendo de forma orgânica, porque lá a gente fazia fóruns, seminários, encontros educativos, cartilhas.
02:04E eu comecei a pegar esses eventos e colocar na mídia.
02:07E aí saíam algumas matérias, saíam entrevistas.
02:11As cartilhas, eu pegava muito pra mim, pra poder elaborar cada cartilha.
02:15E aí minha coordenadora falou, Alain, você tem uma V de comunicação muito forte.
02:18Falei, tenho?
02:19Assim, porque na hora a gente não sabe, né?
02:21Você ia fazendo porque, assim, eu acho que vai ser legal isso?
02:24E eu gostava, eu gostava muito de fazer, eu gostava muito de organizar.
02:26Era muito pro lado de comunicação e de produção, até.
02:29A produção, eu pegava 100% pra mim.
02:31E olha que tinha uma equipe ali pra poder fazer isso.
02:33Mas eu sempre queria liderar isso.
02:35Até na escola também eu gostava muito de liderar mesmo, assim.
02:37Eu era sempre o líder do grupo, sabe?
02:39E aí foi fluindo, as coisas foram acontecendo.
02:42E ela, na época, até me quis colocar como coordenador de comunicação do projeto.
02:46E a Petrobras não permitiu por conta da formação.
02:50Eu acho que, inclusive, eu nem era formado ainda em bacharel.
02:53Eu tava cursando a faculdade e já era técnico em contabilidade.
02:56Mas ela queria colocar por conta da minha aptidão pra comunicação.
03:00E aí, nesse mesmo tempo, eu era apaixonada pelo Rio, eu sou carioca.
03:03Então eu amava vir pra cidade.
03:04Só que, assim, eu também não tinha condição financeira de estar no Rio toda hora.
03:08Pra quem não conhece, a Daruama fica duas horas e meia do Rio.
03:11Mas aí, estudante, começando a trabalhar agora.
03:14Então eu tinha que arrumar alguma forma de estar no Rio e de conseguir ficar aqui e aproveitar a cidade.
03:18E eu fui, que deu um insight, eu criei uma página, que era o Rio Fácil Oficial.
03:22Onde eu dava dicas do Rio de Janeiro, hotéis, restauradores.
03:26No caso, nem hotéis eu dava ainda.
03:27Porque quando a página começa, a gente não sabe como é que é.
03:31E aí, eu me lembro quando bateu 10 mil seguidores e recebi o primeiro convite.
03:34Eu falei, gente...
03:35É assim que funciona.
03:36É assim que funciona.
03:37Alguém convida pra você divulgar o local, você compra...
03:39Já era uma época que tinha muito influenciador ou não?
03:41Foi em 2016, 17.
03:45Porque esse boom mesmo foi na pandemia, né?
03:46Foi na pandemia, teve um boom maior.
03:48Mas já existia alguns influenciadores no Rio.
03:50Inclusive, eu me inspirei neles, assim, pra poder criar a minha página.
03:54E aí, quando chegou 10 mil seguidores, eu recebi o primeiro convite.
03:57E eu comecei a receber convite.
03:59Nesse início, era muito restaurante e evento.
04:01Hotéis ainda não vinham até mim.
04:04Eu acho que hotéis começaram quando eu tinha 50 mil seguidores.
04:06Eu comecei a conseguir fazer parcerias de hotéis.
04:09Então, eu vinha da região dos lagos, pegava um hotel no Rio, visitava vários lugares, montava roteiro e divulgava.
04:15Conseguia fazer seu tour carioca, que você queria?
04:17E eu consegui ir fazendo isso na parceria, sabe?
04:20Foi muito bacana.
04:21E a via de comunicação estava ali.
04:24E aí, eu queria muito participar de um evento em Búzios, que eu acompanhava já há um bom tempo.
04:29Que era o Festival Gastronômico de Búzios.
04:31E aí, eu mandei uma mensagem pro produtor.
04:33Falei, quero muito ir estar com você.
04:35Só que ele já me acompanhava.
04:36E aí, a gente marcou uma reunião em Cabo Frio, que é a região dos lagos.
04:39E aí, falou, Alain, você quer fazer a minha rede social do festival?
04:42Falei, olha, eu nunca fiz, mas eu posso fazer.
04:45Posso tentar.
04:47Cara de pau nunca lhe faltou, né?
04:48Não, nunca faltou.
04:50Eu nunca tive medo do não, na verdade.
04:52Na verdade, eu nunca tive medo de perder nada.
04:54Eu acho que isso ajuda muito a gente.
04:56Quando a gente quer alguma coisa, a gente não pode ter medo de perder e nenhum medo do não.
04:59Não, ele faz parte da nossa vida.
05:01E aí, eu comecei a fazer a rede social do festival.
05:03E abordei de uma forma completamente diferente do que já tinha sido feito antes.
05:07Porque a gente colocou protagonismo nos chefes.
05:11A gente, por exemplo, Sônia Persiane do Cigalão.
05:15Vem, Sônia, vamos fazer um bate-papo com você.
05:17Vamos falar sobre o que você espera do festival.
05:19Então, a gente começou a trazer esse protagonismo para as pessoas de Búzios.
05:22Que fazem o festival acontecer.
05:25Então, foi uma coisa muito bacana.
05:26Um trabalho incrível.
05:27Foram 82 restaurantes, 84, participando.
05:30E isso fez você conhecer em Búzios.
05:32Porque logo depois, quando acaba o festival de Búzios,
05:34eu pego a rede social do Porto da Barra e do festival Lá Gostando e Almário.
05:39E nesse mesmo tempo, o Alain já queria estar em eventos.
05:42E essa época aí era um sonho.
05:45E aí, você começou a fazer um trabalho do seu perfil, né?
05:50Que era o Rio Fácil e do Alain.
05:52E aí, começou a trabalhar também...
05:54Fazendo outros perfis.
05:55Como social media de outros perfis.
05:57E aí, eu peguei Lá Gostando, Almário, Festival Gastronômico de Búzios.
06:01E nesse mesmo ano, 2018, eu conheci o dono do Camarote Rio Praia.
06:04Que é o Bruno Português.
06:05A gente ficou muito próximo.
06:07Eu só pedi pra ele um convite em Sal das Campeães.
06:08Eu só tinha um convite.
06:09Era minha segunda vez na Sapucaí.
06:12Porque eu já tinha ido na Sapucaí num grupo de acesso, na Série Ouro.
06:16E aí, eu consegui um convite em Sal das Campeães.
06:17Eu divulguei aquilo como se fosse um troféu.
06:19Pra mim, era um sonho estar ali.
06:22Porque há muito tempo, aliás, eu tinha ido na Sapucaí.
06:24Mas eu não fiquei na Sapucaí.
06:25Eu fiquei...
06:26Sabe na concentração?
06:27Ali na Presidente Vargas?
06:29Foi dali que eu assisti o desfile.
06:32Então...
06:32Era um sonho estar dentro de um Camarote.
06:34E uma coisa, eu não aceitava menos que isso.
06:36Eu não queria estar numa...
06:37Mesmo estando ali, depois que eu passei aquilo ali, eu falei...
06:40Gente, eu não aceito voltar aqui se não for um Camarote.
06:42Eu não quero uma arquibancada, nem...
06:44Eu quero um Camarote.
06:45Não é nem desmerecendo a arquibancada.
06:47Eu acho incrível assistir a arquibancada.
06:48Isso foi um sonho mesmo.
06:49Mas é questão de um sonho.
06:50É questão de pertencimento, de querer estar numa área...
06:53Que pra mim, talvez, é inacessível.
06:55Tanto financeiramente, quanto, talvez, de ter esse prestígio.
06:59Pra ser convidado.
07:00Era, né?
07:01Era.
07:02As coisas mudam e mudam rápido.
07:04Pois é, tudo aconteceu muito rápido.
07:06Mas eu percebo, assim, que ao mesmo tempo...
07:08Que eu acho muito legal no seu perfil, assim...
07:10Não é puxando saco nem nada, não.
07:12Mas, assim...
07:12Ao mesmo tempo que você tá trabalhando muito...
07:15E lá atrás, quando você queria estar nesses locais pra se divertir...
07:19Você sempre conseguiu encarar como trabalho.
07:21Sempre.
07:22Porque você faz com muita seriedade.
07:23Até viagem.
07:24Tudo eu encaro como trabalho, sabe?
07:26Pois é.
07:27Você se diverte trabalhando?
07:28Você trabalha se divertindo?
07:30Mistura bastante.
07:31Inclusive, eu nem tenho telefone pessoal, tá?
07:32É o dia todo.
07:33Ele vai de sete da manhã até uma da manhã se deixar.
07:37Porque eu não consegui dividir isso até hoje.
07:38Eu preciso, inclusive.
07:40Mas...
07:41É uma paixão.
07:41Eu amo comunicação.
07:43Foi muito por acaso.
07:44Mas eu sempre gostei muito de me comunicar.
07:46Desde a época da escola.
07:50E as coisas foram acontecendo, como eu disse, né?
07:52Porque aí, do social media, eu meio que vou vendo que o mercado tem espaço pra virar assessor de comunicação.
07:58Assessor de imprensa.
07:59Que na época eu nem sabia o que um assessor faz.
08:02E muita gente não sabe.
08:03Qual que é a diferença do social media pra um assessor de imprensa?
08:06Total.
08:07Assim...
08:08E eu lembro que o meu primeiro mail veio através de uma assessoria que me mandou uma pauta, uma sugestão
08:12pra minha página.
08:13E ela esqueceu de colocar os e-mails ocultos.
08:15Aí você falou, tem o ouro nas mãos.
08:18Não, na verdade eu não sabia.
08:19Eu fiz um teste.
08:20Eu falei, vou pegar esses e-mails, vou fazer um texto.
08:21Que eu nem sabia que o texto jornalístico era release.
08:24Peguei umas fotos e mandei.
08:26Aí eu mandei uma pauta, eu me lembro, acho que foi do Sorvete Brasil, que era o meu primeiro cliente.
08:29O meu primeiro cliente foi Camarote Rio Praia, além dos festivais.
08:32Camarote Rio Praia, Sorvete Brasil e Tutinhoque e Coftal.
08:36E aí eu comecei a trabalhar essas marcas, né?
08:38Então, se a gente oferecia só rede social, a gente passou a oferecer rede social e assessoria de comunicação.
08:44Só que sempre uma versão diferente, né?
08:46Inclusive a diferença, né?
08:47A assessoria de comunicação é a pessoa que tá ali pautando, tá ali convidando, recebendo, né?
08:52Mistura muito também com o PR, né?
08:53Relações públicas.
08:55Porque é algo que muita gente, às vezes, nem faz em conjunto.
08:58Pra você ter uma assessoria, tem que contratar uma assessoria.
09:00E aí pra você ter uma parte artística e influenciador, tem que contratar um PR.
09:04Que é uma relação pública, muitas das vezes.
09:06E o social media é o que vai ficar exclusivo pra redes sociais.
09:09A rede social, a gestão do Instagram, pode ser do TikTok também que tá em alta hoje em dia.
09:13O próprio Facebook, que ainda tem marcas que pedem.
09:15Você ainda faz esse trabalho?
09:16A gente faz Instagram.
09:17Só Instagram.
09:18E aí, quando uma empresa te procura, né?
09:22Você tá muito focada aí no mercado de gastronomia, viagens e turismo, né?
09:27Quando uma empresa te procura, o que ela tá buscando em você?
09:31E você, enquanto profissional, você tem algum critério pra falar,
09:34pra essa eu quero trabalhar, pra essa eu não quero trabalhar?
09:37Então, hoje a gente tá com bastante lugares no Rio.
09:39A gente atende diversos restaurantes, hotéis, grandes eventos.
09:43Eu não pego eventos menores por enquanto, até porque eu não tenho...
09:46Não é questão de capacidade, eu não tenho fôlego pra isso.
09:49Essa você precisa de equipe que tem esse ritmo louco seu.
09:51Eu tenho uma equipe muito pequena.
09:52Hoje na minha equipe são uma pessoa pra texto, pra release, né?
09:56Uma jornalista focada só nos textos.
09:58Outra pra convidar, que é relações públicas.
10:01Um pra monitoramento de rede social.
10:02E a minha sócia que é a Amanda.
10:03Então, uma equipe muito enxuta pra mais de 35 clientes.
10:08Geralmente, a gente bate sempre um papo antes pra entender o que o cliente precisa,
10:11o que ele tá querendo, onde ele quer chegar.
10:14E a partir daí, a gente monta uma proposta pra ele.
10:17Sendo que, hoje, a gente tem a maioria dos clientes na zona sul do Rio,
10:21na Barra e na Tijuca.
10:23São regiões que eu consigo e tenho domínio pra poder fazer o resultado chegar.
10:27E o principal resultado pra um cliente é o financeiro.
10:30Ele sempre pergunta, Alain, como a gente vai saber que mudou alguma coisa com a comunicação?
10:33Vai converter em venda, né?
10:35É, porque assim, pode ganhar seguidores?
10:36Pode ganhar seguidores.
10:39Pode sair matérias?
10:40Pode sair matérias.
10:41Mas assim, eu acho que a maior conversão é a venda.
10:43Se você fatura X, você passa a faturar 2X.
10:46E isso a gente sabe fazer muito bem, porque a gente consegue fazer uma coisa que muita gente ainda não
10:50faz.
10:52Você consegue monitorar isso?
10:54Não, assim, como a gente conversou, a maioria das pessoas, pra ter artista, influenciador, jornalista,
11:01precisa contratar várias equipes diferentes, várias agências.
11:04E muitas das vezes, o restaurante não tem condição financeira de arcar com isso tudo.
11:09Assim como muitas das vezes não tem condição financeira de arcar com isso tudo e ainda ter que receber os
11:13convites.
11:14Então, o que a gente faz?
11:15A gente faz tudo isso.
11:16A gente faz a gestão da rede social, do Instagram.
11:18A gente faz a parte de convidar artistas e influenciadores.
11:21E a parte de imprensa.
11:23Uma única agência faz isso tudo.
11:25E hoje, a maioria das agências do mercado, elas fazem imprensa.
11:29E muitas das vezes, nem fazem influenciador, sabe?
11:32E uma coisa não conversa com a outra.
11:34Não, e artista muito menos.
11:34E no Rio, pouquíssimas assessorias de comunicação trabalham artista nos restaurantes.
11:39Pra você ter algum restaurante com um artista no Rio, você tem um PR.
11:43Aí você tem que ter a assessoria de comunicação, mas o PR ali junto.
11:45Então, a gente entrega tudo com uma contratação só.
11:49Então, acaba ficando muito mais justo o valor pra a empresa conseguir contratar.
11:51Aham, e ela acaba tendo um mix de serviços ali, né?
11:55Que faz total sentido, né?
11:56Eu falo que a imprensa hoje, ela traz a credibilidade que uma marca precisa.
12:00Muitas das vezes, também traz a venda, que é importantíssimo.
12:03Mas a maior parte de concentração de boom, às vezes, vem do influenciador.
12:08Às vezes, a gente recebe um influenciador numa casa que dá 200, 300 mil visualizações em um vídeo.
12:12E aí, eu vou muito olhar no salvamento.
12:14Eu acho que aquele dado de quem salva aquela dica é muito importante pra gente fazer uma análise se vai
12:19dar retorno ou não.
12:20Porque a pessoa se interessou pelaquele conteúdo e em algum momento ela vai.
12:23Tá se planejando, né?
12:24E artista é muito a questão da glamorização, né?
12:26Você ter, ainda mais no Rio de Janeiro e São Paulo, que é um eixo que tem muito...
12:31A galera mora nessas cidades, né?
12:32As celebridades moram.
12:34Então, ele vai muito naquela questão de glamorizar o local.
12:36Você ter ali aquela pessoa.
12:37Ah, falando de tal, tá lá.
12:39Frequenta esse espaço.
12:40E cabe ao restaurante pegar aquilo ali e colocá-la em destaque.
12:43A gente faz sempre um destaque de mídia, influenciador e artistas.
12:47Que visitam pra quem tá olhando o estagnoli ver quem frequenta aquela casa.
12:51E como ela tá repercutindo na mídia.
12:53Entendi.
12:54O Alan, e aí, com esse tanto de restaurante, de hotéis, concentrados praticamente, assim, em três regiões do Rio.
13:03Sim.
13:03Zona Sul, Tijuca e Barra, que você falou.
13:05Eles são concorrentes entre si.
13:08Como que você lida com isso?
13:11Então, inclusive, tem vários concorrentes direto.
13:13Pois então, como que lida com isso?
13:15Na verdade, eu só tenho exclusividade com um cliente, que é um cliente muito bacana que eu atendo, que é
13:18o Clássico Beat Club.
13:20É uma rede de quiosques no Rio, que a gente tem nos principais pontos turísticos da cidade.
13:23Tem no Moldaúrca, no Leme, em Ipanema, na Lagoa.
13:27É, geralmente, na parte de... é muito... eu prefiro ter clientes na mesma linha de raciocínio, assim, vamos lá, gastronomia,
13:35hotelaria.
13:36Porque eu consigo criar roteiros e possibilidades de pauta.
13:40Exemplo, os bastidores de imprensa.
13:42Vamos pensar aqui, eu tenho uma pauta sobre feijoada.
13:46Eu tô com oito feijoadas acontecendo na cidade.
13:49É muito mais fácil entregar aquela pauta com as oito sugestões,
13:52a eu ter que ver colegas pra poder juntar e montar uma sugestão de roteiro.
13:56Réveillon.
13:58Foram...
14:00Otton, Pestana, Radisson, C-Design e Clássico.
14:03Foram cinco festas de Réveillon.
14:04Então, eu montava roteiro.
14:06Assim como eu fiz a pauta individual de cada um, eu tinha um roteiro.
14:09E, às vezes, a imprensa vinha me buscar lá, eu quero informação do Clássico.
14:12Aí eu dava do Radisson também.
14:14Então, isso fazia eu gerar mais clipping.
14:17Clipping, pra quem não sabe, é, né, matérias para o cliente.
14:20E dá muito mais resultado.
14:22Porque, assim, assessoria de imprensa é network.
14:25É relações públicas, é network.
14:26Exatamente.
14:27Se não conhece as pessoas...
14:28Quanto mais coisa eu tenho a oferecer, mais eu consigo dar resultado para o meu cliente.
14:33Se eu já atendo 35 lugares, o jornalista de São Paulo, de Minas, vem para o Rio,
14:37eu consigo montar um roteiro pra ele completo.
14:39Verdade.
14:39Pra ele poder, depois, publicar e falar a percepção dele sobre o local.
14:43E, assim, às vezes, eu não sou necessário do lugar e eu coloco o local junto.
14:46Porque eu tenho parcerias também.
14:48Por ser influenciador, por escrever matérias sobre o assunto.
14:51Por exemplo, fulano de tal, vem para o Rio, vai ficar comigo no Watton e quer mais diário.
14:57Ah, coloca no Ferman também, que tem um perfil da pessoa.
15:00Então, a gente consegue pegar parceiros, além da minha cartela de clientes fixos.
15:04E como é que os seus clientes percebem isso?
15:07Eles pensam...
15:08Eu estou falando com a cabeça de mineiro, porque eu falo que tem confidência mineira.
15:11Ela não acabou ainda não, né?
15:14E o mineiro, ele é muito conspirador, assim.
15:17Então, ele teria um ciúme, tipo assim, poxa, ele está atendendo o meu concorrente.
15:22Eu, do lado de cá, como imprensa, eu falo assim, gente, o que você faz é muito válido.
15:27Porque você entrega não publicidade, você consegue entregar pra gente um conteúdo.
15:31Mas o seu cliente, como é que ele percebe isso?
15:34Então...
15:36Será que o pessoal está mais maduro aqui, sabe?
15:38Então, novamente, eu não tenho medo do não.
15:41Eu não tenho medo de perder nada.
15:43Eu nunca tive medo de perder clientes, sabe?
15:44Nunca mesmo, assim.
15:45Porque, assim, quando a gente faz um trabalho bem feito, quando a gente gosta do que a gente faz,
15:49a gente vai dar resultado.
15:50A gente tem alguns cases que depois eu posso até comentar um pouco mais com você
15:53sobre esses cases de comunicação aqui no Rio.
15:56Mas eu já tive uma questão de um restaurante entrar e o outro pedir pra sair no dia seguinte.
16:01E ok?
16:02E falou que não era por conta de um ter entrado.
16:05Mas, assim, foi muito rápido, sabe?
16:07Eu acho que não seria por isso.
16:09A gente cumpriu o aviso e, ok, vida que segue.
16:11Continuo com outros restaurantes dessa mesma marca, inclusive, só que de outras bandeiras.
16:17E tive um caso recente também de hotelaria.
16:20Mas, assim, eu falei os pontos positivos.
16:22Igual eu passei tudo que pode ser positivo, eu passei e falei, ó, é super positivo pra vocês.
16:27Tá somando.
16:27Mesmo sendo concorrente, eu tenho aquela questão ética de não passar uma ação antes dela sair pro outro cliente.
16:34Exemplo, o restaurante tal vai fazer uma ação que ninguém nunca fez no mercado.
16:37Apesar que ninguém nunca fez, é muito difícil, tá?
16:39Tudo já existe e a gente só precisa aperfeiçoar, sabe?
16:43Eu não vou pegar aquela informação e falar pro outro.
16:45Eu vou dar, na verdade, até outras dicas.
16:46Porque, muitas vezes, como assessor de comunicação, a gente é quase marketing.
16:50Eu preciso dar ideias de roteiro.
16:52Eu preciso dar sugestões do que rende pauta.
16:54Eu preciso dar ideia do que vai render pro influenciador.
16:57Porque, hoje, o que a internet quer é consumir experiência.
17:01E, pra consumir experiência, ela tem que chegar à mesa.
17:04Às vezes, é um chocolate sendo colocado, um café especial sendo servido numa cafeteira de um método diferente.
17:09Um siphon, que é muito bacana.
17:11Então, essa experiência, muitas das vezes, o cliente, às vezes, tá ali e não tem essa noção.
17:14Então, eu preciso trazer essas ideias.
17:16E, também, por ter uma bagagem de viajar muito, eu consigo trazer sempre alguma coisa diferente que já exista num
17:22outro país para o Rio de Janeiro.
17:24Então, a gente acaba sendo muito marketing.
17:26Quanto mais você se expõe ao mundo, assim, mais você traz pro seu próprio trabalho, né?
17:33Total. Esse Réveillon, agora, foi incrível.
17:35Pela primeira vez, a gente fez um preview em Copacabana, de um dos hotéis que eu atendo, que é o
17:39Otton.
17:39A gente fez um preview pra receber a imprensa, os influenciadores.
17:43Com isso, eles conseguiram criar conteúdo para o Réveillon e divulgar a festa.
17:48A festa foi um sucesso.
17:49O Otton teve cinco festas.
17:50E uma delas, todas deram sold out.
17:52E a festa do primeiro andar vendeu também, completamente, sabe?
17:56Uma festa pra mil pessoas.
17:57Olha isso.
17:58Eu acho...
17:59É um trabalho de comunicação feito com antecedência.
18:01E eu acho, assim, de incorporar isso tudo que você incorpora.
18:05Porque o hotel, o restaurante, ele precisa entender que quando um turista viaja, ele não tá indo para o hotel.
18:13Ele tá indo para o destino, né?
18:15E que ele vai compor ali um portfólio de coisas.
18:17Isso parece tão óbvio.
18:18Mas, às vezes, pros empreendimentos não é tão óbvio, né?
18:21Sim, cada um tem uma cabeça.
18:23Mas, assim, eu gosto muito do Rio.
18:24Eu sou apaixonado pela cidade, pelo Rio de Janeiro.
18:27Sempre tive essa paixão.
18:28Mesmo quando eu morei na região dos Lagos, eu queria estar no Rio.
18:31Eu queria estar no Leblon.
18:33Eu queria estar em Ipanema.
18:34Eu queria poder pertencer a esse espaço.
18:38E tem uma questão no Rio muito territorial também.
18:40Quando você não pertence às vezes...
18:42Quando você não é da zona...
18:43A zona só é muito pequena.
18:44Pra quem não conhece o Rio, a zona só...
18:45Todo mundo se conhece.
18:46Você vai no shopping, você se esbarra com todo mundo.
18:48Não sei se menos...
18:49É quase uma cidade pequena.
18:50É quase uma cidade pequena.
18:51Então, você não pertencer e você chegar nesse espaço...
18:53Existe também uma questão ali muito difícil.
18:56É mais difícil pra quem chega de fora.
18:57Entendi.
18:58Mesmo sendo carioca.
18:59É mesmo.
19:00Muito, muito.
19:02E esse me falou que ia me contar uns cases aí interessantes.
19:05Me conta aí alguma coisa.
19:07Ah, então.
19:07A gente teve um que foi...
19:09Acho que o Camarote, em si, é um case muito bacana.
19:11A gente construiu uma marca muito sólida na Avenida.
19:13O Camarote está indo pro oitavo ano.
19:15Desses oito anos, eu participei de sete.
19:17Ano passado foi o único ano que eu não fiz.
19:19E cada vez mais a gente consegue se posicionar e se manter na Avenida como um Camarote referência.
19:23Não é à toa que saiu em todos os roteiros de carnaval.
19:27Que foi pauta de vários veículos importantíssimos no cenário nacional.
19:32E restaurantes, assim.
19:33A gente tem um case muito bacana que é a Tuto Nhoque.
19:35A Tuto Nhoque é uma casa de massas nhoque.
19:37Ela começou com uma lojinha em Botafogo.
19:40E com todo o trabalho de comunicação que a gente fez, a gente conseguiu crescer a marca.
19:44Crescer a marca, que eu falo, é abrir uma loja e tem uma fila de quatro horas esperando pra poder
19:48comer um nhoque.
19:49Nossa.
19:50Eu me lembro quando a gente inaugurou no Barra Shopping, na Barra.
19:53A gente inaugurou com 140 convidados.
19:56Só pra imprensa, artistas e influenciadores.
19:59No dia seguinte, faltou produto.
20:01Porque era muita gente querendo acessar a loja.
20:04E aí foi crescendo.
20:06Conversão em venda real.
20:07Total.
20:08Chegou a cinco lojas.
20:09E aí por algumas questões internas dele, eles diminuíram.
20:14Hoje é tudo em três lojas.
20:15Mas um outro case nosso é a Odd Pizza Napolitana.
20:18Uma pizzaria que começou também com uma portinha Leblon.
20:21Hoje a Odd tá presente na Tijuca, em Botafogo.
20:24Acabou de abrir Barra da Tijuca.
20:27E Niterói.
20:28Hoje é um case, assim.
20:29As pessoas querem ir.
20:31Tem vídeos de oito, nove milhões no TikTok.
20:32Até mais que isso.
20:34E o legal disso, porque a Odd tem uma sobremesa que é muito viral.
20:38Que é uma pizza de chocolate de pistache que finaliza na mesa.
20:41Então com isso, eles ganham em dobro.
20:44Primeiro, eles ganham na venda.
20:45E segundo, que eles aumentam o ticket médio.
20:46Porque geralmente, vamos lá.
20:47A pessoa vai lá, pede uma entrada, uma pizza e pede a sobremesa.
20:51Quando o cliente consegue fazer uma experiência completa, você aumenta o seu ticket.
20:55Sim.
20:55Quando eu tive a minha reunião que eu falei.
20:56Vamos fazer um drink diferente, um drink bacana.
20:59Porque você consegue ir aumentando.
21:00A pessoa vai lá, pede mais dois drinks e é mais de 80 reais na conta.
21:03Então essas coisas, a gente sempre tem um olhar muito.
21:06Talvez por essa de administração e contabilidade, eu sempre olho muito para o financeiro.
21:10Algo que muitas vezes outras assessores não olham.
21:12Porque vai muito para o setor de comunicação humano.
21:15Eu olho o humano, mas o financeiro é mais importante.
21:17É a vida da empresa, né?
21:20A gente tem várias casas no Rio que saem muito na empresa.
21:23E muitas vezes não tem uma situação financeira bacana, sustentável.
21:26Imagina.
21:27Então você tem que ter essa visão financeira e comunicação.
21:30Isso faz muita diferença no trabalho.
21:32A gente em Minas tem um termo para isso.
21:34A empresa que não está muito saudável, a gente vai ficar vendendo almoço para comprar
21:37a janta, sabe?
21:38Sim, porque restaurante é um negócio muito difícil.
21:40Sim.
21:41É um custo muito alto.
21:42Muito alto.
21:43É um custo trabalhista muito alto.
21:45Os pontos são muito caros para poder manter.
21:47O insumo é muito caro e muito perecível.
21:51Então, restaurante, você já começa o mês com uma dívida muito alta.
21:54Então, você precisa ter giro.
21:56Não adianta achar que não precisa.
21:58Você precisa ter um giro ali constante.
22:00E dependendo da posição, é muito engraçado.
22:02A primeira pergunta que eu faço é quanto você precisa aumentar de resultado.
22:05Por exemplo, fatura X precisa aumentar quantos por cento?
22:08Aí o cliente me fala 20, 30.
22:09Aí eu falei, vamos lá.
22:10E deve estranhar esse tipo de pergunta vindo do RP, né?
22:13Com certeza.
22:14E aí, geralmente, eu peço três meses, no mínimo.
22:16É um contrato que a gente faz três meses.
22:18Porque tem que ser bom para mim, tem que ser bom para o cliente também.
22:20E se der certo, a gente continua.
22:22Se não der certo, cada um vai para o seu lado e vai tentando as oportunidades.
22:25Aí, voltando a falar do camarote, né?
22:27Que estava sob sua direção esse ano.
22:31Para quem só viu o Carnaval da Sapucaí pela televisão,
22:35e aí viu o Instagram ali, fulano estava no camarote e tal.
22:38O que acontece dentro de um camarote da Sapucaí?
22:41Qual que é a dinâmica de um camarote?
22:44Então, eu falo que só vira notícia que as pessoas querem que vire notícia.
22:47Muitas das vezes, pelo menos no mundo de entretenimento.
22:51Hoje, as gerações estão cada vez menores.
22:53Então, nesse mundo de entretenimento, quando a gente vê muita notícia,
22:56é porque as pessoas estão ali envolvidas.
22:57Elas queriam que aquilo ali virasse uma notícia, de certa forma.
23:00No camarote, não é diferente.
23:01No camarote, a gente abre o credenciamento para a imprensa.
23:05A prioridade é sempre quem tem Liesa.
23:06Liesa, para quem não sabe, é um credenciamento que a imprensa tem oficial, né?
23:10Tem acesso a todas as áreas de Sambódromo.
23:13Entendi.
23:14Então, a gente dá preferência para quem tem Liesa.
23:16Quem não tem Liesa, a gente faz uma análise e vê quais dias a gente consegue aceitar.
23:19E aí, durante esse credenciamento, já começam a surgir pautas.
23:23Antes do carnaval acontecer, a gente lança as vendas, a gente lança as atrações,
23:28a gente lança o cardápio, a gente lança novidade.
23:31Esse ano, a gente teve o Cordão do Bola Preta, que fechou o Sábado das Campeãs,
23:34que é uma coisa muito bacana.
23:36Então, a gente começa a gerar esse burburinho em novembro.
23:39O carnaval acontece em fevereiro ou março, mas o burburinho começa em novembro,
23:43a se falar de carnaval no Rio, principalmente dos camarotes.
23:47E aí, quando chega fevereiro, a gente anuncia quem vai estar credenciado com a gente, a imprensa.
23:52E a gente tem um trabalho muito bacana com a imprensa, que a gente recebe ela muito bem no camarote.
23:55A imprensa é a nossa prioridade sempre.
23:58Imprensa, artista e influenciador.
23:59Mas a imprensa, a gente tem pessoas na porta só para receber a imprensa,
24:02para ninguém ficar ali na porta esperando, aguardando.
24:05A gente faz um giro pelo camarote, pode comer, beber, tem camarotes que não deixam.
24:10Então, a gente deixa, a imprensa é muita vontade.
24:13E aí tem que ter artista.
24:15Para poder gerar o durante o carnaval, porque vamos lá, o anterior é muito serviço.
24:21As pessoas vão dar serviço, o que camarote tem, o que acontece, o que vai acontecer na verdade.
24:25E o durante é o que gera burburinho ali dentro.
24:28Que é o que está acontecendo.
24:29O belo subiu no palco e o fulano de tal chorou, o fulano de tal subiu no palco com o
24:33belo.
24:35Um beijo na frisa.
24:38Então, isso tudo vai gerando burburinho.
24:40A rainha tal fala que esse vai ser o último ano dela.
24:42E essas notas a gente vai montando.
24:43A gente tem uma equipe de jornalistas que vai montando.
24:46A rainha da escola tal está lá, vê lá com ela se ela tem alguma coisa diferente para passar.
24:50Aí a gente manda a foto dela com a camisa do camarote.
24:53E com a fala dela com a aspas pronta.
24:56Muitas das vezes a gente faz esse trabalho de jornalista, tá?
24:58Para poder gerar o máximo de mídia possível.
25:00Muitas das vezes o próprio jornalista vai lá e pega com a própria fonte direto.
25:05Às vezes o jornalista não consegue produzir isso.
25:07Você consegue dar esse suporte.
25:09Agora me conta, Maia, tem esse movimento.
25:11Na hora que a escola está passando, vai todo mundo assistir a escola.
25:14Então, o camarote é muito grande.
25:15Então, são diversas áreas.
25:17A gente tem a Frisa, que é o mesmo nível ali das escolas de samba.
25:20Você fica ali de cara com os carros alegóricos, com os componentes.
25:23Entendi.
25:24Esse ano teve uma novidade.
25:26A Frisa teve diversas alturas.
25:28Com isso, quem estava lá atrás consegue assistir a escola super bem.
25:31Isso foi muito bacana.
25:33Esse diferencial.
25:34E a gente tem a área dos shows.
25:35Onde a gente recebeu atrações de pagode, de samba.
25:38Teve belo, xande.
25:40Enquanto não está tendo desfile, estão acontecendo esses shows.
25:43Geralmente, é no intervalo.
25:43Mas é muito difícil ter esse intervalo.
25:45Porque a gente tem que fazer uma contratação e geralmente um show de uma hora ou uma hora e meia.
25:49E assim, o tempo que uma escola está saindo na dispersão e a outra está entrando, não dá uma hora
25:54e meia.
25:55É bem menos tempo, sabe?
25:56Então, às vezes, a escola está passando e está tendo um show lá em cima.
26:00Entendi.
26:00E tem público.
26:01O que acontece, é que eu já deve ter ouvido falar que muitos camarotes vazam som para a avenida.
26:06É que a acústica, às vezes, não é bem feita.
26:09E esse ano, a gente fez uma acústica completamente diferente.
26:11O palco, ele não foi virado para a avenida.
26:13Ele ficou na direção lateral.
26:16Entendi.
26:16E foi colocado fibra para poder não vazar o som para a avenida.
26:20Até porque, quando eu estou passando a escola, às vezes, tem DJ tocando, tem uma roda de samba tocando.
26:25Porque não dá para parar.
26:27Porque, como é muita gente, se eu parlo...
26:29Não dá para todo mundo assistir o de si.
26:30Não daria para todo mundo assistir nada na Frieza.
26:32Eu acho que a Frieza cabe aos 500 pessoas.
26:34Entendi.
26:34Eu tenho 1.300 pessoas.
26:35Então, eu preciso que essas pessoas circulem por diversas áreas do camarote.
26:39E para quem não é celebridade, não é influenciador, não é imprensa, como que se curte o Carnaval da Sapucaí
26:47no camarote?
26:48Pode ser no camarote ou pode ser até na própria avenida.
26:50Eu acho que a avenida...
26:51Hoje, o Rio Carnaval, ele é muito democrático.
26:54A gente tem um pouco de tudo na cidade.
26:56A gente tem os blocos, que são muito bacanas.
26:58A gente tem os bailes, que são super interessantes.
27:00E a Sapucaí, ela tem vários valores.
27:03Assim, eu acho que começa a R$ 5,00, né?
27:05Então, as pessoas têm acesso à avenida.
27:07O Alan, de lá atrás, não sabia disso, tá?
27:09Por isso que o Alan assistiu lá na concentração.
27:13O que também é possível, tá?
27:14Tudo vai ser tão legal.
27:17Então, você...
27:17Quem não tem condições financeiras, pode ir para uma arquibancada, que tem um acesso super bacana.
27:22Só ficar ligadinho para fazer a compra do ticket.
27:24Ou ir para um camarote, que varia a partir de R$ 1.600, R$ 1.700, o convite,
27:29que é vendido pela Ticketmaster.
27:30Hoje, todos os convites do Carnaval do Rio estão na Ticketmaster.
27:34Todos.
27:35De qualquer camarote, de qualquer área, todos estão concentrados ali.
27:38E o a partir de significa o quê?
27:40O acesso que ele vai ter dentro do camarote?
27:42Então, a diferença de estar num camarote hoje é o conforto.
27:46A maioria dos camarotes tem o meet point.
27:48O meet point é onde a pessoa vai lá pegar a camisa dela, o abadá dela, vai customizar o abadá
27:53e vai pegar o transporte para ir para a Sapucaí.
27:56Então, alguns camarotes usam hotéis para fazer o meet point.
27:59A gente é o Pestão na Rio Atlântica.
28:01Outros usam shopping, restaurante.
28:04Então, você tem um conforto de chegar ali, avante e levar e deixar na porta do camarote
28:07e trazer de volta para esse ponto de encontro, que é o meet point.
28:11Tem alimentação.
28:12A maioria deles tem um buffet muito bacana por chefes assinando.
28:15Tem bebidas à vontade.
28:17Shows.
28:18E o principal espetáculo, que é assistir o desfile da escola de samba, que eu acho incrível.
28:24Então, assim, é uma coisa que dá para a pessoa se organizar ao longo do ano, né?
28:27Não é uma coisa tão inviável, assim.
28:30Muitos parcelam até em dez vezes.
28:31Olha só.
28:32Geralmente, quando o carnaval já está acabando...
28:34Já está aberto para a venda.
28:34Já está aberto para a venda em março.
28:36A maioria das vezes abre em março ou abril.
28:37Então, você consegue parcelar e se programar para poder curtir de um camarote.
28:41Eu falo, assim, que eu acho que todo brasileiro tem que passar por três grandes eventos,
28:46que é o Carnaval do Rio, a Festa de Parintins e o São João de Campina Grande.
28:50Eu acho que, assim, são as grandes festas brasileiras.
28:52Claro que a gente tem, assim, cultura espalhada pelo país inteiro, mas são os grandes shows
28:56que a gente tem, né?
28:58Já participei de dois.
29:00Eu não vou para Campina Grande.
29:01Eu vou muito para o São João do Maranhão.
29:03Também.
29:03Até porque eu faço a lista de convidados do São João da Tainara OG.
29:06Gente, olha isso.
29:07Uma parte da lista fica comigo.
29:09Inclusive, esse ano vai ter uma super novidade também no São João da Tainara.
29:12Eu não posso falar.
29:14A gente nem podia falar isso agora.
29:17Podia.
29:21E, assim, Maranhão também é um lugar muito incrível, sabe?
29:23O São João do Maranhão é muito forte.
29:25A cidade fica toda decorada.
29:27A festa tem a questão dos bois, que é incrível.
29:30É, assim, algo…
29:32Tem que ir, né?
29:33O São João do Nordeste é muito maravilhoso.
29:35Assim como o Parintins, é único.
29:36O Parintins, eu estive lá um ano e foi, assim, mágico.
29:40E tá descontando cada vez mais rápido, tá?
29:42Pois é.
29:42Acho que esse ano já nem tem mais vaga para o Parintins.
29:44Arruma um camarote lá para a gente.
29:45É um sonho!
29:47É o sonho do Alain.
29:49Aí, acho que tem esses sonhos ainda, assim, de fazer os grandes eventos do Brasil inteiro.
29:52E que bom.
29:52Que bom.
29:53E sua relação com a Minas também precisa de ser aproximada, né?
29:56Total.
29:57Já fui para Minas algumas vezes.
29:58Adoro Minas.
30:00Belo Horizonte.
30:02Serra do Cipó.
30:03Tem bem legal.
30:04Minhotim, cidade histórica, né?
30:05Minhotim, Ouro Preto, Tiradentes.
30:07Conheço esse.
30:08Ah, e conheço também Araxá.
30:09Araxá é muito bacana.
30:10Legal.
30:11Tá convidado para voltar mais vezes.
30:13Você sabe disso.
30:13Sempre.
30:14Agora, eu sempre encerro, Alain, perguntando…
30:17Vai ser uma pergunta, assim…
30:18Que eu tenho até vergonha de te fazer, porque nem vai fazer muito sentido.
30:23Porque você nunca está de férias e você sempre está viajando.
30:26E você se diverte trabalhando.
30:28Mas eu sempre pergunto.
30:28Quando você está de férias, o que você gosta de fazer?
30:31O que eu gosto de fazer?
30:32Eu gosto de comer.
30:35Eu gosto de comer e gosto de conhecer novas pessoas, assim.
30:38Eu gosto muito de viajar.
30:39Eu acho que…
30:40Eu já estou com várias viagens programadas a partir de agora.
30:44Viajar, para mim, é um hobby.
30:46Ele também me fortalece muito, assim…
30:48Eu trabalho online.
30:49Quem trabalha online pode trabalhar de qualquer lugar do mundo.
30:51Eu acho que essa é uma das vantagens de trabalhar online.
30:53E a desvantagem é que você nunca se desliga.
30:56Trabalhar ali full time com você.
30:58Mas a vantagem é poder estar em qualquer lugar.
30:59É você poder acordar, tomar um café da manhã de hotel,
31:01tomar um banho de mar e voltar para o trabalho.
31:04E saber conviver com isso e ficar ansioso, né?
31:08Então, sem ficar ansioso é difícil.
31:09Às vezes bate ansiedade.
31:10E bate forte, tá?
31:12Só que eu sou uma pessoa tão sincera.
31:14Quando às vezes alguém me dá mensagem e fala…
31:15Gente, eu acho que eu fiz isso uma vez até com você.
31:18Eu estou aqui.
31:20Porque eu respondo…
31:21É assim, uma coisa…
31:23O Alan…
31:23Eu vou falar o Alan do passado.
31:24O Alan do passado levou muito não e ainda leva não, tá?
31:27Não é diferente agora.
31:28Mas por ter levado tanto não e ter sido fã de tanta gente
31:32que na época não me dava nem bola e nem olhava para mim,
31:34de eu ir às vezes atrás da pessoa, a pessoa fingir que eu não existia,
31:37eu acho que eu fiquei muito acessível.
31:39Então, eu respondo todo mundo e falo com todo mundo.
31:42E muito rápido.
31:42Isso é muito importante, sabe?
31:44Mas eu acho que isso é uma coisa que eu acabo me martilizando por isso.
31:47Porque não ter tido aquilo lá, eu quero ser aquilo que não me deram lá no passado.
31:51E aí você fica sobrecarregado, obviamente.
31:52E sendo que também nem todo mundo merece essa minha atenção.
31:55Mas isso aí é uma questão que a gente tem que entender.
31:57É minha que eu tenho que entender comigo mesmo.
31:59Mas isso também faz eu crescer cada vez mais, né?
32:01Porque às vezes a oportunidade vem e você ignora e ela passa.
32:04E isso, de responder a todo mundo, fez eu não perder nenhuma oportunidade.
32:08Verdade.
32:09Então, sem vantagens.
32:11Claro, sempre tem.
32:13Eu queria só encerrar, Alan.
32:15Você trouxe...
32:15Você também escreve quando viaja, né?
32:19E você trouxe a revista aqui do Circuito Elegante
32:21para a gente falar só um pouquinho da revista.
32:23E depois eu queria que você divulgasse os seus perfis.
32:25Legal.
32:27Inclusive, a gente se conheceu viajando.
32:29A gente estava em Chicago, esse lugar maravilhoso.
32:31Compramos juntos o souvenir?
32:32Compramos o souvenir.
32:33E adoro, quero voltar esse ano.
32:36Se possível, juntos, né?
32:37Vai ser ótimo.
32:38Só não vou querer acordar às 5 horas da manhã
32:39para tirar foto, cansei.
32:41O resto...
32:41Ela não foi.
32:42Eu fiz uma foto lindíssima.
32:43Andei bem...
32:44E ninguém foi comigo.
32:45Eu fui sozinho.
32:46Não tinha problema.
32:47Estava cheio de gente.
32:48Ele tirou uma foto sozinho.
32:50Tirei sozinho.
32:50Pedi para 5 fotógrafos, quase.
32:52Cada vez que passava a pessoa, eu falei
32:53faz uma foto para mim.
32:54Aí eu falei, alguma vez salvar.
32:55E salvou.
32:56Foi a capa da matéria, inclusive, da revista.
32:58Eu vi, ficou lindo.
33:00Eu amo viajar.
33:01Então, eu sempre compartilhava as experiências
33:03no meu perfil, que antes era Rio Fácil
33:05e virou Viagem e Sabor.
33:06E no meu perfil pessoal, que é alan.victo.
33:09E eu falei que eu achava que eu precisava
33:11de algo mais.
33:11Para poder realmente dar uma entrega bacana
33:13para quem está ali fazendo os convites.
33:15Para quem está assessorando esse destino.
33:18E aí, hoje eu escrevo para o Circuito Elegante,
33:21que é uma revista muito bacana.
33:22Uma revista nacional.
33:23Que tem a Priscila Bentes como curadora.
33:26E o Circuito não é só uma revista.
33:28Ele é um selo de qualidade.
33:29Ele está presente em mais de 85 hotéis do Brasil.
33:33Olha que bacana.
33:34Então, é uma revista que valoriza
33:35o que tem de melhor no Brasil.
33:37De destino, hotéis, restaurantes.
33:40E de pessoas também.
33:41Aí, nessa revista agora, tem várias matérias interessantes.
33:44Como a Alexandra Scioli.
33:46Como o chefe João, do Casa 201.
33:48E também escrevo para a revista MENCH.
33:50Que é uma revista muito bacana.
33:53Público masculino.
33:55Ela é trimestral.
33:56E ela também é nacional.
33:58Então, eu sempre faço matérias internacionais
33:59sobre destino lá.
34:00E também sou colaborador pontual
34:03do Falando de Viagem, Glamurama.
34:05Tem mais.
34:07E Diário do Turismo.
34:08Diário, não lembrei, porque não estou agora.
34:11Muita coisa, Alan.
34:12Obrigada.
34:13Eu quero te agradecer muito.
34:14Sua disponibilidade de vir aqui conversar com a gente.
34:16Te desejo mais sucesso ainda.
34:18E te espero em Minas.
34:20Quero.
34:22Quero voltar.
34:22Tem vários destinos ainda em Minas que eu quero conhecer.
34:24Minas é um país.
34:26Verdade.
34:26A gente precisa conhecer mais Minas.
34:27É enorme.
34:28Tamaio da França, especificamente.
34:30Vamos saber dessa informação.
34:32Obrigado.
34:33Obrigada, Alan.
34:33A você, eu quero te convidar a seguir os perfis do Alan.
34:37E, claro, o arroba portal Aiturismo.
34:40E conferir o nosso conteúdo diariamente
34:42em turismo.ai.com.br
34:46Muito obrigada.
34:47E te vejo na próxima semana.
34:48E aí
34:49E aí
35:00E aí
35:02E aí
35:02E aí
35:03Obrigado.
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