Neste episódio especial do podcast Uai Turismo, Isabella Ricci foi direto à WTM Latin America, um dos maiores encontros do setor na América Latina, para conversar com os nomes que estão moldando o futuro das viagens.
Em meio aos bastidores da feira, executivos e líderes do mercado revelam tendências, oportunidades e os caminhos que devem movimentar o turismo nos próximos meses.
Participam deste episódio: Bianca Pizzolito (WTM Latin America), Bruno Wendling (Fundação de Turismo do MS), Beto Caputo e Paulo Mélega (Átrio Hotel Management), Gerusa Pastuch (Europamundo), Rodrigo Rodrigues (Schultz) e Ricardo Manarini (BWH Hotéis).
Se você quer entender para onde o turismo está indo, e o que isso muda na prática, esse episódio é para você.
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#Turismo2026 #WTMLatinAmerica #Viagens #UaiTurismo #PortalUai #EstadoDeMinas
Em meio aos bastidores da feira, executivos e líderes do mercado revelam tendências, oportunidades e os caminhos que devem movimentar o turismo nos próximos meses.
Participam deste episódio: Bianca Pizzolito (WTM Latin America), Bruno Wendling (Fundação de Turismo do MS), Beto Caputo e Paulo Mélega (Átrio Hotel Management), Gerusa Pastuch (Europamundo), Rodrigo Rodrigues (Schultz) e Ricardo Manarini (BWH Hotéis).
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NotíciasTranscrição
00:00:00Quando uma feira profissional de turismo acontece, qual que é o impacto na sua vida como viajante?
00:00:04Essa semana eu estou aqui na WTM América Latina,
00:00:08conversei com diversos especialistas de diversos setores do turismo para saber as tendências.
00:00:14Lembrando que essa temporada tem o oferecimento da Booking.com,
00:00:19a maior plataforma de viagens da América Latina e do mundo.
00:00:23A gente vai conferir se esses relatórios conversam com o que está acontecendo aqui este ano.
00:00:28Esse é o episódio de hoje do podcast Why Turismo.
00:00:46A gente está começando esse episódio de uma maneira bem diferente aqui na cobertura da WTM.
00:00:52E aí eu estou conversando com a CEO da feira,
00:00:54que vai poder falar para a gente muito mais sobre as expectativas,
00:00:59as comparações com relação ao ano passado.
00:01:01Eu estou com a Bianca Pizzolito.
00:01:03Muito obrigada, Isa, pelo convite, por me convidar para estar aqui.
00:01:07É um prazer falar com vocês.
00:01:09Nós estamos muito positivas e muito felizes com essa edição da WTM Latinoamérica.
00:01:14É uma edição em que a gente consolida o nosso DNA latino-americano.
00:01:19E isso se dá de diversas formas.
00:01:23A gente vem ao longo do tempo vendo uma presença mais maciça da América Latina.
00:01:27E esse ano a gente lança o Minister's Summit.
00:01:29Então, é uma reunião de ministros para congregar esses ministros que já estão aqui presentes.
00:01:35Então, eles se encontraram nessa edição para falar sobre o turismo responsável, regenerativo.
00:01:40Da América do Sul toda?
00:01:41Da América do Sul toda.
00:01:44Foram mais ou menos 10 ministros de toda a América do Sul que estiveram aqui discutindo os temas de turismo
00:01:52sustentável, regenerativo.
00:01:53E é a primeira vez que acontece.
00:01:54É a primeira vez que acontece, exatamente.
00:01:57Bianca, a gente tem uma audiência que vai além do público de trade.
00:02:00Às vezes, as pessoas que estão lá na compra, lá na ponta, lá no consumo do turismo,
00:02:06não entendem exatamente o que acontece numa feira de turismo voltada para o trade do turismo.
00:02:12Sim.
00:02:13O que a gente tenta aqui, enquanto trade do turismo, gerar de resultado lá na ponta para quem viaja?
00:02:19Isso é bem interessante essa pergunta, porque geralmente quando me perguntam, mas o que é que vocês fazem?
00:02:25Como é que é isso?
00:02:25Você não está vendendo um pacote, o que está fazendo?
00:02:27O que está fazendo o que?
00:02:28Daí eu costumo dizer assim, o turismo trabalha com sonho, né?
00:02:32Então, a gente está na parte lá do sonho mesmo, né?
00:02:36Quais são os destinos que estão prospectando espaço no mercado, eles vêm para cá?
00:02:41Quais são os nossos players principais que captam quem está prospectando para transformar em possibilidade de viagem?
00:02:48Eles estão aqui.
00:02:50Então, aqui é onde se unem as pessoas que estão envolvidas no futuro, nesse sonho, em fazer os pacotes das
00:02:57próximas temporadas.
00:02:58Então, basicamente, a WTM é um anúncio de tendência, né?
00:03:02É isso que eu ia te perguntar.
00:03:04O mercado já reconhece, de fato, a medida que a feira vem crescendo, que a quantidade de expositores vem crescendo,
00:03:12a gente já pode falar que a WTM lança as tendências, talvez, até do próximo ano?
00:03:17Eu acho que a WTM, ela reflete as tendências do próximo ano, porque o evento, ele é um reflexo do
00:03:23que está acontecendo.
00:03:24Então, sim, eu acho que o mercado entende que o movimento que acontece durante o evento é o que, de
00:03:31fato, vai se consolidar daqui a poucos meses, né?
00:03:34Em termos de concretos, pacotes e viagens de idas e vindas da América Latina.
00:03:41E para as pessoas contextualizarem o que é a marca da WTM, porque já é uma marca já reconhecida pelo
00:03:47mercado,
00:03:47aqui a edição é a América Latina, né?
00:03:51Isso, exato.
00:03:51Mas onde mais que a WTM acontece e onde que se repete esse cenário?
00:03:56Tá bom, muito legal.
00:03:57Nós temos o nosso principal evento, que acontece em Londres, há mais de 40 anos.
00:04:02Depois, o segundo maior evento acontece em Dubai, que é a ITM, mas é do mesmo portfólio.
00:04:08Depois, nós temos mais um evento que é em Cape Town, na África do Sul.
00:04:12E agora, lançamos mais dois novos eventos que não aconteceram ainda.
00:04:15Um em Riyadh, na Arábia Saudita, e o outro na Nova Delhi, na Índia.
00:04:21Sim, são diferentes versões da WTM, então nós temos essas WTM, cuja WTM Latina América faz parte,
00:04:28e esses dois nós chamamos de Spotlight, que são versões menorzinhas, assim,
00:04:33e que vão ser mais destinadas para o mercado regional, mais localizado.
00:04:37E comparação ao ano passado, a 2025, e já falando um pouquinho de expectativas para 2027 na WTM, assim,
00:04:46o que a gente consegue amarrar?
00:04:48Tá, tá.
00:04:48O que eu costumo dizer, o que eu disse um pouco agora, é que a fera reflete um pouco o
00:04:53mercado.
00:04:54Então, o que a gente vê realmente é um crescimento.
00:04:56E ano a ano, a gente vê um crescimento gradativo, né?
00:05:01Então, cada ano a gente vê que cresce um pouquinho mais.
00:05:05Não é sempre assim, porque não pode ser sempre assim.
00:05:07O mercado, ele oscila.
00:05:09Mas os últimos anos vêm sendo de crescimento desde a pandemia.
00:05:13E o evento está refletindo isso.
00:05:14Então, esse é mais um ano de crescimento que a gente está vendo,
00:05:17que vai caminhando, talvez, por uma estabilidade, né?
00:05:21Então, a gente vê uma mudança de cenários, quais são os destinos que estão agora,
00:05:25quais são os destinos que estavam antes,
00:05:27mas continua nessa crescente, assim, de exposição.
00:05:30Em termos de marcas, nós temos mais marcas que o ano passado.
00:05:36Em termos de tamanho também.
00:05:38Então, a gente vê essa crescente.
00:05:38Tem um equilíbrio, assim, entre expositores de destinos, de operadores, de companhias.
00:05:45Companhias aéreas, não é porque são menos, né?
00:05:47Mas de volume, assim, de expositores, tem um equilíbrio entre setores?
00:05:53Eu acho que é um equilíbrio espontâneo mesmo.
00:05:55O que reflete exatamente o que acontece no mercado.
00:05:59Eu acho que nesse caso ainda mais, porque não tem uma medida, né?
00:06:03Não tem.
00:06:03Você não faz uma medida certa.
00:06:05É, ela vai espontaneamente acontecendo.
00:06:07Quando tem mais empresas trabalhando em determinado setor,
00:06:11a gente vê que tem mais presença aqui.
00:06:13Ou, dependendo do que é mais relevante naquele momento,
00:06:17a gente vê que aparece aqui também.
00:06:19Obrigada, Bianca.
00:06:20Imagina, é um prazer.
00:06:22Um grande prazer.
00:06:23Muito obrigada pelo convite.
00:06:28A gente está na cobertura da WTM, direto do Expo Center Norte,
00:06:33com o Bruno Wendling, que é diretor-presidente da Fundação de Turismo do Mato Grosso do Sul
00:06:38e autor também agora de livro.
00:06:40A gente vai conversar.
00:06:41Bem-vindo, Bruno.
00:06:42Obrigado, Isabela.
00:06:43É um prazer estar contigo, minha amiga.
00:06:44Mais uma vez, né, Bruno?
00:06:45Mais uma vez.
00:06:46Bruno, me conta um pouco.
00:06:48Você está comemorando aí anos e anos de fundação.
00:06:51Quase dez.
00:06:52Quase dez anos.
00:06:52É, está no décimo ano agora.
00:06:54E a gente sabe, como turismólogo, né, que turismo é uma coisa que acontece rápido.
00:07:00Então agora você está realmente começando a colher.
00:07:02É, isso é bem importante.
00:07:03Dá um overview pra gente, assim, de como que está o turismo no Mato Grosso do Sul.
00:07:07Bom, primeiro, assim, é uma exceção, né?
00:07:09Eu tenho essa oportunidade, né?
00:07:10Quase dez anos à frente de um carro como esse.
00:07:13E aí você vê que o turismo é uma longevidade, né?
00:07:15Eu sempre falo, né, Isabela?
00:07:16O tempo do turismo e do destino é muito maior do que o tempo da gestão.
00:07:20E aí nós temos dificuldades ainda de aceitar isso.
00:07:23De querer entregar num ciclo de quatro anos, quando muito bem, uma fórmula de crescimento
00:07:28de um destino, de desenvolvimento.
00:07:30E agora com quase dez anos, podendo ter também o prazer de poder ver pequenas vitórias,
00:07:35pequenos resultados.
00:07:36O turismo do Mato Grosso do Sul está indo relativamente bem, né?
00:07:39A gente tem crescido de forma organizada.
00:07:42A imagem do Mato Grosso do Sul hoje, ela é bem consolidada no mercado nacional e até
00:07:46em segmentos do mercado internacional.
00:07:48A gente já é reconhecido pela nossa identidade, o isto é Mato Grosso do Sul.
00:07:52Os principais eventos segmentados também já entendem o nosso trabalho.
00:07:55Vocês estão muito posicionados, né?
00:07:58Vocês sabem exatamente, vocês não estão tirando pra todo lado.
00:07:59A gente entendeu lá no passado que a segmentação da demanda era fundamental.
00:08:04Uma oferta que as pessoas já meio que conheciam, né?
00:08:07A ecoturismo, aventura, eu sei que tem o Pantanal, eu sei que tem Bonito, mas não era muito
00:08:11claro, porque não havia, na minha visão, um posicionamento com clareza mesmo.
00:08:15A gente conseguia entender os mercados.
00:08:17A gente, na verdade, a gente vinculava Mato Grosso do Sul a Bonito e isso.
00:08:20Acho que nem o Pantanal está forte.
00:08:22O Pantanal era só a imagem da novela, que na época quando eu entrei, estava lá nos
00:08:25anos 80 e eu dei sorte de ter tido o remake agora em 2022, eu acho.
00:08:30Então já viveu na memória das pessoas o Pantanal.
00:08:32Foi bom, porque a gente aproveitou bem, já ativou muita coisa do Pantanal, hoje é
00:08:36um pouco mais claro e até Bonito, porque Bonito estava no imaginário, mas a grande maioria
00:08:42na época não tinha ido a Bonito.
00:08:44O pessoal nem sabia que tinha aeroporto em Bonito, pra você ter ideia.
00:08:46E já tinha voo da Gol, da Azul na época, perdão.
00:08:49A gente conquista o voo lá atrás.
00:08:51Quando eu conquisto o voo da Gol na pandemia, abre-se um farol pra Bonito.
00:08:56Olha, tem aeroporto?
00:08:56Tem, já faz tempo.
00:08:57A gente traz um voo da Gol, de Congonhas.
00:08:59Pois bem, hoje as três companhias operam pra lá.
00:09:01Então a gente teve um trabalho de Bonito também, de literalmente transformar em um
00:09:05produto mais acessível.
00:09:07E foi o suporte do Estado para o município?
00:09:09Foi do Estado para o município.
00:09:10Claro que o município tem a sua parcela clara de contribuição, ele tem uma gestão
00:09:13também alongada, a secretária Juliana é muito experiente, é turismóloga também.
00:09:17E até de maturidade saber receber a ajuda do Estado, porque a gente sabe que nem sempre
00:09:20acontece.
00:09:20Não é, a gente tem um alinhamento hoje, eu falo assim, quase que perfeito do cosmos
00:09:24lá entre município, Estado e SEBRAE, que é praticamente nosso sócio.
00:09:28Então assim, eu tive, vou chamar de uma sorte que acompanhou a nossa competência, de
00:09:32ter um alinhamento entre entidades que entenderam o seu papel.
00:09:36Você trabalhou muito com governança.
00:09:38Foi o meu cerne do meu trabalho, foi a governança.
00:09:41Isso resultou hoje também numa credibilidade do trabalho.
00:09:43As nove regiões estruturadas, com executivos contratados, repartes de recursos.
00:09:47Então isso ajudou na jornada Mato Grosso do Sul, se for o nosso estande, o trade
00:09:51está lá, ativo, se sentindo feliz, representado.
00:09:54Então considero que os 10 anos a gente reposicionou, posicionou com segmentação, se tornou referência.
00:10:01Então a gente acabou de ser premiado como o melhor destino em promoção internacional
00:10:04do Brasil.
00:10:05Um prêmio muito sério da Embratur, da revista Exame, do grupo Exame.
00:10:08Então muito sério o prêmio.
00:10:10Um destino que historicamente sequer aparecia dessa maneira.
00:10:13Comparado com destinos muito mais robustos, históricos, com muito mais recurso.
00:10:18Mas eu falei o dia lá do prêmio.
00:10:20Esse prêmio é sobre constância, sobre estratégia e sobre longevidade do trabalho.
00:10:26Ele não é uma ação, uma campanha.
00:10:28Isso foi bom agora, porque se começa a se tornar, de fato, olha ali tem uma história
00:10:32e que continuidade política pública pode ser legal.
00:10:35Eu acho que isso é a única solução para o país, é continuidade política pública.
00:10:38Então eu entendo que a gente está numa situação boa.
00:10:39É o nosso calo, na verdade, né, Bruno?
00:10:40A gente sabe historicamente quantas vezes, e a gente já falou sobre isso, que o empresário
00:10:47chega lá na conta e às vezes ele olha para a gente e fala, nossa, de novo?
00:10:49É, de novo.
00:10:50Quando a gente trabalha com uma consultoria aí, lá, quando eu fui lá para o território,
00:10:53lá sim, fui do ouro.
00:10:54Essa metodologia nova, que é, vai e volta, vai e volta, claro, a descontinuidade está
00:11:00conectada a isso.
00:11:01Ela começa no federal e espelha no estadual e no municipal.
00:11:04Então quando muito, nós temos gestores que têm dois anos completos.
00:11:07Verdade.
00:11:08A cada reunião do Fornatura eu conheço novos secretários.
00:11:10Possivelmente na próxima eu vou conhecer novos secretários.
00:11:13E no espaço de três meses, tá, Isabel?
00:11:15Não é no espaço de um ano, nem de dois anos.
00:11:17Esse é um dos grandes problemas do que o Brasil ainda não atingiu o seu potencial.
00:11:20É a descontinuidade política pública.
00:11:21E o turismo como moeda política.
00:11:24Não, e moeda barata, né?
00:11:25Moeda barata.
00:11:25Moeda barata.
00:11:26Barata.
00:11:27Quantos técnicos que a gente tem na cabeça de chave, igual você está?
00:11:31Pouquíssimos.
00:11:32Pouquíssimos.
00:11:32Por isso que hoje vê o Bruno Giovanni, seu presidente da Embratur.
00:11:35Sim, sim.
00:11:36É o movimento que ele já vem trabalhando já há alguns anos e está aí.
00:11:40Mas já com medo, porque a gente já tem eleição no final do ano e aí já fica aquela instabilidade,
00:11:44né?
00:11:45E por isso tem o desafio do trade e aí da gestão privada, coletiva.
00:11:49De falar assim que a gente quer.
00:11:51Porque não tem feito isso.
00:11:52Não.
00:11:52E eu cobro cada um deles, inclusive.
00:11:54Um pouquinho mais de coragem de falar, nós não vamos aceitar nada menos do que isso.
00:11:58Exatamente.
00:11:58Como outros setores já fazem.
00:12:00E falta o nosso setor fazer um pouco mais força, né?
00:12:02E essa história toda virou o design de destinos.
00:12:07Novo filho.
00:12:08Que você vai lançar aqui na WTM.
00:12:10Sim, sim.
00:12:11Muito feliz.
00:12:11Então a gente está tendo aqui em primeira mão.
00:12:13Primeira mão.
00:12:14Muito bom.
00:12:15Me conta um pouquinho, Bruno, do design de destinos.
00:12:17Vamos lá.
00:12:18Eu tive um insight, na verdade, há uns três anos atrás, dois anos e pouco.
00:12:21Porque a cabeça não para, né?
00:12:22Não para.
00:12:23E eu queria, na verdade, ter alguma coisa que pudesse ser um pouco mais de novidade para
00:12:27mim, pessoalmente, enquanto profissional.
00:12:29E aí algumas pessoas próximas, meu irmão e os amigos, falam, cara, por que você não
00:12:32faz um livro?
00:12:33Eu não faço livro.
00:12:34Minha mãe é escritora, eu não sou escritora.
00:12:35Continuo não sendo, tá?
00:12:36Foi um exercício muito coletivo, de ajuda de pessoas muito profissionais.
00:12:40E aí eu falei, pô, aí uns dois anos, eu tive, dois anos e meia atrás, eu participei
00:12:44de um evento internacional.
00:12:45E eu escutei uma palavra que eu acho que eu não tinha escutado antes, eu não tinha
00:12:48tentado.
00:12:48Dos travel designers.
00:12:50Que são hoje aqueles que desenham produtos para as operadoras, para os DMCs.
00:12:54Muito comum lá fora.
00:12:55Eu fiquei escutando, pô, legal.
00:12:57Eu comecei a escutar uma palavra, eu falei, travel designer, travel designer.
00:12:59Eu falei, eu acho que eu sou, bem assim, tá?
00:13:03Um destination designer.
00:13:05Veio, juro, veio assim para mim, eu falei, tá aí, eu vou fazer um livro do design de
00:13:10China.
00:13:10Foi bem desse jeito.
00:13:11Aí eu comecei a construção, procurar pessoas que poderiam me ajudar, uma estruturação,
00:13:15nunca tinha escrito um livro, parceiros, pessoas que são próximas também, dicas.
00:13:19E aí começou.
00:13:20E aí eu entreguei.
00:13:21Foi a sua experiência de escrita, porque eu tive essa experiência uns anos atrás de
00:13:26me descobrir na escrita também, né?
00:13:28E assim, é tanta coisa que fica na nossa cabeça que a gente quase que, é quase uma
00:13:32catarse, você vê, não é?
00:13:33É, e por isso que foi uma revolução de ter pessoas também que me ajudaram também a
00:13:35ter a estruturação do livro, eu não consegui fazer ele sozinho.
00:13:38Eu tive alguém que me ajudou a estruturar, ó Bruno, um livro que...
00:13:40Porque primeiro a gente vai só pensando e colocando, né?
00:13:42Claro, porque eu sou muito verbal, né?
00:13:43Eu adoro verbalizar coisas, eu tenho uma dificuldade de concatenar.
00:13:47Então eu falei, pessoal, eu preciso de alguém que...
00:13:48O que que eu faço primeiro?
00:13:50Segundo, qual é a estrutura de um livro?
00:13:52Eu não quero um livro acadêmico, eu quero um livro que mestre isso.
00:13:55Então eu preciso de uma ajuda.
00:13:56Então eu tive ajuda de profissionais, até a própria editora, quem fez isso é o presidente
00:13:59da Academia de Letras, que falou, Bruno, depois estava tudo pronto o livro, ó, tá pronto.
00:14:03Não, muita imagem, vão tirar essas fotos daqui, ninguém quer ver foto sua.
00:14:07Então tira a foto, então reorganiza, agora vai pra...
00:14:10Então eu me cerquei dos melhores possíveis pra isso.
00:14:12Mas foi uma baita experiência de verbalizar e depois trazer isso pra uma escrita, pra um papel,
00:14:17aquilo que eu tenho na minha cabeça.
00:14:19Tantigilizar, né?
00:14:20Vermilhando.
00:14:20Tanto que depois eu, no final, falei, cara, eu acho que eu não gostei.
00:14:22Aí eu li ele uma semana antes de vir pra cá, na verdade, falar sobre ele antes.
00:14:26Aí eu, não, eu acho que eu gostei um pouco.
00:14:28Porque ele não acabava mais.
00:14:30Eu fiquei quase um ano e meio construindo o livro.
00:14:32Porque toda hora apareciam coisas novas.
00:14:34Então eu falei, eu tenho que fechar logo, entregar do jeito que for.
00:14:37Eu acho que tá agradável.
00:14:38E depois já pensa no volume dois, né?
00:14:39Aí o Akira, que é o grande amigo meu que me ajudou na parte final dele,
00:14:41ele falou assim, pô, você pensa na versão 2.0.
00:14:44Então foi esse exercício de trazer um pouco dessa minha experiência de 26 anos,
00:14:48como turismólogo, quase uma década à frente do Mato Grosso do Sul.
00:14:50Então o design de Chino é o que eu entendi, o que eu trabalhei nesses últimos anos.
00:14:55Eu acho que eu ajudei a redesenhar, de fato, o turismo do Mato Grosso do Sul.
00:14:59Numa questão muito mais dinâmica.
00:15:01Ele é orgânico.
00:15:03Eu tenho lá, no passado, os sistemas do turismo, o próprio estudo do Mário Bênico.
00:15:07Eu até entreguei o livro.
00:15:07Eu vou entregar o livro pra ele, na verdade.
00:15:09E eu vou ser uma felicidade poder entregar o livro pro Mário Bênico quando ele estiver aqui na feira.
00:15:12Porque, pô, a gente deu ele lá atrás.
00:15:14Mas é uma versão bem orgânica do que eu entendo que a atividade dela é hoje.
00:15:18Não é uma sequência lógica de fatos.
00:15:20Começo, meio, enfim.
00:15:21Quando você senta na cadeira de gestor, você trabalha com tudo ao mesmo tempo.
00:15:26E a minha loucura de gestor foi essa.
00:15:29Eu organizei isso no turismo do Mato Grosso do Sul.
00:15:31Ele tem uma lógica hoje pra você olhar.
00:15:33O Mato Grosso do Sul tem uma estratégia bem azeitada.
00:15:36Sim, claro.
00:15:37Mas não foi lá, vou começar aqui, diagnóstico, forças, fraquena.
00:15:41Não, não foi assim.
00:15:42Não é o trabalho que a gente fazia lá na faculdade.
00:15:44Não é.
00:15:45E vocês vão ver um pouco disso.
00:15:46E quem é o leitor?
00:15:48E quem é o seu leitor?
00:15:49Eu espero que seja todo mundo que goste de atividade turística e trabalhe no território.
00:15:53Você acha que tem que trabalhar com o turismo ou o curioso?
00:15:55Não, eu acho que o curioso também pode entender.
00:15:57É acessível.
00:15:58Porque eu falo de governança, falo de inovação, falo de desenho, faço relação com a casa,
00:16:02relação do tempo.
00:16:03O grande modelo, o modelo que é o desenho e o design de destino é o tempo.
00:16:06É a relação com o tempo.
00:16:07O tempo das pessoas, o tempo do destino, o tempo que se dedica àquilo, o fluxo do tempo do destino.
00:16:13Eu acho que outras pessoas podem se interessar também, quem sabe?
00:16:16O foco principal é quem trabalha nos territórios.
00:16:19Para que a visão não seja segmentada do ponto de vista da instituição.
00:16:22Isso não é para gestor público apenas, não é só para gestor privado,
00:16:26é para quem começa a entender que ele trabalha para o território.
00:16:30E não é receita de bolo, né?
00:16:32De jeito nenhum, não tem essa pretensão.
00:16:34Se tirar um insight para você, eu vou ficar muito feliz.
00:16:37Ah, esse insight eu gostei do que ele falou sobre governança,
00:16:40do ponto de vista prático, do que foi exercido por ele no Mato Grosso do Sul.
00:16:44Ou o branding da marca, que é tão difícil hoje ter uma marca forte e gerida,
00:16:49como a gente conseguiu fazer, que a gente resgatou essa marca.
00:16:52Eu não criei a marca, a gente resgatou e nós criamos ela.
00:16:55Assim, o ponto de vista de criar como se fosse um filho.
00:16:57O filho não era nosso, mas quem criou o filho foi a gente.
00:17:00E hoje o filho está bonito, ele tem várias versões desse filho.
00:17:03Então eu trago um pouco dessa reflexão também sobre o branding.
00:17:05Então eu acho que alguns insights, alguns frameworks também estão no livro.
00:17:09Eu acho que as pessoas podem gostar, espero que sim.
00:17:11Maravilha, é muito mais inspiracional, né, Bruno?
00:17:14Também, é inspiracional, mas com uma prática também.
00:17:16Eu não queria ficar só...
00:17:16A pessoa se vê aqui.
00:17:17O próximo até eu quero abordar mais conceitual na profundidade.
00:17:20Esse mistura um novo conceito, mas com questões...
00:17:23Olha, isso é simples, mas ele exercitou isso.
00:17:26Ah, isso que legal.
00:17:27A simplicidade também eu gosto um pouco.
00:17:28Com certeza.
00:17:29A simplicidade, porque ela é também efetiva, gera resultados.
00:17:32Na verdade, às vezes é mais difícil fazer o simples, né?
00:17:34Com certeza.
00:17:35E como que as pessoas podem acessar o livro?
00:17:37Podem entrar na Amazon, só colocar Design Destinos,
00:17:39vão entrar no meu site, designdedestinos.com.br.
00:17:43Tem lá alguns frameworks do livro, alguns insights do livro.
00:17:46Não tá o livro lá.
00:17:47E tá o link que você cai já na Amazon.
00:17:49Pode entrar lá e adquirir o livro também.
00:17:51Ele entrega em todo o território nacional a princípio.
00:17:54Maravilha.
00:17:55E pra saber mais ou tudo sobre o Mato Grosso do Sul?
00:17:58Aí entra no Visit MS Oficial, que é o nosso site do destino.
00:18:02Ou nas páginas nossas, arroba Visit MS Oficial também.
00:18:07Ou arroba funditur.ms, se eu não me engano.
00:18:09Procura a Fundação de Turismo do Mato Grosso do Sul.
00:18:11Da parte do que a gente tá fazendo de trabalho, fundação.
00:18:14E conhecer os destinos, o Visit MS.
00:18:17Nosso site é .com.br.
00:18:18Outra lição aprendida.
00:18:20Divulga o destino.
00:18:21Não divulga a sua instituição pública.
00:18:24Ninguém quer saber da prefeitura ou da sua logo de fazer mais ou fazer bem.
00:18:28Isso é bom internamente.
00:18:30Eles querem saber o que eles podem vivenciar no seu destino.
00:18:32É um pouco da reflexão do nosso trabalho no Estado e um pouco do livro também.
00:18:37Maravilha, Bruno.
00:18:38Obrigada.
00:18:39Obrigado.
00:18:40Sucesso na teira.
00:18:42Gratidão.
00:18:42Como é muita coisa pra conhecer, a gente vai deixar os links todos que o Bruno falou
00:18:47na matéria que você sabe, que já fica vinculada no turismo.ai.com.br.
00:18:53E a gente segue aqui na feira.
00:18:58Agora eu tô com o Beto Caputo, que é CEO da Atrio Hotéis.
00:19:01Ele vai contar pra gente um pouco o que é a Atrio, porque normalmente o público final
00:19:05não sabe, né, Beto?
00:19:07Sim.
00:19:07O que faz uma operadora que intermedia ali marcas e o público final.
00:19:13Então fala um pouquinho da Atrio, assim, uma visão ampla.
00:19:16O que é a Atrio?
00:19:17Então é excelente começar com essa pergunta pra contextualizar.
00:19:20A Atrio, o que a gente chama de uma HNC, Hotel Management Company.
00:19:24O que é uma Hotel Management Company?
00:19:26É uma empresa que tem como função principal fazer gestão de hotéis, tanto hotéis com
00:19:32marcas internacionais como hotéis independentes.
00:19:34Então a gente é a terceira maior operadora em números absolutos do Brasil e a maior com
00:19:41capital nacional.
00:19:42A Atrio é uma empresa brasileira, né?
00:19:44100% brasileira.
00:19:45É a primeira a fazer esse tipo de gestão, porque é uma das mais tradicionais, eu sei
00:19:51que é, né?
00:19:51Sim.
00:19:52Se não for a mais tradicional, até pelo portfólio grande que vocês têm.
00:19:55É.
00:19:55Existem outras operadoras HNCs no Brasil, a Atrio não é a única.
00:20:00A Atrio tem uma história um pouco diferente, porque ela nasce como incorporadora.
00:20:04Gente, nós temos hoje cerca de 80 hotéis em operação na Atrio, fora os resorts da
00:20:10Livá.
00:20:11Mas desses 80 hotéis que nós temos, nós construímos quase 30 deles.
00:20:16Então o nosso berço, a nossa origem é ser incorporador e administrador.
00:20:21Isso é legal, porque as pessoas não entendem a complexidade que é essa operação hoteleira,
00:20:25né?
00:20:25Ela começa lá na obra, né?
00:20:27No projeto, antes da obra, na construção, no projeto, na construção.
00:20:31Mas a experiência de ser também incorporador, também construtor é muito válida.
00:20:36Depois você tem a manutenção, você tem a operação.
00:20:38Eu conheço hotel desde a sua originação.
00:20:40Então, é muito importante também dizer que a Atrio, logo no início, ela só operava
00:20:48hotéis que ela mesma construía.
00:20:50Em um certo momento, a gente começou também a operar hotéis que nós não havíamos construído.
00:20:55E a gente hoje, apesar de ter o foco principal na administração dos hotéis, a gente continua
00:21:01entregando e construindo.
00:21:03Nós entregamos no ano passado o Ibis Banho de Guarulhos, que hoje é um dos Ibis mais
00:21:07bem-sucedidos do Brasil e temos atualmente, né?
00:21:10Uma construção, um hotel também em Fortaleza, no segmento de alto luxo.
00:21:15Então, a gente sempre vai continuar construindo alguma coisa para manter essa expertise, manter
00:21:20essa tecnologia dentro de casa.
00:21:22E me conta assim, você falou que tem os hotéis, como você tem essa experiência de incorporação
00:21:26muito grande, quais que foram as principais coisas que você percebe de diferença quando
00:21:33você está lá no projeto e quando você já pega um prédio pronto, quais são os principais
00:21:38problemas que você encheve?
00:21:40Não, acho que é bem fácil de resolver.
00:21:42O hotel que a gente entra lá no início, ele custa menos e depois ele é mais produtivo
00:21:47e assim rende mais.
00:21:48Isso é claro, você fez isso na planilha.
00:21:51É claro, porque se normalmente um construtor, quando ele nunca fez um hotel, ele vai fazer
00:21:56seu primeiro hotel, seu segundo hotel, ele tem uma curva de aprendizagem.
00:22:00Nós já tivemos essa curva de aprendizagem há 30 anos.
00:22:03Então, quando a gente faz um hotel hoje, a gente sabe exatamente quais são aqueles pontos
00:22:08que tem que ser olhado com o maior cuidado, tanto na parte de desenvolvimento, como depois
00:22:14na própria obra.
00:22:15dá um exemplo, eu sempre gosto de trabalhar com exemplo, de uma coisa que você viu em
00:22:19um hotel, um prédio que já estava pronto, vocês assumiram a administração, vocês
00:22:23falam qual não, mas você fala, meu Deus, que absurdo.
00:22:25Por exemplo, a gente lembra muito o caso no Centro-Oeste, em que tinha um hotel que eram quatro blocos
00:22:32e eles eram faseados.
00:22:34O restaurante principal estava no terceiro bloco.
00:22:37Então, como é que você inaugura o primeiro, o segundo, o restaurante e o terceiro?
00:22:41Aí tem que adaptar.
00:22:42Então, são coisas que às vezes você pode achar até básicas, mas que passam, porque
00:22:47não é o dia a dia do construtor, do corporador tradicional.
00:22:49O que eu acho muito bacana da Atro, e principalmente em Minas Gerais, que vocês exploraram, exploraram
00:22:57e vêm explorando bastante o sul do estado interior e não a capital.
00:23:01Mas é uma questão de tempo.
00:23:02É uma questão de tempo, mas eu acho muito legal começar por esse caminho, porque eu
00:23:06acho que realmente levou profissionalismo para esses territórios.
00:23:09Eu acho que o grande problema da hotelaria é o sonho de aposentadoria da minha pousadinha
00:23:15no interior.
00:23:16E quando a gente tem uma empresa que é hoteleira na veia mesmo e na sua natureza, ela acaba
00:23:24meio que obrigando o destino a se profissionalizar.
00:23:27Você sente isso?
00:23:28Totalmente.
00:23:28E hoje, com a mudança no mercado de trabalho e escassez de mão de obra, isso ficou mais
00:23:35aparente ainda.
00:23:36Porque se eu, como uma empresa grande, com toda uma estrutura de recursos humanos, treinamento,
00:23:41desenvolvimento de carreira, já tenho dificuldade de atração de mão de obra, você imagina
00:23:45a pequena pousada, caseira, com pouco recurso.
00:23:48Que nem o dono sabe como é que funciona, onde que ele vai economizar.
00:23:51Ele não consegue treinar o funcionário, o funcionário não vê perspectiva, então é
00:23:55muito difícil.
00:23:57O sonho da aposentadoria está mais por uma aposentadoria de muito trabalho.
00:24:01Pesadelo.
00:24:03Ô Beto, agora você me falou também que vocês mudaram muito o escopo de trabalho
00:24:07de 2025 para cá.
00:24:09Dá uma perspectiva geral para a gente.
00:24:12A gente, como Atro, o grupo Atro, porque hoje são basicamente três empresas, que eu
00:24:17tenho a Atro, Hotel Management, que é a principal, eu tenho a Livar Hotéis Resorts e tem o nosso
00:24:23braço tecnológico, a X-Stay, que é focado em operação de locação por toda a temporada,
00:24:27mas no fundo é um provedor de tecnologia para as outras duas.
00:24:31A Atro começou...
00:24:32Tecnologia de operação mesmo.
00:24:34Tecnologia de operação e distribuição.
00:24:36inteligência artificial na operação, aumento de produtividade, enfim, a gente tem investido
00:24:40muito nisso.
00:24:41Mas em termos de escopo, a gente era uma empresa muito focada em hotel de negócio com marca
00:24:47internacional.
00:24:49Continua válida a tese, vamos continuar fazendo diversos desses hotéis.
00:24:54Mas a gente está agregando a isso hotéis de maior porte em destinos de lazer, por isso
00:25:00a gente tem expansão no Nordeste, a gente já tem três hotéis...
00:25:03A gente já tem três hotéis do Nordeste, vamos ampliar esse portfólio, a gente gosta
00:25:09muito.
00:25:10Então, ampliação de escopo de hotel eminentemente urbano para hotel com turismo e ou negócio,
00:25:18quando eu vou para uma capital do Nordeste eu tenho as duas coisas, que é excelente.
00:25:21E também a questão dos resorts, tanto em multipropriedade como o resort tradicional,
00:25:29as duas coisas, aí mais no ambiente da Livar.
00:25:31Também no ambiente da Livar, a gente tem olhado muito o mercado de Branded Residences,
00:25:37que é aquelas residências que trazem uma marca hoteleira que dá uma chancela de qualidade
00:25:41para o empreendimento.
00:25:42Residência mesmo?
00:25:43Residência de alto padrão, geralmente de alto número, e são usadas pelos proprietários
00:25:48e também são disponibilizadas num pool de locação.
00:25:51A gente abre o primeiro empreendimento agora na Bahia, na Barra de Maraú, na Barra Grande
00:25:58de Maraú, super animados com essa perspectiva, o mercado cresce no mundo inteiro, América
00:26:03Latina bastante, diversos países, inclusive o Brasil, e agora é uma entrada definitiva
00:26:08que está levada nesse novo mercado, que são as Branded Residences.
00:26:13Nós vamos ouvir falar bastante nisso.
00:26:15Ah, muito legal.
00:26:16É diferente de multipropriedade?
00:26:18Não é multipropriedade, geralmente são monoproprietários, monousuários, mas que formam
00:26:23o de locação que mistura a residência com o serviço hoteleiro.
00:26:28Entendi.
00:26:28E geralmente em lugares paradisíacos, como é Maraú.
00:26:32Fantástico.
00:26:32Beto, quero te agradecer e agora eu quero que você me passe o Paulo, para ele me contar
00:26:36um pouco sobre a IB.
00:26:37Então, o Paulo é o nosso vice-presidente que está ali, que faz o que eu falo acontecer,
00:26:41e vai falar, a gente também, nós somos apaixonados por alimentos e bebidas, pelo serviço de refeições
00:26:47e de restauração nos hotéis, mas é o Paulo que vai falar.
00:26:50O Paulo Melega agora, que é vice-presidente da AAC, dando continuidade à nossa conversa
00:26:55com o Beto, né, Paulo?
00:26:56Me conta um pouco dessa parte do AIB, que sempre foi o calo da hotelaria e agora está
00:27:02invertendo, está virando a estrela.
00:27:04É, durante muito tempo, boa tarde, obrigado pela oportunidade.
00:27:08Durante muito tempo o Alimentos e Bebidas era tido como mal necessário em alguns hotéis.
00:27:12Exatamente.
00:27:13E na AAC, isso já não é verdade há muito tempo.
00:27:16A gente encara o Alimentos e Bebidas como unidade de negócios.
00:27:20Há três anos atrás, nós trouxemos um gestor corporativo especificamente para essa área.
00:27:24representa em torno de 25% da receita da AAC.
00:27:27Olha só.
00:27:28Há três anos atrás, era 23%.
00:27:30Esse ano vai chegar a 26% da receita, ganha representatividade.
00:27:33A AAC, ano passado, faturou 1,2 bi, ou seja, quase 300 milhões de negócios ligados a alimentos e bebidas,
00:27:42o que é muito.
00:27:43Isso é uma unidade de negócios complexos em termos de operação, muito importante do ponto de vista de experiência,
00:27:48de hospedagem e pode ser lucrativo.
00:27:51E o que mudou, que antes era um calo e agora virou um resultado de um quarto da receita?
00:27:56Foi dado um olhar mais atento a essa área, de não simplesmente fornecer serviços simples,
00:28:02mas você pode trazer experiência para dentro desse setor em algumas unidades.
00:28:07Para dar um exemplo, hoje nós temos 10 marcas ou conceitos de alimentos e bebidas desde os nossos hotéis.
00:28:13Desde uma pizzaria napolitana, que é o Esponta, que é uma marca da Cor,
00:28:17até a marca Kaisero, que é uma marca de gastronomia surf and turf, desenvolvida pela própria AAC.
00:28:22A gente tem várias marcas de restaurantes, tem o Quecevite em Curitiba, que é de restaurante peruano.
00:28:29Então você cria conceitos, faz com que o hóspede permaneça dentro do hotel consumido
00:28:36e você consegue trazer também pessoas de fora.
00:28:38Então você passa a movimentar. Aquilo que era um restaurante antigamente triste, vazio de um hotel,
00:28:44hoje é um restaurante movimentado, as pessoas trabalham, consomem, fazem pequenas reuniões
00:28:50e mesmo pessoas de fora passam a frequentar.
00:28:52E tem essa variação de cardápio, de uma experiência, às vezes até territorial mesmo.
00:28:58Uma coisa que eu tenho percebido é isso, mesmo os hotéis de rede,
00:29:01vocês como franqueados de uma grande rede, essa é preocupação em assumir o perfil do destino.
00:29:07Exatamente. A gente, por exemplo, tem hotéis na região norte.
00:29:12Em Belém nós temos cinco hotéis e nós temos ali o Fio da Neada,
00:29:16uma marca desenvolvida de gastronomia, de restaurante pela própria AAC.
00:29:19E que ela tem como mote justamente a gastronomia regional.
00:29:24Então assim, a gente atende a região.
00:29:27A gente tem também em Goiânia a mesma marca, mas logicamente com um cardápio diferenciado em relação a Belém.
00:29:33Existe uma marca de restaurante também da Cor, que é a Maindu, que também privilegia o regionalismo.
00:29:39A gente tem um hotel hoje que é o primeiro, Ibis Styles Pé-na-Areia, Ibis Pé-na-Areia do
00:29:44Brasil.
00:29:44É mesmo.
00:29:45Que é Ibis Styles Maragogi.
00:29:46Em que a gente tem uma gastronomia com um bar de piscina bastante movimentado,
00:29:51porque as pessoas... é um hotel de lazer, embora seja no Ibis.
00:29:54E com um conceito de restaurante que atende e completa essa experiência.
00:29:59Para a gente fechar, como é que o público está recebendo esse novo conceito?
00:30:05Não um novo conceito, mas um novo comportamento que vocês realmente conseguiram implantar.
00:30:08Não ficou na ideia.
00:30:10Que é de trabalhar, ir para o lazer e conseguir fazer lazer com padrão, mas também com identidade.
00:30:16Então a gente depende muito da localização.
00:30:19Então a gente tem hotéis que acabam cabendo um conceito de maca,
00:30:23ou que tem um público de lazer, como eu comentei, de Maragogi.
00:30:26E aí você complementa a experiência de hospedagem, retém o hóspede mais dentro do hotel,
00:30:32melhora a experiência dele como um todo.
00:30:33Mas é importante dizer que a gente também trabalha o Alimentos e Bebidas em alguns hotéis
00:30:37que são menores, em cidades terciárias, com automação, com grab and go,
00:30:42com serviço de mercado autônomo em que a própria pessoa se serve.
00:30:46Então acho que o Alimentos e Bebidas tem um leque muito grande.
00:30:50Nós temos também um hotel que é o LK, em Florianópolis, que é um hotel de skate, luxo.
00:30:54E aí ele tem uma gastronomia bastante mais desenvolvida, também com chefes específicos.
00:31:00Então Alimentos e Bebidas não tem uma solução única para o hotel.
00:31:03Depende do hotel, da marca e da localização dele.
00:31:06Essa foi a virada de chave, né?
00:31:08Tirar esse padrão excessivo e enxergar cada lugar com seu olhar singular.
00:31:12É isso.
00:31:13Bebida, quero te agradecer muito. Sempre recebe a gente muito bem no iTurismo.
00:31:18Muito sucesso na Atro.
00:31:19Eu que agradeço. Posso fazer só uma última colocação?
00:31:22Por favor.
00:31:22A gente, a Atro, lançou uma marca própria.
00:31:24A gente está falando de marca de restaurante, mas a gente lançou uma marca própria de hotel
00:31:29no ano passado.
00:31:30Chama Aera.
00:31:31Já temos esse hotel na região de Florianópolis.
00:31:33E esse ano está chegando em Brasília.
00:31:36Um hotel grande, mais de 400 quartos.
00:31:38E também vai receber uma marca de restaurante nossa, que é o Caisero.
00:31:41Então a marca Aera.
00:31:42Primeira marca própria de hotel da Atro, que sempre trabalhou com marcas de terceiros.
00:31:47Então super animados.
00:31:48Muito, muito bom chegar a Brasília.
00:31:50A expectativa de levar essa marca para a Nenas?
00:31:51Com certeza.
00:31:53Hoje ela está para ser desenvolvida no Brasil todo.
00:31:56Maravilha.
00:31:57Eu quero conhecer depois.
00:31:58Com certeza.
00:31:59Obrigado.
00:31:59Obrigada.
00:32:00A gente segue aqui na WTM, fazendo a cobertura da feira, com um podcast meio diferente dessa vez.
00:32:09Ainda na WTM, agora eu estou com a Jerusa, que é a executiva da Europa Mundo.
00:32:14Ela vai falar em detalhes, mas a Europa Mundo, que eu estava me falando, é a maior operadora
00:32:21de circuitos de excursão do mundo, por conta da quantidade de roteiros que nós temos em prateleira.
00:32:272 mil circuitos nós temos para venda até março de 27, para a minha temporada nova.
00:32:35Então é sobre isso que a gente vai falar.
00:32:38Europa Mundo, a gente pensa muito em Europa e no movimento do mundo, né, Jerusa?
00:32:44Sim.
00:32:45A gente está vendo essa situação geopolítica.
00:32:47O que muda a notoria?
00:32:48A Europa Mundo, na verdade, é uma empresa que possui esses 2 mil circuitos e que atendemos.
00:32:54Nós temos circuitos e pacotes para essas regiões afetadas de guerra e que, claro, nessas regiões,
00:33:03o turismo está suspenso.
00:33:05Então, Israel, Irã, a gente está com os nossos pacotes suspensos.
00:33:09Mas eu quero fortalecer aqui que os países ao redor, os países que não estão envolvidos,
00:33:14mas que estão ali pertinho, Jordânia, Egito e tantos outros, o turismo segue com a sua
00:33:21normalidade, tá?
00:33:22E fora os meus outros roteiros também pela Europa, seguem com a sua normalidade.
00:33:28Então, a Europa Mundo, ela traz essa segurança para o mercado.
00:33:31São quantos anos de empresa?
00:33:3327 anos de operação.
00:33:35Então, nós trazemos essa segurança para o mercado, que é, nós vamos operar apenas
00:33:41quando a gente sabe que está 100% seguro.
00:33:45Então, nós não colocamos o risco em nada, preferimos cancelar as saídas do que deixar
00:33:53um risco maior para os nossos passageiros.
00:33:57Mas o que eu quero dizer aqui é que, na verdade, com essa operação que segue normal, né?
00:34:02O fluxo de internacional de uma certa parte que eu recebia para esses destinos, acabou
00:34:08já se transformando para a Europa.
00:34:10E automaticamente para a Europa, né?
00:34:12Eu quero viajar de qualquer maneira, eu vou só mudar o meu destino.
00:34:15Esse está sendo o comportamento.
00:34:16Exatamente.
00:34:17Então, o passageiro que é internacional, ele continua com esse foco internacional.
00:34:20Então, a gente, até uma dica legal para os agentes de viagens, né, é de lidar com
00:34:27empresas que trazem essa segurança para que o passageiro internacional continue com
00:34:31seu destino internacional.
00:34:32Não precise mudar para o nacional e deixar o seu sonho, às vezes, de fazer a primeira
00:34:37viagem internacional para depois.
00:34:39Não precisa.
00:34:40Até mesmo porque, tá?
00:34:42Como somos uma empresa muito sólida, somos parte de um grupo, é a JTB, que é um grupo
00:34:50internacional, né, asiático.
00:34:53A gente traz a segurança de que se algum país, se algum roteiro que o cliente comprou
00:34:58e esse roteiro, porventura, for afetado por questão da guerra, tá?
00:35:04A gente cancela essa saída para o cliente sem cobrança de taxas e sem cobrança de multas.
00:35:11Ah, sim.
00:35:11Então, o cliente hoje, ele pode ficar inseguro em comprar um roteiro internacional por conta
00:35:16do dinheiro que vai...
00:35:18E depois, né?
00:35:20Exato.
00:35:20E depois, vou perder o meu dinheiro investido?
00:35:23Não.
00:35:23Com a parte da Europa Mundo, com a minha parte terrestre, não.
00:35:27O país sendo envolvido com a guerra, a gente devolve o valor integral para ele.
00:35:32Fica como crédito, aí, através da agência, através da operadora de turismo.
00:35:35E tem a devolução ou o crédito, ele pode ter devolução também.
00:35:38Exato.
00:35:38Aí vai da regra da operadora.
00:35:40Mas a Europa Mundo devolve o dinheiro para a operadora.
00:35:43E a operadora de turismo, que a agência contratou, aí deixa as suas regras.
00:35:49Normalmente, é deixado como crédito, mas ele consegue remarcar essa viagem numa futura
00:35:54saída e tudo mais.
00:35:55Não é perdida, sabe?
00:35:56Mas, na verdade, assim, uma região fica afetada, a gente consegue, então, deixar outros destinos.
00:36:04E aí a Europa vai seguir com a grande tendência de recebimento de passageiros para 2026.
00:36:11Grande aposta sempre de destino e o ranking de vendas nossos é a parte de Portugal.
00:36:16É mesmo?
00:36:17É, por conta também das novas conexões de companhias aéreas, novas malhas de voos
00:36:24diretos, principalmente ali do sul do Brasil.
00:36:27Então, vai fortalecer ainda mais a procura de Portugal.
00:36:31Jeruz, você falou duas coisas, assim, que eu quero explorar um pouco mais.
00:36:35Primeiro, gente, assim, às vezes você que está assistindo e que não trabalha com turismo,
00:36:40você não entende esse sistema todo.
00:36:42O que que acontece?
00:36:43Você não vai chegar, você não vai ver uma placa da Europa Mundo na rua para você
00:36:47entrar e comprar.
00:36:49Não, não.
00:36:49Eu estou no back office do funcionamento, né?
00:36:54No cérebro do negócio e da grande articulação.
00:36:57Agora, o papel que a Europa Mundo faz e o relacionamento com a agência que você tem,
00:37:03às vezes, do seu amigo ou com a agência que você trabalha há muito tempo ou que
00:37:07alguém te indicou, é importante você, como cliente, entender quem são os parceiros
00:37:13comerciais dela, para a gente não ter problemas, igual a gente teve recentemente, que eu vou
00:37:18dar até nome.
00:37:19Um, dois, três milhas, viagens promo.
00:37:22São operadoras que não têm essa bagagem e aí a gente não precisa nem falar.
00:37:27Só você voltar aqui que você vai ver nas matérias anteriores o que aconteceu.
00:37:31Eu espero que você que esteja assistindo não tenha sido afetado.
00:37:34Com certeza.
00:37:34Mas é o risco e a necessidade de quem está comprando entender o que ela está comprando
00:37:41e qual que é o processo.
00:37:43Então, assim, eu reforço muito isso, sabe, Jerusa?
00:37:44Às vezes a pessoa não é da área de turismo e acha assim, eu não preciso entender o que
00:37:48uma operadora faz.
00:37:49Se você entender, você vai ficar muito mais seguro.
00:37:52Mesmo não comprando direto, você concorda?
00:37:54Com certeza, com certeza.
00:37:55E, na verdade, a Europa Mundo é uma empresa que ela obedece à cadeia de distribuição
00:38:01de como tem que ser no mercado de turismo, que é um fornecedor, que é o meu caso, né?
00:38:07Que sou, na verdade, uma empresa que faz o receptivo de clientes lá na Europa e nos meus outros destinos,
00:38:14né?
00:38:16Onde eu vendo, através de uma operadora de turismo, nós somos, na verdade, aqui no Brasil, um pool de 15
00:38:23operadoras.
00:38:2415.
00:38:25Olha só, gente, o tamanho da estrutura que é movimentada.
00:38:28E todas as operadoras escolhidas a dedo.
00:38:31Eu falo, eu brinco, são ervilhas selecionadas, tá?
00:38:33É igual você escolhe o seu insumo pra fazer a sua receita, né?
00:38:38Exato.
00:38:39Com uma analogia.
00:38:40Então, todas com um know-how muito grande.
00:38:43A gente não fornece condição de venda.
00:38:45Existe uma seleção muito criteriosa.
00:38:47Com certeza, muito criteriosa.
00:38:49Principalmente análise histórico financeiro.
00:38:52Ô, Jerusa, outra coisa que a gente começou a falar e eu queria aprofundar mais um pouquinho,
00:38:56a gente vira um movimento diferente depois da pandemia, no tipo de consumo, né?
00:39:02Então, assim, as experiências turísticas, elas têm crescido muito.
00:39:07Sim.
00:39:08Eu falei até recentemente num vídeo meu que a gente tem que tomar cuidado com o tanto
00:39:11que a gente fala de experiência turística, porque tem muito empreendimento esquecendo
00:39:15a experiência do cliente, sabe?
00:39:16É, sim.
00:39:17Como é que é seu check-in, como é que é seu serviço de restaurante, não é?
00:39:20É.
00:39:21Então, assim, é legal ter a experiência que o turista fazer, mas que também não pode
00:39:24virar uma tarefa, porque a pessoa tá de férias, né?
00:39:28Mas a experiência do cliente, ela tem que ser pensada antes da viagem e durante,
00:39:32e depois.
00:39:32Exato.
00:39:33Mas esse comportamento menos massivo, ele é real.
00:39:37Com certeza.
00:39:38E a Europa Mundo é conhecida pelos circuitos de vários dias, como muitos países.
00:39:43Ainda tá assim?
00:39:44E muitas pessoas dentro do ônibus, né?
00:39:46Aham.
00:39:46Então, assim, na verdade, assim, o carro-chefe da Europa Mundo, nós sempre vamos ser conhecidos
00:39:51como saídas de ônibus, grupos formados com acompanhamento e com guia, né?
00:39:58Com motorista e com tudo mais, pra conhecer vários lugares da Europa, tá?
00:40:02Então, até há um tempo atrás, a minha força de vendas era para clientes que iam fazer
00:40:11uma viagem pra Europa, por exemplo, né?
00:40:14E queriam fazer vários destinos numa viagem só.
00:40:17Eu ainda tenho esses roteiros, vendo esses roteiros, principalmente para passageiro indo
00:40:23a primeira vez.
00:40:23Imaginei.
00:40:24Esse é o perfil pra esse tipo de circuito.
00:40:28Pra aquele cliente que já foi uma vez, ou independente, pra aquele cliente até mais
00:40:34jovem, porque a gente também fala de excursão, a gente imagina que a média de idade vai
00:40:39ser de 80 anos.
00:40:41Isso já foi.
00:40:43É mesmo.
00:40:44Não é mais um produto voltado só para a melhor idade.
00:40:47É um produto hoje trabalhado na questão do conforto, porque é um produto confortável.
00:40:53Eu vou, eu tenho hotel com café da manhã.
00:40:56Tem que ficar pensando muito, né?
00:40:57Não tem que pensar muito, não.
00:40:58Que é o que a gente tá falando da experiência.
00:40:59A experiência começa a ficar trabalhosa demais, a pessoa já não quer ir.
00:41:01Já não quer mais.
00:41:03Não é trabalho, é férias.
00:41:04Exatamente.
00:41:05Então, a minha não.
00:41:06A minha é férias garantidas.
00:41:07Por quê?
00:41:08Então, o passageiro chega, o passageiro chega conosco, ele tem o transfer de chegada,
00:41:13que vai esperar no aeroporto ele ser levado até o hotel.
00:41:16Lá no hotel, ele vai se encontrar com o guia, que vai atender ele na viagem, vai encontrar
00:41:21os outros passageiros da saída e vai ter todo o itinerário publicado com os serviços.
00:41:27Muitos passeios incluídos, city tours, muitas entradas, alguns roteiros até com refeição.
00:41:33Além do café da manhã, tem dias que tem um almoço, tem dias que tem um jantar.
00:41:38Enfim, não atinge mais só a melhor idade esse conceito, não, tá?
00:41:41Principalmente pela questão de ver essa mudança de perfil de passageiro com relação aos
00:41:48touros mais longos, fazendo vários países, onde clientes querem experiências em viagem.
00:41:55Vivenciar mais.
00:41:56Exato, exatamente.
00:41:58De perfil de passageiro em 2025, sabe qual foi a média de idade dos passageiros Europa
00:42:03Mundo?
00:42:04Qual?
00:42:0452 anos.
00:42:06É mesmo.
00:42:07É jovem.
00:42:0750 é um novo 30.
00:42:09É um público jovem.
00:42:10São os novos 30.
00:42:11Isso, isso, por conta das minhas questões dos tours regionais.
00:42:16É sempre na elaboração de novos roteiros na Europa, com foco em conhecer a capital daquele
00:42:23país e várias cidades do interior daquele país.
00:42:27Ai, que legal.
00:42:28Aí eu tiro ele dos grandes centros e das capitais.
00:42:32Ajuda a resolver a questão do overturismo, que a gente sabe que é sério em alguns destinos
00:42:36da Europa, né?
00:42:37Exatamente.
00:42:38Então, assim, até falam pra nós, ah, Europa Mundo ou todas as outras empresas de excursão
00:42:43ajudam o turismo massivo.
00:42:45Não.
00:42:45O turismo massivo, ele é feito com empresas e passageiros e tal de experiências de baixa
00:42:53qualidade.
00:42:54Te levando desenvolvimento sustentável do turismo pra aquelas cidades.
00:43:00Então, eu não faço parte de um turismo massivo, não.
00:43:03A gente, então, consegue trazer essas viagens com mais experiências saindo desses grandes
00:43:08centros e das capitais, principalmente, né?
00:43:12Onde se tem um enorme número de pessoas pra um limitado atendimento dos atrativos turísticos.
00:43:21E eu trago pra elas, elas pro interior, então, dos países onde o cliente vai ter viagens
00:43:26mais tranquilas.
00:43:27Aham.
00:43:28Com mais tempo livre pra passear, pra caminhar nas cidadezinhas.
00:43:32Cidadezinhas de interior, pequenininhas.
00:43:35Cidadezinhas medievais.
00:43:37Cidadezinhas pitorescas, que o seu passageiro vai ter tempo, então, pra ter mais contato
00:43:41com a cultura local.
00:43:42Conseguir jantar ou almoçar em um restaurante que seja de culinária bem tradicional.
00:43:48Aham.
00:43:48Por exemplo, o meu de Áustria.
00:43:51Novidade agora, tá?
00:43:53Eu sempre tive Áustria, mas sempre pensado mais em uma conexão com Praga e Budapeste.
00:43:59Então, na verdade, era Viena, Praga e Budapeste.
00:44:02Aham.
00:44:03E agora eu tenho ainda esses tours no sistema, mas eu tenho um só por Áustria, fazendo
00:44:09Viena, todo o interior da Áustria e volta à Viena, tá?
00:44:13E olha como ele é formatado.
00:44:15Bom, Áustria, na verdade, a gente tem que pensar, sempre quando fala em Áustria, tem
00:44:19que ter duas situações em nossa cabeça.
00:44:21Música.
00:44:22Mozart.
00:44:23Uhum.
00:44:24E Rio Danúbio.
00:44:26Uhum.
00:44:26Então, o que que eu vou fazer na Áustria?
00:44:28City Tour, passeios em Viena.
00:44:30Eu vou até Salzburgo, cidade natal de Mozart.
00:44:33Então, aí os clientes já vão ter todo o conhecimento da vida de Mozart e tudo mais.
00:44:39E depois dessa parte toda de Mozart, que na verdade ela está alimentada por toda a Áustria,
00:44:44né?
00:44:45Mas principalmente em Salzburgo, cidade natal dele.
00:44:48Eu vou contornando as cidades que estão à beira do Rio Danúbio.
00:44:52Ai, que legal.
00:44:53Ah, mulher.
00:44:54Cidades com castelos, cidades com todo esse charme medieval.
00:44:58Realmente, entrar na cultura local, né?
00:45:00Sim.
00:45:01E aí eu vou fazendo várias dessas cidades, terminando em Innsbruck, que é uma cidade
00:45:05mais conhecida da Áustria, do interior da Áustria.
00:45:08Uhum.
00:45:08O retorno de Innsbruck até Viena, eu faço com o trem de alta velocidade alpino.
00:45:16E seguindo essa tendência de regional, a gente lançou nessa mesma ideia de Áustria,
00:45:21República Tcheca, mesma história, Praga.
00:45:24E em todo o interior da República Tcheca, em retorno à Praga.
00:45:28Lançamos também, em Praga, o que a gente tem que lembrar, sempre em Praga, cidades
00:45:33cervejeiras.
00:45:34Então eu vou passar pelo interior por muitas cidades cervejeiras.
00:45:37Inclusive, uma das experiências que nós temos incluso com a entrada é ir da fábrica
00:45:43da Budweiser.
00:45:44Olha só.
00:45:45Lá no meio, no interior de República Tcheca.
00:45:49Aham.
00:45:51Bulgária e Romênia, na parte dos Balcãs, mesma situação.
00:45:55Novos roteiros regionais pela Bulgária e Romênia.
00:45:58E como momento de destaque dessas combinações já, daí com visitas em igrejas ortodoxas,
00:46:07visitas a mosteiros, né?
00:46:09A região da Transilvânia, Conde Brácula, Castelo de Conde Brácula.
00:46:14Entrada incluída ao Castelo do Conde Brão, tá?
00:46:17Então é um dos momentos altos ali da viagem da combinação de Bulgária e Romênia, sabe?
00:46:23Jerusa, obrigada.
00:46:24Obrigada a você, obrigada.
00:46:26É um prazer estar aqui.
00:46:28Olha, a Europa Mundo sempre tem novidade, viu?
00:46:31O que a Jerusa falou, você conspere os links lá no turismo.ai.com.br.
00:46:37A gente segue aqui na WTM.
00:46:39Beleza, tchau!
00:46:44Seguindo aqui na cobertura da WTM, agora eu tô com o Rodrigo Rodrigues,
00:46:48que é diretor comercial da Schultz.
00:46:50Bem-vindo, Rodrigo.
00:46:51Obrigado, que agradeço.
00:46:53Rodrigo, primeiro vamos explicar pras pessoas o que é a Schultz?
00:46:55Porque às vezes o cliente final que tá lá na ponta não conhece a Schultz
00:46:59ou nem sabe como que ele acessa.
00:47:01O que é a Schultz?
00:47:03A Schultz é uma operadora de turismo que trabalha com todos os produtos nacionais e internacionais.
00:47:08Como que funciona uma operadora?
00:47:11Nós fornecemos os produtos pras agências de viagens comercializarem para os viajantes.
00:47:17Basicamente é isso.
00:47:18O viajante, ele vai até uma agência, ele compra um pacote, um roteiro e nós somos os fornecedores dessa viagem.
00:47:27E aí a pessoa, ela pode chegar numa agência e falar assim, eu gostaria de ver um pacote da Schultz?
00:47:32Pode, com certeza.
00:47:34E o Pá fala de destino.
00:47:36Nós trabalhamos com o mundo.
00:47:39Todos os produtos nacionais e produtos internacionais.
00:47:43Somos focados 100% no lazer.
00:47:46Entendi.
00:47:46Nós trabalhamos com o corporativo.
00:47:48No dono nacional, qual que é o nosso foco?
00:47:50O nosso grande produto é Jalapão.
00:47:53Jalapão, nós começamos há muitos anos atrás, investimos, estudamos.
00:47:57Fizeram uma transformação.
00:47:58Transformação.
00:47:59Ninguém conhecia Jalapão.
00:48:01E nós colocamos Jalapão no mapa.
00:48:03E por isso que hoje somos os maiores vendedores de Jalapão do Brasil.
00:48:07Mas além disso, claro, temos aí acordos, parcerias e somos muito competitivos
00:48:12com os principais resorts em todos os destinos do Brasil.
00:48:15E o que as pessoas buscam no nosso turismo interno?
00:48:19Jalapão, você já deu a dica aí, que é uma das grandes buscas.
00:48:22O que mais que o público brasileiro busca de destino?
00:48:26Vai muito com o perfil do viajante.
00:48:29Mas o destaque sempre vai ser também o Nordeste.
00:48:32As praias, os resorts, o inclusive.
00:48:34As pessoas gostam muito disso.
00:48:36Mas muitos passageiros e famílias gostam também do sul do Brasil.
00:48:41Então temos aí o nosso Paraná, que está investindo cada vez mais no turismo,
00:48:45está fortalecendo, está tendo muito destaque.
00:48:49Não só Curitiba, não só Foz do Iguaçu, mas outros destinos também potenciais.
00:48:55E o Gramado, claro.
00:48:58Principalmente é o grande destaque de algumas famílias.
00:49:01Você percebe já esse movimento mais de experiência mesmo assim?
00:49:05A gente concentrando, por exemplo, o Nordeste, os resorts.
00:49:09Mas nesses destinos, você falou, não são destinos de resort.
00:49:12Não, não são.
00:49:12Para conhecer o destino, as pessoas têm buscado isso?
00:49:15Têm, têm buscado.
00:49:16É para conhecer um pouquinho de história, gastronomia também.
00:49:22No Paraná tem muitos espaços.
00:49:24Então, sim, as pessoas têm bastante.
00:49:26E as pessoas estão começando a buscar...
00:49:29Desacelerar nesse momento.
00:49:31Desacelerar, exato.
00:49:32Isso.
00:49:32E nós temos serras, enfim, tem muita coisa.
00:49:36Já fui para o Nordeste, já conheço praia, já conheço resort.
00:49:40O que eu posso fazer agora?
00:49:41Então, eles estão descobrindo novas oportunidades.
00:49:44Saindo do Brasil, o que você tem percebido de movimento?
00:49:48E o que os brasileiros estão buscando?
00:49:50O que está crescendo muito e realmente está sendo uma procura muito grande é a Ásia.
00:49:57É mesmo, né?
00:49:58É real.
00:49:58Real.
00:49:59Uma pessoa me perguntou outro dia, falou assim, eu não sei se é a minha bolha, mas todo mundo está
00:50:04falando de Ásia.
00:50:04Será que é a minha bolha?
00:50:05Eu falei, eu acho que não.
00:50:06É bom, você me confirma agora.
00:50:07Não é bolha?
00:50:08Não é bolha.
00:50:09Realmente é uma tendência.
00:50:11Isso já vem, na verdade, um ano e meio, tá?
00:50:13Mas está se tornando cada vez mais comum, principalmente Coreia do Sul e Japão.
00:50:19Por quê?
00:50:20Porque muitas pessoas já foram para a Europa, muitas pessoas já foram para a América do Sul,
00:50:26apesar de, assim, ainda tem muita coisa para fazer.
00:50:28Sim.
00:50:29Tá?
00:50:29Mas...
00:50:30Mas acho que a curiosidade mesmo chegou, assim, essa cultura asiática chegando para a gente.
00:50:34Exatamente.
00:50:35Hoje os jovens, principalmente...
00:50:37É.
00:50:38Exato.
00:50:40Exato.
00:50:41Inclusive tem uma amiga e a filha dela, ela quer conhecer a Ásia por causa disso.
00:50:51Gente, como que a cultura pop, que o entretenimento interfere diretamente no turismo, né?
00:50:56Exato.
00:50:56E isso é uma coisa vai levando a outra, né?
00:50:58As pessoas querem conhecer, vai descobrir que tem novas oportunidades.
00:51:02Coreia, Japão, que são destinos culturamente, historicamente maravilhosos.
00:51:06Maravilhosos e hoje está mais acessível também.
00:51:09Financeiramente, você diz.
00:51:11É, também.
00:51:11Ou de conectividade mesmo, né?
00:51:13Conectividade.
00:51:13E facilidade no pagamento.
00:51:14As pessoas estão passando a conhecer um pouco mais e as agências especializando para
00:51:21poder oferecer e gerando mais oportunidade.
00:51:23Como que os asiáticos nos recebem?
00:51:25Muito bem.
00:51:26É mesmo?
00:51:27Na verdade, o mundo inteiro adora brasileiro.
00:51:28Isso é fato, né?
00:51:30E falando mais assim...
00:51:31Porque são culturas completamente diferentes.
00:51:33Exato.
00:51:33Mas falando japonês em si, eles adoram brasileiro.
00:51:36Adoram.
00:51:37Recebem muito bem.
00:51:39São muito atenciosos.
00:51:41É realmente a cultura asiática, né?
00:51:44Disciplinada, gentil, educada.
00:51:46Beleza, a gente se vira com o portunhol, com o inglês até.
00:51:50Mas se a gente chegar num país onde até o alfabeto é diferente, qual que é a diferença
00:51:56de viajar de uma maneira agenciada, como operadora por trás, que vai inclusive te dar um suporte
00:52:01em português?
00:52:02Exato.
00:52:02Tem destinos que não é fácil você ir sozinho e você ir por conta.
00:52:08Principalmente a Ásia, falando Coreia e Japão, algumas cidades do interior não falam nem inglês.
00:52:13Pois então.
00:52:13Então é importante ter um guia, é importante ter uma empresa especializada e não só por
00:52:18isso, mas pra também levar experiências, ir no lugar certo, oferecer no momento certo,
00:52:27conhecer a história, conhecer a cultura e ter uma empresa com base, conscientizada, sustentável
00:52:36e saber fazer a viagem, o passageiro vai ganhar muito mais.
00:52:42Muito mais.
00:52:42Às vezes o barato sai caro.
00:52:43Verdade.
00:52:44Além de virar estresse, até você aprender sobre o destino, tá na hora de voltar.
00:52:48Já foi.
00:52:49Já foi.
00:52:49Qual que é a média de dias na Ásia?
00:52:51Olha, depende muito do...
00:52:53É longe, né?
00:52:54É longe.
00:52:54É longe.
00:52:55É longe.
00:52:55É longe.
00:52:55Tem muitos roteiros.
00:52:57Aham.
00:52:57Tem roteiros a partir de nove dias e tem roteiros até vinte dias.
00:53:01Mas é começando de nove, né?
00:53:02Sim.
00:53:03É assim.
00:53:03Senão nem vale a pena ir tão longe, né?
00:53:05Pra ficar uma viagem mais completa, pra ter as experiências, assim.
00:53:10Senão só sente o gostinho em volta, né?
00:53:12Pois é.
00:53:12Não vale a pena, né?
00:53:13Não vale a pena.
00:53:14E aí, vindo mais pra cá, vocês estão com uma novidade no Canadá.
00:53:16No Canadá.
00:53:17Me conta.
00:53:19Depois você me passa os links pra quem quiser acessar, a gente deixa na matéria, tá, gente?
00:53:24Você já tá sabendo que tudo que a gente tá conversando aqui, a gente tá colocando
00:53:27os links na matéria, mesmo você sendo cliente final, você consulta a chuta e aí você vai
00:53:33saber qual agente de viagem vai poder te atender, né?
00:53:35Isso aí, muito bem.
00:53:35Então, conta de Canadá.
00:53:36Fechamos uma parceria exclusiva com a Tio Canadá, com roteiros nas montanhas rochosas.
00:53:42Fizemos uma edição agora especial de verão, né?
00:53:45Que vai de maio até setembro e depois a gente vai lançar novos roteiros, mais focado
00:53:50nesse.
00:53:50O que que é legal?
00:53:51Desenhamos os roteiros.
00:53:53Não é o roteiro que a gente pegou e trouxe pro Brasil.
00:53:58Nós fomos até o Canadá, nós experimentamos e desenhamos os roteiros.
00:54:04Que é um perfil da chuta, que eu acho que é o que vocês fizeram no Jalapão, né?
00:54:07Exato.
00:54:07Muito legal.
00:54:08E isso faz muito sucesso.
00:54:10Desenhamos o roteiro e a partir dali colocamos serviços especializados.
00:54:17O passageiro, ele escolhe o hotel conforme o seu perfil.
00:54:20Não é engessado.
00:54:22Não é uma categoria de hotel.
00:54:24Porque quando a gente fala pacote, as pessoas, acho que a gente imagina um ônibus cheio,
00:54:27todo mundo andando junto numa manada.
00:54:29Não é isso mais.
00:54:30Acabou, né?
00:54:30Aqui são poucas pessoas, no máximo 15 pessoas.
00:54:35Então, realmente é algo mais privativo.
00:54:37Essa é a diferença de uma operação bem feita, né?
00:54:39Exato, exato.
00:54:40Uma curadoria que nós fizemos que é pra entregar realmente um serviço diferenciado pro viajante.
00:54:46Rodrigo, você falou que não queria falar, mas eu quero falar.
00:54:49Acho que você tá fazendo 40 anos.
00:54:52Tem que comemorar, tem que falar, porque 40 anos não é pouco tempo.
00:54:58Ainda mais no turismo, no nosso país.
00:55:01A gente sabe que a tributação é difícil, é difícil ser empresário nesse país.
00:55:06Então, acho que tem que comemorar muito e tá cheio de novidade por causa dos 40 anos.
00:55:10Exato, exato.
00:55:10O que tem de novidade?
00:55:11Vamos lá.
00:55:12Esse ano é um ano especial pra nós, os 40 anos.
00:55:14E nós estamos presenteando os nossos clientes, que são os agentes de viagem, com promoções
00:55:21e ações muito especiais.
00:55:24São duas.
00:55:25A primeira.
00:55:26Todo mês, até dezembro, nós estamos sorteando uma viagem completa pro agente de viagem.
00:55:33Já tivemos Reino Unido, Inglaterra, Escócia, Irlanda.
00:55:36Não é qualquer coisa não, né?
00:55:38É, é completo.
00:55:39É, é completo.
00:55:44Com desconto de 50% pra acompanhante.
00:55:48E além disso, nos 40 anos, nós fizemos o quê?
00:55:5240 ofertas mensais.
00:55:54Todos os meses, 40 ofertas exclusivas de Brasil e de mundo pra gente de viagem.
00:56:01Só que não é pra gente de viagem.
00:56:03Na verdade, quem vai ser beneficiado é o viajante.
00:56:05É o viajante.
00:56:06Tem descontos.
00:56:07Ah, que legal.
00:56:08Então, você está oferecendo promoção de 40 anos para o agente que vende e promoção
00:56:12pra quem compra.
00:56:13Pra quem compra, exatamente.
00:56:15E muitas outras coisas.
00:56:16Então, assim, todo mês, 40 ofertas diferentes.
00:56:19A gente não repete oferta.
00:56:21Vai gostar de trabalhar, né?
00:56:23Tem bastante coisa.
00:56:25Obrigada.
00:56:26Imagina.
00:56:26Muito sucesso aqui na feira e mais sucesso aí durante esses próximos 40 anos.
00:56:32Obrigada.
00:56:36Finalizando agora a cobertura da WTM, você vai conhecer uma história.
00:56:41Turismo sempre é sobre história.
00:56:43Eu estou aqui com o Ricardo, que é Country Manager da BWH Hotels.
00:56:48Parece uma sigla, mas tem uma história muito grande por trás, né, Ricardo?
00:56:52Bem-vindo.
00:56:52É isso mesmo.
00:56:53Muito obrigado, Isabela.
00:56:54É um prazer estar aqui com você na WTM, né, participando aqui da WTM com o nosso
00:56:59stand.
00:57:00E, pô, pra contar um pouco mais da nossa história, é sempre um prazer.
00:57:04A gente está falando de hotelaria, mas antes de falar de hotelaria, a gente está realmente
00:57:07falando de uma história, né?
00:57:09Sim.
00:57:10Pra sintonizar as pessoas, a BWH é o que as pessoas se conheciam como Best Western.
00:57:15Exatamente, exatamente.
00:57:17A empresa nasce com o Best Western lá quase 80 anos atrás.
00:57:22Inclusive, esse ano a gente faz 80 anos, né, e aí tem uma história muito interligada
00:57:29com a Rota 66, que também, né, está completando 100 anos, né, a gente estava conversando sobre
00:57:34isso.
00:57:35E a empresa nasce nesse eixo, né, nos Estados Unidos, ligando, né, que liga a Califórnia
00:57:41até o estado do Illinois, todo meio oeste americano, né, até o oeste mesmo, a costa oeste.
00:57:48Pra gente é um marco importante, né, da nossa história.
00:57:52Nasce a Best Western e ao longo do tempo a rede foi adquirindo, construindo novas marcas,
00:57:58adquirindo novas redes, então começou em 2017 com o Surestay, que é uma rede americana.
00:58:06E em 2019 a gente adquire a World Hotels, que é uma rede alemã, com mais de 50 anos também
00:58:13de história, com um DNA muito parecido com o nosso, né, de associar autolêneros independentes.
00:58:20E isso com a junção da World Hotels, a gente consegue fechar um ciclo, né, desde os hotéis
00:58:29econômicos, os hotéis mid-scale, que já são amplamente conhecidos com a Best Western,
00:58:34e agora a World Hotels no mercado de luxo, né.
00:58:37Então, com isso a gente cria a nossa holding em 2022, mais ou menos, BWH Rota.
00:58:44Porque a natureza é diferente, 80 anos atrás, o que que fez a BWH Hotels nascer lá na Rota
00:58:5466 e o que que aquilo lá reflete hoje, né, porque a essência da empresa, na verdade,
00:59:01ela cresceu, mas ela não mudou, né.
00:59:03Exatamente, assim, ainda hoje, né, é uma associação de hoteleiros independentes sem
00:59:10fins lucrativos.
00:59:11Muita gente fala, pô, mas e aí, o que vocês fazem com o lucro?
00:59:14A gente reinveste esse lucro ou devolve pros nossos associados em forma de marketing, nas
00:59:22principais plataformas.
00:59:24Quer dizer, mas a ideia é fazer com que esse hoteleiro independente, afinal, consiga competir
00:59:29em pé de igualdade com as principais redes internacionais.
00:59:33E isso continua até hoje, na realidade.
00:59:36Então, o que que liga, né, o passado, 80 anos atrás a hoje, é que lá atrás, estavam
00:59:43se criando os primeiros centrais de atendimento, as listas telefônicas pra fazer as reservas.
00:59:52E hoje a gente já tá no mundo, e aquilo, naquele momento, era alta tecnologia.
00:59:59Sim, sim.
00:59:59Né, pra aquele momento, 80 anos atrás.
01:00:01Hoje a rede, ela tem embarcado em muitos dos nossos canais, ferramentas, inteligência
01:00:10artificial, por exemplo.
01:00:11E hoje, o hoteleiro independente, assim como lá atrás, ele não conseguia ter acesso
01:00:17à central telefônica.
01:00:20Custava muito caro, você tinha toda uma tecnologia.
01:00:23E hoje, 80 anos depois, muito hoteleiro independente não consegue acessar ferramentas de IA.
01:00:31ou, por exemplo, a gente fechou uma parceria agora recente com a Canary, que é uma plataforma
01:00:37de upselling dos hotéis, com IA integrada, que faz todo um acompanhamento do cliente,
01:00:43desde a reserva dele até o checkout dele, né, ampliando a venda do hotel, né, amplificando
01:00:52a venda do hotel com aquele cliente específico.
01:00:55E é uma ferramenta que se o hoteleiro independente for lá contratar direto, custa três vezes
01:01:03mais.
01:01:03E às vezes ele nem sabe como acessar, né, Ricardo?
01:01:05Ele nem sabe como acessar.
01:01:06Porque vocês trabalham também, eu imagino, que esse hoteleiro, quando entra com um de vocês,
01:01:11ele tem uma capacitação, ele começa a entender como é que é.
01:01:14Exatamente.
01:01:15E a gente tá falando de gente que realmente, assim, eu falo muito assim, a hotelaria, ela
01:01:18tem às vezes aquele cara que é o sonhador, né?
01:01:21Exato.
01:01:21E ele, ah, eu quero aposentar, quero ter minha pousada, quero ter meu hotel.
01:01:27E aí, quando ele já tá com os dois pés dentro, ele vê que o negócio não é tão
01:01:31simples assim, né?
01:01:32Exatamente.
01:01:33E aí, eu tenho uma série de histórias dessas, assim, de grandes empresários.
01:01:37Que pegam aposentadoria, que fez dinheiro em outra.
01:01:40Super bem sucedidos em outros segmentos.
01:01:43E quando eles olham e falam, ah, mas isso aqui é tão fascinante.
01:01:46Ah, 60 funcionários, eu tenho mil funcionários.
01:01:50Pô, esse faturamento aqui, isso aqui é brincadeira pra mim, mas é uma brincadeira que começa
01:01:57a sair caro, porque pra você realmente receber as pessoas, realmente fazer um trabalho diferenciado,
01:02:04precisa, não só de muito esmero, né?
01:02:10Muita dedicação, mas também você precisa de tecnologia, você precisa de parceiros
01:02:16pra te apoiar, saber equilibrar.
01:02:19Porque eu costumo dizer, o hoteleiro que tá lá na ponta, ele tem que receber bem.
01:02:25O papel dele é receber, fazer o operacional bem.
01:02:27Quando ele tá associado a uma rede internacional como essa, a gente tá olhando o mundo pra ele.
01:02:33E a gente vai chegar pra ele, vai entregar esses benefícios, essas ferramentas novas,
01:02:39os acordos globais, os acordos comerciais com as principais UTAs, enfim.
01:02:43A gente consegue entregar pra ele tudo o que ele precisa plugar pro hotel dele.
01:02:48Então ele consegue ficar focado naquilo que interessa, é receber o cliente dele bem, né?
01:02:55Fazer um beabá bem feito.
01:02:56Então a gente consegue ter desde a parte toda estrutural pro hoteleiro,
01:03:01pra refletir na entrega do cliente.
01:03:04Exatamente, exatamente.
01:03:06Basicamente de cabo a rabo, né?
01:03:08Quer dizer, quando ele entra na rede, a gente vai dar todo um treinamento,
01:03:11a gente vai dar todo o suporte, vai entender a necessidade dele pra aquele mercado.
01:03:16Obviamente vai entender qual o hotel dele, como se encaixa em uma das nossas marcas,
01:03:21ou vai ser uma assinatura só, nossa.
01:03:23Olha que legal.
01:03:24Quer dizer, ele mantém a independência dele, a identidade dele.
01:03:27E aí vai ter lá um buy BW, Premier Collection.
01:03:32E a gente vai acompanhando ele ao longo da operação.
01:03:36Então tem desde o revenue management que vai ligar pra ele, vai olhar como que tá a distribuição de preço,
01:03:44a distribuição dos quartos, em que canais ele tá trabalhando, como que os concorrentes dele estão atuando.
01:03:50Quer dizer, a gente faz todo um acompanhamento, nossa equipe de vendas.
01:03:54Ah, tem um RFP com uma empresa que tem interesse nessa região.
01:04:00Então ele já recebe esse RFP das mãos dos nossos vendedores.
01:04:05Olha, preenche, vamos fazer assim, vamos fazer essa.
01:04:08Quer dizer, e essas reservas começam a entrar com zero esforço.
01:04:12É todo um processo aí que a gente faz, até pra esse cliente realmente ser bem sucedido.
01:04:17Desde no inbound aí da empresa, né, dentro da empresa e depois o acompanhamento ao longo do tempo.
01:04:24Hoje, assim, falando de Brasil, como é que o grupo tá distribuído no território brasileiro?
01:04:29Chegada há quatro anos atrás da empresa, foi com o intuito de trazer a empresa pro Brasil efetivamente.
01:04:37Você fez a implantação no...
01:04:38Exatamente, a gente trouxe a empresa, até então a empresa sempre esteve fora.
01:04:42Então pra você contratar, você contratava no exterior, nos Estados Unidos.
01:04:48Então a gente trouxe, abriu uma filial da BWH aqui no Brasil, no ano passado.
01:04:54Com isso a gente fez toda a reformulação dos nossos contratos.
01:04:58Então os contratos são mais amigáveis com a legislação, né, conversa, são mais adaptáveis com a legislação brasileira.
01:05:06A gente fez uma parceria com um provedor local também de PMS, a Totos.
01:05:11Então a gente tem uma conexão hoje com a Totos.
01:05:14E com isso, com todo esse...
01:05:19Essa...
01:05:19Esse arcabouço, né?
01:05:21O arcabouço, eu pensei em arcabouço, mas pensando em uma palavra...
01:05:23O arcabouço é uma palavra tão pesada, mas é um arcabouço, uma plataforma.
01:05:28A gente consegue hoje ofertar pra esse hoteleiro, por exemplo, faturar todas as nossas taxas em reais.
01:05:34Ele vai poder pagar aqui no Brasil.
01:05:36E até parece uma coisa meio...
01:05:38Nossa, é como...
01:05:39Não tinha isso antes?
01:05:41Não, não tinha.
01:05:41Não costuma brincar que esse hoteleiro que se associava com a gente, ele queria muito a rede.
01:05:47Porque...
01:05:48Entendi.
01:05:48Não era tão simples.
01:05:49Não era tão simples.
01:05:51Então, e acho que o resumo é esse.
01:05:53A ideia foi simplificar a associação dos hotéis com a nossa rede.
01:05:58Ou seja, de novo, voltando à história lá de 80 anos.
01:06:00Exatamente.
01:06:01Que era simplificar a jornada do turista pela rota, né?
01:06:03Exatamente.
01:06:04Então a ideia foi simplificar...
01:06:06Hoje são quantos?
01:06:07Hoje são seis hotéis que a gente tem no Brasil.
01:06:09O plano é chegar em 2030 com 30 hotéis.
01:06:13Então essa é a nossa meta.
01:06:15Esse ano a gente já tem pelo menos uns cinco contratos bem engatilhados.
01:06:21Então a gente acredita que ao longo desses próximos dois anos esses hotéis vão abrir.
01:06:27E obviamente a ideia é de, ganhando mais tração, a gente chegue nessa meta de 30 hotéis até 2030.
01:06:34Eu vou deixar os links na matéria, né?
01:06:36Você já sabe que todo podcast que a gente vê aqui no canal do YouTube do Portal Ai, você confere
01:06:42também a matéria escrita no turismo.ai.com.br.
01:06:46Ricardo, eu quero te agradecer muito.
01:06:48Eu que agradeço a oportunidade de poder conversar um pouquinho mais sobre a VWH Rotas aqui no Brasil.
01:06:54Imagina.
01:06:54E de novo, parabéns.
01:06:56Te espero em Minas Gerais para um pão de queijo.
01:06:58Opa, com todo prazer. Adoro Minas.
01:07:01E com hotéis também, né?
01:07:03Opa, com certeza. Se Deus quiser, né? Belo Horizonte, está de olho Uberlândia, Uberaba.
01:07:09Vão ser muito bem-vindos.
01:07:10Obrigado, obrigada.
01:07:11A gente termina aqui a cobertura da WTM com essa história linda que mostra que o associativismo bem trabalhado funciona
01:07:20sim.
01:07:21Tá bom? Te vejo na próxima semana de volta lá no estúdio.
01:07:24Não deixe de seguir as nossas redes sociais, arroba Portal Ai Turismo, Estado de Minas e Portal Ai.
01:07:31Até semana que vem.
01:07:33Tchau.
01:07:34Tchau.
01:07:35Tchau.
01:07:40Tchau.
01:07:45Tchau.
01:07:46Tchau.
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