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O que é seguro ou não no Rio de Janeiro? Como se hospedar em Copacabana, a orla mais famosa do mundo? Quais as melhores maneiras de reservar um hotel?

Essas e outras questões são o tema deste episódio do Podcast Uai Turismo. Isabella Ricci conversou com Jorge Chaves, diretor comercial e de operações da rede de hotéis Othon.

Ao longo da conversa eles falaram sobre segurança no Rio de Janeiro, as opções do que se fazer na zona sul do Rio e para quem gosta da parte técnica, vai poder se aprofundar no tema da gestão hoteleira e entender os bastidores do relacionamento com hóspedes, tecnologia e inteligência artificial na hotelaria.


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#podcast #uaiturismo #othon

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Transcrição
00:00:00E é real, os hóspedes, eles têm medo de estar no Rio ou não?
00:00:03Mas isso é distante da zona turística do Rio de Janeiro.
00:00:06Isso não é a realidade da zona turística do Rio de Janeiro.
00:00:08Esse conceito de rooftop, que é algo novo, já tinha lá no restaurante Varandão há algumas décadas atrás.
00:00:13Se você não tiver aquilo que aperta lá o copanhar da operação no início,
00:00:17você dificilmente vai tomar uma decisão estratégica boa o suficiente para atender a expectativa do cliente.
00:00:21A maior ansiedade do turista é o deslocamento que ele tem quando ele chega no aeroporto para o hotel.
00:00:26A gente está lá, que é o hotel frente praia, que é o hotel em Copacabana, que é o hotel
00:00:30no Rio de Janeiro.
00:00:31Então, o cuidado do cliente, fazer sua reserva nesse sentido, para que ele acabe não sendo enganado com um barato
00:00:37secado.
00:00:38É, podemos.
00:00:41A Orla do Rio de Janeiro é um dos locais mais desejados, não só pelos brasileiros, como também pelos estrangeiros.
00:00:49Ficar hospedado ali com vista para o Mar de Copacabana, uma das praias mais famosas do mundo, também é um
00:00:56desejo.
00:00:57E hoje a gente vai falar exatamente sobre como ficar hospedado na Orla do Rio de Janeiro.
00:01:03Esse é o tema de hoje, do podcast White Tourism, que está sendo gravado direto daqui do Rio de Janeiro,
00:01:09nos estúdios da Rádio Tupi.
00:01:25Ele é formado em administração com pós-graduação em gestão de negócios e finanças e especializações em análise de dados
00:01:34e inteligência artificial em Cambridge e Chicago.
00:01:38Ele alia visão analítica e experiência operacional para transformar a experiência dos hóspedes.
00:01:44Com mais de 20 anos de carreira nos hotéis Oton, Jorge Chaves é hoje diretor comercial e de operações da
00:01:51rede.
00:01:52Ele é referência em gestão estratégica e inovação na hotelaria brasileira em um hotel tão tradicional.
00:01:58Bem-vindo, Jorge. É um prazer recebê-lo aqui.
00:02:01Um prazer, Isabela. Não poderia esperar uma introdução falando do Rio de Janeiro diferente de uma mineira, né?
00:02:06Tem que falar de praia.
00:02:08Com sotaque, com praia.
00:02:09É isso, tem que ter.
00:02:10Tem que ter, né? Tem que ter.
00:02:12Mineiro vai pra praia até quando tá nublado, né?
00:02:14É isso que a gente fica feliz, né?
00:02:15Não é à toa que Minas Gerais ocupa uma posição tão relevante pra gente na nossa segmentação.
00:02:21Mineiro adora praia e gosta muito do nosso hotel também, então isso é ótimo.
00:02:25Na verdade, o Rio é a nossa praia mais próxima, né?
00:02:27Apesar do Mineiro ir muito também pro Espírito Santo, de carro a gente tá a quatrocentos e poucos quilômetros, que
00:02:34é...
00:02:34Pra gente é perto, né?
00:02:36Um estado com 853 municípios, né?
00:02:39Antigamente, quando eu ia mais a Minas, quando tínhamos hotel lá, o pessoal dizia que Minas Gerais tinha praia, sim,
00:02:45era o Rio de Janeiro.
00:02:46Então, faz parte, faz parte.
00:02:48Estamos juntos ali.
00:02:49O Otom de Belo Horizonte sempre foi um hotel muito icônico.
00:02:53E assim, eu te falei que eu comecei minha carreira na hotelaria, né?
00:02:56Eu lembro eu passando em frente ali na Afonso Pena, que o prédio é lindo, né?
00:03:00É um prédio arredondado, ele ficava muito iluminado.
00:03:03É moderno ao seu tempo, né?
00:03:04É um prédio da década de 70.
00:03:06Exatamente.
00:03:07E aí eu tava com o meu tio de carro, ele tinha um fusquinho amarelo, ele passou e eu falei
00:03:11assim,
00:03:12esse aqui é o hotel mais chique de Belo Horizonte.
00:03:16E era mesmo, né?
00:03:17E era, né?
00:03:17Durante décadas, foi um dos principais hotéis de Belo Horizonte, era um hotel muito bom.
00:03:22Era muito bom e muito bonito, né?
00:03:24É uma característica do Otom, o restaurante no rooftop, quando nem se falava tanto de rooftop igual hoje a gente
00:03:32fala.
00:03:33Quando eu paro pra analisar a arquitetura dos prédios que temos e que tínhamos,
00:03:39a gente vê como que foi sempre um hotel muito bem pensado,
00:03:42uma construção muito bem pensada pra ser hotelaria à frente do seu tempo.
00:03:46Então, esse conceito de rooftop, que é algo novo, já tinha lá no restaurante Varandão há algumas décadas atrás.
00:03:54Com uma vista linda ali pro parque municipal, né?
00:03:57A mesma coisa acontece no Otom aqui de Copacabana, né?
00:04:02Mas antes da gente falar do Otom, eu queria falar um pouquinho da sua carreira, né?
00:04:05Eu te falei que eu imaginei que eu ia conversar com o senhor.
00:04:10Preciso esconder que pinta o cabelo ou não, né?
00:04:12Cadeira, não pinta.
00:04:14E, Jorge, me conta um pouquinho da sua carreira na hotelaria, assim.
00:04:20Eu gosto muito de falar como é que é possível crescer na hotelaria,
00:04:26principalmente num momento onde tá todo mundo de home office e tal,
00:04:32esse prazer, assim, porque a hotelaria, ela realmente é uma paixão.
00:04:35Todo hoteleiro que eu converso é um apaixonado, né?
00:04:38É, um hoteleiro, ele se torna um entusiasta do negócio, né?
00:04:41A hotelaria, ela, e isso é um dos motivos do meu grande carinho e apreço pela hotelaria,
00:04:47é porque ela permite o desenvolvimento interno, né?
00:04:50Então, quanto menos uma pessoa souber, muitas vezes é melhor.
00:04:54Porque você vai lapidando, tanto na questão cultural de cada rede,
00:04:59mas também no conceito da hotelaria.
00:05:01Mas pra ser hoteleiro, tem que ter um perfil específico.
00:05:05É o gostar de servir, o gostar de pessoas, o gostar de gente,
00:05:09o gostar de estar disponível, o gostar de trabalhar bastante também.
00:05:13Porque, como você disse, no conceito de home office,
00:05:16não dá pra adotar home office trabalhando dentro de uma área operacional de um hotel.
00:05:2124 horas e não tem jeito, né?
00:05:23Como você disse, eu tenho 20 anos, indo pra 21 anos de Hotel Zoltom,
00:05:28comecei minha carreira na hotelaria em Hotel Zoltom,
00:05:31comecei numa área administrativa, na época com um dos proprietários da rede,
00:05:36que foi o Sr. Álvaro Bezerra de Mello, o qual tem um grande apreço e carinho.
00:05:41E, dali em diante, eu fui trilhando vários hotéis,
00:05:44trabalhei por algum tempo nos outros hotéis da rede,
00:05:46como lá na Bahia, em Ondina, que tínhamos o Baia Otom.
00:05:50Então, em Belo Horizonte, passei muitas estadas lá,
00:05:53um grande período de permanência lá, junto com a gestão da época do hotel.
00:05:58E, dentro da trilha de conhecimento hoteleiro,
00:06:03saí de um cargo administrativo,
00:06:06pra então, hoje, ocupar a diretoria operacional e comercial de Hotéis Zoltom.
00:06:12Esse caminho de carreira são poucas empresas que possibilitam esse desenvolvimento.
00:06:18Verdade.
00:06:19Então, eu sou um prata da casa com muito orgulho
00:06:21e que pude desenvolver ao longo desse tempo
00:06:25e desenvolver ao longo desse tempo
00:06:27muitos trabalhos significativos dentro do grupo
00:06:30e, principalmente, me apaixonar pela história da empresa
00:06:33e, obviamente, pela hotelaria,
00:06:36que é uma das grandes forças do Rio de Janeiro.
00:06:40Turismo e hotelaria é pura história, né?
00:06:43Você está sempre contando uma história.
00:06:46E aí, na sua carreira toda,
00:06:49qual que é, hoje, estando como um diretor,
00:06:53a gente vê aí o pessoal...
00:06:55Eu falo da minha época, assim, falo com muita tranquilidade,
00:06:58porque eu sou turismóloga.
00:07:00Eram duas coisas que eu questionava muito, assim.
00:07:03Primeiro, quem forma na faculdade já quer formar como gerente,
00:07:07já quer entrar como gerente, né?
00:07:09E aí, primeiro, qual que é a importância de ter passado pela operação
00:07:13para hoje conseguir assumir um cargo mais estratégico, né?
00:07:19É conhecer bem aquilo que você vai direcionar é fundamental.
00:07:24Eu digo que se eu não tivesse tido a bagagem que eu tive
00:07:28de ter passado por diversos desafios dentro de áreas de micro,
00:07:33eu nunca mais conseguiria compreender o macro.
00:07:36Então, hoje, na minha posição, obviamente,
00:07:38eu tenho um olhar muito mais amplo do que eu tinha
00:07:42nas minhas funções anteriores.
00:07:46Entretanto, se eu não as conhecesse e, principalmente,
00:07:49aquelas funções às quais o hóspede tem o seu primeiro contato,
00:07:54a sua primeira experiência e o que é um dos grandes marcos
00:07:58do início da trajetória dele dentro do hotel,
00:08:01a gente provavelmente se perderia nesse caminho.
00:08:04Então, é impossível alguém sair de uma faculdade direto
00:08:09para um cargo gerencial.
00:08:10Vai ser frustrante para o hotel que o contratou
00:08:13e para a própria pessoa, porque não vai conseguir desenvolver
00:08:16o trabalho necessário.
00:08:17Por isso que a hotelaria e o turismo, de modo geral,
00:08:20ele é uma função em trilha, né?
00:08:22A pessoa vai se desenvolvendo numa trajetória
00:08:25que vai possibilitá-la chegar a uma determinada posição
00:08:29dentro da hierarquia de uma empresa
00:08:31e com bagagem suficiente para tornar esse caminho de sucesso.
00:08:35E até para entender, né?
00:08:37Quando um colaborador, às vezes, chega com alguma demanda
00:08:40ou com alguma dificuldade, se você já esteve na operação,
00:08:43você sabe se aquela dificuldade é legítima,
00:08:45ela faz sentido ou não, né?
00:08:48Embora a hotelaria seja muito...
00:08:51Hotelaria e o turismo, de modo geral,
00:08:53mas cada dia uma novidade,
00:08:55mas tem sim esse conhecimento de bagagem
00:08:58que nos ajuda a tomar boas decisões.
00:09:00E quando a gente olha a necessidade
00:09:03de cada vez mais se reinventar,
00:09:07de criar experiências diferentes,
00:09:09de gerar a proximidade com o cliente,
00:09:12se você não tiver aquilo que apertará o calcanhar
00:09:15da operação no início,
00:09:16você dificilmente vai tomar uma decisão estratégica
00:09:19boa o suficiente para atender a expectativa do cliente.
00:09:22Então, a bagagem é fundamental
00:09:24dentro do desenvolvimento de um futuro hoteleiro.
00:09:26No caso do Otom, Copacabana ali,
00:09:30a gente...
00:09:31Acho que todo hotel,
00:09:33ele acaba sendo o primeiro contato real do turista com o destino.
00:09:37Você chega no aeroporto, você está desembarcando,
00:09:39é meio que a mesma coisa,
00:09:40o aeroporto pode ser bom ou ruim,
00:09:42mas é uma...
00:09:44já gera uma ansiedade,
00:09:45você não sente se chegou no destino ainda.
00:09:47Eu entrevistei o diretor de comunicação da BUC
00:09:51e ele falou que, numa pesquisa deles,
00:09:53a maior ansiedade do turista
00:09:56é o deslocamento que ele tem
00:09:58quando ele chega no aeroporto para o hotel.
00:10:00Isso aí foi mapeado.
00:10:01Ou seja, o hotel é, de fato, o primeiro contato
00:10:03não só com o lugar que ele vai ficar hospedado,
00:10:05mas com o destino.
00:10:06E estando de frente para a praia de Copacabana,
00:10:09a responsabilidade aí,
00:10:10eu acho que ela triplica ou quadriplica.
00:10:14Como que isso é trabalhado ali?
00:10:16Eu vi que você tem um currículo enorme aí
00:10:18para trabalhar a experiência do hosped, né?
00:10:22Se o check-in foi ruim,
00:10:23se ele foi mal atendido ali,
00:10:25aquilo ali pode, como a gente diz em Minas,
00:10:27desandar a estada inteira, né?
00:10:29Sim, verdade.
00:10:30A gente diz lá, Isabela,
00:10:33que é um caminho completo, né?
00:10:35Começa desde a procura por um hotel
00:10:38onde a pessoa já vai criando expectativas.
00:10:41Verdade.
00:10:41Ela digita lá que era um hotel frente praia,
00:10:44que era um hotel em Copacabana, né?
00:10:46Que era um hotel no Rio de Janeiro.
00:10:48Ela já vai criando algumas expectativas
00:10:50que vão precisar ser atendidas
00:10:52quando ele acessar o hotel, enfim.
00:10:54Mas o caminho começa lá atrás.
00:10:56Então a gente se preocupa com informações fidedignas,
00:10:59com avaliações reais.
00:11:02Então a gente coloca fotos reais das nossas unidades.
00:11:06O nosso site, ele é mapeado para identificar esse perfil de procura.
00:11:12As informações que estão contidas nas plataformas online,
00:11:15nas UTIs, elas também são condizentes com os produtos e serviços
00:11:19oferecidos pelo hotel.
00:11:20Que esse primeiro contato,
00:11:22embora seja...
00:11:24Existe muita informação envolvida,
00:11:28ele é o princípio de tudo.
00:11:29E ele precisa ser bem fiel ao que o hotel proporciona.
00:11:33A partir dali, a gente continua esse mapeio.
00:11:36A primeira impressão do hóspede chegar na porta do hotel,
00:11:41encontrar o capitão porteiro para recebê-la,
00:11:43para abrir as portas,
00:11:44encontrar o mensageiro para receber as suas malas,
00:11:47ser designado até a recepção.
00:11:49Então, o quarto que ela tanto procura e ela tanto desejou
00:11:53quando ela fez a reserva,
00:11:55estar dentro de um primor de qualidade que ela deseja.
00:11:59E quando a gente fala ali do Otom Copacabana,
00:12:01o muito interessante dele
00:12:03é justamente essa impressão inicial que o cliente tem.
00:12:07Primeiro ele chega na frente do hotel
00:12:09e vê um hotel gigantesco.
00:12:11Nós temos 586 quartos,
00:12:1431 andares ali de apartamentos e áreas para o cliente.
00:12:20E é um hotel muito grande que se destaca à distância.
00:12:24Você vê o Hilton Palace de qualquer ponto da cidade.
00:12:28Ele é o mais alto daquela parte de Copacabana?
00:12:30É, de Copacabana ele é o mais alto.
00:12:32Em Copacabana, há dois hotéis centrais em termos de altura, tá?
00:12:37Que é o Hilton Palace aqui no Posto 5
00:12:39e o Hilton aqui na ponta, na entrada ali,
00:12:42meio leme, meio Copacabana ali.
00:12:44Mais lá no início.
00:12:45Mais lá no início, perto da Rainha Elizabeth.
00:12:47Então, são dois hotéis que pelo seu tamanho eles se destacam, né?
00:12:51E o Hilton, ele é um hotel robusto.
00:12:54Porque ele, além de alto, ele é largo também.
00:12:58Então, ele chama muito a atenção.
00:13:00E a gente falava no nosso bate-papo antes aqui
00:13:03sobre arquitetura, sobre conceitos, né?
00:13:07E isso é bem legal do Otom.
00:13:08Porque o Otom, ele teve uma...
00:13:10A construção do prédio, teve uma definição ali
00:13:13que foi muito importante.
00:13:15Decidiu-se colocar uma sacada.
00:13:17E essa sacada, embora pequena, não é uma varanda,
00:13:20ela nos possibilita ter uma janela enorme pro mar.
00:13:25Então, quando o nosso cliente entra dentro do quarto,
00:13:28ele se depara com a praia de Copacabana emoldurada.
00:13:31De tirar o folho.
00:13:32É, de tirar o folho.
00:13:33Eu vou falar porque eu estou hospedada no Otom.
00:13:36Inclusive, muito obrigada pela recepção.
00:13:39Tem sido incrível.
00:13:40E eu achei incrível ficar num apartamento de lado.
00:13:44Porque quando eu vi que meu apartamento era lateral,
00:13:46eu achei que era aquele apartamento que você tinha que fazer assim.
00:13:49Pra ver o mar, né?
00:13:50E não é.
00:13:51Eu vejo forte.
00:13:53Ele tá aberto, assim.
00:13:54Você vai ver a matéria lá, que você vai ver a foto da minha janela.
00:13:57Que não é uma janela, é uma mini varanda, realmente.
00:14:00Mas é a vista, assim.
00:14:01É um quadro mesmo, né?
00:14:02É um quadro.
00:14:03E isso é o bacana.
00:14:04Como a gente é um hotel muito alto.
00:14:07Então, a gente, mesmo nos quartos laterais,
00:14:09a vista do mar é incrível.
00:14:11É incrível.
00:14:11E na nossa posição ali, alguns quartos,
00:14:14vem outras praias, como as praias de Ipanema,
00:14:17vem Copacabana, obviamente, como um todo.
00:14:20E até, eu tenho alguns poucos quartos de fundos.
00:14:23Mas esses quartos, vem Lagoa,
00:14:26vem as montanhas ali atrás.
00:14:28Então, é um hotel muito bem desenhado
00:14:31e muito bem construído.
00:14:32O prédio foi construído pra ser hotel?
00:14:34Ele foi construído pelo Grupo Otom
00:14:37para ser hotel.
00:14:41E até onde eu sei,
00:14:43é um dos únicos ou poucos hotéis
00:14:45que nunca mudaram de bandeira na Orla de Copacabana.
00:14:48Olha só.
00:14:49Então, todos os outros grandes hotéis ali,
00:14:51pelo menos os grandes, eu posso afirmar,
00:14:54todos eles já mudaram de bandeira
00:14:55algumas vezes durante a sua existência.
00:14:59E Otom é um prédio que foi inaugurado
00:15:02em 4 de abril de 1976.
00:15:08Ou seja, esse ano nós estamos completando 50 anos de existência
00:15:13do Rio Otom Palace Hotel.
00:15:15E desde a sua inauguração,
00:15:17ele pertence à mesma bandeira que o opera
00:15:21desde a sua inauguração.
00:15:23Aí eu quero começar a falar de experiência, né?
00:15:25Não só da experiência turística de estar na cidade,
00:15:28como da experiência do hóspede.
00:15:31Você tem um currículo onde a gente percebe
00:15:34que você investiu muito em inovação e tecnologia
00:15:38na sua carreira e está à frente da direção
00:15:42de um hotel extremamente tradicional.
00:15:46Como que você equilibra essas duas coisas?
00:15:49Porque as pessoas não abrem mão hoje
00:15:51da tecnologia e da inovação,
00:15:52mas elas também querem sentir a tradição do local,
00:15:55principalmente no hotel que é tão tradicional.
00:15:57Quem se hospeda muito sabe a tradição da rede.
00:16:00Como que equilibra isso?
00:16:03Isso é muito importante, né?
00:16:04Porque certas coisas, elas são imutáveis.
00:16:08Umas coisas imutáveis é a cultura que o hotel tem.
00:16:13A Otom é uma empresa de comotelaria
00:16:18com mais de 80 anos de experiência em hotel.
00:16:22O Rio Otom Palace tem 50 anos.
00:16:24Então, o primeiro, respeito essa história.
00:16:27Isso é imutável.
00:16:30E é isso que nos trouxe,
00:16:32desde a sua inauguração, a existir até hoje.
00:16:35São poucas empresas no Brasil
00:16:37que sobreviveram tanto tempo.
00:16:39Com certeza.
00:16:39Então, ela tem uma história
00:16:41e ela precisa ser respeitada.
00:16:43E a gente respeita muito essa história.
00:16:45Por exemplo, cerca de dois anos atrás,
00:16:48a gente decidiu abrir um novo espaço,
00:16:51que é um lounge business,
00:16:52que é onde as pessoas podem fazer um check-in privativo.
00:16:57A gente designou as suítes,
00:16:59alguns quartos importantes,
00:17:01presidentes, VIPs,
00:17:02para fazer um check-in diferenciado.
00:17:04E quando a gente estava decidindo
00:17:06que nome escolher para esse espaço,
00:17:08a gente não poderia ter escolhido
00:17:10algo melhor do que o nome da matriarca
00:17:13da família Otom,
00:17:14que foi a senhora Maria Amália.
00:17:16Então, a nossa sala é Sala Maria Amália,
00:17:19em homenagem à matriarca da família esposa do senhor Otom,
00:17:24do qual tudo veio à origem,
00:17:26tudo veio a existir.
00:17:27Então, esse respeito a essa origem,
00:17:29ela é muito importante.
00:17:31Mas tudo aquilo que é concreto
00:17:33e tudo aquilo que é Wi-Fi,
00:17:34a gente pode transformar e melhorar.
00:17:36E isso tem sido a nossa filosofia ali.
00:17:39Então, a gente vem promovendo
00:17:41através de inteligência de mercado,
00:17:45entendendo o que o cliente se importa,
00:17:47o que faz diferença na hospedagem dele,
00:17:50o que interessa para ele.
00:17:51A sua visão sobre a hotelaria é uma,
00:17:55a minha,
00:17:56vivendo ali no dia a dia vai ser outra,
00:17:59mas qual é a percepção média do nosso cliente?
00:18:02O que ele busca, né?
00:18:03O que ele quer.
00:18:04E isso é fundamental para a gente tomar decisões.
00:18:07Às vezes a gente pode ir no achismo,
00:18:09que é um erro muito grande,
00:18:11pode acertar, mas pode errar muito.
00:18:13Porque no achismo a gente acaba ganhando
00:18:15o que a gente gostaria.
00:18:16Exato.
00:18:17O que é bom para mim?
00:18:18O que é bom para mim vai variar muito, né?
00:18:21Então, a gente, antes de tomar qualquer decisão,
00:18:23qualquer ação,
00:18:24a gente se aprofunda na percepção do cliente.
00:18:27A gente faz pesquisas específicas,
00:18:29a gente faz pesquisas de mercado,
00:18:31a gente compara comportamentos de mercado,
00:18:34de modo geral,
00:18:35a gente pede ajuda a informações de parceiros,
00:18:37que detêm de muita informação,
00:18:39e são muito úteis de modo geral,
00:18:41para a gente ir tomando decisões saudáveis sobre o produto.
00:18:44Por exemplo, a gente está fazendo neste momento,
00:18:47e eu estou falando de janeiro e fevereiro de 2026 na Alta,
00:18:51a gente está fazendo uma obra muito relevante,
00:18:52que é uma reforma do nosso espaço de restaurante.
00:18:55E a gente definiu isso através das pesquisas que a gente fez.
00:18:58A gente precisava melhorar o espaço,
00:19:01a gente precisava tornar o espaço mais intimista,
00:19:04e a gente trouxe tudo o que a gente conseguiu obter das informações do nosso cliente
00:19:09para um projeto que vai atender os desejos dele.
00:19:14A gente também viu que o nosso cliente corporativo,
00:19:16ele tem uma busca muito específica de tomar um café da mãe rápido,
00:19:20com pouco volume,
00:19:22com pouco barulho ao seu redor.
00:19:25Então, dentro desse projeto,
00:19:26a gente desejou um espaço que vai atender a demanda do nosso corporativo.
00:19:30E isso...
00:19:31Tem um volume grande de corporativo?
00:19:33Bastante.
00:19:34É mesmo?
00:19:34Bastante.
00:19:35Embora seja um hotel frente mar,
00:19:37por que não viajar a negócio e estar muito bem hospedado?
00:19:41Então, essa filosofia nos ajuda muito.
00:19:45Essa busca nos ajuda muito.
00:19:47Então, a gente tem uma demanda muito considerável de clientes corporativos,
00:19:51de mais também.
00:19:52Então, a gente foi decidindo aprimorar ali a experiência do cliente
00:19:57através daquilo que a gente aprendeu dele.
00:19:59A gente também percebeu que havia um espaço
00:20:02para a gente já começar a trabalhar com o IA.
00:20:05Então, o nosso atendimento hoje,
00:20:07a gente incluiu um agente de reservas dentro da nossa central de reservas,
00:20:11que é atendimento por IA.
00:20:13Então, ele atende.
00:20:14E por que a gente viu isso?
00:20:16Porque o horário da minha central de reservas, ela começa...
00:20:19E a IA é diferente de um bote ali.
00:20:22É diferente de um bote.
00:20:23Uma IA mesmo.
00:20:25Então, como assim ela funciona?
00:20:27Ela atende durante o dia,
00:20:29mas principalmente nos horários onde eu não tenho um agente físico.
00:20:34Então, eu encerro o atendimento da minha central às sete da noite.
00:20:37E a gente percebia que havia uma demanda muito grande após esse horário,
00:20:42no final de semana, num domingo.
00:20:44Então, essa nossa IA, que é chamada de IA,
00:20:47e IA porque é Maria Amalia.
00:20:51Então, é uma homenagem, de novo, à nossa origem, à nossa tradição.
00:20:55Então, a IA, ela faz esse atendimento,
00:20:58ela entende o que o cliente quer.
00:21:01Seria que é um quarto com vista.
00:21:03Ela vende o quarto.
00:21:05Ela faz a reserva.
00:21:07Olha só.
00:21:08E ela tira dúvidas.
00:21:09Por exemplo, você tem uma reserva e você diz para ela,
00:21:12olha, o número da minha reserva é esse, qual quarto eu vou ficar?
00:21:15E ela te explica o quarto que você vai ficar.
00:21:17Ela explica qual é a vista que você pode ter.
00:21:20A vista Leme, a vista Copacabana, a vista Frente Mar.
00:21:23O que você pode fazer, se você quiser, é ter um quarto diferente também.
00:21:27Então, essa implantação, ela foi muito importante.
00:21:30E isso é muito relevante para a hotelaria.
00:21:34Normalmente, a gente, na hotelaria, a gente sempre está um passinho um pouco atrás
00:21:38do que outros segmentos vão evoluindo.
00:21:41Já ouvi falar isso mesmo.
00:21:42Isso acontece.
00:21:43Por exemplo, quando as companhias aéreas já estavam extremamente feras em revenue management,
00:21:49nós ainda não fazíamos isso.
00:21:51A hotelaria não fazia isso.
00:21:52Foi um aprendizado com a companhia aérea.
00:21:55Nós tínhamos muitas tarifas fixas, variava muito pouco.
00:21:59Hoje em dia, isso já não existe mais na maioria dos hotéis.
00:22:01E hoje, você consegue fazer flutuação de tarifa muito mais regular do que na minha época lá atrás.
00:22:08Era construir um tarifário que a gente já tinha construído fixo.
00:22:11De janeiro a dezembro.
00:22:12Exatamente.
00:22:13E esse era o modelo antigamente.
00:22:15Mas a hotelaria aprendeu com outra segmentação, que é a aviação.
00:22:19Que a gente precisava fazer um RM das nossas tarifas.
00:22:23E hoje, boa parte da hotelaria do mundo e do Brasil já funciona assim.
00:22:27Nós lá temos revenue em tempo real.
00:22:30Entrou 10 reservas novas.
00:22:32Isso vai variar em alguma coisa dentro da nossa flutuação de diárias.
00:22:37Que também funciona com inteligência artificial.
00:22:40Ele vai mapeando áreas quentes.
00:22:43Ou seja, onde estamos afluindo mais ocupação ali.
00:22:47Uma demanda aquecida.
00:22:48Ele compara com demanda de mercado.
00:22:50Aqui temos uma oportunidade de crescer em diária média.
00:22:53Ele vai funcionando isso automaticamente dentro do nosso sistema hoje.
00:22:58Isso é muito importante.
00:23:00Porque tem algumas pessoas que dizem que tem medo da IA.
00:23:05Que IA pode fazer ou deixar de fazer.
00:23:08Eu costumo conversar com o meu time.
00:23:10Para a gente não ter esse tipo de receio.
00:23:11Porque, no geral, nós seremos substituídos por um outro humano que usa IA melhor do que a gente.
00:23:17Então, se a gente começar a usar antes, mais conhecedor nós vamos nos tornar.
00:23:23E mais essa ferramenta, que ela não deixa de ser uma ferramenta.
00:23:27Ela vai ser prática e usada para a gente.
00:23:29Então, a gente lá tem chat de EPT para o nosso time de vendas, de marketing.
00:23:37Que vai contribuindo ali para confeccionar, para fazer ajustes de texto.
00:23:42É uma ótima ferramenta de revisão.
00:23:44Com certeza.
00:23:44Usar é muito prática e nos acelera.
00:23:48E a gente consegue ter aquilo que o humano é inquestionavelmente melhor.
00:23:53Que é a sua capacidade criativa.
00:23:56mais livre para poder pensar e gerar aquilo que a gente tanto necessita.
00:24:01Que é a evolução do nosso negócio.
00:24:03E canalizar o seu esforço.
00:24:06Eu acho que a IA traz muito isso.
00:24:10Eu estive em um evento nos Estados Unidos, ano passado, de turismo.
00:24:14Mais fechado, assim, só para destinos americanos.
00:24:18E uma das conversas que a gente teve lá com relação à inteligência artificial é assim.
00:24:22Aqui a gente já não discute mais se vai usar.
00:24:27A gente discute só o como.
00:24:28Sim.
00:24:29Né?
00:24:30E aí eu acho que sai na frente a hotelaria e o setor de turismo no geral.
00:24:35Que souber utilizar da melhor forma.
00:24:38Né?
00:24:38Para lá na hora que chega na ponta.
00:24:40Sim.
00:24:41Conseguir atender o turista e o seu hóspede.
00:24:43E aí me conta a Dalia.
00:24:45Eu já fiquei íntima da Dalia.
00:24:46Sim.
00:24:46Você já tem um voo?
00:24:47Desde quando que ela está rodando?
00:24:49Ela tem um ano já.
00:24:50Um ano.
00:24:50Você já tem uma métrica aí de, assim, quanto que ela tem sido acessada?
00:24:57Se já tem uma representação razoável aí com relação à reserva?
00:25:02Quem se sente confiante para fazer a reserva mesmo chegar na conversão real?
00:25:06Isso é fantástico.
00:25:07Quando eu pego, assim, atendimentos feitos pela LIA no final de semana, ultrapassa 5 mil atendimentos.
00:25:13Olha isso, né?
00:25:13No final de semana.
00:25:14Isso sexta, domingo?
00:25:16Sexta, domingo.
00:25:16No horário que a MESA Central não está funcionando.
00:25:19Então, eu tenho muito atendimento à noite.
00:25:21Às vezes as pessoas estão lá com uma possível insônia.
00:25:25Não tenho dúvida.
00:25:26Ou, toma dúvida assim, né?
00:25:26Da sua reserva.
00:25:27Ela vai lá e faz a pergunta, né?
00:25:30Tem gente que dá bom dia, boa tarde para a LIA, apenas isso.
00:25:32Mas tudo bem.
00:25:33Isso faz parte do bom atendimento que ela também deve dar.
00:25:37Mas o atendimento útil, né?
00:25:39Assim, ele é muito representativo.
00:25:42Então, a gente hoje tem um volume de atendimento no final de semana tão grande quanto é o dia de
00:25:47semana com agentes físicos.
00:25:50Só um pequeno trecho do que ela produz de receita.
00:25:55A gente teve, na primeira semana de utilização da LIA, depois que a gente passou ali pelo soft opening dela,
00:26:03ela, em uma semana, em um mês, ela chegou a vender 300 mil reais só ela.
00:26:08De reservas, né?
00:26:09Então, isso é muito bacana, né?
00:26:11E ela tem evoluído cada vez mais.
00:26:14Ela vai aprendendo com o seu próprio atendimento, né?
00:26:17Então, isso é muito bacana.
00:26:18O que a gente vai começar a implantar agora também são tótens autônomos de atendimento, onde o hóspede vai poder
00:26:26fazer o seu check-in completo, pegar a chave do quarto e ir direto para o quarto.
00:26:31Isso a gente tinha alguns entraves antes tecnológicos que agora se tornaram possíveis.
00:26:36E a gente vai começar fazendo um teste inicial.
00:26:39E quem sabe esse sistema daqui a pouquinho evolua com a inteligência artificial, que é o grande interesse.
00:26:45Ele já olhar você, te identificar, quem sabe, ou você já esteve aqui antes, já é um hóspede habituê, já
00:26:52sabe das suas preferências, já escolhe automaticamente o seu quarto com base naquilo que você avaliou das suas últimas hospedagens.
00:26:59Eu acho que esse é o caminho para a hotelaria, ela se tornar cada vez melhor.
00:27:05Eu digo que a gente não pode ficar discutindo com aquilo que é possivelmente irreversível.
00:27:11Outras plataformas de reservas, outros meios de ocupação, a gente talvez não vai conseguir impedir que isso continue.
00:27:20Mas a gente pode criar um serviço cada vez mais qualificado, com uma experiência cada vez mais significativa,
00:27:28que de fato o nosso diferencial competitivo vai estar ligado nisso.
00:27:34E não a se eu tenho um quarto ou uma cama ou não, mas sim aquilo que eu proporciono de
00:27:40experiência do início da reserva até o check-out do cliente.
00:27:44Você sabe me falar aí quanto de estrangeiro e quanto de brasileiro utiliza a Lia para fazer reserva?
00:27:51Essa é uma boa pergunta, tá? Ela atende em todos os idiomas, eu não tenho cidado exatamente o ponto.
00:27:57Mas você sabe qual que é, mas eu quero entender assim, quem está mais aberto, o estrangeiro ou o brasileiro?
00:28:02Hoje ainda é o brasileiro.
00:28:04É mesmo?
00:28:05Eu acho que o brasileiro, ele tende a procurar mais informações depois que ele faz a reserva.
00:28:11Então ela acaba tendo muito atendimento assim.
00:28:15O estrangeiro, a gente consegue alcançá-lo muito através das UTIs, né?
00:28:20Que é o que vai desbravando territórios, né?
00:28:23Então hoje a gente tem dentro da nossa ocupação mais de 70% de hóspedes estrangeiros, que é bastante representativo.
00:28:33Eu digo que eu sou uma amostragem muito boa, com 586 quartos eu tenho uma boa amostragem.
00:28:37Só sentar na recepção ali e observar.
00:28:40E você vê vários idiomas ali, eu também gosto muito de fazer isso.
00:28:45Quando eu estou viajando a passeio de férias, ou até quando eu estou a trabalho também,
00:28:49eu costumo sentar um pouco no lobby bar e ficar ali, apreciando o movimento.
00:28:54Aquilo ali te conta muito, né?
00:28:56Conta muito, conta muito.
00:28:57Então a gente tem um volume muito representativo de hóspedes estrangeiros e que obviamente utilizam das nossas ferramentas.
00:29:04Mas a nível de dúvidas, questionamentos, etc., ali ela responde muito isso, muito bem.
00:29:10E isso é muito utilizado pelo cliente nacional.
00:29:14Isso é um dado fantástico.
00:29:15Eu imaginei que ia ser ao contrário.
00:29:18E aí você falou de mix de canais de venda, né?
00:29:21Aí eu quero, assim, eu quero que a gente fale agora, assim, tanto para a trade quanto para quem vai
00:29:25consumir mesmo e comprar.
00:29:26Quando chegaram as OTAs, que são as online travel agents, né?
00:29:30Que é Booking, Decolar, né?
00:29:32Essas empresas aí que gerou um pânico no mercado das agências de viagem, né?
00:29:37Que eram os principais intermediários.
00:29:40E aí eu acho que tanto a hotelaria quanto a agência começou a entender mais a importância do serviço personalizado,
00:29:49do serviço humano.
00:29:50Que não dá para automatizar porque isso a máquina já está fazendo, né?
00:29:54E sim, faz e faz melhor do que a gente.
00:29:56Mas tem uma parte do turismo que é o humano que faz.
00:30:01Como que é, não sei se seria a melhor forma, eu estou tentando falar de uma maneira mais para o
00:30:06público consumidor mesmo, assim.
00:30:08Qual que seria a melhor forma ou a mais prática ou se depende do perfil de quem está comprando, fazer,
00:30:15por exemplo, uma reserva direta, né?
00:30:18Que seria uma reserva direta no hotel ou com a Lia ou no site ou no telefone.
00:30:23Ou utilizar uma dessas plataformas digitais?
00:30:27Como é que equilibra isso?
00:30:28Bem, para o cliente final, eu sempre digo que compra onde você se sente mais confortável e seguro.
00:30:35Para mim, como hoteleiro, é óbvio que a vinda direta para um canal direto é o que me dá mais,
00:30:42tem uma maior liquidez ali, que eu tenho um custo de reserva menor.
00:30:49Entretanto, as OTAs, elas são essenciais hoje para o nosso negócio, né?
00:30:53E o mix, ela dentro do nosso mix, é extremamente importante.
00:30:57Eu acabei de comentar sobre isso, né?
00:30:59Ela vai desbravando novos territórios.
00:31:02A minha verba de marketing, ela é limitada.
00:31:06Comparada ao de uma OTA, ela é ínfima.
00:31:10Então, a capacidade dela de promover destinos, de promover um hotel, de destacá-los, de tornar o conhecido a pessoas
00:31:19que eu não alcanço, ela é muito importante.
00:31:22Quando eu trago para o meu corporativo, para o meu mais, eu tenho previsibilidade.
00:31:28São reservas que eu tenho com maior antecedência e, no geral, há uma agência envolvida no meio disso ou uma
00:31:33venda direta também.
00:31:34E a minha venda direta, ela me gera maior liquidez.
00:31:38Então, eu consigo ter um melhor resultado através do crescimento da minha venda direta.
00:31:44O que é o ideal?
00:31:46O equilíbrio.
00:31:47Então, eu não posso ter nem muita venda por OTA, demasiadamente, não me deixando espaços para agências, demais operadores, pessoas
00:31:57que convivem mais diretamente ali conosco.
00:32:00E, ao mesmo tempo, tem que ter espaço para a minha venda direta que precisa crescer e evoluir.
00:32:05Então, esse equilíbrio entre essas vindas, entre essas origens, ela é fundamental para que a gente tenha um bom equilíbrio
00:32:14de resultado.
00:32:15E aí, eu acho que o grande ponto de decisão do hóspede mesmo, de quem está ali na internet comprando,
00:32:24tarifa.
00:32:24Relação custo-benefício, né?
00:32:27Lá atrás, as OTAs, elas pediam uma garantia de melhor tarifa.
00:32:33Hoje, não mais, eu imagino.
00:32:35É mais barato comprar direta, é mais barato comprar no OTA.
00:32:39E a gente falou de flutuação de tarifa também, né?
00:32:41Como decidir isso?
00:32:43Pesquisando nos dois?
00:32:44Acho que pesquisando nos dois é um bom caminho, tá?
00:32:47Mas, o que a gente procura fazer é ter o equilíbrio tarifário.
00:32:51Não adianta muito eu dar para uma determinada segmentação ou parceiro uma condição ultra mais especial e para outro não.
00:33:01Afinal de contas, eles podem estar falando com o mesmo cliente na ponta, né?
00:33:05A gente está hoje falando.
00:33:06Então, o que a gente procura promover é esse equilíbrio, onde o nosso cliente, ele vai ver as mesmas tarifas
00:33:14nos mais diversos canais.
00:33:15Eu acho que o que conta muito aí vai ser o nível de serviço que cada plataforma pode ou não
00:33:21oferecer.
00:33:23Dentro de uma venda online, o cliente vai ter uma determinada gama de serviço oferecido ali durante a hospedagem.
00:33:29Ele está contente com isso?
00:33:30Ele viaja assim?
00:33:31Ele está confortável?
00:33:32Ótimo, continue lá, não tem problema.
00:33:34Mas, se ele quer mais uma personalização, um cuidado, uma indicação de aonde exatamente você vai ficar.
00:33:42É um destino novo, você não conhece.
00:33:44Então, a gente ali, ele vai trazer uma experiência bem diferenciada.
00:33:50Humana, né?
00:33:51Humana.
00:33:52O cara, a pessoa, o nosso cliente já conhece o hotel.
00:33:55Muito Rio de Janeiro, né?
00:33:56O cara, enfim, a pessoa conhece o Rio de Janeiro, conhece o hotel, já veio, ele sabe o que ele
00:34:04quer, ele vai se sentir tendenciado a fazer uma reserva direta.
00:34:09Então, esse caminho, ele é muito natural, ele é muito saudável, inclusive.
00:34:15O ponto sempre é que todas as origens são muito válidas.
00:34:19Mas, o equilíbrio delas é o que a gente, como hoteleiro, aqui na ponta final da experiência do cliente, é
00:34:25o que a gente precisa para que a gente consiga alcançar bons resultados.
00:34:29Num passado não muito distante, havia uma certa resistência pelas OTAs, mas também havia uma dependência de algumas empresas ou
00:34:39de algumas linhas de segmentação.
00:34:41Isso não era saudável para a hotelaria do Rio de Janeiro.
00:34:43Isso não é saudável para o hoteleiro.
00:34:46Então, ter isso bem equilibrado é o que vai favorecer um bom resultado, afinal das contas.
00:34:51Falando de tarifa ainda, assim, você falou que ela pode comparar e basicamente vai ser a mesma coisa, né?
00:34:57Eu falo muito por Minas Gerais que mineiro é uma criatura desconfiada, né?
00:35:04Acho que assim, o brasileiro todo, quando a gente está falando de negócio, mas o mineiro, ele tem aquela coisa
00:35:08de...
00:35:09Aqui eu acho que eu vou pagar mais caro, né?
00:35:12Quando você fala que é parecido, né?
00:35:16Vai ser muito similar, considerando mesmo as condições de clima, tempos da zonalidade, buscar na reserva direta e buscar na
00:35:26OTA.
00:35:26Se eu encontrar uma mesma tarifa ali, significa que o hotel, quando ele está fazendo a reserva pela OTA, ele
00:35:34está abrindo mão de uma parte e vai receber menos,
00:35:39porque você paga uma comissão para a sua OTA.
00:35:41Por outro lado, na reserva direta, mesmo sendo o mesmo valor que ele paga, a sua lucratividade, ela é maior,
00:35:49porque você não está comissionando.
00:35:51É isso que acontece? Ou seja, para o turista, para o hóspede, não vai fazer diferença?
00:35:56Por exemplo, se a OTA e você paga uma comissão para ela, você tem um resultado financeiro melhor, mas uma
00:36:04vitrine maior.
00:36:05É isso que o hotel do lado dele também equilibra?
00:36:08Exatamente isso, né? A gente sabe que o comissionamento pago, desde uma OTA a um agente, é porque ele tem
00:36:16um custo envolvido nisso.
00:36:19Uma agência tem um custo direcionado a pessoas, a plataforma que ele utiliza, né?
00:36:24Então ele está ali sendo o meu agente de venda.
00:36:27É como se eu tivesse um time comercial adicional promovendo e vendendo um hotel.
00:36:31Da outra ponta, eu também tenho isso dentro da OTA.
00:36:34Então ela faz a divulgação online, ela chega a caminhos que eu não alcanço, ela tem credibilidade para aquele cliente
00:36:42lá na ponta que eu não tenho.
00:36:45Eu não sou conhecido para ele lá, mas ele conhece essa plataforma, ele conhece a indicação que ela o dá.
00:36:50E gera confiança.
00:36:51E gera confiança.
00:36:51Só um ponto de atenção é que vendas online, elas às vezes criam produtos não confiáveis.
00:37:00Então se o cliente lá, e falando isso para o cliente final agora, se você está vendo lá que há
00:37:06uma distância muito grande de tarifa, desconfia dessa origem.
00:37:10Isso não é normal.
00:37:12O normal é o equilíbrio entre as plataformas, de modo que o que vai diferenciar é o tipo de serviço
00:37:18ou de experiência que você já tenha com determinada forma de fazer a sua reserva.
00:37:23É, você acha que quando ajuda demais o santo desconfia, né?
00:37:26Eu acho que a gente precisa tomar muito, porque a gente teve problemas assim, não diretamente na hotelaria, mas ano
00:37:31passado a gente teve viagens para um mundo, dois, três milhas,
00:37:34que eram tarifas muito baixas, ficaram impossíveis de ser pagas assim, né?
00:37:38Isso, alguns clientes tiveram problemas, né? Assim, de não terem confirmado suas reservas.
00:37:44Aconteceu aqui também?
00:37:45Aconteceu, né? Rio de Janeiro, vários hotéis faziam vendas ali.
00:37:49Então o cliente final, ele acaba sendo ali prejudicado pela sua experiência.
00:37:54Mas acabou que ele acabou confiando demais em um produto que deveria gerar desconfiança.
00:37:59E já tem até plataformas, não do Brasil, não brasileiras, online, que fazem vendas mais baratas dos hotéis,
00:38:08e você não sabe, não faz ideia nem de quem seja, né?
00:38:10Então o cuidado do cliente fazer a sua reserva é nesse sentido, né?
00:38:14Sim.
00:38:15Para que ele acabe não sendo enganado com o barato sai caro.
00:38:19É, não tem como, né?
00:38:21Não tem como.
00:38:21Você tem um desconto de 70%, de 50% numa diária.
00:38:25Não paga o custo, né?
00:38:27E não é real, né?
00:38:28É.
00:38:28Mas se você entra no site do hotel e ele lá diz que a reserva custa 100 dinheiros e no
00:38:36outro lugar é 20,
00:38:38por que ele vai fazer isso?
00:38:39Não tem como.
00:38:40Qual é a lógica desse negócio? Isso não existe.
00:38:42É.
00:38:43Eu acho que a gente tem que aprender a pensar que a mesma lógica para produto, ela vai valer para
00:38:47serviço do mesmo jeito.
00:38:48Não tem como você comprar uma caneta super bacana por um preço e achar ela depois com um preço muito
00:38:55barato.
00:38:56Ela vai ser falsa.
00:38:57Exatamente.
00:38:58A mesma coisa acontece no serviço.
00:38:59A lógica é mesmo, a lógica é mesmo.
00:39:01Ô Jorge, e aí me fala aí, a gente falou dessa experiência inteira, né?
00:39:05Desde a pesquisa na internet, que já é aquele hóspede que ele já está sendo trabalhado,
00:39:10até o check-out e o pós-check-out.
00:39:13Quais são esses momentos aí que são mais críticos nessa jornada inteira de experiência?
00:39:20Isso é muito interessante, né?
00:39:22Aí vai depender muito da origem do cliente, perfil de idade, se ele é um hóspede estrangeiro.
00:39:29Então, por exemplo, a gente nota que o hóspede estrangeiro, por exemplo, ele depende muito das informações do hotel.
00:39:36Então, ele confia que o hotel é o seu porto seguro.
00:39:41Então, ele precisa que o recepcionista, que a nossa área de concierge, dê as informações que ele tanto necessita
00:39:48para que ele possa transitar pela cidade e se sentir seguro com as escolhas que ele está fazendo.
00:39:54Quando a gente pega um hóspede nacional, aí vai depender da faixa etária, ele vai ser mais autônomo nesse sentido.
00:40:00Então, isso vai variar muito, tá?
00:40:03Mas o que a gente percebe é o seguinte, o cliente, ele precisa encontrar o que ele contratou.
00:40:09Por isso que é muito importante uma informação fiel daquilo que você oferece.
00:40:14Entregar o que prometeu nisso.
00:40:16Entregar o que prometeu, né?
00:40:18É o custo-benefício da viagem, ele vai pautar nisso.
00:40:23Eu criei essa expectativa e ela não foi frustrada.
00:40:27Então, quando a gente consegue garantir isso de um modo geral,
00:40:30quando a informação, desde o início, ela é relevante e é verdadeira,
00:40:34e a gente consegue entregar isso dentro da operação.
00:40:37E é claro, quem é um hoteleiro sabe.
00:40:39O hoteleiro enfrenta o problema o dia inteiro, tá?
00:40:42São vidas e vidas passando todos os dias pelo hotel.
00:40:46Um problema ou outro a gente vai ter.
00:40:49Eu brinco com o meu time que a gente nunca vai impedir o problema de existir.
00:40:54Mas a gente pode controlar a forma como a gente reage ao problema.
00:40:57Como que a gente vai solucionar isso?
00:40:59De modo a não prejudicar a experiência do nosso cliente no final.
00:41:03Essa é a verdadeira missão do hoteleiro.
00:41:05Essa é a verdadeira missão do turismo, né?
00:41:09E isso que a gente vai sempre pautando e se preocupando.
00:41:12E aí vai variando com cada cliente.
00:41:15Então, nesse sentido, a gente criou lá a Sala Maria Malha com o atendimento VIP sentado.
00:41:22Isso era um gargalo pra quem vinha pra aquele nicho de negócio.
00:41:27Ou pra quem vinha pra aquele tipo de categoria de quarto.
00:41:30Tipo buscando mais luxo.
00:41:32O cara quer mais luxo.
00:41:33Então, ele quer sentar, ele quer tomar um espumante, um vinho enquanto ele tá fazendo o check-in dele.
00:41:38Não quer ficar na fila.
00:41:39Não quer ficar na fila.
00:41:40É um hotel muito grande.
00:41:41Exatamente.
00:41:43Então, à medida que a gente vai percebendo esses gargalos, a gente vai evoluindo.
00:41:47O café da manhã do Skylab, por exemplo, ele é focado na experiência.
00:41:54Então, ele é um handmade café da manhã focado na experiência do cliente.
00:42:00Porque a gente percebeu que pra que a gente nichasse bem o hotel, como ele é muito grande,
00:42:06então eu precisava segmentar as minhas categorias de luxo pra esse perfil de cliente.
00:42:11E ele dependia desses serviços aqui.
00:42:13Mas eu tenho aquele cliente também, que ele quer quase que um bed and breakfast.
00:42:18Ele quer pegar, comer, sair, ir embora.
00:42:20Localização.
00:42:21Toca o negócio dele.
00:42:22Então, ele quer agilidade.
00:42:24E aí, a gente criou algumas ferramentas.
00:42:26Por exemplo, a gente tem o nosso home service, que funciona por aplicativo.
00:42:32Ele pode ali escolher o seu cardápio, solicitar, ir direto pro quarto.
00:42:38Sem entregue lá.
00:42:39A gente tem atendimento aí focado mais no hóspedes, lazer.
00:42:44A gente tem atendimento na praia.
00:42:46A gente abriu em agosto de 2024 o nosso Wave Bioton, que é o nosso quiosque na praia.
00:42:54Que bacana.
00:42:54E de onde veio isso?
00:42:56A gente tinha uma reclamação muito constante que o nosso cliente não encontrava lugar na praia para ficar do hotel.
00:43:02Na hotelaria do Rio de Janeiro, não sei se você sabe disso, mas a gente tem 40 metros quadrados de
00:43:09uso de areia, que não pode ser cercado.
00:43:11Mas a gente pode colocar ali nossas espreguiçadeiras e oferecer esse serviço.
00:43:16Somente para os hotéis da Orla.
00:43:18Então, existe essa liberação, o que nos ajuda ali a gerar mais experiência.
00:43:24Não impede a pessoa comum que está indo, mas você consegue dar as espreguiçadeiras.
00:43:27Exatamente. A gente não cerceia o espaço, entretanto a gente consegue colocar o nosso produto e destiná-lo ao nosso
00:43:34cliente ali.
00:43:36Perfeito. Mas eu tenho 586 quartos, 40 metros quadrados, não é nada para isso.
00:43:41Então, a gente percebeu que ali a gente gerava uma insatisfação, uma quebra da experiência.
00:43:48Então, a gente...
00:43:48Oferecendo e entregava para todo mundo.
00:43:50A gente dizia, tem um serviço de praia, mas 9 e meia da manhã de sábado, no verão, ele já
00:43:56não vai encontrar mais espaço na praia dentro daquele nosso espaço.
00:44:00Então, a gente decidiu comprar um quiosque na frente do mar.
00:44:03Criamos ali o conceito Wave by Oton.
00:44:07Wave não apenas por ser onda, mas também para remeter à Bossa Nova.
00:44:12E aí, quando a gente fala de brasilidade, de Oton, uma empresa brasileira, origem brasileira.
00:44:18Então, a Bossa Nova faz todo sentido com esse marco, justamente no período onde Oton se tornou Oton.
00:44:26E ali a gente oferece 160 lugares com serviço de praia.
00:44:30Se não tiver lugar na espreguiçadeira, tem dentro do quiosque.
00:44:34É um lugar que ele consegue consumir, pagar diretamente dentro do hotel.
00:44:39Não precisa levar carteira dentro do conceito de segurança.
00:44:45E até porque também, às vezes, é chato.
00:44:47Vamos dizer que esteja você e outra pessoa.
00:44:49E os dois querem mergulhar no mar.
00:44:51Aonde ficam suas coisas?
00:44:52É o dilema do turista brasileiro.
00:44:54No Brasil, na verdade.
00:44:56Exato.
00:44:56Então, ali oferece essa proteção, essa segurança.
00:45:00Mas, principalmente, essa experiência mais completa, mais fluida, mais leve.
00:45:04Aí vocês têm essa área mais os 40 metros?
00:45:07Essa área mais os 40 metros.
00:45:09Então, isso favorece muita experiência.
00:45:12E da onde a gente veio essa ideia?
00:45:14Através de um gargalo.
00:45:15Através de dados.
00:45:17Através de conhecer ali aquilo que estava prejudicando a experiência daquela segmentação daquele cliente.
00:45:24Faz diferença para o corporativo?
00:45:26Se ele tiver só negócio, não.
00:45:27Mas faz diferença para o nosso público de lazer.
00:45:30Então, a gente vai compreendendo cada gargalo e vai ali implementando ou um novo serviço, ou um novo produto, ou
00:45:37um novo ajuste operacional.
00:45:39Para que aquilo que machuca ele ali não seja mais isso, assim, frua como uma boa experiência.
00:45:46E onde fica especificamente, agora falando assim, estou hospedada lá, quero ter essa experiência?
00:45:50Porque foi uma coisa que eu pensei, eu falei, gente, como é que eu vou na praia?
00:45:53Estou sozinha.
00:45:55O nosso quiosque, ele está literalmente a algum espaço de distância.
00:46:00A gente escolheu um quiosque que fica justamente nos pontos de travessia com a faixa.
00:46:06Então, você vai sair do hotel, você vai à direita, você vai atravessar o primeiro sinal, vai atravessar o segundo
00:46:12sinal que vai para a praia.
00:46:14Ele está bem de frente.
00:46:16Fantástico.
00:46:16Bem de frente.
00:46:17Justamente, num caminho seguro, inclusive, atravessa na faixa, para não ter problema.
00:46:23Ele vai pela faixa, literalmente ele está de frente.
00:46:26Bacana do hotelário, eu acho isso, é pensar os detalhes, né?
00:46:29Sim.
00:46:29Na faixa, olha só.
00:46:30É, e a gente escolheu esse caminho, né?
00:46:32Esse que é justamente para oferecer segurança.
00:46:35Ele não está literalmente de frente ao nosso hotel.
00:46:38Seria ótimo se ele estivesse de frente, bem de frente.
00:46:41Mas ele está um pouquinho de lado, mas é o caminho mais seguro para o nosso cliente também.
00:46:45Sim, que faz sentido.
00:46:46E faz muito sentido, porque assim...
00:46:48É uma via, né?
00:46:49É.
00:46:49E o ser humano é aflito, né?
00:46:51Sim.
00:46:51Se estiver na frente, ele vai fora da faixa, não tem jeito.
00:46:53É verdade.
00:46:53Não é?
00:46:54É verdade, é verdade.
00:46:55E aí, me conta um pouquinho também, tem o outro hotel, né?
00:46:58Que é o Savoy.
00:46:59Queria conhecer um pouco também da...
00:47:01Perfeito.
00:47:02Do formato.
00:47:03Esse é o nosso hotel, que ele é justo com aquilo que ele oferece.
00:47:09A gente tem um hotel ali, três estrelas, que é o nosso Savoy, o Tom Light.
00:47:13A marca Light é para remeter justamente essa leveza de uma hospedagem que a pessoa tem
00:47:21aquilo que ela contratou de modo muito leve e muito tranquilo.
00:47:25Então, ele tem bons quartos.
00:47:28É um hotel que fica na Nossa Senhora de Copacabana.
00:47:31Há duas quadras...
00:47:33Eu digo uma até, porque ele está nessa quadra e na quadra seguinte já é o mar.
00:47:38Então, ele está ali a 130 metros da praia.
00:47:40Então, é literalmente walk distance da praia.
00:47:44É um produto que ele tem sido muito hoje visto e adquirido pelo nosso cliente latino.
00:47:51Então, argentinos, chilenos...
00:47:54Se hospedam muito nesse nosso hotel.
00:47:56Ele entraria numa categoria econômica?
00:47:58Ele é uma categoria econômica, né?
00:48:00É um bom e muito justo bed and breakfast.
00:48:04A gente oferece um bom café da manhã.
00:48:06Isso é da nossa filosofia.
00:48:09Todas as nossas diárias incluem café da manhã.
00:48:12E ele oferece justamente um bom quarto.
00:48:15Um quarto espaçoso, a depender da categoria.
00:48:20Oferecemos dentro desse hotel um quarto quádruplo.
00:48:23Que pra família com um casal, mas dois filhos, é excelente.
00:48:28Um bom custo-benefício.
00:48:30E muito perto de tudo.
00:48:31Ele está ali no coração de Copacabana.
00:48:34Numa área que é o Posto 5.
00:48:35Que é muito movimentada.
00:48:37Que é muito boa.
00:48:38Tem desde produtos de mercado.
00:48:41A farmácia.
00:48:42Ao Roxy, que está ali na ponta.
00:48:44Ao futuro Museu da Luz e do Som.
00:48:46Que, enfim, voltou a obra e daqui a pouco será inaugurado.
00:48:50Ele pode andar até o Forte de Copacabana.
00:48:53Que você viu que está ali bem pertinho.
00:48:54Se ele seguir a Nossa Senhora de Copacabana.
00:48:57Ele vai sair nas Países de Panema, Leblon.
00:49:00Então, assim.
00:49:00Ele está numa posição muito estratégica.
00:49:04E oferecendo um bom custo-benefício.
00:49:06Pra quem vai pagar, quer pagar um pouco mais barato.
00:49:09Não precisa de tanto serviço pra sua hospedagem.
00:49:12E ele oferece exatamente isso.
00:49:14É, quero que eu ia te perguntar ali.
00:49:16Aquela localização ali não é só praia, né, Jorge?
00:49:18Assim, em volta ali no entorno.
00:49:20Pra dentro do bairro.
00:49:21Tem diversas opções.
00:49:22Você falou do Roxy.
00:49:24Do Museu que vai reabrir.
00:49:26E que mais?
00:49:26Os restaurantes?
00:49:27Muitos restaurantes.
00:49:29Ali perto.
00:49:30A gente tem um Forte bem ali pertinho.
00:49:32A gente, em Copacabana.
00:49:34Isso é muito legal quando a gente fala de Rio de Janeiro.
00:49:37Porque quando você visita algumas capitais.
00:49:40E você fala assim.
00:49:40Eu quero ir no principal ponto turístico dessa cidade.
00:49:43Você está distante dos principais hotéis.
00:49:46Em Copacabana não.
00:49:48Você está ali a 20 minutinhos do Cristo Redentor.
00:49:51Do Pão de Açúcar.
00:49:52Que são os principais pontos turísticos da cidade.
00:49:55Além das praias.
00:49:57Se o hóspede quer estender um pouquinho mais.
00:49:59E conhecer outras naturezas do Rio de Janeiro.
00:50:02Pode subir um pouquinho.
00:50:04Ir pra Búzios.
00:50:05Ir pra montanha.
00:50:06Como Teresópolis.
00:50:07Petrópolis.
00:50:08Nova Friburgo.
00:50:09Então.
00:50:10Ir pra áreas de...
00:50:12De...
00:50:13De cachoeira.
00:50:15Como Visconde de Mauá.
00:50:16Penedo.
00:50:17Isso tudo é Rio de Janeiro.
00:50:19E eu estou falando de duas.
00:50:20Três horas de distância.
00:50:22Então é muito comum.
00:50:23Lá nosso.
00:50:24A gente receber o hóspede.
00:50:25Que vai ficar sete dias conosco.
00:50:27Ele fica os sete dias.
00:50:29Ele vai pra um desses pontos.
00:50:31Diferente da cidade.
00:50:32Como...
00:50:33Como é...
00:50:34Essas regiões que eu citei.
00:50:35Ele retorna pro hotel.
00:50:37Fica mais dois, três dias.
00:50:38Embarca.
00:50:39Pro seu destino.
00:50:40Pro seu retorno.
00:50:41Então.
00:50:42Essa...
00:50:43Esse mix que o Rio de Janeiro proporciona.
00:50:46Poucas capitais.
00:50:47Verdade.
00:50:48Tem tanta coisa tão perto.
00:50:49Verdade.
00:50:50A gente tem uma colunista.
00:50:51Que ela é uma influenciadora de um blog.
00:50:53Que chama Viajando com História.
00:50:55Assim.
00:50:55O conteúdo dela é excelente.
00:50:56Dizem que você conhece.
00:50:57Conheço.
00:50:58Ela é nossa colunista.
00:50:59E uma das últimas matérias das colunas dela.
00:51:02Ela falou sobre cinco pontos pra se conhecer no Rio de Janeiro fora as praias.
00:51:07Foi uma das nossas matérias mais lidas do último trimestre.
00:51:10Eu fui pensando nisso.
00:51:11Que agora a gente fez o nosso site.
00:51:13A gente lançou um novo site recentemente.
00:51:15A gente criou um blog ali.
00:51:18Justamente pra...
00:51:19Às vezes a pessoa não sabe disso.
00:51:21E a gente tá começando a colocar ali essas informações.
00:51:24O que que ele pode fazer além da praia.
00:51:27O que existe além do Ponte Açúcar e Cristo Redentor.
00:51:30Porque o Rio de Janeiro ele proporciona uma experiência muito completa.
00:51:34Sim.
00:51:35A cidade é linda por natureza.
00:51:37Não só a região da Zona Sul.
00:51:38Como a parte interna dele também é incrível.
00:51:42É assim.
00:51:42É a história do nosso país, né Jorge?
00:51:44É a história do nosso país.
00:51:45Ela foi muito assim.
00:51:46Minas e Rio tem muito essa conexão.
00:51:49Eu conversei com um dos entrevistados.
00:51:50Essa conexão é muito forte.
00:51:51Porque ela é histórica.
00:51:52Sim.
00:51:53Com certeza.
00:51:54Agora pra gente ir finalizando ali.
00:51:56Falando um pouco de insegurança.
00:51:58O Rio ele é...
00:52:00Ele tá nas manchetes aí.
00:52:02Alguns entrevistados também falaram assim.
00:52:04Tudo que acontece no Rio é pior.
00:52:06Porque dá mais mídia.
00:52:07Dá mais manchete.
00:52:08Enfim.
00:52:09Como que vocês lidam com essa...
00:52:12Com essa insegurança assim que...
00:52:15Tem uma coisa que é insegurança real.
00:52:16Tem outra coisa que é insegurança criada ali.
00:52:19Por causa do tanto de informação que a gente é...
00:52:23É exposto.
00:52:24É exposto o tempo inteiro, né?
00:52:26Como lidar com...
00:52:27E é real.
00:52:27Os hóspedes eles têm medo de estar no Rio ou não?
00:52:31Olha, isso é muito interessante, né?
00:52:33Eu...
00:52:34Teve uma vez que eu estava em São Paulo.
00:52:36Estão falando mal de São Paulo?
00:52:37Amo São Paulo.
00:52:38Mas é Brasil.
00:52:39Eu não vou muito, né?
00:52:40É Brasil.
00:52:41E aí eu estava num táxi e o cara perguntou...
00:52:43E eu perguntei...
00:52:44E ele perguntou de onde eu era.
00:52:45Eu falei, eu sou do Rio de Janeiro.
00:52:46Você já visitou?
00:52:47Ele, Deus me livre.
00:52:49Aí eu parei um pouquinho.
00:52:51Aí perguntei, mas você já foi assaltada em São Paulo?
00:52:54Aí, aliás, já tive meu carro roubado aqui cinco vezes.
00:52:58Falei, então eu nunca fui roubado no Rio de Janeiro.
00:53:01E tô lá a minha vida toda.
00:53:03Essa percepção, assim, essa sensação de insegurança que às vezes as pessoas têm.
00:53:08Tivemos episódios muito traumáticos numa história do Rio de Janeiro, né?
00:53:12É real, né?
00:53:14É real.
00:53:14Aconteceu ali.
00:53:15Mas também a gente tem, obviamente, um foco da mídia na capital, né?
00:53:20Rio de Janeiro, ela é uma capital muito relevante para o Brasil de um modo geral.
00:53:25Então, e a gente pega que os grandes veículos de comunicação estão no Rio de Janeiro.
00:53:31Isso tem o seu pró e o seu contra.
00:53:33O pró é que eu tenho certeza que o Rio de Janeiro é uma das cidades mais vigiadas, né?
00:53:39Esse é o pró.
00:53:40Isso ajuda, obviamente, a gente combater a verdadeira insegurança que existe.
00:53:45Entretanto, ela também às vezes pode maximizar um pouquinho aquilo que é bem pouco.
00:53:50Vou citar um exemplo.
00:53:52Eu tenho um hotel de 580 quartos, mas um hotel de 151 quartos.
00:53:57Eu tenho uma média de 1.500 hóspedes por dia circulando.
00:54:02E eu, nos últimos dois anos, eu não tenho uma reclamação de um hóspede que tenha sido assaltado.
00:54:10De novo, a minha amostragem é boa.
00:54:12É boa.
00:54:13A minha amostragem é muito saudável.
00:54:17E isso, felizmente, é o modo como a gente usa para combater esse sentimento que às vezes as pessoas têm.
00:54:26Quando elas chegam no Rio de Janeiro, elas veem que não é isso tudo que acabaram criando como uma sensação.
00:54:34Muito pelo contrário.
00:54:35E depende muito de onde você está na cidade também, né?
00:54:38É uma cidade grande.
00:54:39É uma cidade grande, né?
00:54:40É claro, a gente tem problemas sociais, a gente tem problemas em algumas determinadas regiões,
00:54:45como tivemos no ano passado com a ação policial, etc.
00:54:49Mas isso é distante da zona turística do Rio de Janeiro.
00:54:53Isso não é a realidade da zona turística do Rio de Janeiro.
00:54:55É uma realidade mais do interior do Rio de Janeiro e não da zona turística.
00:55:01Quando saem algumas pesquisas estrangeiras sobre violência em cidades,
00:55:05eles registram aquilo por mortes por número de habitantes.
00:55:10E eles nomeiam as 50 cidades mais violentas do mundo.
00:55:14E eu costumo usar isso como referência.
00:55:18Dentro dessa pesquisa de 2024 a 2025, ainda não vi, mas em 2024 existiam 14 cidades brasileiras.
00:55:27Sabe qual era a posição da do Rio de Janeiro?
00:55:3014.
00:55:32O Rio de Janeiro não está na lista.
00:55:34Nem apareceu?
00:55:34Nem apareceu na lista.
00:55:36As 14 cidades brasileiras, infelizmente, se concentram no Nordeste.
00:55:41E a gente tem visto muita notícia ultimamente falando até do aumento disso, infelizmente.
00:55:46Principalmente das pequenas, né?
00:55:47Principalmente das pequenas.
00:55:49Então, o Rio de Janeiro não está lá.
00:55:52Existem inúmeras cidades mexicanas, Oriente Médio, Brasil, algumas regiões do Brasil,
00:55:58mas o Rio de Janeiro não prefigura nem nessa lista.
00:56:01Mas quando a gente cita isso, algumas pessoas falam assim, segundo, terceiro, não está nem na lista.
00:56:07É, como a gente começou a conversa, eu chutei o último, né?
00:56:10Você foi bem nisso?
00:56:11Mas eu coloquei na lista.
00:56:11Mas colocou na lista.
00:56:12Mas eu coloquei na lista.
00:56:13Mas tudo bem, a minha pergunta leva a uma indução de erro.
00:56:16É intencional.
00:56:17Mas para exemplificar de que não é essa insegurança toda que existe no Rio de Janeiro.
00:56:23E dá para minimizar como a questão do quiosque que você falou, né?
00:56:26Eu tenho onde deixar minhas coisas e curtir a praia, né?
00:56:29É claro, né? Assim, toda grande capital tem problema.
00:56:33Sim.
00:56:35A gente vira e mexe e vê notícias de Paris.
00:56:38Tem que parar, né?
00:56:38A gente vê notícias de Londres.
00:56:40A gente tem São Paulo, né?
00:56:41A gente tem Rio de Janeiro.
00:56:42Tem Belo Horizonte.
00:56:43Belo Horizonte, né?
00:56:44Aonde tem grande aglomeração de pessoas e abismos sociais, a gente vai ter algum impacto disso.
00:56:51Mas o Rio de Janeiro, não porque eu vivo aqui e vivo do negócio aqui,
00:56:56mas ela é uma cidade que ela tem se tornado cada vez mais segura,
00:57:01aonde a mídia eu não encaro como negativo, porque ela gera, por outro lado, a reação.
00:57:09Todo governante aqui, ele vai se preocupar ainda mais com a mídia do que o outro governante de outra capital.
00:57:16Porque nós atraímos muita mídia e muita imagem.
00:57:21É óbvio, né?
00:57:22Você vai querer ter notícias dos principais lugares.
00:57:25Rio de Janeiro é uma das principais cidades do Rio.
00:57:27E uma coisa bacana aqui é que o Carioca ama o Rio, né?
00:57:30Sim, sim.
00:57:30Senão não está ali.
00:57:31A gente fala mal da gente, mas não fala mal da gente, não não vai dar problema.
00:57:34Exatamente.
00:57:35E é uma cidade linda, né?
00:57:37É linda.
00:57:38E assim, é no mundo.
00:57:40Sim.
00:57:40Né?
00:57:41Assim, para quem viaja muito, eu viajo muito.
00:57:42Não tem outra cidade, pelo menos não que eu conheça o mundo inteiro,
00:57:45mas das que eu conheço, não tem outra cidade que junta montanha, que junta mar,
00:57:49e que tem essa possibilidade visual, assim.
00:57:52E eu digo também, Isabela,
00:57:54E eu vejo, quando eu vejo o Carioca perdendo fôlego com a própria cidade,
00:57:57isso eu acho que é uma coisa que o mineiro tinha que aprender, sabe?
00:58:00Assim, de ter esse orgulho de onde está.
00:58:02E eu digo, assim, obviamente, aonde a gente vive vai moldando um pouquinho do nosso comportamento.
00:58:10E esse lifestyle carioca é o que eu vejo que muitos clientes citam.
00:58:15Porque é muito comum você ver as praias cheias de pessoas antes de ir para o trabalho fazendo futebol,
00:58:23fazendo beach tênis, esporte na praia, esporte ao ar livre.
00:58:27Com uma faixa de areia maravilhosa.
00:58:28Que é algo mais saudável do que isso.
00:58:31Vivenciar isso.
00:58:32E esse estilo de vida do Carioca, leve, de ir de havaianas, de ir de chinelo de dedo para o
00:58:39shopping,
00:58:40essa leveza do Carioca, ela transborda em tudo, no atendimento.
00:58:46Às vezes as pessoas falam assim, atendimento no Rio de Janeiro não é tão bom.
00:58:48Não, ele não é formal.
00:58:51Ele é um atendimento de leveza.
00:58:53O garçom vai te tratar como seu melhor amigo, porque esse é o jeito dele de ser.
00:58:58E isso é transmitido e, obviamente, gera essa experiência ainda mais profunda.
00:59:03Não existe nada melhor do que a gente visitar um lugar e conviver com as pessoas,
00:59:08desfrutar da gastronomia e levar com isso um emaranhado de experiências muito significativas.
00:59:15Verdade, isso mesmo.
00:59:17Jorge, e aí você está aí, né?
00:59:20Na praia mais famosa do mundo, ou uma das mais famosas do mundo todo dia,
00:59:24mas você tem seu lado turista também, né?
00:59:26Amo viajar.
00:59:27E quando você está de férias, o que você gosta de fazer?
00:59:30Olha, eu gosto muito de viajar.
00:59:32Não importa para onde, sendo com minha família, é maravilhoso.
00:59:36Eu tive dois momentos, antes de ter filhos e pós-ter filhos.
00:59:41Antes de ter filhos, eu busquei experiências em lugares remotos e icônicos.
00:59:46Agora que eu tenho filhos, eu busco experiências que tragam segurança,
00:59:52mas que também me tragam experiências muito boas.
00:59:55Eu amo ficar em hotéis.
00:59:57Eu trabalho em hotel e amo hotelaria de modo geral.
01:00:00Isso nos ajuda a aprender também.
01:00:02Quando a gente está viajando, a gente se comporta como aquilo que a gente é,
01:00:06como um cliente também.
01:00:08E a gente sente ali aquilo que faltou.
01:00:10E aí isso sempre me remete.
01:00:12Será que eu faço isso lá?
01:00:13Vou citar um exemplo.
01:00:15Eu viajei recentemente para uma ilha na Grécia.
01:00:19Foi uma experiência ótima.
01:00:20Peguei um hotel frente mar maravilhoso.
01:00:23Mas a piscina do hotel fechava às 5 da tarde.
01:00:27Na Grécia, o pôr do sol é 9 e meia, 10 horas da noite.
01:00:31E eu queria fazer os passeios na ilha que eu estava.
01:00:34E aí quando eu ia para o hotel, a piscina já estava fechada.
01:00:37Isso me deixava enfurecido.
01:00:38E aproveitar o hotel, né?
01:00:40E eu não aproveitei o hotel.
01:00:41Eu não entrei nenhum dia na piscina.
01:00:43Porque eu tinha já os passeios que eu queria fazer.
01:00:45Chegava no hotel, estava fechada a piscina.
01:00:48E aí quando eu estava voltando para casa após férias
01:00:50e botando na balança toda a minha satisfação,
01:00:55eu falei, putz, eu faço isso no meu hotel.
01:00:57Eu fechava a minha piscina às 7 da noite.
01:01:00E talvez no Rio de Janeiro, que anoitece um pouco mais cedo
01:01:04do que nesses lugares da Europa.
01:01:06Eu pensei, não, vamos mudar isso.
01:01:09A gente fez a reforma do nosso rooftop.
01:01:11Levamos a piscina para a borda do hotel,
01:01:13transformando em borda infinita.
01:01:16Então é uma piscina incrível.
01:01:17Um rooftop incrível que fecha às 10 horas da noite.
01:01:21Olha que fantástico.
01:01:22E é fantástico porque eu vejo o pessoal mineiro possivelmente
01:01:26chegando da praia e vai para a piscina e fica lá até as 10, 10 e 20,
01:01:34curtindo a Copacabana à noite, que é linda.
01:01:38A Copacabana é lindo de dia e quando tudo se apaga,
01:01:41ela continua um espetáculo diferente.
01:01:44E hoje, lá na nossa piscina, a gente proporciona essa experiência.
01:01:48E essa é a vantagem da gente viajar também.
01:01:50Eu só percebi que algo poderia ser melhorado através da minha própria experiência.
01:01:55A gente fica tão envolvido com o dia a dia que não consegue perceber, né, Jorge?
01:01:58E a nossa experiência pessoal vai sendo carregada.
01:02:01Com certeza, né?
01:02:02Seu olhar é crítico o tempo inteiro.
01:02:03Seu olhar é crítico.
01:02:04Não separa, né?
01:02:05Não tem uma divisão na cabeça.
01:02:06Então quando eu gosto de viajar, eu viajo meio trabalhando, né?
01:02:09Pelo visto.
01:02:09Mas é uma viagem que me possibilita conhecer bons hotéis,
01:02:14de aprender com esses bons hotéis e, obviamente, ter memórias inesquecíveis,
01:02:19assim como os meus clientes vão ao meu hotel e também têm.
01:02:22Maravilha, Jorge.
01:02:23Eu quero te agradecer muito, assim, por ter aceitado o nosso convite,
01:02:27por esse bate-papo aí, que eu acho que vai ser muito elucidador,
01:02:31tanto para quem quer viajar para o Rio,
01:02:33para quem quer conhecer a praia de Copacabana,
01:02:36ficar hospedado ali de frente para o mar,
01:02:38sabendo que, assim, muito facilmente, estando no Otom,
01:02:41vai conseguir ter vista.
01:02:43Sim.
01:02:44A maioria dos apartamentos, pelo que eu entendi, eles têm...
01:02:46Mais de 90% têm vista da praia.
01:02:49Praticamente todos, né?
01:02:50E te agradecer.
01:02:51Seja sempre bem-vindo ao iTurismo.
01:02:54Foi um prazer.
01:02:55Obrigado pela oportunidade, pelo bate-papo,
01:02:58pela leveza do bate-papo.
01:02:59Passou o tempo, eu nem sei quanto tempo passou,
01:03:02mas foi muito bom estar aqui contigo
01:03:04e espero que quem nos assista goste também desse papo.
01:03:07desse bate-papo, tanto quanto gostei.
01:03:09Maravilha.
01:03:10A gente espera em Minas Gerais também, viu?
01:03:12Com certeza.
01:03:13A você, eu quero te convidar para saber mais do hotel
01:03:16no Instagram e no TikTok,
01:03:18no arroba Rio, no arroba Rio,
01:03:20Otom Palace, tá?
01:03:22Então, ó, repete duas vezes.
01:03:24E no site direto, no otom.com.br,
01:03:27que aí você vai ter essa estrutura toda ali
01:03:29que o Jorge falou para a gente.
01:03:31Claro, seguir o nosso Instagram,
01:03:33arroba portal o iTurismo
01:03:35e diariamente o nosso conteúdo sobre turismo
01:03:38em turismo.ai.com.br.
01:03:42E mais uma vez, o nosso muito obrigado.
01:03:44Eu te vejo na próxima semana.
01:03:46Tchau.
01:03:49Tchau.
01:03:49Tchau.
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