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As Forças de Defesa de Israel (FDI) confirmaram um ataque aéreo de precisão contra o prédio da Assembleia dos Peritos e a sede do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã, em Teerã, nesta terça-feira (3).

Confira o Tempo Real na íntegra em: https://youtube.com/live/bKQkEy7mU6A

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Transcrição
00:00Eliseu Caetano que chega ao vivo em tempo real, Eliseu, boa tarde, muitos tópicos aí pra gente analisar.
00:07Primeiro, essa última fala, pela primeira vez Donald Trump admite que não conseguiu negociar com a Rússia e com a
00:17Ucrânia.
00:17Diz que tem muito ódio entre os dois presidentes, né?
00:21Pela primeira vez ele admitiu essa derrota, antes se vangloriou de oito guerras que ele terminou também, apenas essa da
00:29Rússia contra a Ucrânia e Ucrânia contra a Rússia, ele não conseguiu terminar.
00:33Vários pontos também me chamaram a atenção, quando ele fala do conflito, ele deixa muito claro que eles precisaram agir
00:41por conta de armamento nuclear que estaria nas mãos de homens maus,
00:47como ele coloca o povo ucraniano ou o governo ucraniano.
00:51E essa informação nova que a gente recebeu agora há pouco, de que aquele prédio onde acontece o conselho dos
00:59líderes supremos lá no Irã teria sido bombardeado
01:03e todos ali que estariam dentro são os principais que decidiriam a sucessão de Ali Khamenei.
01:09Então vamos por partes, né Eliseu? Vamos primeiro falar do Trump, depois a gente vê como tá a situação por
01:15lá.
01:15Bem-vindo, boa tarde.
01:18Muitos tópicos, o homem não para de causar e claro, de produzir notícias, né?
01:24Eu vi dizer aqui em Washington, Márcia, que isso é proposital, viu?
01:28Que Donald Trump produz esse volume tão grande de notícias, não apenas para deixar a imprensa perdida,
01:34sem saber para onde correr, mas também para fazer uma espécie de caos,
01:39para criar uma espécie de craos que o favoreça junto a essas decisões todas que precisam ser tomadas pelos outros
01:48chefes de estados.
01:50Bom, se isso é verdade ou não, pelo menos é o que consta aqui na rádio bastidor da capital americana,
01:55Washington DC.
01:56Muito boa tarde para você e para todo mundo que está em tempo real aqui na programação da Jovem Pan.
02:01A gente chega ao vivo direto dos Estados Unidos.
02:03Acabamos de conferir a coletiva de imprensa de Donald Trump.
02:06Ele está acompanhado de Frederic Merz, chanceler da Alemanha.
02:10Aliás, eles participaram antes desse encontro a portas abertas para a imprensa de uma reunião bilateral.
02:16Merz é o primeiro líder europeu a se encontrar pessoalmente com Donald Trump
02:21desde o início da escalada militar contra o Irã.
02:25E claro que o tema Irã dominou o noticiário e Frederic Merz ficou ali meio que fazendo figuração.
02:33Como a gente também viu, o encontro aconteceu no Salão Oval, que é a sala mais importante da Casa Branca.
02:38Geralmente é nesse lugar que os presidentes em exercício dos Estados Unidos trazem informações importantes, Márcia.
02:44Então vamos lá, o que ele falou?
02:45Falou sobre o Irã.
02:47Já abriu falando que o Irã foi quase todo destruído, sem marinha, sem força aérea,
02:53sem sistemas de detecção aérea, radares destruídos, contagem de mísseis caindo drasticamente.
02:59E ainda afirmou que o Irã vai sofrer e muito.
03:03E chamou o regime de bad people, de pessoas más, como você bem disse, Márcia.
03:09Então, segundo Donald Trump, o Irã neste momento não tem marinha, não tem força aérea,
03:14não tem sistemas de detecção aérea.
03:17Os radares todos lá foram destruídos e na contagem dos mísseis que ainda seguem acontecendo,
03:22caindo ali drasticamente, como disse o Trump, o número de mísseis que eles ainda têm disponíveis.
03:28Já sobre o Frederic Merz, Donald Trump aproveitou que estava ali do lado do chanceler alemão
03:34e elogiou ele, dizendo que ele tem ajudado muito os Estados Unidos,
03:38mas que o tema do dia, o tema dessa tarde, era o Irã.
03:42Ele, inclusive, comparou o Frederic Merz com a Angela Merkel nos quesitos energia e imigração.
03:48Também, em um determinado momento, citou a Espanha.
03:52E isso de forma crítica, viu?
03:54Vamos ficar atentos ao noticiário lá na Europa com o nosso Luca Bassani,
03:58porque ele, em um momento, mencionou a Espanha de forma crítica,
04:02falando que falta cooperação lá na OTAN,
04:05da recusa da Espanha do uso de bases americanas na operação contra o Irã,
04:10dizendo que eles não estão cooperando muito.
04:12Mas o tom ali com o Merz foi amigável, viu?
04:16Inclusive, Frederic Merz falando em inglês sobre os impactos econômicos,
04:21nos preços de óleo e gás, por exemplo,
04:23que a gente vai falar mais daqui a pouquinho.
04:26Então, sobre preço de petróleo, já que também é um dos assuntos do dia,
04:31sim, ele explicou que os preços estão um pouco altos.
04:35Foi bondoso, né?
04:36Porque chegou a 84 dólares agora o preço do barril do petróleo.
04:39Márcia, segundo os analistas políticos por aqui,
04:41se o petróleo bater 100 dólares o barril,
04:45isso significa que aqui, na bomba nos Estados Unidos, por exemplo,
04:48aumenta em 3 centavos para o bolso do americano,
04:51que vai chiar,
04:52porque a classe média americana já perdeu muito poder de compra, né?
04:56Então, ele ainda disse o seguinte,
04:58olha, o preço está um pouquinho alto no momento por causa do conflito.
05:02O estreito de Hormuz, Márcia, como a gente sabe, está fechado.
05:05Mas, assim que acabar isso, os preços vão cair.
05:08Eu acredito que vão cair mais baixo do que antes.
05:10E aí, para deixar a bola com você, com os nossos comentaristas,
05:14aqui, os analistas políticos foram rápidos, Márcia,
05:17e disseram o seguinte,
05:18na verdade, esse plano já estava esquematizado.
05:20Por isso que ele, primeiro, intercedeu lá junto à Venezuela.
05:24Porque daí ele pega o petróleo de lá
05:26e consegue equilibrar essa balança aqui
05:29e também no restante do mundo,
05:31enquanto o estreito de Hormuz está fechado.
05:33Então, segundo os analistas políticos nos Estados Unidos,
05:36essa operação no Irã só foi possível
05:39porque antes aconteceu a operação na Venezuela.
05:42E depois vem, então, a parte que cabe a Cuba a vir.
05:48Eu volto já, já, em tempo real,
05:50para a gente trazer essas e outras notícias
05:53porque tem muita coisa dessa coletiva para a gente tratar ainda.
05:56É, Alexandre Pires, o nosso especialista de ontem,
05:59teria comentado também essa mesma situação
06:01que foi primeiro Venezuela, tudo arquitetado, Eliseu.
06:05Donald Trump não dá ponto sem nó, não.
06:07Obrigada, viu, pelas suas informações.
06:09A gente vai continuar analisando agora com os comentaristas do dia,
06:12o Mano Ferreira e o Diego Tavares.
06:15Bem-vindos, boa tarde.
06:16Mano, faz muito sentido a gente pensar nesse plano de Trump
06:20como algo maior, como uma estratégia para dominar
06:23o mercado de petróleo mundial.
06:26Boa tarde, Márcia, Diego.
06:28Sem dúvidas, Trump, apesar de muitas vezes agir no ímpeto,
06:34agir de uma forma que parece muito baseada na sua emoção,
06:39nesse caso, quando a gente está falando de algo tão grandioso
06:43na política externa e que mexe com tantos interesses,
06:47tudo indica que houve um planejamento estruturado para essa ação.
06:53O que a gente precisa acompanhar é se, de fato,
06:57as ações militares que foram empreendidas agora
07:01vão ser capazes de estancar esse conflito
07:06no prazo que o Trump anunciou ontem,
07:09que seria de até quatro semanas,
07:11ou se veremos os efeitos colaterais fugirem do controle.
07:16Porque é aquela história, um conflito como esse, uma guerra,
07:20a gente sabe como começa, mas não necessariamente sabe como termina.
07:24Então, apesar de, ao que tudo indica até agora,
07:27essas ações terem sido extremamente planejadas,
07:31a gente precisa continuar acompanhando
07:33para entender qual vai ser o desfecho na região,
07:36no Oriente Médio e, sobretudo, no contexto do próprio regime iraniano.
07:42De fato, veremos uma mudança de regime
07:44ou estamos vendo danos, sem dúvida alguma, ao regime
07:49que serão absorvidos e enfrentados com resistência.
07:53Ainda é cedo para cravar.
07:56É, até porque, Diego Tavares,
07:58acabamos de receber a notícia de que o Conselho,
08:02aquele prédio dos líderes supremos, foi atacado.
08:05Não se sabe quem sobreviveu
08:07e seriam os principais ali cotados
08:09para serem sucessores de Ali Khamenei.
08:12E a narrativa de Trump para a imprensa é exatamente essa.
08:16Lá tem gente má, pessoas,
08:18mas que foram mortas porque fariam ali uma bomba nuclear.
08:24Ele repetiu isso várias vezes durante a coletiva de imprensa,
08:27que é a retórica que agrada o eleitor lá americano que votou nele.
08:33Não é isso, Diego?
08:35Exatamente, Márcia Dantas.
08:37Uma boa tarde a você, boa tarde a Mano Ferreira
08:38e toda a nossa audiência nesta tarde aqui em Tempo Real.
08:41Márcia, essa é sempre a desculpa dos norte-americanos.
08:44A existência, nesse caso, de uma arma nuclear,
08:47no caso do Iraque, falava-se em armas de destruição em massa,
08:50enfim, sempre que os Estados Unidos se preocupam
08:53com a soberania alheia ou com a segurança do mundo,
08:56nós sabemos muito bem que tem um interesse econômico
08:59dos próprios norte-americanos por trás.
09:01Nesse caso, essa teoria que o Eliseu Caetano nos trouxe,
09:04ela para muito em pé e, de fato,
09:06ela realinha a balança comercial e as relações comerciais do mundo,
09:10como, inclusive, propunha Donald Trump, à época,
09:14candidato à presidência dos Estados Unidos.
09:16Então, é uma teoria muito clívia,
09:18porque, de fato, pelo estreito de Hormuz,
09:20passa cerca de 30% do petróleo do mundo
09:23e, principalmente, o petróleo que é consumido pela China,
09:26que adquire, com preço muito competitivo,
09:28o petróleo iraniano, diga-se de passagem.
09:30Sem dúvida nenhuma, com os Estados Unidos
09:32tendo acesso à fonte de petróleo da Venezuela,
09:35que tem as maiores reservas de petróleo do mundo,
09:37e, com a China tendo a sua principal fonte estancada,
09:41isso dá aos norte-americanos uma vantagem comercial,
09:43pelo menos por um prazo,
09:44enquanto o estreito de Hormuz se mantém fechado,
09:47um prazo significativamente relevante,
09:49considerando que nós temos aí um novo perfil de guerra fria,
09:52uma guerra fria comercial,
09:54com esse eixo Estados Unidos, China e Rússia.
09:56Então, seria um movimento muito acertado,
10:00um movimento, do ponto de vista estratégico,
10:01muito acertado de Donald Trump,
10:03se, de fato, essa cadência de interferência em outros países
10:06tiverem esse objetivo, de ter o controle do petróleo mundial.
10:09Agora, é importante a gente lembrar também,
10:11o mundo passa por uma transição energética nesse momento,
10:14alcançará, possivelmente, antes de 2030,
10:17o pico da demanda por petróleo.
10:19Então, se Donald Trump está fazendo todo esse investimento
10:23em razão de controle do mercado de petróleo,
10:26é importante a gente lembrar que esse mercado
10:29não será o principal mercado do mundo por muito tempo.
10:32Se os Estados Unidos estão pensando a sua política econômica
10:35para mais de 20, 30, 40, 50 anos,
10:38é importante pensar também na mudança da matriz energética do mundo.
10:42Obrigada, Diego e Mano.
10:44A gente volta com vocês já, já.
10:46Agora, a gente quer saber a sua opinião também.
10:48O posicionamento do Brasil sobre essa guerra,
10:51sobre esses conflitos, vai impactar nas eleições de 2026?
10:56Vota na nossa enquete no youtube.com.br.jovempanews.
10:59Manda também uma mensagem no nosso WhatsApp 119-1325-8055,
11:05que é o nosso canal direto com você.
11:06Ao longo do programa, eu vou ler algumas mensagens.
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