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O presidente da CPMI do Banco Master, Carlos Viana, criticou duramente a decisão do Supremo Tribunal Federal que dispensou o dono da instituição, Daniel Vorcaro, de comparecer presencialmente para depor. Em entrevista coletiva, o senador classifica a medida como uma interferência no trabalho do Parlamento e aponta o que chama de "blindagem" em favor do banqueiro.

Vianna confirma que a advocacia do Senado recorreu da decisão de André Mendonça e reafirma a determinação de garantir a presença de Vorcaro, descartando qualquer possibilidade de depoimento fechado ou em São Paulo, e defendendo que o investigado arque com os custos de seu deslocamento.

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Transcrição
00:00E a gente já tem a entrevista aqui do presidente da CPMI do INSS, o senador Carlos Viana. Vamos acompanhar.
00:06Primeiro, mais uma vez, nós temos um entendimento completamente diferente entre a CPMI, o Parlamento, e o Supremo Tribunal Federal.
00:18Vorcaro, no inquérito da Polícia Federal, é tratado como investigado.
00:22No nosso caso, ele é testemunha, porque o nosso relatório ainda não está pronto para que se possa pedir o
00:30indiciamento.
00:31Portanto, a meu ver, mais uma vez, a decisão do Supremo Tribunal Federal interfere, prejudica e atrasa as nossas investigações.
00:42Havia um acordo, já totalmente elaborado, vocês acompanharam, e na decisão apenas para que ele viesse à Brasília,
00:50não era uma decisão pedindo que ele autorizar, era uma decisão para ele vir à Brasília, porque ele está com
00:56medida restritiva, respeitando o Supremo.
00:59Nos veio a surpresa de que ele não era obrigado a comparecer, e o banqueiro usou dessa prerrogativa para descumprir
01:08o acordo.
01:08Eu estou, com a advocacia do Senado, recorrendo dessa decisão.
01:13Nós estamos impetrando no Supremo Tribunal Federal uma solicitação de que o ministro reveja essa posição,
01:21e que o Vorcaro, ele seja obrigado, como diz a Constituição, como diz a lei, como testemunha, comparecer à nossa
01:28CPMI.
01:29Mas desde qual que é o ministro?
01:30O ministro André Mendoza, quem deu.
01:32Bem, se nós conseguimos, eu espero, reverter a decisão do Supremo Tribunal Federal, ele será obrigado a comparecer,
01:41e se não fizer, eu determinarei a condução coercitiva.
01:44Não é porque ele é banqueiro que ele vai poder receber benefícios, diferentemente de outras pessoas que se recusaram a
01:51vir.
01:51Mas eu digo com clareza, o país, hoje, olha, está recido, todos nós, com o que está acontecendo,
01:59com essa interferência constante no trabalho do Parlamento e de uma comissão parlamentar de inquérito.
02:05Então eu espero que a gente consiga, com diálogo, com respeito, já pedi uma agenda com o ministro André Mendoza,
02:11quero pessoalmente levar a ele os argumentos, que entendo a posição dele, que tem sido até coerente com relação aos
02:18habeas corpus,
02:19mas que tem, com toda tranquilidade, nos prejudicado, e eu espero que a gente consiga reverter isso, mas o prazo
02:25menor possível.
02:26Ele está em São Paulo, com residência em São Paulo, e seria escoltado pela Polícia Legislativa de São Paulo à
02:33Brasília,
02:33dentro de condições que nós estabelecemos anteriormente, com ele pagando a despesa de deslocamento dele em um jato dos advogados.
02:42A decisão de mandar a Polícia Federal buscar um banqueiro para ele depor em Brasília, custa aos cofres públicos, custa
02:52a quem paga imposto,
02:53de R$ 150 mil a R$ 200 mil. E eu entendo que se nós pudermos fazer com que
02:59as coisas sejam cumpridas, ele deslocando da maneira dele.
03:01Foi a discussão que se colocou, eu não me importei com isso. Eu não quero gastar dinheiro nosso para poder
03:08trazer uma pessoa que tem condições de pagar as despesas dela,
03:11que tem aí bilhões de reais bloqueados. Nós temos, por parte dos advogados, a proposta de uma reunião em São
03:20Paulo, fechada com alguns parlamentares da CPM.
03:24Eu não considero essa hipótese. Eu entendo que toda e qualquer pessoa tem a obrigação de vir a esta comissão,
03:32como outros já vieram.
03:33E não é porque é uma pessoa que metade da República quer proteger, que nós estamos vendo uma blindagem absurda
03:40para que esse senhor Vocaro
03:41não responda corretamente pelos crimes que eventualmente tenha cometido, aqui na comissão ele não terá nenhum privilégio.
03:49Eu vou lutar para que ele venha presencialmente e que dê as respostas que o país precisa.
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