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O retorno das atividades legislativas após o Carnaval trouxe um aumento na pressão sobre o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e o presidente da Câmara, Hugo Motta. Ambos estão sendo cobrados por parlamentares da oposição e até de parte da base governista para que autorizem a instalação de uma CPMI do Banco Master.

O requerimento já conta com assinaturas de 42 senadores e 238 deputados, números bem acima do mínimo necessário , mas Alcolumbre tem evitado convocar a sessão conjunta do Congresso para a leitura do pedido, passo formal que obrigaria o início da investigação.

Assista à íntegra:
https://youtube.com/live/0yq1M8VpAa8

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Transcrição
00:00Na retomada dos trabalhos legislativos depois do carnaval, os presidentes da Câmara e do Senado
00:05voltam a conviver com a pressão em torno da abertura de uma comissão parlamentar de inquérito
00:10justamente sobre o caso Master.
00:13Repórter André Anelli com as últimas informações.
00:16Afinal, a pergunta que a gente sempre faz, essa CPI ou até CPMI prospera ou não prospera, André?
00:26Tudo indica que não, viu Tiago? Isso porque entre os temas que devem ganhar destaque no lugar da CPI
00:33nesse primeiro semestre e legislativo, estão a proposta de emenda à Constituição da Segurança Pública,
00:39a PEC da Segurança Pública, o acordo comercial entre Mercosul e União Europeia
00:44e principalmente aquele debate sobre o fim da escala de trabalho 6x1.
00:49São basicamente duas motivações para que essas pautas entrem então na frente da CPI do Master.
00:55A primeira é eleitoral.
00:57Alcolumbre e Mota avaliam que as pautas têm maior potencial de gerar impacto positivo
01:03na imagem do Congresso junto à opinião pública, favorecendo os atuais congressistas.
01:09E a segunda motivação é sobre o rumo das investigações a respeito do Banco Master
01:14em fundos de previdência estaduais.
01:17A Amapá Previdência, por exemplo, foi alvo de uma operação da Polícia Federal
01:22que apura a aplicação de recursos de servidores públicos em carteiras vinculadas ao banco.
01:28Alcolumbre, que é um dos políticos mais influentes do Estado,
01:32poderia ser impactado negativamente com a CPI, jogando ainda mais luz nesse caso.
01:37Portanto, então, não interessaria ao presidente do Senado esse colegiado.
01:42Apesar de toda a resistência das cúpulas, tanto da Câmara quanto do Senado,
01:47a pressão pela CPI tende a continuar, principalmente vinda da oposição ao governo.
01:55Pressão a partir da semana que vem, a gente fica de olho.
01:58André Anelli até já, Dora Kramer.
02:00A gente falava sobre os efeitos do caso Massa no Congresso Nacional.
02:04Agora, ao que tudo indica, os presidentes das duas casas não querem essa CPI, não é?
02:11Não, eles não querem, mas entre o que eles querem e o que eles podem fazer,
02:17tem uma distância grande, porque essa história está sem controle.
02:21Ninguém tem controle, ninguém sabe.
02:23Olha só, já vai o Daniel Vocaro lá na segunda-feira, dia 23, falar na CPI.
02:30Muito bem, eu não acredito que ele vai entregar grande coisa,
02:33porque para ele é interessante falar numa delação premiada, que ele tem a ganhar.
02:39Mas muito bem, pode sair alguma coisa.
02:42No dia seguinte, 24, está marcado, e até agora não vi que se foi desmarcada,
02:47também um depoimento dele naquele grupo da comissão formado pela Comissão de Assuntos Econômicos.
02:54Então também vai sair alguma coisa.
02:57Então como é que o Davi Alcolumbre e o Hugo Mota, atendendo ao Palácio do Planalto,
03:04vão querer ter controle sobre a pauta?
03:06Não tem essa história.
03:08Cada hora vai para o lado.
03:10Gente, tem receita metida no meio, Polícia Federal, atrito com o Supremo Tribunal Federal,
03:16confusão entre os ministros do Supremo Tribunal Federal.
03:20Vocês acham que alguém tem o controle de dizer
03:24ah não, a gente vai assim cercar os fatos e vamos fazer tudo bem calminho
03:31de acordo com o que os nossos interesses eleitorais mandam?
03:35Nada disso, gente.
03:37A coisa tem uma frase dos políticos antigos, acho que era o Jader Babalho, que falava.
03:44Quando os fatos criam pernas, os políticos perdem a cabeça.
03:50É isso que está acontecendo.
03:52Pois é, e Vilela, no caso da CPMI do INSS, aí sim, as pernas estão correndo, né?
03:58Eles estão querendo aproveitar esse momento no eleitoral para tentar fazer um barulho.
04:05Exatamente.
04:06Na medida do interesse do parlamento, na medida do interesse, especialmente em temas cuidosos,
04:15existe uma articulação que é feita, hora para blindar, hora para proteger, hora para adiar e hora para agilizar.
04:23Agora, a Dora colocou muito bem, os fatos, muitas vezes, eles avançam dentro de uma forma avassaladora.
04:31Num caso, por exemplo, como esse envolvendo o Banco Master, se um depoimento traz ali algum fato,
04:37ou algumas das investigações traz algum fato realmente mais grave ainda,
04:42que denote uma crise muito grande, trazendo um determinado parlamentar, uma determinada autoridade,
04:49enfim, são situações que acabam ganhando vida própria e fazendo com que essa blindagem,
04:55essa proteção, acabe não podendo avançar.
04:58Então, nesse sentido, fica nesse jogo, nesse jogo de empurra,
05:03mas a expectativa é de que esses temas que arrastam tantas figuras emblemáticas
05:08sejam, sim, efetivamente apreciados, e aí, seja o que Deus quiser.
05:13São temas que a gente não sabe como efetivamente vão acabar.
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