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A defesa do ex-presidente do Banco de Brasília, Paulo Henrique Costa, solicitou que ele seja novamente ouvido pela Polícia Federal no inquérito que investiga supostas fraudes financeiras envolvendo o BRB e o Banco Master. O pedido foi feito após acareação determinada pelo STF, e a investigação segue agora sob relatoria do ministro André Mendonça.

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Transcrição
00:01Seguimos aqui, há várias notícias relacionadas ao Banco Master, ao caso de má gestão do banco,
00:08inclusive a defesa do ex-presidente do Banco de Brasília, o Paulo Henrique Costa, ele inclusive
00:15fez uma solicitação. Ele aguarda agora que a Polícia Federal convoque o Executivo para um novo
00:22depoimento no inquérito que apura as fraudes financeiras que envolvem a instituição pública,
00:27além do Banco Master. Segundo o advogado, o agendamento da oitiva de Costa foi solicitado
00:32no dia 30 de dezembro do ano passado, o dia em que o ex-presidente do BRB e o banqueiro
00:39Daniel Vorcaro foram submetidos àquela acariação no Supremo Tribunal Federal.
00:44Você se lembra, trouxemos as informações aqui. Essa medida foi determinada pelo ministro Toffoli,
00:50do STF, até então ele era o relator do inquérito que apura as fraudes do Banco Master e a tentativa
00:56de compra de ativos do Banco de Vorcaro pelo BRB. A acariação é usada para confrontar
01:02diferentes versões de um fato sob investigação. Toffoli deixou a relatoria do processo na semana
01:08passada e foi substituído pelo ministro André Mendonça após a realização de um sorteio.
01:16Trouxemos isso ao vivo aqui, eu estava no ar, apresentando o Visão Crítica naquele dia.
01:21Deixa eu começar essa com o Bruno Musa. Musa, quando o ex-presidente do BRB pede para depor
01:29mais uma vez a Polícia Federal, o que o leitor da notícia pensa? Bom, ele deve ter novas revelações
01:38ou talvez ele ajuste, promova algum tipo de ajuste naquilo que ele já disse. Enfim, o que a gente
01:45pode esperar? O que o ex-presidente do BRB pode revelar? Não temos a menor ideia, mas que dá um
01:54certo frio na barriga no sentido dele pedir isso novamente, claramente sim. Parece que ele no
02:00começo não imaginaria as proporções ou a proporção que isso poderia tomar, para onde poderia ir e o
02:09o único caminho que eu vejo é a pressão funciona. Quando você vê que realmente a coisa começa a
02:15estourar e pode estourar uma bomba grande no seu colo, a gente começa a ver pessoas voltando atrás e
02:21aqueles que eram seus aliados e seus amigos começam a olhar e falar, hum, não, agora virou cada um por
02:27si.
02:27É o que nós aprendemos lá atrás em várias faculdades, na de economia, por exemplo, e eu lecionava também
02:32a respeito disso da teoria dos jogos. Ou seja, você, aquele que era teu aliado, se você colocá-lo para
02:39depor
02:40numa sala diferente da tua, sem saber que o outro está depondo e propõe algum tipo de vantagem para
02:47entregar o seu inimigo, grande parte das pessoas acaba por entregar o que agora inimigo e antes sempre
02:53era o teu aliado. Então, teoria dos jogos puro aí, que a gente pode colocar em várias situações que tem
02:59a ver
02:59com o comportamento humano mesmo. Quando você vê que a situação está apertando para você, você
03:04naturalmente negociará algum tipo de acordo para que possa facilitar ou que a punição seja menor para
03:10você, seja ela qual for. Então, é o único que eu começo a ver. Ele não imaginava que a coisa
03:15tomaria
03:16determinada proporção. O BRB fez uma oferta importante para o Banco Master, que foi negada
03:23pelo Banco Central. Hoje já sabemos que o dinheiro circulava dentro desse ecossistema, portanto, o dinheiro que
03:29era captado pelo Master entrava em fundos da REAG, ia uma parte para o BRB e era esse mesmo dinheiro
03:36que voltaria para o Master, que fez a oferta de compra de 2 bi, que era justamente na época quando
03:41o Banco
03:42Central disse que o Master precisaria de 2 bi de aporte para não ser liquidado. Quer seguir aí?
03:49É só receber a rede Jovem Pan, a notícia em destaque, o caso Master, o ex-presidente do BRB, o
03:54Banco de
03:55Brasília, pediu para depor mais uma vez a Polícia Federal. Finaliza você, Bruno.
04:01Rapidamente. Então, me parece que a coisa apertou, esse dinheiro voltava justamente da
04:07captação, ficava nesse ecossistema e hoje está aberto para todo mundo saber que o BRB tem uma
04:12parte importante, gastou mais de 12 bilhões de reais, um banco público, do dinheiro do pagador de imposto
04:18de Brasília, para financiar uma máquina e uma fraude de corrupção que tem tentáculos por todas as
04:24partes. Então, ele deve estar bastante preocupado na hora de dormir. Pois é, o Paulo Henrique Costa, o ex-presidente
04:31da instituição pública, o Banco de Brasília, foi questionado por alguns veículos de comunicação e aí a sua
04:39defesa disse que ainda há pontos a serem esclarecidos, por isso esse pedido para depor mais uma vez a Polícia
04:46Federal. Agora, Dávila, claro, há pontos, há vários pontos a serem esclarecidos, mas quando a gente olha
04:53para o episódio que envolve o BRB, é preciso também olhar para a figura do governador, do DF,
05:01Ibanez Rocha acaba saindo prejudicado, com a imagem manchada, inclusive talvez o projeto eleitoral
05:11tenha de ser adiado, você entende? De 2026 para 2030?
05:18Caniato, o Musa trouxe muito bem a teoria dos jogos aqui como uma maneira pela qual hoje o ex-presidente
05:26do BRB está tentando se defender para safar de uma pena que provavelmente ele vai pagar em dobro se ele
05:32não abriu o bico sobre essa história, e isso mostra a natureza perversa de empresa estatal, que num banco
05:41normal, você responde para o acionista, você está olhando de olho no acionista, num banco estatal, o governador
05:48pega o telefone, liga para você e fala, ó, tem que quebrar o galho, tem que ajudar o banco aí,
05:52mas tem que ter, e aí é que
05:54começa o problema, são decisões que não seguem padrão técnico, seguem padrão político, alguém dita
06:03a ordem para você, e com a nomeação do presidente do banco depende do governador, depende bem de uma
06:08educação política, aí que começa esta confusão quando uma bomba explode, como é o caso do banco
06:15master, então, a parte de qualquer decisão técnica, ela acaba sendo preterida numa estatal para atender e
06:27acomodar pressão política, por isso, privatiza já, né, acaba com estatal, estatal é um desastre, é um
06:35sorvedor de dinheiro do pagador de imposto, tá aí os mais de 14 bilhões de rombos já, que nós vamos
06:41ter
06:41que pagar mais de 10 bilhões do nosso tesouro, que é nosso dinheiro, pagador de imposto, para salvar
06:46correio, e isso é para salvar tudo que é estatal, e a estatal do chip do boi, imagina a chip
06:53de orelha
06:53do boi, precisa ter uma estatal, a EBC, o que que é essa EBC, cara, aliás, o presidente Bolsonaro disse
06:59que acabar não acabou, é uma vergonha, tem que acabar com tudo isso, privatiza tudo, e essa é mais uma
07:05prova
07:05que não pode ter banco estatal, banco estatal é braço de utilização política e não é algo voltado
07:14para o acionista e para o mercado, então, tá aí um exemplo claro de que é preciso privatizar já
07:21esses bancos estatais, aliás, Caniato, você que conhece bem a história do Brasil e sabe, lembra que lá em
07:281994, o que que teve que fazer? Uma das coisas da lei de responsabilidade fiscal do governo Fernando Henrique
07:34era para acabar com o banco estatal, tinha que privatizar, aqui em São Paulo privatizou o Banespo,
07:39teve que vender, porque era só utilização política do banco, todos os bancos estavam pendurados,
07:46então, não vamos repetir os erros do passado, vamos repetir os bons exemplos, como foi em 94,
07:55aquela onda gigantesca de privatização de banco estatal para livrar o Estado e o Tesouro de um banco
08:05cuja finalidade é acomodar interesses políticos ao invés do interesse dos seus clientes.
08:12Pois é, muito bem lembrado, esses bancos, enfim, eram muito disputados para quem queria fazer concurso público, né,
08:19porque você ganhava o seu salário, quatro horas da tarde largava a caneta, enfim, e as coisas mudaram,
08:26o Dávila bem lembrou, o Banespa foi vendido, o Santander, o Banco Espanhol comprou,
08:31e o Banerj, no Rio de Janeiro, e o Banistado, no Paraná, foram comprados à época pelo Itaú.
08:38Bem lembrado, viu, Dávila? Bom, a gente segue trazendo as principais informações, só para fechar,
08:42Ah, delegado Palumbo, ex-presidente do BRB pede para depor, provavelmente vai compartilhar revelações importantes,
08:52há muitas dúvidas em relação àquela intenção do BRB em comprar o Banco Master, né?
08:58Enfim, o que podemos esperar desse processo de investigação, delegado?
09:04Olha, não é muito comum, né, uma pessoa pedir para ser ouvida na polícia, ainda mais ela sendo investigada.
09:11Agora, a gente tem que lembrar que cabe ao delegado de polícia ser o momento oportuno para a oitiva dele.
09:17Não é porque ele fez um pedido que ele vai ser imediatamente atendido,
09:21mesmo porque a gente não sabe o que está acontecendo neste inquérito policial,
09:24quais as outras pessoas que serão ouvidas, e talvez ele ser ouvido na próxima semana,
09:30talvez isso atrapalhe as investigações.
09:34O delegado, ele vai montando o quebra-cabeça de acordo com a sua expertise em investigação.
09:40Então, talvez seja mais interessante ouvir outras pessoas, colher o depoimento dessas outras pessoas,
09:46para só depois chamar o ex-presidente do BRB para depor, né?
09:52Então, não é assim que funciona, não é porque ele tem um advogado, faz um pedido,
09:55que o delegado tem que acatar imediatamente.
09:58Ele vai escolher o momento oportuno para fazer essa oitiva.
10:02Pode ser que demore, pode ser que não, de acordo com a conveniência aí da instrução do inquérito policial.
10:08Caniato.
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