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  • há 16 horas
O presidente chinês, Xi Jinping, realiza movimentos diplomáticos estratégicos para adaptar a China a uma ordem global cada vez mais fragmentada. Após uma videoconferência com Vladimir Putin, ficou definido que os líderes se encontrarão presencialmente pelo menos duas vezes em 2026: uma visita do russo a Pequim, prevista entre abril e maio, e um novo encontro em Shenzhen, durante uma cúpula da APEC em novembro.


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Transcrição
00:00O presidente chinês Xi Jinping tem realizado importantes movimentos diplomáticos e olha só que curioso, tanto com os Estados Unidos quanto com a Rússia.
00:08O Luca Bassana está conosco e vai nos explicar os detalhes porque, Luca, a China tem buscado se adaptar a uma nova ordem global que está cada vez mais fragmentada, bagunçada
00:19e tem se posicionado de uma forma muito estratégica nesse xadrez geopolítico, negociando com todas as partes, inclusive com aqueles que são praticamente inimigos declarados entre si, né?
00:32Exatamente, Bia. Depois daquela conversa por videoconferência entre Putin e Xi Jinping, ficou decidido que os dois líderes se encontrarão pelo menos duas vezes neste ano de 2026.
00:44A primeira visita oficial deste ano deverá acontecer em Pequim, onde o presidente Putin deve ser recebido entre abril e maio, algo que também aconteceu no ano passado neste período de primavera,
00:59ao mesmo tempo que também confirmou presença a uma feira da APEC que acontecerá na cidade de Shenzhen em novembro.
01:06Também é esperado que os dois líderes se encontrem em outros cantos do mundo à medida que novas conferências forem acontecendo,
01:15como é o caso dos BRICS e até mesmo da própria APEC, entre outras diferentes organizações mundiais.
01:23Aquilo que a gente vê é um estreitamento dos laços entre China e Rússia, algo que tem sido observado de maneira cautelosa pelos países ocidentais,
01:32considerando que são duas potências militares, duas potências nucleares e a China uma potência econômica que rivaliza com os Estados Unidos diretamente.
01:42Óbvio que todas as questões relacionadas à segurança, aos escopos militares, têm sido observadas de maneira mais detalhada,
01:51por se tratar de um país que dá um respaldo econômico para a Rússia na sua guerra da Ucrânia.
01:57Com certeza, essa relação tende a se estreitar à medida que as relações ocidentais estão se fragmentando,
02:05pelo menos durante este governo de Donald Trump.
02:07Vemos um distanciamento ideológico, até mesmo de objetivos econômicos e militares dos Estados Unidos e dos seus aliados europeus,
02:15o que abre espaço para que esta aliança oriental continue acrescendo,
02:19algo que Putin e Xi Jinping ressaltaram a sua necessidade de continuar estreitando laços nessa aliança euro-asiática,
02:28assim chamada pelo próprio presidente russo.
02:30Algo para a gente continuar acompanhando, porque esses dois países, apesar de diferentes ideologicamente,
02:36também fazem parte dos BRICS e podem afetar diretamente as relações econômicas com o Brasil.
02:42Certamente, são países que acabam se posicionando de forma bastante protagonista na geopolítica
02:48e em um momento que a gente observa guerras tarifárias, discussões econômicas entre diferentes nações,
02:55a China, justamente a China, que já teve conflitos com vários, conseguindo se posicionar entre Rússia e Estados Unidos.
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