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O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), avalia que a direita precisa lançar uma candidatura de centro ao Senado para evitar perder espaço para a esquerda nas eleições. A estratégia considera a possibilidade de nomes fortes do campo lulista na disputa, como Fernando Haddad (PT), além da pré-candidatura do deputado Guilherme Derrite (PP).

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Transcrição
00:00O Mainete vai trazer mais detalhes pra gente sobre essas negociações e, é claro, a preocupação de Tarcísio de Freitas,
00:06que defende candidaturas de candidatos mais de centro, né, Misael? Seja bem-vindo, uma boa tarde.
00:14É, ninguém quer perder espaço, ainda mais no Senado.
00:18Cássio, muito boa tarde pra você, pra todo mundo que acompanha o 3 em 1, governador de São Paulo,
00:23Tarcísio de Freitas do Republicanos, ele tá pensando numa estratégia de ter, de conseguir uma cadeira no Senado que seja de direita,
00:34mas também tentar uma de centro, porque essa de centro, ela justamente quebraria essa equação, né,
00:41atrapalharia a esquerda a conseguir uma cadeira.
00:44Então, ele imagina que é melhor ter essa estratégia, uma de direita e uma de centro,
00:48do que tentar, por exemplo, duas cadeiras de direita ou duas cadeiras bolsonaristas,
00:54porque isso traria mais vantagem pro presidente Lula e pros candidatos de esquerda.
01:00E quando a gente fala candidatos de esquerda, a gente tá falando, por exemplo, do ministro da Fazenda,
01:05Fernando Haddad, que pode ser aí um nome pra tentar uma cadeira no Senado nestas eleições.
01:11A gente já sabe da vontade de Tarcísio de Freitas ter Guilherme de Ritchie como senador.
01:17Guilherme de Ritchie, que agora é do PP e foi secretário de Segurança Pública dele.
01:22Essa já é uma vontade, né, já muito decidida, muito declarada.
01:27Ontem, Tarcísio de Freitas também falou sobre isso.
01:31E aqui a gente já tem vários nomes, tá, pra analisar aí na discussão de vocês.
01:35Por exemplo, Ricardo Salles, ele que é deputado federal pelo Novo, já foi ministro na gestão Bolsonaro.
01:42É um nome também que tenta uma cadeira no Senado.
01:45Tarcísio de Freitas estaria justamente preocupado, então, com este segundo nome pra afastar a esquerda.
01:53Agora tem outras situações que acontecem de maneira simultânea.
01:58Eduardo Bolsonaro tá cassado, mas ele já deu aí indicações, ele já indicou, deu a bênção dele, vamos dizer assim, pra Gil Diniz do PL.
02:09A gente tem também Marcos Feliciano, ele que é do PL, um pastor já muito conhecido, também conhecido pelas acusações de homofobia, também é um nome que tenta o Senado.
02:20Então, são vários nomes de direita, vários nomes bolsonaristas aí, raiz, tentando uma vaga.
02:27Mas Tarcísio de Freitas parece preferir essa estratégia direita mais centro.
02:33Aproveitando a oportunidade, conversei agora há pouco com o deputado federal Guilherme de Rit do PP sobre esse assunto.
02:40Ele disse, abre aspas,
02:41Meu foco está totalmente na disputa pelo Senado, conforme decisão construída junto ao meu grupo político.
02:49É algo que foi pensado e trabalhado com responsabilidade.
02:53Quero ter a oportunidade de participar do debate político para ajudar a reformular nosso sistema de justiça criminal em defesa de uma sociedade mais segura e que não seja refém do medo.
03:03Fecha aspas, está aí a declaração de Guilherme de Rit do PL, um nome que é fato ganhou relevância na gestão de Tarcísio de Freitas como secretário de Segurança Pública.
03:15E quando a gente fala em relevância, a gente fala de pragmatismo em acabar com o crime organizado.
03:22E também falamos em alta letalidade quando a gente ouve, por exemplo, especialistas de esquerda analisando os números e toda a situação.
03:32Bom, não falta o material, não faltam nomes para vocês conversarem aí sobre cadeiras para o Senado.
03:39Cássios?
03:40Valeu, Misael. Obrigado pelas informações, trazendo mais detalhes e bastidores em relação a essa disputa para o Senado aqui no Estado de São Paulo.
03:48E olha, gente, vamos ser bem claro agora, colocar aqui nome em cada um, pelo menos, desses candidatos,
03:53porque a gente tem aqui no Estado de São Paulo aí duas cadeiras e diversos candidatos.
03:58Seria a dobradinha, pelo menos, que a direita esperava de Eduardo Bolsonaro, que acabou se inviabilizando,
04:05e também Guilherme de Rit, que acabou dando essa entrevista para o Misael Mainetti,
04:09dizendo que o foco dele está justamente na disputa pelo Senado.
04:13De Rit, na avaliação, inclusive, de alguns integrantes do Palácio Bandeirantes, que eu tenho conversado nesses últimos dias,
04:18ele tem um alinhamento mais para o lado do Bolsonaro.
04:21Não seria esse centro-direita que o Tarcísio está buscando, ou seja, aquela vaga que seria ocupada por Eduardo Bolsonaro ficou para de Rit.
04:29Por isso que Tarcísio de Freitas dialogou, conversou, quando visitou o ex-presidente Jair Bolsonaro,
04:34na tentativa de conseguir engatar, pelo menos, um candidato ao Senado um pouco mais de centro,
04:40que trouxesse, pelo menos, esse eleitor de centro para essa disputa.
04:44E por que isso?
04:45Porque ainda não ficou claro quais serão os candidatos da esquerda.
04:48Já se fala muito em Fernando Haddad, em Marina Silva, em Simone Tebbit,
04:52pode até mesmo, até um pouco mais, mínima chance de Geraldo Alckmin, enfim.
04:57São nomes fortes.
04:58E pelas pesquisas que já foram feitas previamente,
05:02esses nomes da esquerda aparecem como favoritos,
05:04e Guilherme de Rit ali na terceira, quarta colocação.
05:06Por isso, esse sinal de alerta ligado aí para o próprio governador do estado, Tarcísio de Freitas.
05:12Ô, Piperno, eu quero te ouvir se realmente essa preocupação de Tarcísio de Freitas é válida,
05:18e se os candidatos da esquerda que estão sendo especulados, realmente, eles têm essa força.
05:23Olha, primeiro que, vejam, eu acho que é muito legítimo, e do ponto de vista eleitoral,
05:28é um olhar muito pragmático esse do governador Tarcísio em querer expandir o espectro político com o qual ele se comunica.
05:35chamar o de Rit, por exemplo, de um candidato de centro ou de centro-direita,
05:41eu acho que aí é muita liberdade poética também, né?
05:44Dá a mesma forma que dizer que a Simone Tébio tinha de esquerda,
05:47eu diria que é o certo, né, no mínimo, um certo exagero.
05:52Mas, eu acho que é um jogo ainda muito aberto,
05:56até porque, de todo esse monte, o único que, de fato, é candidato ao Senado é o de Rit.
06:02Fernando Haddad, por exemplo, o presidente Lula sonha,
06:05e tê-lo aí como candidato ao governador.
06:08Haddad corre dessa possibilidade.
06:10O Lula, aliado a essa entrevista, ele falou que ainda não desistiu, por exemplo,
06:16de convencer o Rodrigo Pacheco lá em Minas.
06:21Então, eu acho que é tudo muito aberto, por enquanto.
06:24O presidente está bem posicionado em pesquisas, é verdade,
06:27abaixo do, enfim, de Fernando Haddad,
06:29mas se o Haddad, por exemplo, não confirmar a sua candidatura,
06:32o campo aí ligado ao presidente Lula também vai ter que garimpar um outro nome.
06:37Esse nome não existe.
06:39Lembrando que a Mara Gabrilli, que se elegeu em 2018,
06:44não será candidata à reeleição, ao que tudo indica.
06:46Parece que ela, inclusive, deseja uma candidatura a deputada estadual,
06:51que é ficar aqui em São Paulo.
06:53O outro nome eleito daquele pleito foi o do Major Olímpico, morreu,
06:57e aí o suplente dele, o Jordano, também, ao que tudo indica,
07:02não será candidato à reeleição.
07:04É tudo muito aberto.
07:05Em relação à Derrite, eu acho que os adversários deveriam,
07:08de fato, se concentrar e olhar com lupa os indicadores da violência aqui em São Paulo,
07:14porque na cidade de São Paulo, por exemplo, em 2025,
07:19diminuiu, é verdade, o número de furtos e de assaltos,
07:24mas, em compensação, tragicamente, aumentou de homicídios.
07:29Inclusive, olha só, a gente recebeu o recado aqui do Paulo Albani,
07:32mandou aqui, né, na nossa interação, olha,
07:34Derrite não vai ganhar, não terá voto da segurança, nós lembraremos dele.
07:39Então, o pessoal participando aqui do nosso querido 3 em 1.
07:42Alangânia, eu quero te perguntar agora também,
07:44inclusive, o Piperno levantou essa bola que é interessante.
07:47Será que os candidatos da esquerda, seja Fernando Haddad, Marina Silva, Simone Tevitt,
07:52eles que são fortes, ou a direita que não está conseguindo achar um candidato tão competitivo?
07:58Olha, eu vejo que a direita tem candidatos competitivos, né,
08:01eles não são de centro, mas são competitivos.
08:04Então, por exemplo, o Guilherme Derrite, pra mim, é bastante competitivo.
08:07Por mais, o Piperno trouxe aqui um dado, o aumento de homicídios,
08:11por mais que isso seja verdade,
08:14há uma percepção de que o Guilherme Derrite faz um bom trabalho
08:19na segurança pública aqui em São Paulo.
08:21É claro que o aumento da criminalidade não depende só de ações dele.
08:25Aliás, se depender só de ações dele,
08:27provavelmente a criminalidade diminuiria.
08:29Mas, sobretudo, é, a criminalidade é muito alta por conta da impunidade.
08:36Esse é o principal ponto.
08:37Aí que está o principal gargalo, né?
08:39Você pega, é, o Palumbo já falou que prendeu oito vezes a mesma pessoa,
08:44o cara dava risada na cara dele, porque sabia que ia ser, que ia ser solto, né?
08:48Então, essa impunidade aí.
08:50Então, o Guilherme Derrite é um candidato competitivo, o Piperno,
08:54assim como o Ricardo Salles também é um candidato competitivo.
08:58Já foi ministro, tem uma identificação muito forte com o Bolsonaro.
09:02E vamos lembrar, o Bolsonaro, tudo bem que ele está, agora está preso, né?
09:07Isso vai dificultar, mas lá na eleição passada,
09:10ele fez um monte de senador, hein?
09:12Só transferindo voto.
09:13Então, talvez, essa missão agora seja para o Flávio.
09:17Então, o Flávio pode ser esse interlocutor
09:20e a capacidade de transferência de votos da família Bolsonaro não é pequena.
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