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A renda real disponível das famílias brasileiras deve crescer 4,5% em 2026, segundo projeções da XP, mantendo ritmo próximo ao avanço de 4,8% registrado em 2025. Para 2027, a estimativa é de alta de 3,0%, indicando desaceleração, mas ainda em terreno positivo. Alan Ghani analisou.

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Transcrição
00:00Mas eu quero chamar aqui a Danúbia Braga porque a renda real das famílias deve crescer 4,5% neste ano.
00:04O resultado seria próximo da alta de 4,8% que foi observada no ano passado.
00:10Conta aí, Danúbia.
00:13Isso mesmo, Cine. Alguns fatores contribuem para isso, tá?
00:16Entre eles, justamente a reforma do imposto de renda para pessoas que ganham ali até 5 mil reais,
00:24que estão isentas a partir deste ano,
00:25e para quem ganha até 7.350 reais tem um desconto progressivo.
00:30Além disso, mercado de trabalho aquecido.
00:32Então, isso contribui para esse cenário que deve ser observado tanto nesse ano de 2026,
00:38quanto também em 2027.
00:40A gente preparou uma arte para acompanharmos juntos, então, essa evolução, né?
00:45A renda real disponível para as famílias brasileiras cresce desde 2022.
00:49E aí a gente tem, então, para esse ano de 2026,
00:53crescimento de 4,5% para o ano que vem de 3%.
00:56Esses são os dados, então, estimados da XP.
01:00Segundo o relatório, a reforma do imposto de renda para a pessoa física vai ter um papel bem relevante
01:06para esse crescimento em 2026,
01:08porque direciona a maior parte das isenções e os descontos também
01:12para trabalhadores, principalmente de baixa e média renda.
01:17E aí também tem uma estimativa de que o impacto líquido será de 0,6 pontos percentuais
01:22sobre o crescimento real da renda das famílias.
01:25Para esse ano também uma expectativa, segundo o próprio relatório,
01:29do crescimento do PIB de 2026, que fique em 1,7% com viés também de alta.
01:36Volto com vocês no estúdio.
01:37Obrigado, Danúbia Braga.
01:39Vamos lá, Alangane.
01:40Agora sim você pode trazer para a gente a tua avaliação sobre esses números,
01:43o que se confirma e também diante do que era esperado.
01:46Olha só, a gente observa um movimento desde o pós-pandemia de recuperação da renda real.
01:53Isso tem a ver com a recuperação do mercado de trabalho.
01:56O mercado de trabalho está bastante aquecido, de fato,
01:595,1% a taxa de desemprego, a última divulgada pelo IBGE, Evandro.
02:04E também a XP aponta com a questão da isenção do imposto de renda
02:10que vai entrar em vigor em 2026, beneficiando famílias que ganham até ali 5 mil reais,
02:16pessoas que ganham até 5 mil reais.
02:19E depois de 5 mil a 7 mil você tem uma faixa menor de imposto de renda.
02:22Então tudo isso possibilita um aumento da renda real.
02:25O que é renda real?
02:26É o crescimento da sua renda.
02:29Lembrando que salário é renda, lucro que você recebe de uma empresa também é renda.
02:34Os dividendos de aplicações financeiras, de ações, tudo isso é renda.
02:38Então é o crescimento além da inflação.
02:41Então isso é a renda real.
02:43Tira o que a inflação come e é o que sobra.
02:45Isso.
02:46E aí há um crescimento acima da inflação.
02:48Agora o que é muito...
02:49Então em 2026 4,5% e em 2027 a previsão da XP de...
02:53Mas para quem nos ouve, olha como era.
02:55Em 2023 esse crescimento foi de 9,5%.
02:59Caiu para 5,6% em 2024, chegou a 4,8% em 2025
03:04E em 2026 há aí a estimativa de 4,5%.
03:08Em 2027 cairia para 3%.
03:11Então o que é importante a gente frisar aqui, Evandro, não é que a renda está caindo.
03:16Ela está crescendo menos.
03:18Exatamente.
03:19Então assim, em 2023 cresce 9,5%.
03:22Em 2024 cresce, só que agora há uma taxa de 5,6%.
03:28Então esse crescimento da renda tem desacelerado.
03:33É um crescimento menor, mas tem crescido.
03:36Por conta desse aquecimento do mercado de trabalho, de acordo com a XP,
03:40este ano vai ser influenciado pela isenção do imposto de renda.
03:44Agora, sabe o que é curioso, Evandro?
03:46O que?
03:46Você não observa conversando com as pessoas, você conversa bastante, né?
03:49Com motorista de aplicativo, com funcionários.
03:52Há uma insatisfação em relação à economia.
03:54Então, a gente percebe um aquecimento no mercado de trabalho,
03:59um crescimento da renda real, mas as pessoas insatisfeitas com a questão econômica.
04:07Com a sensação do poder de compra que está menor, né?
04:09Exatamente.
04:10A minha tese é que durante anos houve aí uma inflação acumulada,
04:16a pandemia machucou muita gente,
04:18e essa recuperação da renda real, ela não foi suficiente para cobrir os estragos feitos no passado
04:26por conta de pandemia e por conta de inflação.
04:29Então, é essa a sensação que a vida está muito cara.
04:33Tem um outro ponto também,
04:35que talvez esta renda real esteja, é uma média,
04:40esteja subindo em alguns setores específicos,
04:44em algumas camadas da população específicas.
04:48Então, é uma média.
04:49Então, não necessariamente a renda real do Evandro esteja subindo,
04:54mas a da Bia pode ser que esteja subindo, né?
04:57Na média, subiu.
04:58Então, não significa que é um crescimento homogêneo da renda real.
05:02Talvez esse crescimento se dê mais nas camadas superiores aí da sociedade,
05:08quem ganha mais.
05:08Muito bom, Alangani.
05:09Obrigado por enquanto.
05:10Até.
05:10Deixa eu caminhando.
05:11Obrigado.
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