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O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e o prefeito da capital, Ricardo Nunes (MDB), anunciaram o rompimento do contrato com a Enel após reunião com o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira (PSD). A decisão ocorre após falhas recorrentes no serviço, incluindo o apagão da última semana que deixou cerca de 2,2 milhões de pessoas sem energia no estado. Segundo as autoridades, o processo de caducidade será conduzido pela Aneel.

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Transcrição
00:00A gente segue acompanhando, qualquer novidade a gente traz aqui na programação.
00:04O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, e o prefeito da capital, Ricardo Nunes,
00:10anunciaram após a reunião com o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira,
00:14o rompimento do contrato com a Enel.
00:17O processo de caducidade será iniciado pela Agência Nacional de Energia Elétrica
00:22após reiterados problemas na prestação de serviço e falhas no atendimento à população,
00:27como o que foi registrado na última semana, que deixou cerca de 2 milhões e 200 mil pessoas sem energia em todo o Estado.
00:36Tarcísio falou sobre o caso, afirmando que seria insustentável manter a empresa.
00:42A produção, inclusive, separou esse trecho. Acompanhe.
00:45O que a gente está concluindo? Que é insustentável a situação da Enel em São Paulo.
00:50Absolutamente sustentável, ela não tem mais condição de prestar serviço, tem um problema reputacional muito sério,
00:55tem um problema de deixar a nossa população na mão de forma constante.
01:02A gente mostrou gráficos que, por exemplo, a gente teve nesse último evento 2 milhões e 200 mil clientes interrompidos
01:11e a gente levou praticamente 5 dias para ter o reestabelecimento da maioria dessas unidades residenciais, dessas unidades de consumo.
01:21Notícia importante, em São Paulo, encerrando o contrato com a Enel após milhões de clientes ficarem sem energia.
01:29Você, Luiz Felipe Dávila, o Dávila mora aqui em São Paulo, já passou por situações bem delicadas,
01:36acompanha essa tentativa de encerrar o contrato com a Enel e agora sim parece que o Ministério de Minas e Energia
01:43cede a pressão do Estado e da capital paulista. Dávila?
01:46Não há dúvida que a Enel está prestando um péssimo serviço em São Paulo e muitas vezes não reconhece o problema,
01:54tenta varrar o problema para debaixo do tapete, diz que está resolvendo.
01:57Não, a primeira coisa que tem que fazer numa crise é reconhecer o tamanho do problema e que ações vão ser tomadas daqui para frente.
02:02Não é a primeira crise, são várias crises.
02:06Toda vez que você tem um problema recorrente, mostra que evidentemente essa empresa não tem mais condições de prestar serviço.
02:11Mas também não podemos tratar a Enel como o bode expiatório, o único culpado por tudo que acontece na questão de energia em São Paulo.
02:22Tem muitos outros culpados.
02:24Começa pelo governo federal que a agência reguladora hoje em dia foi totalmente loteada politicamente
02:31e não consegue cumprir a sua função básica, que é fiscalizar a atuação dessas empresas prestadoras de serviço público.
02:40Porque hoje, quem está indicado lá, Caniato, não entende nada de energia.
02:44Só entende de fidelidade política a algum padrinho político.
02:48Isso é uma vergonha.
02:50O governo do PT destruiu as agências reguladoras que foram criadas lá no governo Fernando Henrique,
02:57que tinha esse componente técnico e cumpriu um papel fundamental.
03:00Então, o órgão fiscalizador das concessões acabou.
03:04Aí vão culpar a privatização.
03:06Não, tem que culpar o governo, porque não está cumprindo o seu papel de órgão fiscalizador dessa atuação.
03:12Segunda questão fundamental em São Paulo.
03:16Nós temos esse problema das árvores em São Paulo.
03:19Toda vez esse negócio de poda de árvore é um enorme problema.
03:22Nós precisamos usar isso de uma forma melhor para tratar essa questão das árvores de uma forma adulta.
03:28E não a prefeitura, a culpa, a Ana, a culpa.
03:30Isso não adianta nada.
03:31Tem que ter um plano.
03:32Tem que ter um plano e dividir responsabilidade.
03:34Isso aqui é do Estado, isso aqui é da prefeitura, isso aqui é da concessionária.
03:38Mas precisa resolver essa questão, porque isso compromete a questão da energia em São Paulo.
03:45E a terceira coisa, Caniato, nós precisamos de uma concessão nova que tem que enterrar os fios, principalmente nos jardins, nessas regiões que tem muitas árvores.
03:56Não é possível nós termos regiões arborizadas, bairros completamente arborizados em São Paulo, graças a Deus, pulmão da cidade, muito importante.
04:05Mas que tem essas tramas de fio espalhado pela cidade inteira.
04:09Isso não pode acontecer.
04:11Então, precisa ter um projeto de enterrar frios, principalmente em áreas onde há muitas árvores.
04:18Mas é óbvio que isso precisa acontecer na cidade inteira.
04:20Só que a gente sabe que isso é...
04:21Tem que começar por algum bairro.
04:22Mas tem que começar.
04:23Então, assim, vamos aproveitar a crise do rompimento de contrato da Enel para colocar a bola no chão,
04:30entender qual é a responsabilidade de cada um em melhorar essas deficiências.
04:34E não apenas achar que vai trocar a concessionária em São Paulo e manter todas as deficiências do sistema atual
04:43e achar que nós vamos ter serviço de primeiro mundo no fornecimento de energia na cidade.
04:47Isso não vai acontecer.
04:49Então, que esta crise sirva de uma lição para que todos os poderes estadual, municipal e federal
04:56sentam-se à mesa para entender quais são os reais gargalos e problemas
05:02e resolver de uma vez por toda esse pesadelo da população paulistana e paulista.
05:08Muitas falhas na prestação de serviço.
05:10Ontem, o prefeito Ricardo Nunes, inclusive, disse que havia 50 mil domicílios sem luz.
05:16Imagina você viver cinco dias sem luz, sem energia elétrica.
05:19Vai fazer o quê?
05:20Você, Mota, decisão tomada pelo Estado e pela Prefeitura, encerramento de contrato com a Enel,
05:27agora com a concordância do governo federal.
05:30Antes disso, Mota, rápida parada para quem nos acompanha pela rede, mas nós seguimos por aqui.
05:36Mota, sua avaliação, por favor.
05:38Eu acho que é um passo correto, acho que a empresa teve muitas chances
05:43e agora fica aí um enorme desafio de substituir a empresa.
05:49Eu não conheço os detalhes do que está sendo planejado.
05:53Não sei se a substituição vai ser feita colocando uma outra empresa no lugar dessas,
05:58mas vai continuar aí o desafio de começar esse processo de transferir a rede de aérea para a subterrânea.
06:06Grigner, e essa discussão, essa politização do problema?
06:12Aqueles apontando o dedo, falando, ah, está vendo, privatizaram, não dá certo,
06:17é melhor passar para o controle do Estado. E aí?
06:20Agora nós temos uma baita evidência, né?
06:23Porque se estivesse no controle do Estado, nada ia mudar.
06:26Pelo menos agora com essa concessão, com a maneira como foi feito,
06:30diante de uma insatisfação, de uma quebra de contrato,
06:33de uma frustração por parte do cliente, que é a população que paga
06:37para receber o serviço, mas não está recebendo da maneira como deveria,
06:42agora o contrato foi suspenso.
06:44E aí, então, se busca uma nova empresa.
06:46Será desafiador, como o Mota colocou,
06:48mas se busca uma nova empresa que venha prestar esse serviço.
06:51E não faltam alternativas.
06:54São vários os especialistas nessa questão urbana,
06:57na questão de distribuição de energia,
06:59de como é que se pode fazer esse aterramento de fios
07:02de uma maneira mais custo-benefício, né?
07:05Considerando o custo-benefício.
07:06É, sim, uma conta cara, considerando o tamanho da cidade de São Paulo.
07:09Porém, existem alternativas, modelos diferentes
07:13que o setor público não conseguiu pensar até hoje.
07:17E aí o setor privado tem muito mais margem para fazer essa negociação.
07:20Agora, o ponto principal até que eu colocaria, Caniato,
07:23é que essa negociação e essa estrutura precisa ser liderado
07:27pelo governo estadual em parceria com a prefeitura
07:30e não pode ter gestão aí, não pode ter dedo do governo federal.
07:34E eu digo isso porque até algumas poucas horas
07:37o governo federal insistia de que o contrato da Enel
07:41e a prestação de serviço estavam dentro da normalidade.
07:45Até quando o próprio governador Tarcísio colocou a sua insatisfação
07:50quando houve a discussão ali com o ministro de Minas e Energia
07:53para a renovação antecipada do contrato,
07:56o próprio ministro disse, não adianta o Tarcísio chorar,
08:00não adianta o Nunes chorar,
08:02classificou a reclamação da população como um choro,
08:05como uma motivação política e banalizou o que foi.
08:08Então, o governo federal que não ajudou nada até agora,
08:11por favor, muito ajuda quem não atrapalha,
08:13deixe essa discussão acontecer dentro do Estado
08:15e esse modelo também ser estabelecido por esses
08:19que conhecem a realidade aqui do povo paulista.
08:21Pois é, o Kriegner acaba resgatando uma troca de farpas
08:26ou pelo menos um desentendimento entre o ministro de Minas e Energia
08:31e o governador Tarcísio e a leitura de muitas pessoas
08:34que essa decisão tomada no dia de hoje
08:37poderia ter sido tomada um ano atrás, né?
08:40Ou seja, entenderam agora que não há condição de continuar com a Enel.
08:45Pois bem, muitos diziam, ah, eu já sabia.
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