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Roberto Giannetti, economista e ex-secretário de Comércio Exterior, analisa os desdobramentos do acordo Mercosul-União Europeia, que pode ser assinado em 20 de dezembro. A França e a Itália têm papel crucial na decisão final, com setores rurais e industriais em jogo. A incerteza política pode adiar o acordo, gerando impacto econômico para ambos os lados.

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Transcrição
00:00O vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviço, Gerardo Alckmin,
00:05disse que o Brasil deve bater recorde de exportações em 2025.
00:10Segundo Alckmin, o total exportado pelo país deve alcançar um valor de 345 bilhões de dólares.
00:17Ele e o presidente Lula participaram do evento de inauguração da sede da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos, a Apex Brasil, em Brasília.
00:27O vice-presidente também destacou os acordos comerciais do Mercosul, como negociado com a União Europeia, previsto para ser assinado durante essa semana.
00:37Só que a assinatura do acordo comercial entre União Europeia e Mercosul, no próximo sábado, no Brasil, virou uma incógnita,
00:43depois que a França pediu o adiamento da votação dos países europeus, prevista para essa semana em Bruxelas.
00:51Paris afirmou no domingo que o acordo não é suficiente para proteger os agricultores franceses.
00:57E que as exigências da França não foram cumpridas.
01:01O presidente francês, Emmanuel Macron, pediu à presidente da Comissão Europeia o adiamento da análise do acordo,
01:08que deve ser adotado entre terça e sexta-feira.
01:11Mas o Executivo Europeu rejeitou o pedido e manteve o calendário,
01:15argumentando que a assinatura do acordo tem uma importância crucial,
01:19tanto no plano econômico quanto diplomático e geopolítico.
01:23A disputa abre uma semana que já se anunciava muito agitada em Bruxelas,
01:28onde os sindicatos agrícolas prometem a presença de até 10 mil manifestantes na quinta-feira,
01:34durante uma reunião europeia de chefes de Estado e de governo.
01:38Os agricultores do bloco se opõem ao acordo de livre comércio com a Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai.
01:44Pacto favoreceria as exportações europeias de automóveis, máquinas, vinhos e outras bebidas alcoólicas.
01:51Em troca, facilitaria a entrada na Europa de carne, açúcar, arroz, mel e soja sul-americanos.
02:00Vinícius, esse acordo tão esperado está garantido?
02:04Olha, Nath, se a União Europeia der para trás, depois de tanta fanfarra e depois de 25 anos de negociação,
02:13vai ser um vexame muito grande e não só uma perda de face.
02:18Vai ser um problema para a União Europeia negociar acordos com outras zonas, outros países e outros blocos.
02:24Porque se depois de tanto tempo, depois de tanta conversa, eles podem dar para trás, eles ficam sem crédito.
02:30No entanto, a França está fazendo muita força e está conseguindo mais adesões do que se imaginava.
02:37O que está acontecendo nessa semana?
02:39Amanhã, terça-feira, o Parlamento Europeu vota algumas regras para atenuar esse acordo.
02:44Não mexe no acordo, mas dá um drible.
02:47Diz que se começar a importação muito grande de carne e frango, por exemplo, do Mercosul,
02:53então eles podem parar com o acordo.
02:55Isso já é uma gambiarra.
02:57Não podia fazer porque isso mexe no acordo sem mexer.
03:00Bom, passando por aí, quinta-feira tem a reunião do Conselho Europeu.
03:05O Conselho Europeu é a reunião dos governos da Europa.
03:08Eles vão bater o martelo final.
03:11Se eles conseguirem 65% dos votos, passou.
03:16Mas se a França conseguir o mínimo para vetar, que são quatro países com população de pelo menos 35% da União Europeia,
03:24eles bloqueiam.
03:27E aí o negócio vai para o vinagre.
03:29Como é que está a situação até agora?
03:31Tem a França, tem a Polônia e tem a Hungria contra.
03:35Eles agora são realmente, de fato, contra.
03:37Tem dois países menores.
03:39A Áustria contra também, mas ela não vai fazer peso, porque mesmo que ela faça o número de quatro,
03:46a população não chega a 35%.
03:49O que está em jogo é a Itália.
03:51Se a Itália se bandiar para o grupo de França, Polônia e Hungria, o que acontece?
03:57Cai o acordo com o Mercosul.
03:58Essa votação vai ser na quinta, talvez possa ir até sexta-feira.
04:03Lembrando, o presidente Lula disse que o acordo ia ser assinado dia 20, que é no sábado.
04:08Votação na quinta, prevista para quinta, acordo assinado no sábado.
04:14Então, a coisa está no limite.
04:18O deadline está estourando e pode acontecer um rolo político.
04:22Vai ser um vexame, vai causar problema político muito grave para a Europa.
04:26E além do mais, a Europa que acabou de fazer um acordo muito ruim com os Estados Unidos,
04:30vai perder um acordo que é bem razoável para ela com o Mercosul.
04:34Então, assim, existe a possibilidade que der para trás.
04:36Dia 20, na cúpula do Mercosul, o presidente Lula, vamos assinar eu, o pessoal do Mercosul,
04:42e a Úrsula von der Leyen, a chefe da Comissão Europeia, esse acordo.
04:48Mas vamos lembrar, repetir, quinta-feira tem jogo decisivo para o campeonato
04:54e a gente ainda não tem certeza do resultado.
04:57Que coisa, mais uma camada de incerteza.
04:59Só falta, né, Vini?
05:00Não saí depois de 25 anos, agora parecia que ia.
05:03E sobre mais esse capítulo da novela, do acordo Mercosul-União Europeia,
05:08eu converso agora ao vivo com Roberto Gianetti, economista e secretário de Comércio Exterior.
05:13Oi, Gianetti, boa noite. Bem-vindo mais uma vez.
05:16Boa noite, Natália. Como vai? Boa noite, Vinícius.
05:20Tudo certo por aqui.
05:21Gianetti, presidente Lula, como o Vini lembrou agora, né, deu até data,
05:25cravou ali, né, 20 de dezembro como dia da assinatura desse acordo.
05:29Próximo sábado, está chegando aí, e é quando acontece a cúpula de líderes do Mercosul.
05:35Qual que é o seu ponto de vista?
05:36Você acha que a gente está prestes a ver mais um adiamento do fim dessa história aí,
05:40de mais de duas décadas?
05:43Olha, é muito suspense e emoção, Natália, mas eu estou otimista.
05:48Eu acho que, como o Vinícius explicou muito bem,
05:52existe uma convergência das grandes economias europeias
05:56para que esse acordo seja assinado, porque ele é bem razoável,
06:00muito bom para ambos os lados, tanto para a União Europeia
06:05como para o Mercosul e o Brasil em particular.
06:09Tem alguns riscos? Claro que tem.
06:11Todo negócio tem risco.
06:13Tem as salvaguardas que vão ser colocadas,
06:15que podem impedir algumas exportações brasileiras,
06:19mas do lado também aqui da competição no Brasil,
06:22nós vamos ter que melhorar a competitividade da nossa indústria,
06:26porque vamos ter produtos manufaturados europeus
06:28com alíquota zero, de forma gradual, dentro da nossa economia.
06:33E eu acho que isso é muito bom,
06:34é saudável que tenha mais concorrência dos dois lados.
06:37E no momento em que também entra em cena
06:40uma nova economia, que é a chamada economia verde,
06:44da qual o Brasil tem um protagonismo muito forte.
06:47Me refiro a toda a questão de energia renovável
06:50e toda a indústria eletrointensiva,
06:53que pode ser deslocada da Europa para o Brasil,
06:56porque aqui será mais competitivo,
06:59mais lucrativo produzir,
07:01e dentro de um conceito que hoje está muito difundido,
07:03chamado safe short,
07:05ou seja, produzir aonde é perto e confiável.
07:08E acho que o Mercosul oferece essas condições
07:11para os países europeus,
07:12para as empresas europeias.
07:14E é claro que os franceses vão estar sempre reclamando.
07:17Eu não tinha nenhuma ilusão quanto a isso.
07:20O agronegócio francês é extremamente protecionista
07:24e irreversivelmente protecionistas.
07:27Nunca estarão de acordo.
07:28E como minoria, eles não podem ditar a regra do Mercosul.
07:32Eu conversei semana passada,
07:35esses últimos dias,
07:35com alguns empresários italianos,
07:38que eu tenho contato,
07:38exatamente como o Vinícius falou,
07:40a Itália é hoje a pedra-chave dessa decisão.
07:44Se a Itália ficar com o resto da Europa,
07:47especialmente com a Alemanha,
07:48com a Inglaterra, não está fora,
07:49com a Espanha, Portugal,
07:51e outros países que estão a favor do acordo,
07:54ele virá certamente ser assinado dia 20.
07:57Se de repente a Itália surpreende e se junta à França,
08:01aí é um vexame,
08:02é realmente uma situação
08:04que passa a se tornar totalmente imprevisível
08:08se algum dia esse acordo será assinado.
08:11Eu acho que será quase um momento
08:13de ser ou não ser.
08:15Estamos num momento
08:16de um impasse chicspiriano.
08:19Eu estou otimista,
08:21volto a dizer que eu acho que vai acontecer,
08:24mas emoção até o último minuto
08:26e vamos torcer para que aconteça.
08:29Como tem sido esse ano mesmo,
08:31cheio de emoções.
08:32Agora, Janete,
08:32a gente olhando do lado de cá
08:34enxerga uma boa dose de protecionismo mesmo,
08:37e zero surpresa com o posicionamento
08:40dos agricultores franceses,
08:41como você bem lembrou.
08:43Agora, tem algum ponto dos questionamentos
08:45que vêm de lá,
08:46dessas reivindicações europeias,
08:49que você consideraria legítimo
08:51ou não tem nada?
08:53Não, não tem mais nada.
08:54Eu acho que tudo que tinha para ser negociado
08:57foi exaustivamente negociado.
08:59Você imagina,
09:00vocês falaram aí,
09:00se foi secretário-executivo da CAMEX.
09:02Eu fui secretário-executivo da CAMEX,
09:04Natália,
09:04de 2000 a 2002,
09:07quando essas discussões foram iniciadas.
09:09Eu me lembro que eu tive
09:10três ou quatro vezes em Bruxelas,
09:12dando início a essa conversa,
09:14que nós esperássemos fosse durar
09:15no máximo dois anos,
09:17três anos.
09:18Tinha, inclusive,
09:19a intenção de,
09:20durante o governo Fernando Henrique,
09:21nós conseguirmos concluir o acordo.
09:23Passaram-se 25 anos,
09:26olha que loucura.
09:27E ainda estão resistindo,
09:30no lado da França,
09:31é um protecionismo retrógrado,
09:33um protecionismo moribundo.
09:35São setores do agronegócio
09:37que não têm como competir ainda,
09:38infelizmente.
09:40Acho que tem momentos
09:40em que certos setores
09:43têm que passar a bola para o outro
09:45e haver uma mudança
09:46de fluxo de comércio.
09:49Não há dúvida
09:49que em proteína animal
09:50e muitos setores da agricultura,
09:53frutas,
09:55naquilo que a gente é excelente produtor,
09:57café, açúcar,
09:59o próprio etanol,
10:00eles vão ter que comprar de nós.
10:02Não tem outra opção.
10:03Não tem como
10:03eles serem autossuficientes
10:06e deixarem de comprar
10:09daquele que é mais competitivo
10:10no mundo,
10:11que é, no caso,
10:12o Mercosul e o Brasil.
10:13Eu acho que é um papel
10:14que nos cabe nessa relação,
10:16é ser o grande fornecedor alimentar
10:19de produtos alimentícios,
10:21como já estamos fazendo
10:22com inúmeros outros países,
10:23mas também ter uma ambição
10:25de produtos manufaturados,
10:26autopeças, siderúrgicos,
10:28produtos de alumínio,
10:29inclusive diante dessa dificuldade
10:31de vender nos Estados Unidos,
10:33ainda temporária,
10:34com tarifácio,
10:35deslocar algumas exportações
10:37para a Europa
10:37é até necessário,
10:39até por conta deles também,
10:40que eles também têm necessidade
10:42de ter fornecedores
10:43mais competitivos nessa área
10:44e reduzir o consumo de energia
10:46dentro da Europa.
10:47Vai faltar energia na Europa.
10:49A questão do gás na Rússia
10:51é extremamente
10:52inconfiável,
10:55para dizer uma frase
10:56até modesta,
10:57e eles querem ter
10:59fornecedores
11:00de produtos eletrointensivos
11:02que possam aliviar
11:04a questão da energia
11:04na Europa.
11:05O Brasil é o grande
11:06candidato para isso.
11:07Ganha, ganha,
11:08no fim das contas, né?
11:09Vini,
11:10quer trazer um ponto
11:11com o Janete agora?
11:12Oi, Janete,
11:12tudo bem?
11:14Voltando aí
11:15para a questão
11:15desse risco
11:17de dar tudo errado.
11:18Na França,
11:19sim,
11:19a França tem,
11:21em certos setores,
11:22vários setores,
11:22é competitivo,
11:23mas os agricultores
11:25lá também
11:26são uma minoria,
11:27em termos econômicos
11:28e políticos,
11:28mas assim,
11:30na França,
11:30a questão nem é mais
11:32essa econômica,
11:32é de preservar
11:33o modo de vida francês,
11:35as pequenas cidades,
11:36a vida rural,
11:38e não ter impacto político,
11:40que eles também podem
11:40ser o fiel da balança
11:41numa eleição
11:42contra a extrema-direita.
11:43Esse é o maior medo
11:44do Macron.
11:45Acho que se não fosse isso,
11:46ele nem estava pensando
11:47na questão
11:48de a extrema-direita
11:49ganhar.
11:49Esse é o peso maior.
11:50Agora, na Itália,
11:51que tem a economia
11:52também rural pequena,
11:53como em qualquer país rico,
11:55tem esse risco
11:57de o pessoal rural
11:58conseguir ter preponderância,
12:00porque a indústria italiana
12:01inteira está a favor.
12:03Não é uma grande indústria,
12:04fora um ou outro de carro,
12:05mas é uma indústria
12:06de tamanho médio,
12:07está todo mundo
12:07muito a favor.
12:09Você acha que
12:09o pessoal rural,
12:11associações rurais italianas
12:12têm peso,
12:14se a gente vai mudar
12:15a posição da Meloni
12:16e a Itália
12:17se bandear
12:18para o lado da França?
12:19Ou isso é só
12:20um espantário francês?
12:22Qual é a possibilidade
12:23política real
12:24de a Itália
12:24mudar de posição
12:25agora ou no final do jogo?
12:27Eu não creio
12:29que a Itália
12:29tenha esse interesse
12:31de mudar o jogo
12:32na última hora.
12:32Como eu já falei,
12:33conversei com vários
12:34empresários italianos
12:36que eu conheço
12:36e eles todos
12:37me deram
12:38uma posição
12:39de muita confiança
12:40de que a Itália,
12:41que é a primeira-ministra
12:42Meloni,
12:43está a favor do acordo
12:44e vai continuar
12:45até o fim da linha
12:46agora nessa semana.
12:48O setor rural
12:49da Itália
12:49não tem peso
12:50político importante
12:51como tem na França
12:52e mesmo na França,
12:54Vinícius,
12:55eu creio que
12:55há muito jogo
12:56de cena,
12:56porque essa pequena
12:57propriedade francesa
12:59é produtora
13:00de patê,
13:01de vinho,
13:02de foie gras,
13:04exato,
13:05de coisas que
13:06evidentemente
13:06o Brasil
13:07não vai substituir.
13:09Até, vamos supor,
13:10no queijo,
13:10a gente está dando
13:11até alguma esbarradinha
13:12já na competição.
13:13Tem alguns queijos
13:14de Minas até
13:15e olha que competem
13:16com o francês
13:17muito bem.
13:18Mas não é um risco
13:19assim que vai amanhã
13:20desmoronar
13:22o agro francês.
13:24Setores que correm
13:25risco realmente
13:25na França,
13:26a meu ver,
13:26são de proteína animal,
13:28mais especificamente
13:29frango e carne.
13:31Esses realmente
13:31eles vão sentir
13:32uma concorrência
13:34mais forte,
13:35mas eles têm
13:35essa salvaguarda.
13:37Se houver um surto
13:37de exportação brasileira,
13:40por exemplo,
13:40que derrube
13:4130%,
13:4240%
13:43do market share
13:44em alguns meses,
13:45eles têm como
13:46estabelecer
13:47o que chama
13:48tariff rate quota,
13:49uma quota tarifária,
13:51que vai limitar volume
13:52a uma quota zero
13:53e a partir dali
13:55paga imposto.
13:56Então,
13:56há mecanismos
13:57de proteção,
13:58eles estão chorando
13:59por,
14:00sabe,
14:01em cima
14:02de,
14:02assim,
14:04uma birra,
14:05que eles não querem
14:06ter o acordo
14:07porque sentem
14:08realmente que
14:09o negócio deles
14:11é continuar
14:11no protecionismo
14:13eterno.
14:14E acho que
14:14acabou o tempo.
14:15Quem podia
14:16se adaptar,
14:17adaptou,
14:17quem não se ajustou
14:18e vai concorrer
14:20com alguém mais forte,
14:21algum dia vai perder.
14:23E do lado brasileiro
14:24vai ser igual.
14:25Por exemplo,
14:25os italianos,
14:26só para concluir,
14:27eles são excelentes
14:28produtores e exportadores
14:30de máquinas,
14:30equipamentos,
14:31inclusive pequena e média
14:32empresa italiana.
14:33Vão ganhar
14:34market share no Brasil.
14:35a BIMAC
14:36aqui também
14:36está um pouco
14:37assustada.
14:38Mas fazer o quê?
14:38Vamos concorrer,
14:39vamos melhorar
14:40a nossa indústria,
14:41vamos concorrer
14:41com eles
14:42em termos de preço,
14:43de qualidade,
14:44de tecnologia.
14:46Perfeito.
14:47Quero agradecer,
14:47Roberto Gianetti,
14:48economista e
14:49ex-secretário
14:50de Comércio Exterior
14:51pela conversa ao vivo
14:53aqui com a gente.
14:54Obrigada, viu?
14:55Obrigada.
14:55Obrigada.
14:56Obrigada.
14:57Obrigada.
14:58Obrigada.
14:59Obrigada.
15:00Obrigada.
15:01Obrigada.
15:02Obrigada.
15:03Obrigada.
15:04Obrigada.
15:05Obrigada.
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