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Bruno Musa analisa a reação do mercado financeiro à reunião entre os chanceleres do Brasil, Mauro Vieira, e dos Estados Unidos, Marco Rubio, para negociar principalmente o tarifaço de Donald Trump.

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Transcrição
00:00Ô Bruno Musa, como é que o mercado reagiu hoje a essa conversa e ao resultado dela?
00:05Ou ao fato de não se ter resultado nenhum? Como o Gani diz, no news, good news.
00:11Bom, vamos lá. Boa tarde novamente. O mercado hoje ele abriu em queda e agora ele tá subindo.
00:15Eu tô vendo aqui em tempo real, ele tá subindo 0,8%, o dólar tá caindo 5,42%.
00:21E o mais importante que é o que o Pablo sempre fala no final do dia, né?
00:24Ali os juros, quando você analisa os juros de curto prazo, o mercado tá precificando ainda,
00:28já uma eventual queda até talvez no começo do ano, mas os juros longos continuam subindo.
00:35E isso é preocupante. Isso tá acontecendo também no geral, em linhas gerais, no mundo como um todo.
00:40Mas trazendo um pouco isso aqui pro Brasil, se vocês lembrarem ontem, no final do dia,
00:44isso não pressupõe nenhum tipo de, digamos, de analisar o futuro.
00:50Eu imaginei e comentei no final do programa, no meu último comentário,
00:54falando que o mercado provavelmente não sentiria muita coisa.
00:56Porque, basicamente, a gente já tem precificado mais ou menos tudo isso.
01:00Claro, se o Brasil, se o Mauro Vieira não fosse recebido,
01:03porta bateu na cara dele, enfim, depois de esperar chegar lá e não ter com quem falar,
01:08claramente poderia ter um sinal negativo.
01:10Mas eu acho que, e o mercado mostra isso, o mercado dia a dia já tá mostrando,
01:15que essa parte política tá meio que sendo, digamos, superada.
01:20Ou melhor, essa parte comercial tá sendo superada.
01:22A parte política é o que virá.
01:24Se vierem mais sanções individuais, também acredito que o mercado não sinta mais absolutamente nada.
01:31Agora, se começarem a aumentar as tarifas, como aconteceu com a China novamente,
01:35e se não me engano, já foram oito ou nove vezes que o Trump vem aumentando e diminuindo as tarifas com a China.
01:42Se o Brasil entra nesse rol das coisas, aí realmente a coisa pode complicar.
01:47Tem um tema que a gente debate muito aqui dentro do mercado, que é porque, especialmente com os clientes,
01:51porque o mercado tá sendo relativamente complacente com tudo o que tá acontecendo no mundo.
01:56Com todos esses problemas, altíssima dívida, a Europa já praticamente estagnada, né?
02:01O Japão também.
02:03Enfim, como é que o mercado tá sendo complacente com tudo isso?
02:05Basicamente, tem dinheiro em abundância emitido pelos bancos centrais
02:10e todo o incentivo perverso dentro da política pra emitir mais dívida.
02:14O dinheiro tá circulando, as pessoas continuam se endividando
02:17e isso dá pôlego para o mercado como um todo.
02:19Mas vale uma atenção muito grande com relação a isso.
02:23Agora, no primeiro momento, é o que eu falei,
02:26eu acredito que o mercado vai sentir mais forte
02:28se nós estivermos realmente no meio dessa guerra comercial novamente.
02:34Nós estamos muito mais próximos da máxima histórica do que lá de baixo.
02:37E isso em reais, porque ao olhar em dólar,
02:40a gente continua ainda lá atrás depreciado.
02:42Então, mais ou menos essa análise inicial, Evandro.
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