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O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, destacou a necessidade de ampliar a segurança do sistema financeiro diante de ataques hackers e da atuação do crime organizado. Segundo ele, o ambiente do crédito consignado exige maior proteção para evitar fraudes e garantir a estabilidade da economia brasileira.
Reportagem: Matheus Dias

Assista ao Jornal da Manhã na íntegra: https://youtube.com/live/eMEgLgpjhkY

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Transcrição
00:00E o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, defendeu o avanço na segurança do sistema financeiro
00:06em meio a ataque de hackers e a infiltração do crime organizado na economia.
00:12Acompanhe na reportagem de Matheus Dias.
00:15O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, disse em reunião na sede do BC em Brasília
00:19que os créditos consignados têm que sim ser facilitados, ter uma concessão de maneira barata para a população,
00:26mas sem abrir mão da segurança, que para Galípolo é indispensável.
00:31A rigidez do sistema, a segurança do sistema é algo que a gente não pode negociar
00:36e não vejo uma contradição nem qualquer tipo de trade-off entre as duas coisas.
00:41Quanto mais seguro, melhor vai ser para o cidadão.
00:44Quanto mais opções ele tiver, melhor vai ser para o cidadão.
00:48O que é preciso também a gente poder ter de infraestrutura para fornecer a devida informação,
00:53a devida rastreabilidade, para que tenha um sistema mais seguro, mais rígido,
00:58o que vai ser mais democrático do ponto de vista de acesso de recursos,
01:01tanto mais baratos quanto mais seguros para a população.
01:05O Banco Central que tem feito diversas modalidades e conseguido diversas plataformas
01:10para tentar ter mais segurança para a população e minar, segundo Galípolo,
01:16golpistas e organizações criminosas.
01:18Muitas delas em relação ao PIX e as transferências bancárias.
01:21Galípolo diz que agora novas regras funcionam ao PIX,
01:25como transferências com o teto máximo de 15 mil reais para algumas instituições,
01:30além dos bancos terem então recebido obrigatoriedade para contestar transferências bancárias de contas
01:37que levem ali uma certa suspeita de investigação, uma certa suspeita de fraude.
01:43Além de que, até o dia 1º de outubro, o Banco Central vai disponibilizar,
01:47junto às instituições financeiras, para que as pessoas contestem transferências bancárias
01:52ou dinheiro que saiu da conta direto pelos aplicativos dos bancos.
01:56Gabriel Galípolo disse então que a medida agora de proteção a ser estudada
01:59em relação aos créditos consignados,
02:02eles que são uma modalidade dos golpistas,
02:05que aplicam principalmente com as pessoas mais idosas.
02:08Conseguem os créditos junto às instituições financeiras
02:10no nome das pessoas que não acompanham tão de perto.
02:14Galípolo diz também sobre a importância da independência do Banco Central.
02:19A autonomia é um processo de proteção não para os diretores,
02:24e sim para o país,
02:26para que os diretores possam se sentir à vontade e protegidos,
02:32para tomar as decisões que são melhores para o país,
02:35independente do cálculo político de como é que aquilo vai soar ou vai aparecer.
02:40Que o cálculo que o Banco Central faça não seja,
02:43bom, se esse problema não é meu,
02:44é melhor eu não me meter para não ser arrastado nisso e fazer o contrário.
02:47Assim, bom, vamos ter a coragem e a estrutura e a institucionalidade
02:54para que se tome a decisão que vai contribuir o país,
02:57vai contribuir com outros poderes,
02:59para que a gente possa ter a solução,
03:01que é a solução melhor para o cidadão.
03:03Mesmo assim, Gabriel Galípolo não comentou
03:05sobre a manutenção da taxa de juros a 15%.
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