- há 4 meses
Casos de infarto, AVC e hipertensão crescem entre adultos.
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NotíciasTranscrição
00:00Vamos para a nossa entrevista do dia, que é o seguinte pessoal, você que está acompanhando nossa transmissão ao vivo pelo YouTube também, participe conosco, deixe seu comentário, pegue seu zap, fica pertinho aqui de mim do Tribuna Amanhã, envie sua pergunta, a gente vai trazer um alerta de saúde.
00:16A gente vai falar que doenças que a gente costumava associar ao envelhecimento estão aparecendo cada vez mais cedo, infarto, AVC, hipertensão, Alzheimer, Parkinson, diabetes, tem se tornado frequentes entre jovens, até adolescentes às vezes são diagnosticados, tá?
00:39Segundo o Ministério da Saúde, só na última década as internações de pessoas com até 39 anos aumentaram quase 60%. O que será que está acontecendo, né pessoal?
00:54É um fenômeno que certamente está ligado ao estilo de vida moderno, alimentação ultraprocessada, sedentarismo, estresse, poluições e até questões genéticas.
01:05Mas hoje especificamente aqui no Tribuna Amanhã, a gente vai conhecer duas histórias de superação, duas jovens, duas moças lindas que foram diagnosticadas com Parkinson.
01:16Deixa eu tomar um café aqui que minha mesa hoje está recheada, eu vou conversar com a Mariane Paulietti, com a Gabriela Aires e também com o doutor Jasper Guimarães, médico neurologista.
01:29Pessoal, bem-vindos, que bom que vocês estão aqui, bom dia pra vocês.
01:33Obrigado, bom dia.
01:34Bom dia. Deixa eu começar então conhecendo a história, né doutor Jasper, das meninas e pra quem está em casa também.
01:42Deixa eu começar então com a Mariane, vou aqui pela ordem da mesa.
01:45Mari, conta pra gente quando que veio o seu diagnóstico de Parkinson e como é que foi esse processo do diagnóstico.
01:52Então, aos 31 anos eu fui diagnosticada. Foi um processo um pouco longo porque eu não tinha tantos sintomas, eu tinha apenas um tremor na mão e com o tempo foi progredindo pra uma rigidez no braço esquerdo e eu passei por vários médicos.
02:09E eles ficam um pouco inseguros de dar o diagnóstico, então, e não tem exame específico, assim, pelo que eu entendi, né?
02:19Por eliminação, fizemos um teste clínico, né doutor?
02:23Exato.
02:23E já logo de cara foi eliminado o Parkinson.
02:26É mesmo, logo no início.
02:29E foi passando o tempo e um ano e meio depois eu recebi o diagnóstico de doença de Parkinson precoce.
02:33E hoje eu tenho 37 anos.
02:36Caramba, e como é que foi? Você tinha algum histórico na família, Mari?
02:40Não.
02:42Nenhum?
02:42Ninguém.
02:43Até hoje, só eu.
02:45Como é que foi seu, depois do diagnóstico, Mari, como é que foi, como é que tá sendo a sua vida, né?
02:52A gente sabe que o Parkinson, ele traz ali uma mudança muito significativa na rotina do paciente.
02:58E tão jovem, ser diagnosticada com o Parkinson, como é que tá sendo o seu dia a dia?
03:03Então, hoje eu tô afastada da minha profissão.
03:06Eu sou professora de educação física e eu comecei a praticar muitos exercícios físicos,
03:13porque eu sei que é importante.
03:17Eu tô um pouco nervosa.
03:18Ah, fica tranquila.
03:19Enquanto você tá falando, Mari, deixa eu pedir pro pessoal ir aos poucos colocando aí.
03:24A Mari falou que é professora de educação física e ela criou, gente, um Instagram,
03:29Dopaminados.
03:31Ela dá um show de exercício, corre, participa de corridas, tá?
03:37E sempre ativa.
03:38A gente já vai colocar os apoios aí, a gente tem imagens da Mari.
03:42Ela compartilha esse dia a dia dela nas redes sociais e daqui a pouco a Mari fala pra gente também
03:47da importância da gente exercitar o corpo, do exercício físico no seu dia a dia, né, Mari?
03:53Tenho certeza que só faz bem, né, pra você.
03:56Faz.
03:57Eu sou uma pessoa que gosta de fazer exercícios físicos, só que esse assunto acaba mexendo um pouco.
04:01E por isso que mexeu.
04:04Mas é muito importante eu falar sobre isso.
04:06Com certeza.
04:07Eu vim com todo prazer pra essa conversa e vai ser muito bom falar sobre a minha vida.
04:10Com certeza.
04:11Até pra conscientizar quem tá em casa, né, ainda há muito estigma, né, doutor Jasper, sobre a doença.
04:17Olha lá, Mari, gente, subindo rampa, descendo rampa, colocando tênis ali.
04:22Que incrível, Mari.
04:24Que incrível a gente ver você ativa assim.
04:26Bacana.
04:26Exatamente.
04:27Porque quando eu levanto da minha cama, a primeira coisa que eu quero fazer é me exercitar.
04:32Porque eu sei quanto o movimento mexe tanto com o nosso emocional, com a mente e libera a dopamina, que é o que eu preciso pra me...
04:42Ai, gente.
04:42Pra ficar bem, né, ao longo do dia.
04:45Agora, deixa eu perguntar pra Gabi também.
04:47Gabi, que tem uma super empresa, faz um sucesso danado.
04:52Gabi vai explicar pra gente a profissão dela.
04:55Como é que foi o seu diagnóstico, Gabi, também, tão nova, tão cedo.
05:00E como é que tá sendo?
05:01Foi a mesma coisa que a Mari, né?
05:02Bom dia pra todos.
05:04Foi muito, muito pesquisado na época.
05:08Eu passei por diversos médicos.
05:10Eu fui diagnosticada com várias outras doenças, como transtorno de ansiedade generalizado.
05:18E até remédio pra esquizofrenia eu tomei.
05:23É mesmo?
05:24Foi muito difícil chegar ao diagnóstico porque eu tinha 26 anos na época.
05:28Muito jovem, muito jovem.
05:30E não tinha caso de parço na família.
05:33Não tinha...
05:34Por quê, assim?
05:35Eu só sofri de uma ansiedade muito forte na adolescência, né?
05:38E isso pode, talvez, até ter gerado um gatilho, assim, alguma coisa no sentido.
05:45Mas foi muito parecido com o da Mari, assim.
05:48Mesma coisa.
05:49E a questão, a gente sempre procura dopamina, igual ela fala, né?
05:52Só que a dopamina é um hormônio que, o doutor vai explicar melhor, que leva a gente
05:57a ter vontade pra fazer as coisas, entendeu?
06:00Então, é um momento muito difícil pra gente porque a gente não tem ânimo.
06:03A gente não tem...
06:05A gente vive uma vida apática, assim, antes do diagnóstico.
06:08Então, o diagnóstico é muito necessário e bom.
06:12É bom.
06:13Quando eu escutei você tem Parkinson, eu falei, nossa, que alívio.
06:17É um alívio.
06:18Eu tava perdida.
06:18Sem norte, né?
06:19Sem norte.
06:20É muito bom, assim.
06:22A gente começa a medicar.
06:23A gente vê que tem perspectiva de vida, tem perspectiva de futuro, né?
06:27Perfeito.
06:28Isso que muita gente corta, né, gente?
06:29Assim, ah, você faz tudo agora e a ansiedade só piora, né?
06:34Lógico, lógico.
06:35Com certeza.
06:35Doutor, quando a gente vê duas moças jovens, assim, diagnosticadas com Parkinson, o que
06:42que isso representa pra medicina?
06:44O que que a gente pode falar sobre esse diagnóstico tão cedo?
06:48Certo.
06:49Isso, antes de tudo, é uma grande vitória, um grande avanço, apesar que elas tenham feito
06:56esse caminho difícil, né, com diagnósticos equivocados.
07:00Mas é um diagnóstico que não é simples.
07:03Mas o que eu chamo a atenção para os neurologistas, gerais, médicos, né, é que não precisa
07:12ter uma história genética necessariamente associada.
07:16A pessoa pode ser o primeiro caso da mutação genética.
07:20Então, assim, se não tem ninguém com Parkinson na minha família, por que comecei com os sintomas
07:26assim tão cedo, esqueça isso.
07:29Ela pode ser o primeiro caso da mutação genética se houver a mutação presente, porque a ausência
07:37dessa mutação não inviabiliza o diagnóstico da doença de Parkinson.
07:42O que tem que ficar bem claro é que o diagnóstico da doença de Parkinson, especialmente em jovens,
07:48é essencialmente clínico, é a conversa do médico, é o exame físico.
07:53Tem um dado no exame físico que eu acho válido ressaltar aqui, que é a presença de distonias
08:00desde o começo do quadro, que é isso, né?
08:02O que é distonia?
08:03Distonia são contrações dolorosas, movimentos de torção muscular, incapacitantes,
08:11que geralmente começam nos membros inferiores, perna e pé.
08:16Então, isso é o pulo do gato, é uma pista.
08:20Mas, volto a repetir, se o paciente tem sintomas de doença de Parkinson,
08:29e eu acho que o grande erro, talvez o grande erro diagnóstico é não se pensar que pode ser
08:38doença de Parkinson, né?
08:40Porque esses pacientes sofrem porque eles vagam com transtornos de, como diagnósticos de ansiedade,
08:50A Gabi falou, a gente, eu vou tomar remédio de estesofrenia, né?
08:53Ela é um grande exemplo, a Gabiela, como ansiedade, como outros distúrbios do humor,
09:02como se fosse um transtorno funcional, né?
09:05Que é um termo elegante para falar que a pessoa está simulando aqueles sintomas, né?
09:10Mas eu estou tentando ser o mais simples possível aqui, está bom, no meu linguajar.
09:14Então, assim, precisa-se, o primeiro passo para o diagnóstico em tempo adequado é suspeitar da doença.
09:23E o especialista em distúrbios do movimento e o neurologista, de forma geral, tem que estar preparado para isso.
09:30Perfeito, doutor.
09:31A gente falou também dos hábitos de vida, a gente está falando aqui especificamente do Parkinson,
09:38mas mais jovens também estão sendo diagnosticados com outras doenças, AVC, diabetes.
09:46A gente pode associar esses diagnósticos precoces a estilo de vida?
09:52Por exemplo, alimentação ultraprocessada, sedentarismo, ou não há essa relação?
09:59Nós podemos e devemos associar, sim.
10:01Mas o principal fator para essas doenças que antigamente acometiam, entre aspas, idosos, essencialmente,
10:13hoje, não mais, é que elas estão sendo reconhecidas antes.
10:18Porque hoje nós temos mais recursos diagnósticos.
10:21A gente tem mais informação, né?
10:22A gente tem mais, ainda que seja escasso, o acesso a um médico é maior.
10:28Então, as doenças estão sendo mais reconhecidas.
10:31Isso não faz menos importante o estilo de vida atual, que é um estilo sedentário, com alteração do sono.
10:44Isso é importantíssimo.
10:47Os hábitos alimentares, nós ingerimos ultraprocessados, querendo ou não, é difícil fazer uma alimentação completamente livre deles, né?
10:55Cada vez mais cedo, as crianças hoje já estão começando.
10:59Exato. E, infelizmente, no nosso meio, a gente tem que ressaltar ainda a presença de pesticidas, solventes e organos fosforados, utilizados em lavouras.
11:09Isso, infelizmente, não é raro nos dias atuais.
11:13Perfeito. Meninas, eu queria saber de vocês como é que é o dia a dia de vocês hoje, na prática, com as limitações que o Parkinson trouxe presente na vida de vocês.
11:27A gente vê que vocês são super ativas, trabalham, estão aí, mas eu queria que vocês compartilhassem com quem está aí em casa.
11:36E, até para tirar essa questão do estigma que há sobre a doença e muito preconceito também, né?
11:41Muito preconceito. A gente sofre muito preconceito, mas a gente vai se adaptando, né?
11:46E o pior dos preconceitos é com relação à nossa cognição.
11:50As pessoas acham assim, ah, está com par, tadinha, está demente.
11:53O doutor pode até falar para a gente nesse sentido, entendeu?
11:56Porque eu vim de uma profissão que demanda muito, eu sou advogada, demanda muito nossa cognição, nosso raciocínio, rapidez de raciocínio e tudo.
12:05Isso, na verdade, é um pouco prejudicado, rapidez de raciocínio, sim, mas a gente não tem por que se discriminar da sociedade por conta disso, entendeu?
12:17E eu tenho uma vida normal, eu tenho uma filha de seis anos, eu fico com ela durante a manhã, eu faço almoço, faço janta, faço trabalho.
12:27Sou empresária, sou sorveteira agora.
12:29É uma super empresária, tá, gente? A gente está falando aqui como uma super empresária.
12:33Então, minha vida é muito mais corrida do que de muita gente.
12:38Graças a Deus, eu sou muito ativa, não estou no exercício físico igual a Mariana, tá?
12:41Porque eu sou meio relaxada nesse sentido, mas pretendo voltar, se Deus quiser.
12:46Que bom, que bom. E Mari, obrigada por compartilhar com a gente.
12:51Gabi, como é que é seu dia a dia? A gente já viu ali um pouco das suas atividades.
12:57Nem sempre é assim, né, Mari? Vai ter dia que você não vai conseguir fazer o exercício físico, cada dia é um dia, a Gabi estava falando também, mas você se exercita aí lindamente, né?
13:08Pois é, e as pessoas se surpreendem quando me veem correndo.
13:12Porque, querendo ou não, apesar das minhas limitações, eu consigo correr.
13:16E corri 10 quilômetros na corrida do soldado.
13:20Que parabéns.
13:21Como professora de educação física, eu sempre trabalhei com movimento, então essa questão de eu ir tendo limitações, isso mexeu bastante com a minha cabeça.
13:30Imagino.
13:30Então não me permito ficar parada de jeito nenhum, mas eu fico na minha casa, eu estou de licença, então eu cuido da minha casa, tento fazer minha rotina,
13:37mas eu confesso que é diferente ainda, porque a cabeça assimilar todas as dificuldades que eu tenho agora é um pouco complicado.
13:47Com certeza, eu imagino.
13:49Tudo é uma adaptação.
13:50E a gente tem que ter atendimento multidisciplinar para aprender a lidar com tudo.
13:54É psicólogo, é professor de educação física que precisa conhecer essa questão da doença de Parkinson, que hoje a gente vê que são poucas as pessoas que são conhecidas, vamos dizer assim.
14:06Sim, tem um diagnóstico, né?
14:08Isso, que às vezes não apresentam essa questão para a academia, porque aí as pessoas não sabem lidar, infelizmente.
14:14Ou são subdiagnosticadas, né?
14:17Também.
14:17Eu queria falar uma coisa que eu acho super importante, porque nós temos dois exemplos cruciais aqui, que são duas portadoras de doença de Parkinson juvenil e em idade fértil.
14:31Isso é um alerta, porque como estamos falando de Parkinson de início em jovem, nós temos que ficar atento que o médico precisa tentar inserir,
14:43inserir e se adaptar e promover mecanismo de tornar a vida mais possível da realidade.
14:57Porque, veja, então tem Parkinson, quero ter um filho e não vou conseguir.
15:02Não é uma sentença isso, sabe?
15:05Receber o diagnóstico de Parkinson jovem não significa que você não vai ter uma vida mais aproximada possível da vida das outras pessoas, entende?
15:18Então, acho que esses dois exemplos são importantíssimos, sobretudo por isso, porque a vida normal, a vida mais aproximada do normal, deve continuar.
15:34Com certeza, gente. Claro, pode falar.
15:37Sobre essa questão que o doutor falou, inclusive quando eu estava investigando a questão do Parkinson, eu estava investigando a infertilidade.
15:46E quando eu recebi o diagnóstico, parece que eu achei que seria mais um empecilho.
15:51E eu estou ainda nesse processo, só que acabei focando no Parkinson, porque os sintomas tiram um pouco do nosso foco de outras coisas.
16:03E é praticamente um luto receber um diagnóstico desse.
16:07Mas a gente vê que existe vida após o Parkinson.
16:10É isso que eu tenho tentado fazer.
16:11Dois exemplos vivos disso.
16:14Eu tive minha filha com Parkinson, já diagnosticada com medicação, só tive que suspender algumas medicações, né?
16:21Algumas tem que suspender.
16:22O principal, que era o levodopa, posso dizer assim, né?
16:27Eu não suspendi, na verdade, eu aumentei um pouco a dose ainda.
16:32E tive minha filha com Parkinson normal, foi tudo tranquilo, graças a Deus.
16:35Nossa, a única dúvida que os médicos tiveram é com relação a...
16:39Porque não tem na história, assim, registrado em livros, nem em artigos científicos sobre a gravidez do Parkinsoniana.
16:49Mas é uma situação assim...
16:50É muito escasso mesmo.
16:51É muito escasso na literatura.
16:53Só que na época minha médica, a doutora Maria Angélica, foi muito feliz no tratamento todo, assim, muito tranquilo.
17:03Foi conduzida a situação.
17:04Foi parto normal, a expulsão foi normal, normalmente mesmo aconteceu, porque, na verdade, é uma musculatura que a gente não imagina, mas que ela não é controlada por nós.
17:17Ela é involuntária, né?
17:19Eu não sei explicar os termos certos, né?
17:21Então, você falou muito bem.
17:23Eu queria fazer outra, bem rápido.
17:25Nosso tempo está quase acabando.
17:27É que elas se queixaram de que não são reconhecidas quanto à memória, quanto às queixas cognitivas, de um modo geral.
17:38Eu queria falar que a doença de Parkinson só compromete memória, cognição, nas fases bem avançadas.
17:47Então, esse paciente está totalmente apto para ser introduzido no mercado ativo.
17:53Que bom, gente.
17:54Que bom ouvir esses dois relatos de vocês, meninas Mari e Gabi.
17:58Que bom ouvir o doutor também trazendo esclarecimentos importantíssimos.
18:02Muito obrigada por compartilharem a história de vocês.
18:05São exemplos de superação, exemplos de vida muito incríveis.
18:10Obrigada pela participação aqui no Tribuna Amanhã.
18:13Obrigada, doutor, também pela participação.
18:16Já vou deixar o convite para vocês voltarem aqui, para a gente ficar batendo papo.
18:20Esse assunto é muito importante.
18:21A gente tem que falar sobre isso.
18:23Obrigada, doutor.
18:24Muito obrigada a vocês.
18:24Imagina, foi um prazer.
18:25Até a próxima.
18:26Tchau.
18:27Tchau.
18:28Tchau.
18:29Tchau.
18:30Tchau.
18:31Tchau.
18:32Tchau.
18:33Tchau.
18:34Tchau.
18:35Tchau.
18:36Tchau.
18:37Tchau.
18:38Tchau.
18:39Tchau.
18:40Tchau.
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18:48Tchau.
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