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O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), declarou que seu primeiro ato como presidente seria conceder um indulto ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL-RJ). Tarcísio manifestou apoio ao ex-presidente e reforçou que não confia no Judiciário, em meio às diversas ações contra Bolsonaro.

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Transcrição
00:00Pois é, trouxemos a informação que a oposição articula e estuda maneiras de reagir à possibilidade de condenação de Jair Bolsonaro,
00:11mas também tem a percepção de políticos com mandato e aqueles que são aventados como candidatos à presidência em 26.
00:20Por exemplo, antes do início do julgamento de Jair Bolsonaro, Tarcísio de Freitas voltou a manifestar apoio e fidelidade ao ex-presidente
00:28e afirmou que, se fosse eleito ao Palácio do Planalto, seria o seu primeiro ato como presidente, concederia indulto ao ex-presidente Jair Bolsonaro.
00:39Ele concedeu uma entrevista a Tarcísio ao diário do Grande ABC e ele afirmou que não confia na justiça e não vê elementos para a condenação do líder da direita.
00:51O mandatário paulista também passou a intensificar sua articulação em prol da aprovação de um projeto da anistia no Congresso.
00:59Tarcísio se reuniu com o presidente nacional do Republicanos, o deputado Marcos Pereira,
01:04e tem conversado com presidentes de outros partidos do Centrão com o objetivo de impulsionar essa pauta.
01:11Apesar das declarações, o mandatário paulista voltou a negar a intenção de disputar a presidência da República.
01:19Enfim, muitos aliados entendem que ele, sim, é o nome mais preparado e com mais musculatura para disputar as eleições em 2026.
01:31Vou começar com o Beraldo, que chegou até a introduzir, tratar rapidamente desse tema.
01:37Beraldo, as manifestações de Tarcísio Gomes de Freitas, mas também o resultado desse julgamento,
01:43deve nortear parte das decisões político-eleitorais, né?
01:49É isso que muitos entendem.
01:50A depender do resultado, muitos já projetam qual será,
01:55isso deve abrir um vácuo e nortear muitas das decisões dos partidos e das lideranças, não?
02:03Zé Caniato, mas aí a gente tem que se perguntar quais são as verdadeiras prioridades do Brasil.
02:08Indulto a Jair Bolsonaro é prioridade para o Brasil?
02:13Do meu ponto de vista não é, sabe por quê?
02:16Porque o que está acontecendo nesse julgamento de Jair Bolsonaro
02:20é simplesmente um sintoma de uma doença que está destruindo o Brasil,
02:26que é o desequilíbrio institucional.
02:29De que forma esse indulto vai resolver o problema que temos hoje
02:32numa Suprema Corte que simplesmente atropela a torto e a direito, dia após dia,
02:38o que está escrito na Constituição Federal.
02:40Aliás, que Constituição é essa que não resolveu os problemas do Brasil
02:44e não projetou o Brasil para um futuro próspero, justo, seguro?
02:50O Brasil tem problemas gravíssimos e esses problemas são as nossas prioridades.
02:55Não adianta a gente se enganar com essas manifestações simplesmente eleitoreiras
03:02de uma circunstância que não tem nenhuma conexão com a realidade.
03:06Até porque encheu o peito para dizer, darei um indulto,
03:11concederei uma graça se eu for presidente?
03:13Ora, o Supremo Tribunal Federal já invalidou indultos e graças
03:19concedidas por outros presidentes.
03:21Então, de que adianta ficar falando esse tipo de coisa
03:26se a ação que estamos vendo não está alinhada com isso?
03:31O Brasil precisa, como primeiro ato do próximo presidente da República,
03:38determinar a construção de presídios e cemitérios com vala comum,
03:44porque o enfrentamento ao crime organizado tem que fazer como ele precisa ser feito.
03:49É uma guerra, e essa guerra terá que ser vencida pelo Estado brasileiro.
03:55Eu não aceito absolutamente nada menos do que isso.
03:58É preciso ter um presidente de coragem para enfrentar os problemas reais do Brasil.
04:03É preciso ter um presidente da República que resolva essa destruição da educação brasileira.
04:10Um sistema de ensino que não produz lideranças do futuro,
04:17mas sim uma mão de obra para o crime organizado.
04:21Esses programas de assistência social que criam uma legião,
04:27geração de pedintes, pessoas que não olham para o seu futuro,
04:31sem contar com uma esmola do governo.
04:35O Brasil está doente.
04:38O Brasil precisa se tratar.
04:40E não será com esse tipo de discurso pé de chinelo
04:44que vamos resolver problema algum.
04:46E aí eu volto a fazer a pergunta que fiz anteriormente.
04:50Por que então, quando se estava especulando,
04:52ah, o Bolsonaro vai pedir asilo não sei aonde,
04:55país tal, Hungria e Argentina,
04:57Por que então o governador não disse,
04:59venha para São Paulo?
05:01Porque em São Paulo aqui nós temos forças de segurança
05:03que garantirão a execução da Constituição brasileira?
05:08Afinal de contas, o Estado de São Paulo já fez isso no passado.
05:12Mas hoje não quer fazer.
05:14Hoje quer confraternizar.
05:16Hoje quer simplesmente ficar ali com uma boa relação
05:20com esses que estão lá em Brasília destruindo o Brasil.
05:25Portanto, eu não me iludo com esse tipo de discurso.
05:30Eu só me convenço com a prática.
05:32E, sinceramente, eu não estou vendo absolutamente
05:35nenhuma prática que me leve a concluir
05:38que a ação será de acordo com o discurso.
05:41Você, Mota, queria pedir também sua análise
05:43sobre esse posicionamento de Tarcísio de Freitas.
05:47Não é somente Tarcísio que mencionou essa possibilidade.
05:51Em outros momentos, Romeu Zema, governador de Minas Gerais,
05:56e Ronaldo Caiado, governador de Goiás,
05:59também sinalizaram no mesmo sentido.
06:00Mota.
06:03O Brasil, neste momento, precisa de estadistas.
06:10A gente está vendo um excesso de políticos e falta de estadistas.
06:14A minha interpretação desse gesto do governador Tarcísio
06:19é de um gesto corajoso.
06:23Ninguém faz uma declaração como essa,
06:27por mais que a declaração ainda esteja muito distante da execução,
06:34mas eu acho que ninguém faz uma declaração como essa
06:37no Brasil de hoje impunemente.
06:39Anistia é o remédio tradicional que o Brasil sempre adotou
06:48para superar dificuldades políticas que parecem insuperáveis.
06:54Mas nem o Congresso Nacional, neste momento,
06:57tem coragem de levantar essa bandeira e levar adiante.
07:03Então, eu, pelo que eu conheço do histórico do governador Tarcísio,
07:09ele realmente tem a intenção de levar adiante essa medida.
07:15Mas o Beraldo levanta um ponto importante.
07:19Nada do que pode ser feito tem garantia de que vai valer.
07:25Nada, absolutamente nada.
07:27Qualquer decisão, qualquer ato tomado por qualquer pessoa nesse país,
07:34pode amanhã ser declarado inválido.
07:36Com uma explicação dada em juridiquês que não faz nenhum sentido,
07:42mas vai valer mesmo assim.
07:44Então, eu acho que é um cenário perfeitamente possível
07:47que Tarcísio de Freitas...
07:50Vamos criar aqui o cenário.
07:52Tarcísio de Freitas é apontado como candidato,
07:56a presidente da república, ele é eleito,
07:58ele toma posse, o primeiro ato dele é dar anistia para Jair Bolsonaro.
08:03Meia hora depois, sai uma decisão judicial dizendo que aquela anistia é inválida.
08:09Eu acho que isso é perfeitamente possível de acontecer.
08:14Há quem diga até que é provável.
08:18Mas e daí?
08:19Isso é motivo para o governador Tarcísio deixar de declarar a sua intenção,
08:26deixar de fazer esse ato, se ele algum dia for presidente da república.
08:32Porque eu pergunto a vocês, se não for nessa ocasião,
08:36em que outra ocasião o país vai encarar de frente o que está acontecendo?
08:42Porque o que a gente está vendo é o esfarelamento das instituições no país.
08:51A gente está vendo dois poderes que daqui a pouco não servem mais para nada.
08:56O poder executivo e o poder legislativo.
09:00Então, qual é o momento em que essa decisão vai ser colocada na mesa?
09:05Seja ela qual for, se não for a anistia a Bolsonaro,
09:12vamos pensar na anistia para os réus do 8 de janeiro.
09:17E se o Congresso finalmente aprovar essa anistia?
09:21E aí, meia hora depois, sair uma decisão judicial
09:24dizendo que aquela anistia é inconstitucional,
09:27também embrulhada em juridiquês bonito.
09:30Onde é que vai ser traçada a linha divisória?
09:37Eu não tenho a menor ideia.
09:40Enquanto o Malta fazia o comentário dele,
09:42pessoas da nossa audiência lembraram
09:44que em 2017,
09:47Michel Temer, então presidente da república,
09:49concedeu o indulto natalino
09:51para uma porção de pessoas.
09:52Mas aí, uma ação no Supremo acabou invalidando esse indulto.
09:58E depois de dois anos,
10:00aí o próprio Supremo reconheceu
10:02que o indulto era correto,
10:04era legal, era legítimo.
10:06Olha só a situação em que nós vimos
10:09não faz tanto tempo assim.
10:11Bom, rápida parada,
10:12a gente vai para um break comercial,
10:14voltaremos em 1 minuto e 20.
10:15Eu conto com você,
10:16tem notícia importante,
10:17tem debate, tem informação,
10:19sua audiência é muito importante.
10:20Até já.
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