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O senador Izalci Lucas (PL) disse que a CPMI do INSS deve investigar fraudes no sistema desde 2014. O objetivo é garantir transparência, abrangendo os governos de Dilma Rousseff, Michel Temer, Jair Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Reportagem: Bruno Pinheiro.

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Transcrição
00:00Ainda sobre a CPMI, em entrevista ao repórter Bruno Pinheiro de Brasília, o senador Izalci Lucas afirmou que a oposição está satisfeita com a escolha do relator da CPMI do NSS. Acompanhe.
00:12Olha, foi muito bom a escolha do relator. O relator é uma pessoa experiente, o deputado, procurador e também do Ministério Público, já com a experiência de mais de 20 anos.
00:21E o que ficou claro hoje é que realmente a gente quer transparência, independente de período, independente de partido, ninguém vai passar a mão na cabeça de ninguém.
00:32E hoje foi feito um acordo, nós vamos convidar primeiro os ministros todos, o governo Dilma para cá, porque essa questão dos descontos começou em 94, ainda da CONTAG.
00:41Mas nós vamos pegar de Dilma para cá, Temer, Bolsonaro e também Lula.
00:44E aí nós vamos analisar cada ponto, acertado que nós chamaríamos todos os presidentes do NSS, também nesse período, todos os presidentes de associações, instituições e além das informações que foram requisitadas.
00:59Bom, aí o senador Izalci Lucas, Nelson Coberto, que participou da programação da Jovem Pan hoje, ele fala num acordo, mas o relator diz que não houve acordo com o governo.
01:10De qualquer forma, tem essa possibilidade da CPMI não convocar o irmão do presidente, mas também vão convocar ex-presidente do NSS e também outros responsáveis pelo órgão aqui no país.
01:25É saber como que essa CPI começa e como vai terminar.
01:29A questão é saber também, Tiago, se esse acordo não foi feito diretamente com a oposição, né, que tem os seus interesses muito claros em relação a essa CPMI.
01:38E claro que o governo quer evitar, desgastar a imagem do presidente em específico, o que aconteceria se o irmão dele fosse convocado e fosse apertado ali em uma oitiva, em depoimento prestado numa CPMI, que a gente sabe é um palco de espetacularização da política.
01:56É um ambiente para a geração de cortes, para as redes sociais, cada vez mais a gente tem visto isso em todas as últimas CPIs e CPMI's.
02:05Então, para os governistas, faz sentido evitar essa exposição de um familiar do presidente.
02:11Por outro lado, para os opositores, eles querem estender, já que eles querem estender até o Jair Bolsonaro, governo Bolsonaro, que se estenda ainda mais.
02:19Governos Temer e até Dilma Rousseff, para não personificar isso na figura de um presidente ou de outro e deixar claro de que isso passou por todos os governos, inclusive os governos petistas.
02:29É, já já o relator da CPMI vai conversar com a gente, mas antes eu quero saber de você, Dora Kramer.
02:33Os bastidores do dia hoje, se o governo que já tinha sofrido as derrotas na semana passada, pelo menos isso ameniza um pouco esse confronto com a oposição?
02:43Olha, essa coisa de acordo e CPI é uma conversa para o boi dormir, porque não há acordo que se sustente ao longo de uma CPI.
02:53Por isso, não é à toa que tem aquele velho lugar comum, CPI, a gente sabe como começa, não sabe como termina.
03:00Porque o andamento de uma CPI é completamente imprevisível.
03:05Já houve CPIs que começaram absolutamente sob descrédito e renderam muita coisa.
03:12E também houve o contrário, CPIs que começam achando que vai se descobrir o mistério do universo e acaba dando em nada.
03:22Quer dizer, é imprevisível.
03:24Porque os rumos podem mudar, às vezes mudam, no meio, no transcurso dos trabalhos e num ambiente radicalizado de governo e oposição,
03:34é claro que a imprevisibilidade é o nome do jogo.
03:38Tanto a imprevisibilidade é o nome do jogo que houve a imprevisível derrota do governo com o relator e presidente escolhidos
03:47levaram uma rasteira enorme da oposição.
03:51Então, a CPI é isso, entendeu?
03:55A gente tem que observar, ver e ver cada passo para onde ela vai.
04:01O que houve de grave hoje foi o presidente da CPI, Carlos Viana, querendo interditar trabalho de jornalista,
04:10ameaçando que quem publicar isso ou aquilo vai perder o credenciamento.
04:15Então, acho que é muito, absolutamente condenável, vindo de uma casa do parlamento e vindo de um senador que começou sua carreira como jornalista.
04:27O que é comunicador, os microfones da Jovem Pan estão abertos para ele também.
04:31Mas, de qualquer forma, tem transmissão da própria TV Câmara, da TV Senado, já que é uma CPIista, né?
04:37Mas, de qualquer forma, Kobayashi, eu pergunto, o próprio relator dá um prazo para o primeiro semestre do ano que vem.
04:44E já é um ano eleitoral, que é o ano mais esvaziado no Congresso. E aí, como é que fica?
04:47Fica de que, se é um ano eleitoral, eles vão apostar tudo, pelo menos os membros dessa comissão, na CPMI,
04:54para fazer ali a sua campanha, ou a sua pré-campanha, no período em que estiver acontecendo.
04:59Agora, eu gostaria de falar sobre essa manifestação, o Tiago Arro, do presidente da comissão,
05:05a respeito dessa vedação de que os jornalistas que ali estiverem,
05:09que eles não fotografem, não filmem nenhum tipo de comunicação por WhatsApp ou por computador
05:17que algum parlamentar ou outro esteja fazendo, sob pena de perder o credenciamento.
05:22Algumas pessoas, elas têm o direito individual um pouco relativizado em relação à população em geral.
05:28Estou falando das pessoas públicas.
05:30Um parlamentar que se coloca nessa condição, que vive do dinheiro do pagador de imposto,
05:34ele tem que, sim, submeter tudo o que ele faz, em especial, estando trabalhando no Congresso Nacional,
05:41à opinião pública.
05:42Então, a atividade de um jornalista que, eventualmente, pega uma conversa ou outra no seu WhatsApp
05:46ou na sua tela de computador que ali esteja sendo exposta, é do interesse público.
05:50Essa é a grande diferença.
05:52O interesse público, o interesse individual.
05:54Um parlamentar tem as suas conversas disponíveis naquele local,
05:59sendo fotografada por um jornalista ou por outro,
06:01estará, sim, dando margem à atividade profissional que a Constituição garante,
06:06que é a da liberdade de imprensa.
06:07E, principalmente, uma liberdade de imprensa que não pode ser censurada previamente
06:11com perda de credencial.
06:12É uma fala grave vinda do nosso parlamento.
06:15Pois é, Dora, mais uma pergunta para você.
06:17É muito cedo saber, porque a CPMI foi instalada hoje,
06:21teremos a primeira reunião na semana que vem,
06:23mas, de qualquer forma, o clima de Fla-Flu,
06:26será que teremos esse clima na CPMI?
06:28Você não tem a menor dúvida.
06:32Me surpreende você, achando, ainda fazendo essa pergunta para mim.
06:36Só posso imaginar que seja para eu te dar exatamente essa resposta.
06:40Agora, o bom é o seguinte, né?
06:43Ela começou uma dama.
06:46CPI, uma dama.
06:47Eu acompanhei a abertura.
06:49Faz questão de acompanhar toda a abertura.
06:52Mas uma coisa linda, né?
06:55Uma coisa de damas e cavaleiros.
06:57Todo mundo muito gentil.
06:59Todo mundo ali dizendo, falando em completa isenção.
07:04O importante é saber o que aconteceu, quem roubou, quem deixou roubar e tal.
07:10Vamos caminhando, elogios daqui e dali.
07:13Isso aí vai durar 15 minutos, tá?
07:16É claro que esse ambiente de Fla-Flu, ele vai ter por duas razões.
07:20Primeiro que é assim, CPI é assim, é um ambiente conturbado, porque é investigação, são trocas de acusações, são transmissões diretas.
07:31Então, isso é tudo muito exposto.
07:33E outra, porque a gente vive um período especialmente, já há algum tempo, radicalizado.
07:41Então, tem ali essa história que hoje disseram que ali ninguém está a serviço de governo ou oposição.
07:49Conversa.
07:50É claro que estão a serviço de governo ou oposição.
07:54Tanto é que o presidente da república, numa reunião de ministros, chama todo mundo para ir lá fazer pressão na CPI.
08:02E é claro que vai ser Fla-Flu.
08:03E é claro que vai ser Fla-Flu.
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