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  • há 8 meses
As frutas típicas da região Norte ficaram mais caras em Belém no primeiro semestre de 2025. É o que mostra um levantamento divulgado nesta terça-feira (22) pelo Dieese/PA (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), que analisou os preços em feiras livres e mercados municipais da capital paraense. Entre os principais fatores que explicam os reajustes estão a oferta limitada, a sazonalidade, as condições climáticas e a demanda nos pontos de comercialização, segundo análise do Dieese e feirante ouvido pelo Grupo Liberal.

Reportagem: Thaline Silva e Eva Pires/ Especial para O Liberal
Imagens: Ivan Duarte

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Transcrição
00:00Geralmente eu compro coquassu, açaí, manga, são essas três que eu mais compro e eu vi que o preço alterou.
00:10Não só aqui na feira, mas também em supermercados, mercados.
00:14A gente procura nos supermercados os dias específicos das promoções, né?
00:19E na feira também a gente verifica que os empresários colocam dias de valores diferenciados pra gente.
00:27Isso é muito bom.
00:28Só diminui a quantidade de compra, mas eu mantive o consumo.
00:31Até porque, como eu sou da área da alimentação, eu mantenho o meu consumo em casa devido à quantidade de fibra que eu preciso ingerir, eu e a minha família.
00:41O consumo de fibras é muito importante pro funcionamento intestinal, pra que ele esteja sempre em equilíbrio, né?
00:47Pra que a gente possa estar evitando o aparecimento de várias doenças, né?
00:51Inclusive agora a gente tem vários estudos mostrando a incidência, o aumento do câncer hipoloretal, justamente, está associado por essa diminuição de fibras, às vezes, pela população, pelos maus hábitos alimentares.
01:08Então a gente precisa manter realmente esse consumo pra manter a saúde intestinal em equilíbrio e, consequentemente, a nossa saúde como um todo, né?
01:16Eles estão reclamando, assim, ultimamente do preço do abacate e do mamão.
01:21A gente tenta fazer um equilíbrio, né? A gente explica a situação, que tá ficando um pouco mais cara a mercadoria, né?
01:26E a gente vende, tenta vender o preço o mais justo possível.
01:29Fica aí pra safra. As frutas regionais, elas do inverno e do Amazonas.
01:33Então, quando chega o verão, elas ficam escassas.
01:36Aí dá, vai diminuir a quantidade, entendeu?
01:39No caso, a cocunha, já acabou a safra.
01:41Mas há uma semana atrás que a gente tinha aqui, a gente estava vendo R$ 50,00 no quilo.
01:46E, geralmente, na época, é R$ 20,00, R$ 25,00.
01:49Pra não estragar, a gente faz promoções.
01:51No caso do biribá, que ele é bem perecível.
01:54Ele chegou hoje, ó.
01:55Mas ele tá bonzinho.
01:56Amanhã, às vezes, ia estar vazando ele.
01:58Aí tem que vender logo.
01:59Mais barato pra não perder.
02:01O inverno amazônico de dezembro até junho é ótimo.
02:06A venda, tudo.
02:07Quando chega julho, agosto, ela cai muito.
02:11Diminuiar.
02:11E aí, em outubro, já melhora um pouco.
02:13Outubro, novembro, dezembro.
02:14Aí por diante.
02:15Aí vai aparecendo novamente as frutas regionais, entendeu?
02:17E aí, em outubro, dezembro.
02:19E aí, em outubro, dezembro.
02:20E aí, em outubro, dezembro.
02:21E aí, em outubro, dezembro.
02:23E aí, em outubro, dezembro.
02:23E aí, em outubro, dezembro.
02:23E aí, em outubro, dezembro.
02:24E aí, em outubro, dezembro.
02:25E aí, em outubro, dezembro.
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