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  • há 4 semanas
O preço da cesta básica em Belém acumulou alta de 9,17% nos primeiros meses de 2026, segundo levantamento divulgado nesta segunda-feira pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Entre os produtos que mais pressionaram o orçamento das famílias estão o tomate e o feijão, itens tradicionais da alimentação dos paraenses e que têm pesado cada vez mais no bolso dos consumidores.



Repórter: Gabi Gutierrez

Repórter fotográfico: Thiago Gomes

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Transcrição
00:00Hoje foi divulgado pelo Jazz que a cesta básica subiu bastante aqui em Belém.
00:05Dentro de que nós aumentamos o tomate, você estava aqui comprando o tomate, está mais caro, está pesando.
00:11É um mito que o senhor consome muito na sua rotina?
00:14Sim, é um mito que a gente consome muito em casa e observei que está um preço bem elevado, realmente.
00:22E às vezes para driblar esses preços a gente prefere fazer as cobras em feiras.
00:30E é um pouco mais barato.
00:31Mas o senhor acha que essa diferença tem feito sentido ou o aumento tem sido tão alto que nem essa
00:39mudança,
00:40que se o mercado para feiras tem feito a diferença?
00:43Não tem feito a diferença porque observa-se que cada dia os preços estão cada vez mais elevados.
00:50Isso aí a gente tem que levar em consideração que Belém realmente é uma das cidades mais caras que tem
00:57no Brasil.
00:58como diz a pesquisa, né?
01:01E agora eu me pergunto, o senhor o que fazer para não deixar de consumir esses alimentos,
01:07mas encaixar de alguma forma que saiba no bolso também?
01:14Reduzir o consumo, né?
01:16Essa é a estratégia que a gente tem.
01:19O que é esse tipo de adolescents que aparenten o o independentismo?
01:25O que é isso?
01:26Uma coisa coisa e além disso?
01:26Isso arbônia
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