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Hugo Motta (Republicanos-PB) e Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), presidentes da Câmara e do Senado, debatem a resposta oficial do Congresso ao tarifaço de Donald Trump (Partido Republicano-EUA). A discussão busca equilíbrio e firmeza na ação.
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NotíciasTranscrição
00:00Agora recebendo as pessoas que nos acompanham pelas emissoras de rádio espalhadas por todo o Brasil, tem mais uma notícia.
00:05O presidente da Câmara, Hugo Mota, e o do Senado e do Congresso, Davi Alcolumbre,
00:11se reuniram para definir uma reação do Congresso sobre as taxas anunciadas pelo presidente norte-americano.
00:17Em uma nota conjunta, eles afirmaram que a decisão dos Estados Unidos deve ser respondida com diálogo,
00:24citaram a lei da reciprocidade e reforçam que estão prontos para agir com equilíbrio e firmeza em defesa da economia brasileira.
00:34Inclusive as pessoas que nos acompanham por imagens podem observar exatamente o trecho em que os dois líderes se manifestam
00:43nesse comunicado assinado por Davi Alcolumbre, presidente do Senado e do Congresso,
00:47e também Hugo Mota, o número um da Câmara dos Deputados.
00:52Passa agora para o Luiz Felipe Dávila. Dávila, o que achou da reação do Congresso Nacional
00:58por meio de Hugo Mota e Davi Alcolumbre? Muitas cobranças, porque disseram que eles demoraram demais.
01:05A manifestação só veio no dia de hoje, entendiam que eles precisavam, enfim, emitir algum comunicado ontem mesmo.
01:13Qual é a sua percepção? Qual é o posicionamento quando eles falam que é preciso resolver com diálogo,
01:19mas agir com firmeza?
01:22Acho que eles escutaram os pingos nos diz ontem, porque o comunicado é exatamente o que nós defendemos aqui.
01:28É preciso ter equilíbrio nessa hora, foco nos reais interesses comerciais do país,
01:35e despolitizar a par desse debate que está sendo politizado, inflado por essa retórica,
01:42tanto do governo, como evidentemente dos adversários da medida de Donald Trump.
01:49Mas é hora agora de baixar bola. É preciso negociar. Como eu disse, o Congresso Nacional está agindo da maneira correta nesse sentido.
01:57Ou seja, não espere do Congresso, esse é o recado, nenhuma medida estapafúrdia, dura, descabida,
02:07que vai agravar as relações comerciais entre Brasil e Estados Unidos.
02:10O Congresso não vai entrar nessa. E esse é um bom sinal.
02:13É um sinal de maturidade e equilíbrio que nós precisamos.
02:16Por que esse sinal de equilíbrio do Congresso?
02:19Porque no Congresso está representada forças do governo e forças da oposição.
02:25Então é óbvio que precisa chegar ao meio termo do entendimento.
02:28E é isso que nós precisamos.
02:30Não é questão, Beraldo, de Inglaterra.
02:33Não é questão de pragmatismo.
02:35Ou seja, então junta empresários, gente do Congresso, gente da diplomacia,
02:39do Ministério do Comércio e vamos chegar àquele acordo que é possível, neste caso,
02:48para o Brasil e para os Estados Unidos.
02:50E como eu disse, existem áreas de sensível interesse dos dois países.
02:54Não é só uma questão de tamanho quantitativo.
02:57É uma questão qualitativa.
02:59Se tem uma única empresa que fabrica os aviões, que as empresas americanas querem,
03:04você precisa negociar.
03:05Se tem um país que é o principal fornecedor de uma commodity que é consumida nos Estados Unidos,
03:10você tem que negociar.
03:12E não é questão de tamanho.
03:13É uma questão de pragmatismo dos dois lados.
03:15E eu vejo essa declaração, tanto de Alcolume como Mota,
03:19uma declaração muito bem-vinda e muito necessária nesse momento.
03:22Baixar a bola, negociar, ser pragmático,
03:26mas evidentemente ser duro e usar o arsenal
03:29se as negociações fracassarem até o dia 1º de agosto.
03:33Mas o Congresso, né, Beraldo, representa interesses bem difusos, né?
03:40Interesses da população, interesses de setores da economia,
03:43interesses do Estado.
03:45Como a gente pode esperar, então, um diálogo nos campos diplomático,
03:50comercial, político?
03:52Há vários interesses em jogo, né?
03:54Como achar uma intersecção para caminhar todos em uma mesma direção?
03:58Leandro, o papel do Congresso nesse ambiente é cobrar o Poder Executivo.
04:05Cabe ao Poder Executivo conduzir esse processo de entendimento
04:09para resolver essa situação com os Estados Unidos.
04:14E a gente vê que essa pressão que é feita
04:17também esbarra nos limites da política e dos interesses eleitorais.
04:21O Congresso também não é um ambiente onde só se vê virtude.
04:28Há ali um número expressivo de parlamentares
04:31que estão só fazendo cálculo eleitoral.
04:34Eles sequer, muitas vezes, têm opinião própria sobre alguma coisa.
04:39Eles se manifestam conforme eles acham
04:41que vai ser mais conveniente para eles.
04:43Ou porque vão receber alguma benesse do Poder Executivo,
04:47ou porque vão agradar alguém no seu curral eleitoral.
04:50A atuação é de uma mediocridade assustadora.
04:53E nesse momento, momento de crise, momento grave,
04:56onde do outro lado da mesa está um corpo diplomático,
05:00um corpo de negociadores, um corpo de pessoas
05:04altamente qualificadas e experientes,
05:07aí essa mediocridade acaba tendo um peso maior
05:11em desfavor do Brasil.
05:13Agora, como é que se resolve isso?
05:16Resolve diante, como o Dávila trouxe.
05:20Precisa ter um pragmatismo.
05:22Precisa olhar a situação como ela é.
05:25Mas, infelizmente, eu não estou vendo
05:27essa disposição, sobretudo com base
05:30nas manifestações feitas pelo próprio governo.
05:33Eu não estou vendo essa disposição até aqui.
05:36Mas, Mota, há grupos muito importantes
05:39que representam interesses de setores
05:41também relevantes na nossa economia.
05:44A gente tem que destacar a frente parlamentar
05:47da agropecuária, que, por sua vez,
05:49grande parte da frente da agropecuária
05:51tem um alinhamento ideológico
05:54com o grupo político de Jair Bolsonaro.
05:57Então, muitos entendem que há um desafio
06:01para esses parlamentares, que, a depender
06:03da condução feita pela atual administração,
06:07esses parlamentares precisariam tomar
06:08algum tipo de decisão.
06:11E aí, as reflexões que muitos fazem
06:13é que, nesse momento, poderia ter
06:17uma oportunidade para o Congresso Nacional
06:19tomar medidas, caso o Poder Executivo
06:24não tome o caminho mais adequado,
06:28mais correto, para resolver essa situação.
06:31De que maneira você enxerga o Congresso Nacional
06:33diante desse desafio e o que a gente pode esperar,
06:36pelo menos, o que você espera a partir de agora?
06:41Essa discussão ao longo do dia hoje, Caniato,
06:44e a pergunta que eu ainda não vi ninguém responder é
06:48o que exatamente o Congresso Nacional
06:52pode fazer em relação às tarifas de Donald Trump,
06:57além de discursos?
06:58O que o Congresso Nacional deveria fazer?
07:02E eu vi que parece que as opiniões dos parlamentares
07:08se dividem em dois grupos.
07:11Alguns parlamentares acreditam que o Congresso
07:15deveria, de alguma forma, retaliar o governo americano.
07:20Eu não entendi muito bem de que forma
07:24essa retaliação poderia ser feita.
07:28E parece que há um segundo grupo de parlamentares
07:31que acredita que, na verdade, o Congresso deveria
07:35responsabilizar o governo
07:38pela estratégia diplomática desastrosa
07:43que produziu esse chamado tarifácio.
07:47Agora, é importante também
07:49a gente fazer uma outra pergunta.
07:53O Congresso vive um momento de fraqueza excepcional.
07:56praticamente todos os dias
07:59a gente comenta uma notícia que
08:02mostra o Congresso perdendo independência,
08:06poderes, prerrogativas.
08:09É um Congresso que tem dificuldade
08:11de afirmar a sua independência
08:14em relação aos outros dois poderes.
08:17Em alguns casos, para fazer um projeto de lei,
08:20o Congresso faz uma consulta breve aos outros poderes
08:24para ver, pode isso.
08:26Se a gente fizer essa proposta aqui,
08:28vai ficar tudo bem?
08:30Um Congresso como esse
08:31conseguiria fazer exatamente o quê
08:35em uma situação extremamente complicada como essa?
08:40Dávila, queria que você também
08:41fizesse esse exercício,
08:43porque há quem entenda que,
08:45se não o Congresso inteiro,
08:47pelo menos alguns setores da Câmara e do Senado
08:49entendem que haveria a possibilidade
08:52de uma saída política
08:54resolver a questão comercial e tarifária.
08:59Existem aí algumas possibilidades.
09:01Queria que você refletisse
09:03sobre o poder do Congresso Nacional
09:06de também entrar em campo
09:08para ajudar a resolver isso.
09:10De mãos dadas com o Executivo ou não?
09:14Caneto, você mencionou já
09:16algum exemplo muito importante,
09:17a bancada do agronegócio.
09:19É óbvio que a bancada do agronegócio
09:21vai trabalhar com todas as entidades
09:25ligadas ao agronegócio
09:26justamente para pressionar o governo
09:30a negociar acordos que não prejudiquem o Brasil.
09:34Principalmente, como eu falei,
09:35a venda de laranja,
09:37do suco de laranja,
09:38que é um insumo fundamental
09:39para o suco de laranja americano.
09:41E, da mesma forma,
09:41a Embraer vai estar certamente
09:43acionando os seus parlamentares,
09:45a sua bancada,
09:46os seus aliados,
09:47em favor de manter
09:49essas tarifas baixas
09:51para esses aviões
09:52que já foram encomendados
09:54por empresas americanas.
09:55Então, assim, é óbvio
09:56que vai começar uma negociação
09:58setorial
09:59e o parlamento pode, sim,
10:01ter um papel importante.
10:02Aí, os parlamentares
10:03se envolver com essas associações
10:05comerciais, empresariais,
10:07justamente para trazer
10:08esse bom senso
10:10que, se depender do governo,
10:11não tem.
10:12Se depender do governo
10:13puro sangue,
10:14como a gente conhece,
10:15essa diplomacia do governo,
10:17eles vão arruinar a negociação
10:19porque eles acham
10:19que é melhor tirar uma lasquinha
10:21contra o imperialismo americano
10:23do que resolver
10:24a questão comercial.
10:25Agora, o fato é,
10:26nós precisamos
10:27de muito pragmatismo
10:29para resolver
10:30esse embrólio
10:31causado por Donald Trump.
10:33o Donald Trump é, assim,
10:35ele usou uma arma comercial,
10:37que é a tarifa,
10:38para tentar resolver
10:39um problema político.
10:40Ou seja,
10:41você usou a arma errada
10:42no jogo, está certo?
10:43Se você quer jogar duro
10:45contra a censura,
10:48o não cumprimento
10:50do devido processo legal
10:52no Brasil,
10:53você deveria estar fazendo
10:54o que ele fez no começo.
10:55Ou seja,
10:56ir para cima de pessoas
10:57ou cancelar visto
11:00ou bloquear bens,
11:01mas em cima de pessoas
11:02que estão atuando
11:03contra as empresas americanas,
11:05contra a liberdade de expressão.
11:06Essa é a arma.
11:08E não usar tarifa.
11:10E uma tarifa
11:10que não faz nenhum sentido.
11:12Você está usando
11:13uma arma de retaliação comercial
11:18para um fim político.
11:19Então, isso não faz
11:19o menor sentido.
11:21E aquilo que o Donald Trump
11:22na carta diz,
11:24como a parte política,
11:25que é as injustiças comerciais
11:27entre Brasil e Estados Unidos,
11:29aquela parte é mentira.
11:30Porque no Brasil,
11:31nós temos hoje
11:32déficit comercial
11:33com os Estados Unidos.
11:34Então, ou seja,
11:36é a arma errada
11:38para endereçar
11:39o problema certo.
11:41Esse é o problema hoje.
11:43Ele deveria ter feito
11:43outros meios.
11:45Então,
11:46isso causou
11:46um embrólio político
11:47com grandes consequências
11:49para o país
11:51e isso precisa ser resolvido
11:52antes do dia
11:53primeiro de agosto.
11:55Pois é,
11:55inclusive,
11:56o presidente da República
11:57concedeu uma entrevista
11:59a uma rede de televisão
12:01aberta no dia de hoje,
12:03dizendo que
12:04o ex-presidente Jair Bolsonaro
12:06deveria assumir
12:07a responsabilidade
12:08pelo anúncio
12:09de Donald Trump,
12:10querendo dizer que
12:11ele seria
12:12o mentor
12:13desse anúncio
12:15que foi feito
12:15pelo governo
12:16norte-americano.
12:17Enfim,
12:17daqui a pouco a gente vai trazer
12:18outras reações,
12:19inclusive manifestação
12:21do governador de São Paulo
12:22e as críticas
12:23feitas pelo ministro
12:25da Fazenda
12:26após essa manifestação
12:27de Tarcísio de Freitas.
12:29Só queria passar
12:30para a gente fechar
12:30esse capítulo aqui.
12:33Veraldo,
12:33nós falávamos,
12:34o Dávila mencionou
12:35o setor de suco de laranja,
12:37eu também escutei
12:37representantes
12:38do setor de café,
12:40há outros setores
12:41preocupados também
12:42com o anúncio
12:44feito por Donald Trump.
12:46De ontem para hoje,
12:48quais os setores
12:49se manifestaram,
12:50o que é preciso
12:51considerar também
12:52em relação
12:53a eventuais prejuízos
12:55para os Estados Unidos,
12:57caso essa taxação
12:58entre em vigor,
12:59hein, Veraldo?
13:01Caniato,
13:02acho que a retaliação
13:03do governo brasileiro,
13:04viu, Mota,
13:05que os parlamentares
13:06estão dizendo
13:07que vai ter retaliação,
13:08acho que o Brasil
13:09vai parar de exportar
13:10cocaína para os Estados Unidos,
13:11vai ver que é essa
13:12retaliação que eles vão fazer.
13:14Bom, Caniato,
13:15a gente,
13:16observando o mercado lícito,
13:18porque essa questão
13:19do tráfico de drogas
13:20do Brasil para os Estados Unidos
13:21não é brincadeira,
13:22é coisa seríssima,
13:24mas da parte
13:25do mercado lícito,
13:26há uma grande
13:27incógnita,
13:29quais serão
13:29os próximos passos,
13:31porque você tem
13:31impactos diferentes
13:33em diferentes mercados.
13:35Então,
13:35quando a gente olha,
13:35por exemplo,
13:36para o mercado
13:37de combustível,
13:39então,
13:40os Estados Unidos
13:40é um destino
13:41hoje
13:42de parte da produção
13:43de etanol
13:44do Brasil,
13:45se houver tarifas,
13:46etanol perde
13:47competitividade,
13:49então,
13:49a tendência
13:50é que o preço
13:51do etanol
13:52diminua
13:53no Brasil
13:54e, com isso,
13:56você tem
13:56um reequilíbrio
13:57do mercado
13:58em relação
13:58à gasolina,
14:00porque na gasolina
14:01e no diesel
14:02a tendência
14:02já é o contrário,
14:04haverá
14:05uma impossibilidade
14:07de se manter
14:08a importação
14:09de insumos
14:09vindo dos Estados Unidos,
14:11então,
14:12o Brasil vai precisar
14:14recorrer
14:15a outros fornecedores,
14:17e aí tem
14:17a questão
14:18da Rússia,
14:19que é um fornecedor
14:20hoje
14:20bastante importante
14:22já para o Brasil,
14:23mas que
14:24não lida
14:25com algumas
14:27empresas,
14:27como, por exemplo,
14:28a Petrobras,
14:29em razão
14:30dos embargos
14:31colocados,
14:31e a Petrobras
14:32tem ações
14:33na Bolsa
14:34Norte-Americana,
14:34tem relações
14:35muito importantes
14:36na Europa,
14:37então,
14:38a Petrobras
14:38tem dificuldade
14:39nessa relação,
14:40só que,
14:40se for
14:40uma questão
14:42de vida ou morte
14:42para abastecer
14:43o Brasil,
14:44o governo
14:44terá que dar
14:44um jeito
14:45com esses
14:45outros parceiros
14:47comerciais,
14:49e,
14:49quando você
14:49olha para commodities,
14:50por exemplo,
14:51além das commodities
14:53de petróleo,
14:54derivados de petróleo,
14:55você tem
14:56todo um fluxo
14:57de produção
14:58que,
14:58muitas vezes,
14:59já começa
15:00com antecipação
15:01de recursos
15:02por parte
15:02de grandes
15:03traders
15:03internacionais
15:04que financiam
15:06a produção
15:06do agricultor,
15:08do pecuarista,
15:09e,
15:10depois,
15:10elas têm o direito
15:11de levar
15:11essa produção
15:12e vender
15:13para determinados
15:14mercados.
15:14No caso do Brasil,
15:15faz sentido vender
15:16para os Estados Unidos,
15:17e,
15:18agora,
15:18esses produtos
15:19terão que buscar
15:19um novo mercado.
15:21Isso causa
15:21um rearranjo
15:24que tem penalidade
15:25para o produto
15:26brasileiro.
15:27Obviamente,
15:28quando você está
15:29numa situação
15:29de estresse,
15:30quem vai te salvar
15:31vai te salvar
15:32pagando menos.
15:34A China
15:34não vai olhar
15:35para o Brasil
15:36e dizer assim,
15:36não,
15:36poxa Brasil,
15:37você está precisando,
15:38eu vou te ajudar,
15:39eu vou te pagar mais
15:40ou vou te pagar
15:40a mesma coisa
15:41que os Estados Unidos
15:42pagavam.
15:42Não,
15:43até porque o frete
15:44é muito mais longo
15:45e muito mais caro.
15:46Então,
15:46a China
15:47ou qualquer outro
15:48parceiro,
15:49a própria Rússia,
15:51eles vão,
15:52vendo que nós
15:52estamos precisando,
15:54eles vão arrochar
15:55em cima do produtor
15:56brasileiro.
15:57E aí que vem
15:58esse problema,
15:58porque você começa
15:59a causar crises
16:00em diferentes mercados
16:02e essas crises
16:03vão se somando
16:04a uma crise
16:05econômica enorme
16:06pela irresponsabilidade
16:08fiscal do governo
16:09que foi causada
16:10nesses últimos anos.
16:11Então,
16:11a situação
16:11é bastante crítica
16:13e vai ter impactos
16:14com aspectos diferentes
16:16dependendo do mercado,
16:17querendo.
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