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  • há 6 meses
O Copom, Comitê de Política Monetária do Banco Central, sinalizou nesta terça-feira (27) que a taxa básica de juros deve cair a partir de agosto, conforme adiantou O Antagonista.

Na ata da reunião da semana passada, o colegiado revelou que houve divergência em torno do grau de sinalização sobre os próximos passos a serem dados, embora tenha predominado a opinião de que deveria haver a continuação do processo desinflacionário em curso, permitindo a queda da Selic já na próxima reunião.

“A avaliação predominante foi de que a continuação do processo desinflacionário em curso, com consequente impacto sobre as expectativas, pode permitir acumular a confiança necessária para iniciar um processo parcimonioso de inflexão na próxima reunião. Outro grupo mostrou-se mais cauteloso, enfatizando que a dinâmica desinflacionária ainda reflete o recuo de componentes mais voláteis e que a incerteza sobre o hiato do produto gera dúvida sobre o impacto do aperto monetário até então implementado. Para esse grupo, é necessário observar maior reancoragem das expectativas longas e acumular mais evidências de desinflação nos componentes mais sensíveis ao ciclo. Entretanto, os membros do Comitê foram unânimes em concordar que os passos futuros da política monetária dependerão da evolução da dinâmica inflacionária”, afirmou.

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Transcrição
00:00A maioria do COPOM, o Comitê de Política Monetária do Banco Central, vê espaço para o início de um processo parcimonioso de corte de juros em agosto, se a inflação continuar caindo, conforme a ata que foi publicada hoje.
00:15Mas o colegiado alerta que essa redução da taxa básica a Selic exige uma confiança e também uma flexibilização prematura para reacelerar a inflação do país.
00:27Na sinalização de quais serão os próximos passos, contudo, houve uma divergência do colegiado do Banco Central, para o grupo mais cauteloso ali, embora minoritário, ainda há uma dúvida sobre esse impacto do aperto monetário até então implementado.
00:44Esses membros consideram que é necessário observar uma melhora na percepção das expectativas de inflação mais longas e acumular mais evidências de desinflação.
00:56Apesar das discordâncias ali internas, a ata reafirma que os membros do COPOM foram unânimes na visão de que os próximos movimentos dependerão também da evolução da dinâmica da inflação, em especial de componentes mais sensíveis à política monetária e também à atividade econômica.
01:16Das expectativas de inflação em particular, as de maior prazo de suas projeções também de inflação, do indicador que mede a diferença entre o crescimento potencial da economia e o efetivo, que é o chamado de hiato do produto e também do balanço de riscos.
01:35Na última quarta-feira, vamos lembrar aqui que o COPOM manteve a decisão unânime a Selic no patamar de 13,75% ao ano e deixou seus próximos passos condicionados aos dados em comunicado tido como o mais conservador por agentes do mercado financeiro.
02:05Obrigado.
02:06Obrigado.
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